Quem toca viola, tem dedos que fazem maravilhas...até em "violões"... entendem?
Um violeiro sabe
dedilhar...
(escrito por Kaplan)
No interior de Minas, por
onde quer que a gente ande, encontra, ainda e sempre, violeiros. Sanfoneiros
também, porque uma coisa linda dos tempos mais antigos ainda não morreu: a
serenata embaixo da janela da amada. Ah! Romântico demais!
Nas fazendas, então, todo
mundo sabe: depois que o trabalho termina, os violeiros entram em ação,
cantando músicas sertanejas de verdade, não essas babaquices que são chamadas
hoje de sertanejo, sertanejo universitário... não, eles tocam as legítimas
músicas sertanejas, que enchem os olhos e o coração da gente!
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A alegria de ouvir uma viola... (foto: Kaplan) |
Meg e eu estávamos na
fazenda de um casal amigo e uma tarde, já a escuridão chegando, sentados na
varanda e bebendo um bom vinho, ela sentada com um short e mostrando suas belas
pernas, quando ouvimos a viola e a voz de um camarada que não sabíamos quem
era, mas imaginamos que fosse um trabalhador da fazenda. Meg ficou apaixonada
com o que ouviu. Claro, ela se lembrou de sua infância, de sua adolescência, no
interior, onde era comum se ouvir os violeiros e sanfoneiros todo dia. Na
cidade grande... nada!
Ouvindo, portanto, aquela
voz e aquela viola que não sabíamos de onde vinha, ela ficou encantada.
Enlevou-se e ficou escutando, tomando vinho e olhando as estrelas que começavam
a brilhar no céu escuro.
- Quem é que toca assim?
- É o Ciro, filho de um
cabra que trabalha aqui. Ele mesmo é um preguiçoso, já ofereci trabalho pra
ele, mas só quer saber de tocar e cantar. Se quiser ouvir mais, te falo onde
ele fica todo santo dia, tocando sem parar. Acho que ele pensa que é ou será um
grande artista!
Imagina se Meg não iria
querer ver o rapaz tocando e cantando. Imaginou que fosse um adolescente, ainda
em dúvida sobre o que queria ser, mas, no dia seguinte, ao conhecê-lo, viu que
se enganara completamente. O Ciro tinha 28 anos, era um rapagão forte,
simpático e que andava sempre com a viola nas costas.
Viu ele passando, o nosso
amigo falou que ele estava indo para o recanto onde ficava tocando e ela disse
que iria lá para ouvir mais. Comecei a achar que ela não pensava somente em
ouvir, mas... quem sabe era só isso mesmo?
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Olha só... a moça da cidade veio me ouvir... |
Ela seguiu o Ciro, de
longe, não queria que ele mudasse seus hábitos por conta da presença de uma
intrusa. Logo viu ele chegando numa clareira, estendendo uma colcha no chão,
sentando, pegando a viola e começou a dedilhar. A voz dele era maviosa, os sons
da viola eram divinos e naquele silêncio ali apenas os pássaros faziam o
acompanhamento.
Ela foi chegando e, em
dado momento, ele notou a presença dela.
- Incomodo?
- Não senhora, pode
chegar!
- Ciro, eu ouvi você
tocando e cantando ontem à noite e fiquei apaixonada. Você tem uma voz linda e
toca muito bem, fiquei curiosa e acabei sendo informada de que você vem sempre
aqui, não resisti e vim ver você tocar e cantar. Faça de conta que não estou
aqui, continue!
- A senhora é que está
visitando a fazenda, não é? Vi a senhora chegando com um senhor, deve ser seu
marido.
- Sim, é meu marido, ele
também gostou muito de te ouvir. Vamos lá, rapaz, manda brasa!
Ele sorriu do jeito
engraçado que as pessoas da cidade falavam. Começou a tocar e a cantar e Meg
olhava para ele, embevecida, sorrindo. Ciro era uma figura apaixonante mesmo.
Ouviu umas dez músicas, depois falou que precisava ir.
- Você estará aqui amanhã,
de novo? Nesse horário?
- Sim, com certeza, só não
virei se estiver chovendo!
- Posso voltar para ouvir
mais?
- Sim senhora!
- Virei só se você
prometer que não vai me chamar de senhora. Meu nome é Meg, é assim que todos me
chamam. OK?
Ele sorriu e concordou.
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Esse violeiro tá mexendo comigo... |
No dia seguinte ela
voltou. De shortinho e blusa folgada, tênis, como no dia anterior. Ciro já
estava lá, tocando e cantando quando ela chegou, sorriu e sentou na toalha para
ouvir. Virou o pescoço com muita rapidez e aquilo doeu. Fez uma careta, ele
perguntou o que era e ela contou.
- Posso fazer uma massagem
no seu pescoço? Minha mãe sempre tem isso e melhora com a massagem.
- Por favor!
Ela deitou de bruços, com
o pescoço ligeiramente erguido e ele sentou ao lado dela e suas mãos fortes
massagearam a nuca e os ombros dela. Ela fechou os olhos porque não apenas a
dor passou, mas o tesão dela explodiu. Agradeceu, virou o corpo e ficou com a
cabeça nas coxas dele, que olhava para ela com seus grandes olhos
enfeitiçadores.
- Ciro, eu estou a fim de
você...
- Mas a senhr....
desculpe, mas Meg... você é casada, seu marido está ali na casa.
- Esquece isso, meu anjo.
Se você está a fim, vamos em frente... não terá problema algum, acredite em
mim... Você quer?
- Sim... eu quero, achei
você uma pessoa linda, a primeira que me deu valor por aqui.
Ela ficou de pé.
- Tira meu short, Ciro...
Enquanto ele tirava, ela
tirou a camiseta e ele ficou admirado da beleza dos seios que surgiram à sua
frente. Não era um neófito, sabia das coisas e sua língua lambeu os biquinhos
dela, antes que ele os sugasse. Ela gemeu baixinho... mexer nos seios dela era
muita provocação... como eram sensíveis!
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Nóó´... Ciro, que coisa linda você tem aí... |
Só de calcinha, ela quis ver
o outro instrumento dele e ele mostrou. Normal, nada de gigantesco nem de anão.
Um pau absolutamente normal, como o meu e vários outros que ela conhecera.E é
claro que ela o chupou gostosamente, ajoelhada na toalha, ele sentado e a mão
dele percorrendo o corpo dela, chegando à bundinha, apertando o cuzinho,
descendo mais e entrando na xotinha.
- Seus dedos são
maravilhosos, tocando a viola e me tocando... não pare de dedilhar, está me
deixando alucinada...
Ele continuou, e ela
também não parou de chupar o pau dele. Até que sentiu que era hora de
experimentar tudo que o instrumento dele podia lhe dar de prazer.
Sentou nele e pulou
bastante. Notou que Ciro devia ser o garanhão das redondezas, porque mantinha o
vigor sem parar. Ela gozou com a
cavalgada, mas ele não e a comeu de cachorrinho, de ladinho e de frente. Já
exausta, ela notou que ele estava prestes a gozar também.
- Quero beber seu leite!
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Ah... o leite rural.. in natura... delicioso! |
Ele não criou caso, levou
o pau à boca da Meg que deu umas duas chupadas e sentiu sua garganta recebendo
aquele gostoso leite do meio rural. O leite mais nutritivo que existia, segundo
ela!
- Ciro, mas isso foi bom
demais! Não ponha a roupa, ainda. Quero ver você tocar pelado e eu quero ouvir
pelada.
Ele riu. Ria sempre das
coisas malucas que a moça da cidade falava. Mas atendeu ao pedido dela e cantou
duas músicas. Ela agradeceu, eles se vestiram, ele continuou lá e ela voltou à
casa, onde me contou o que acontecera.
- Meu bem, que pena que
temos de ir embora amanhã... vamos à tarde? Quero dar mais uma com ele de
manhã...deixa?
Claro que ela sempre fazia
esses pedidos segurando em meu pau... e como eu poderia negar?
Na manhã seguinte, Ciro
pôde experimentar como era comer o cuzinho de uma moça da cidade...
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