sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ela era ele... fazer o quê?




(escrito por Kaplan)


Eu freqüentava um salão de cabeleireiro que era unissex. Cortava meu cabelo com o José Eustáquio, o Zezé. E era sempre interessante, porque o salão era freqüentado por algumas gatissimas, além de as manicures e pedicures também não serem de se jogar fora.

Uma, em particular, Rosana, era algo sensacional. Morena, alta, seios proeminentes, uma bunda bem arrebitada, sempre vestida com elegância, e sempre sorridente. Nunca havia reparado nada de especial nela, mas para não perder oportunidade, acabei por flertar com ela, de forma bem discreta, quando a encontrava numa lanchonete que havia perto do salão e onde ela fazia uns lanches. Guardei bem os horários dela ir lá, ia sempre de manhã e de tarde, e passei a frequentar a lanchonete naqueles horários.

Ai começamos a conversar... e depois de muita conversa, a convenci a ir a um motel comigo. Marcamos no dia de folga dela, que era terça-feira e levei-a para um motel bem gostoso que eu conhecia. Já no caminho aconteceram algumas pegações, mas como eu estava dirigindo, não fizemos nenhuma estripulia.

Chegamos ao motel, ela subiu correndo a escada que ia da garagem ao quarto. Entrei em seguida e já a vi apenas de calcinha e sutiã, sentada na cama, e me olhando com um olhar bem guloso. Tirei minha roupa, fiquei apenas de cueca, subi na cama, me ajoelhei atrás dela, abracei-a e beijei-a, sendo correspondido. Minhas mãos deslizaram sobre suas coxas, virei-a para mim e abaixei um pouco o sutiã, beijando os seios dela, passando a língua em volta do biquinho. Ela respirava com força, arfava mesmo... a mão dela já procurava meu pau por cima da cueca e ele já começava a ficar bem duro. Ajoelhou-se na cama, puxou meu pau e fez um boquete maravilhoso, que quase me fez gozar.

Tirei o sutiã dela, fiz ela ficar em pé e fui tirando a calcinha... e ai... surpresa! Me deparei com um pau maior do que o meu...fiquei perplexo e meio sem ação. Não sabia se ficava com raiva e ia embora... mas me lembrava do boquete que ela (ele) tinha feito e sabia que tinha sido um dos melhores da minha vida. Me lembrei dos beijos que havíamos dado e sabia que tinham sido ótimos.

Como não sou um cara preconceituoso, resolvi encarar. Peguei no pau dele e falei:

- Olha, Rosana, isso aqui é uma surpresa muito grande para mim...

- Sério? Você não sabia? Pensou que eu fosse mulher?

- Sim, pensei. Não sabia de nada.

- Bem, querido, se você quiser desistir, por mim tudo bem... eu vim aqui crente que você sabia que eu não era mulher completa.

- Pois é... não sabia mesmo... mas estou disposto a ir em frente... só que é a minha primeira vez, ta bom? Não sei como fazer... confesso...

Ele riu e disse que era para eu considerá-lo como uma mulher que gostasse de sexo anal. Se eu não ficasse à vontade, não precisaria chupá-lo, mas beijos eram muito bem vindos. E se eu quisesse ser comido também... tudo bem!

- Olha, vamos com calma... essa coisa de te chupar e você me comer vamos pensar com mais calma...

- Tudo bem... então venha...

- Como você gosta?

- Pode ser de ladinho..

Deitou-se, passou Ky no cu e em meu pau, colocou uma camisinha em mim, sorriu, me deu um beijo. Deitei-me ao lado dele e fui enfiando o pau no cu e coisa interessante, me deu vontade de pegar no pau dele. Peguei e vi que ele crescia em minha mão.

Fui virando o corpo lentamente e puxando-o para cima de mim, ele ficou sentado em meu pau, apoiou as mãos na cama e começou a me cavalgar. Era bem diferente de quando uma mulher me cavalgava, mas não era ruim. Deitou o corpo sobre o meu, de modo que os seios pudessem ser chupados por mim enquanto eu bombava. Eu beijava os seios e via o pau dele subir e descer quando eu dava minhas bombadas.

Depois o comi de cachorrinho, apertando bem sua bunda. Constatei algo que talvez seja óbvio para outras pessoas... não havia tanta diferença assim entre comer o cu de uma mulher e de um trans nessa posição. O tesão é praticamente igual e meti com vontade até gozar. Ai ele(ela) tirou a minha camisinha e me chupou o pau até deixá-lo limpissimo.

Terminamos, tomamos um banho juntos com direito a novos beijos e pegamos no pau um do outro. Senti que ele estava a fim de que eu o chupasse, mas eu não sabia ainda se queria fazer isso.

Então voltamos. Deixei-o onde ele pediu.

- Vamos nos ver mais vezes, querido?

- Sinceridade? Foi muito gostoso, não vou negar, mas eu te ligo para combinar alguma coisa.

Pensei uns três dias no assunto. E telefonei, combinando para a terça seguinte.

Voltamos ao mesmo motel. Deitados na cama, ficamos conversando. Desavergonhadamente, ela colocou a perna esquerda sobre a minha direita, abriu bem a perna direita dela e seu pau ficou me encarando. Fiquei alisando a perna dela, enquanto conversávamos. Quis saber mais sobre a vida dela, ela me contou muita coisa.

Depois fiquei em pé na cama e levei meu pau até o rosto dela. Ela entendeu e me chupou maravilhosamente como havia feito na semana anterior. Vi que o pau dela endureceu ao fazer isso, fiquei na dúvida se o pegava... será que eu deveria chupa-la? Ainda não tinha certeza se queria isso. Então apenas a comi, como na semana anterior, tomamos banho juntos, brincando e rindo muito, deixando o sabonete cair para ver quem se abaixava para pegar...eu abaixei uma vez e ele encostou o pau na minha bunda... mas ficou apenas nisso...

No nosso terceiro encontro, eu me soltei. Já havia uma certa cumplicidade entre nós e ela me convidou para ir em seu apê. Me recebeu vestida para matar, com um top de seda negro e um shortinho também de seda. Me levou ao seu quarto, onde uma confortável cama de casal nos esperava. Lençóis branquíssimos. Ela se deitou perto da cabeceira e ficou me olhando com aqueles olhos gulosos...

Lentamente tirou o shortinho, me deixando ver seu pau já começando a ficar animado. Ajoelhou-se na cama, de frente para mim, com os joelhos abertos e seu pau, já duro, me encarando. Tirei minha roupa e subi na cama. Mais que depressa, ela veio me fazer o boquete maravilhoso. Passei o Ky, pus a camisinha e comi seu cu, como das outras vezes, de cachorrinho e de frango assado. Segurei em seu pau e fiquei masturbando-o enquanto metia. Ela adorou ver como eu estava menos travado.

E adorou mais ainda quando, depois que eu gozei e ela me chupou até limpar meu pau, eu peguei de novo no pau dela e o coloquei na boca. Chupei, mas é claro que meu boquete ficou muito abaixo, em termos de qualidade, do que ela me fazia. Mas ela ficou deslumbrada, me encheu de beijos e disse que iria esperar com muita ansiedade o dia que eu resolvesse dar pra ela.

- Será que vai demorar, querido?

- Quem sabe? Quem sabe?

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Piano a 4 mãos...e a mãe dormindo!

(escrito por Kaplan)

Cleonice aprendia piano em sua casa. O professor, Camilo, um jovem pianista da cidade, ia três vezes por semana para ensinar. Ela já fazia progressos sensíveis, mas não apenas na arte de tocar piano. Ela gostava muito também de tocar no corpo do professor e este, por sua vez, retribuía os toques, fazendo amassos gostosos nos seios dela. E as mãos dele viviam percorrendo as coxas grossas de Cleonice, sempre de shortinho ou de minisaia.

No dia em que ela resolveu que não ficariam apenas nos toques, deu uma pequena zebra, ele não pôde ir à tarde, como ia sempre, então ficou de ir à noite. Mas à noite a mãe dela estaria em casa... que pena..teria de esperar a proxima aula... mas, de qualquer forma, manteve os trajes, uma blusa superdecotada e uma minisaia que mais merecia ser chamada de microsaia, de tão pequena. 

A mãe, quando viu os trajes, ficou escandalizada, mas a filha falou que não tinha problema, que achava que o professor Camilo era gay.

Bem, quando o Camilo chegou, a Cleonice estava tocando e a mãe foi atender a porta. Trouxe-o até o piano e ele, muito gentil, convidou-a para assistir a aula e ver os progressos da filha. Cleonice ficou irritadíssima, imaginava que a mãe iria para o quarto e ai, pelo menos os amassos podiam acontecer... mas com ela na sala, seria impossível.

Como o banco era de bom tamanho, ele sentou-se ao lado de Cleonice e pediu que ela começasse a tocar. Ainda irritada, ela provocou o professor colocando a mão nas pernas dele. Olhou para a mãe e viu que ela já estava quase dormindo. O professor falou baixinho que era para ela se controlar, aquela noite não seria possível, mas quando Cleonice viu a mãe já dormindo, recostada no sofá, não teve dúvida em continuar provocando. A pretexto de encontrar uma partitura, ela se levantou e, na ponta dos pés, começou a procurar em cima do piano.

Camilo quase foi à loucura, ao ver a microsaia dela. 

A calcinha estava aparecendo, toda enfiada no reguinho. Ela fez que não encontrou a partitura, ai foi procurar no chão. Sua bunda ficou totalmente descoberta e ela, bem sacaninha, chegou até o meio das pernas dele, pegou e sentiu que estava duro, então abriu a braguilha e começou a chupar. Ela nunca tinha feito isso, e Camilo ficou sem ação, deixou ela fazer o que queria, ficou de olho na mãe.

Cleonice achou maravilhoso o pau do Camilo. Grande, grosso, bem firme, não se cansou de lamber, de punhetar, de chupar.

Olhando bem nos olhos dele, ela falou baixinho:

- Quero transar com você hoje!

- Ficou louca? Sua mãe está aqui, não podemos fazer barulho...

- Não agüento mais de vontade... eu quero... por favor, me come!

- Não, Cleonice... vamos deixar para a próxima aula... por favor, para de me chupar, estou ficando enlouquecido...

- Tira a calça e senta ai, que vou sentar em você.

Sem saber como resistir, ele tirou, sentou no banco e ela, tirando sua calcinha, sentou em cima do pau dele. A mãe dormia. Que continuasse dormindo, podia até roncar, Cleonice estava disposta a tudo. E conseguiu!

Cavalgou o professor, depois inclinou-se sobre o piano e ele comeu-a por trás, até gozar.

Ai se recompôs, chamou-a de doida diversas vezes e ela, para provocar, abriu blusa, mostrou os seios... estava incrivelmente safada aquela noite. Mas estava satisfeita, conseguira o que queria. E tinha certeza de que, a partir das próximas aulas, sem a mãe por perto, o Camilo ia se soltar mais e as transas seriam bem melhores. Como foram, de fato!

Na aula seguinte, ela o recebeu só com a sainha xadrez, sem calcinha, sem sutiã, sem blusa. E foi arrancando a roupa do Camilo que não era de ferro, mas tinha um ferro entre as pernas e nem pensou duas vezes em colocar Cleonice sentada no banco do piano, levantou a perna direita dela, admirou a bucetinha com um filete de cabelos e meteu com força...

O passo seguinte foi colocá-la sentada de verdade, levantando as duas pernas e colocando-as em seus ombros e tornando a meter com força, deixando Cleonice completamente alucinada. Os seios dela balançavam com a força das estocadas que ela recebia, os braços dela encostavam em algumas teclas do piano e sons totalmente desconexos se faziam ouvir.

Para gozar com mais intensidade, ela ficou com a mão no clitóris enquanto ele metia. Já estava praticamente deitada no banco com a cabeça apoiada no teclado, seus cabelos totalmente molhados de suor e seus orgasmos vindo um atrás do outro. Gemia e gritava, queria mais, muito mais... e o professor não negava fogo, não parava de meter nem um minuto sequer.

Cleonice se esvaia... já nem tinha forças para mais nada, só via seus peitos indo e vindo ao ritmo das bombadas dele. Que professor de piano maravilhoso ela tinha arrumado! Já ficava imaginando o que não deixariam de fazer nas aulas seguintes.

Quando ele deu uma parada, ela pegou no pau que tanto prazer lhe dera até aquele momento e chupou-o com uma vontade que parecia estar agradecendo a trepada daquela tarde. Ele segurava-a pelos cabelos e ela tentava, inutilmente colocar o pauzão dele em sua boca... acabou desistindo, era muito grande!

Para concluir aquela tarde, ele sentou-se no banco do piano e a trouxe para sentar em seu pau, mas enfiando agora no cu de Cleonice. Para suportar tudo aquilo dentro dela, ela voltou a se masturbar e ai gozou de novo, mas nem sabia se era por causa dos seus dedos ou por causa do pau dentro dela. Quando ele gozou, os dois ficaram parados, respirando fundo...

Ela se levantou, foi se lavar e voltou, toda sorridente e nua, sentou-se no banco, pegou a partitura e iniciou a música... afinal, aquele horário era para a aula de piano, não é mesmo?

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Eu e ela estávamos no bem-bom quando ele apareceu


(escrito por Meg)

Estava eu visitando minha amiga/amante Silvia, casada com o Zé Eduardo. Como havia muito tempo que não nos víamos, as emoções e o tesão afloraram logo. Não demorou muito para que nossos olhos e bocas dissessem uma à outra da nossa vontade. Ela estendeu uma toalha no sofá e ali, num frenesi doido, tiramos nossas roupas, ficando só de calcinha.

Ajoelhada no sofá, eu vi a cabeça de Silvia se aproximar lentamente de meus seios, que ela beijou com grande carinho, e depois sua boca foi descendo rumo às áreas mais quentes de meu corpo. Tirou minha calcinha e sua língua procurou meus mais secretos lugares, ali passando devagar, depois com rapidez, me fazendo fechar os olhos e suspirar. Saudades daquela boca, daquela língua, daqueles carinhos!

Tirei-lhe a calcinha também e a pus sentada no topo do sofá, encostada na parede e retribui seus carinhos, chupando-a gostosamente. Sua bucetinha já começava a ficar molhadinha, tal como a minha. Sentamos, uma ao lado da outra. Minha mão dirigiu-se à bucetinha dela e a mão dela procurou a minha. Ficamos nos masturbando assim, olhando uma para a outra, sorrindo, fechando os olhos, gozando...

Estávamos já felizes com nossos orgasmos conseguidos manualmente, quando ouvimos o girar das chaves na porta. Era o Zé Eduardo que chegava do trabalho e arregalou os olhos de satisfação ao nos ver nuas, em pé, com os braços abertos para ele. Mais que depressa ele correu ao lavabo, lavou as mãos, nos abraçou, apertou nossas bundas, nos beijou.

Carregamos ele para o sofá e tiramos sua camisa. Feliz da vida com a perspectiva do que se anunciava, ele só apontou para o pau dele que já fazia um belo volume sob a calça.

- Me dá licença, Silvia?

- Toda, querida, use a abuse!

Tirei a calça dele e comecei a chupar aquele pau duro que ele nos mostrou. A Silvia, para não perder tempo, passou para o outro lado do sofá, abrindo as pernas e mostrando sua bucetinha para ele, que começou a chupa-la. Depois ficamos nós duas o chupando, ele urrava de prazer.


Um poeta poderia fazer um poema começando assim: Meg chupava Zé Eduardo, que chupava Silvia, que revirava os olhos de tesão....

Ele se ajoelhou no sofá e a Silvia abocanhou o pauzão do marido. Lógico que o que eu teria de fazer era buscar a bucetinha dela e chupar também... e foi o que eu fiz. Ai, ele, num gesto acobrático, me pegou, me carregou de tal forma que meus joelhos ficaram dobrados nos ombros dele e me encaixou no pau dele, com a Silvia assistindo. Vendo que estava muito pesado para ele, ela ficou de quatro e ele foi descendo até que minhas costas ficaram nas costas dela. E ela passou a suportar um grande peso, porque ele metia com força e meu corpo ficava subindo e descendo no corpo dela. Uma loucura aquela posição! Mas muito prazeirosa, me proporcionou outro orgasmo.

Então deixei que ele cuidasse da esposa, fiquei vendo ele enfiar a vara nela e bombar bastante até que ela também gozasse. E como ele gosta sempre de fazer, colocou nossos corpos juntos para derramar sua porrinha sobre nós.

Visitar amigos assim vale muito a pena!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fui comida no churrasco




(escrito por Meg)

Quatro colegas da faculdade, Inês, eu, Roberto e Hermes, fomos fazer um churrasco na cobertura do nosso apartamento. Kaplan, para variar, estava viajando. Nossa churrasqueira era daquelas pequenas, mas dava bons frutos. Compramos lingüiças, carnes variadas, de boi, de porco, de frango, muita bebida, e esperávamos que o tempo permitisse passarmos um dia bem agradável.

Como eu sabia que a Inês e o Roberto estavam meio de caso, combinei com ela que, se ela quisesse alguma coisa, poderia descer para a suíte do casal e ficar à vontade. Que não se preocupasse comigo e com o Hermes.

Bem, eles chegaram bem cedo e ai as bebidas começaram a descer gargantas abaixo, enquanto as primeiras lingüiças entravam na grelha para serem devidamente assadas. Enquanto isso, ficávamos conversando. Eu o Hermes estávamos sentados em um desses bancos-balanços, a Inês e o Roberto estavam em pé. Via-se que estavam loucos para ficarem sozinhos.

Então, para deixá-los bem à vontade, eu e o Hermes começamos a nos beijar, logo ele me abraçou e minha mão ficou na perna dele. Acho que foi o sinal que a Inês queria, pois na mesma hora ela desceu para a suíte com o Roberto. Preocupado com a possível volta deles, o Hermes não se decidia a muita coisa, foi preciso que eu mesma baixasse minha camiseta para ele ver meus seios e ai resolver fazer alguma coisa...

- Estou preocupado se os dois voltarem e te virem assim, Meg... afinal, eles conhecem seu marido...

- Despreocupa, Hermes, acha que eles foram fazer o que lá embaixo?

Ai ele criou coragem para pegar em meus seios e me dar uma mamadinha bem gostosa. E ai baixou minha calça também, minha calcinha, tirou minha camiseta, me deixou totalmente pelada. Sentada no banco, ele balançava de leve, e me lambia a bucetinha quando eu chegava perto dele, ai ele empurrava de novo e tornava a me chupar quando eu voltava. Enquanto eu revirava os olhos de prazer, fiquei pensando porque é que eu o Kaplan ainda não havíamos aproveitado todas as possibilidades daquele banco...

Resolvi experimentar chupar o pinto dele enquanto balançávamos. Nossa...era muito interessante aquilo. Indo e vindo com o pau na boca, dava uma sensação bem diferente e bem tesuda.

Olhei para o Hermes:

- Está pensando o mesmo que eu?

- Acho que sim... você quer transar em cima deste banco indo e vindo?

- Gostoso! Você já me conhece... era exatamente isso que eu estava pensando...

Me ajoelhei no banco, segurei firme, ele tirou a calça, enfiou o pau em minha bucetinha, ajoelhou no banco e ficou metendo enquanto o banco ia e vinha, ia e vinha, ia e vinha... puxa, foi muito gostoso, e também foi quando ele sentou-se, eu sentei no pau dele e fiquei pulando enquanto ele fazia o banco se mexer para a frente e para trás... fantástico!


Gozei bastante, ele também... e quando estávamos nos recompondo, sentimos o cheiro das lingüiças já pretas de tão torradas... cheiro que foi sentido lá embaixo também, os dois subiram correndo, pelados, para ver o que estava acontecendo... tivemos de rir, era uma cena engraçada. Quatro pessoas peladas em volta de uma churrasqueira com pedaços de alguma coisa que havia sido lingüiça e agora parecia mais carvão.

Jogamos tudo fora, colocamos as carnes e resolvemos que só voltaríamos a trepar depois que o churrasco estivesse pronto. Ficamos os 4, nus, tomando cerveja. Foi uma manhã bem divertida aquela!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Meg na fazenda




(Escrito por Kaplan)

Meg e eu curtimos muito a vida no campo. Temos muitos amigos e parentes que possuem sítios e fazendas e sempre que podemos ou que somos convidados, não deixamos de ir. Ela, principalmente, que cresceu praticamente no campo, tem vários primos e tios que possuem propriedades rurais, algumas grandes, outras nem tanto. Mas para nós o importante é curtir a natureza, coisa que sempre fizemos, desde que nos casamos.

Já narramos aqui algumas aventuras que resultaram dessas visitas. Na fazenda que o Paulo, primo dela, é o administrador principal, fomos, em certa ocasião e quando chegamos lá vimos que havia um outro hóspede, chamado José Antônio. Era professor universitário e estava ali caçando e catalogando borboletas. Claro que batemos longos papos e até o ajudamos em alguma coisa. Mas a Meg acabou por ficar excitada com a presença dele... e ai ninguém conseguia segurá-la.

Deixei que rolasse o que ela quisesse. E ela tanto procurou que conseguiu caçar o caçador de borboletas, para desgosto do primo Paulo, que sonhava em ter mais uns casinhos com ela. Mas ele também foi contemplado depois que o professor foi embora.

Mas eu sempre gosto de ver, então um dia em que o professor saiu para procurar novos espécimes e ela foi junto, eu dei um tempo e fui atrás para ver o que iria acontecer. Escondido pela folhagem, eu vi os dois. Ela tinha tomado banho antes de sair, estava com os cabelos molhados (de propósito), vestiu uma camiseta e um shortinho vermelho e foi segurando aquela rede que os cientistas usam para pegar as pobres borboletas.

Estavam bem animados, rindo muito e ela, brincalhona como sempre, jogava a rede na cabeça do professor. Se ele não entendesse...

Mas ele entendeu. Mesmo um pouco distante, eu consegui ouvir ele falar com ela que estava desconfiado de que ela não queria caçar borboletas. Ela riu e disse que ele estava certo. Então, sem pensar muito, o professor sentou-se no chão, trouxe-a para sentar-se de costas para ele, mas bem próxima, com uma das mãos ele abraçou a cintura dela e a outra, atrevidamente, ele enfiou por cima do shortinho, procurando as “áreas proibidas”. Safadinho, o tal professor...

Meg não ficava atrás em safadeza, levou os braços para trás e abraçou o pescoço do professor. Deve ter sentido que ele estava de pau duro, encostando-se nela, pois o passo seguinte foi ela virar o corpo, fazer o professor deitar-se, abrir a calça dele e puxar para fora o pau duro, para ela enfiar na boca. Chupou bastante, eu ouvia os suspiros do professor, o que só fazia com que meu pau ficasse duro também e comecei a me punhetar vendo aquela cena magnífica.

Passo seguinte, ele tirou o shortinho dela e fez com que ela sentasse no pau dele, de frente para ele. Puxou o corpo dela em direção ao seu, para poder mamar nos peitinhos dela enquanto ela o cavalgava. Ai foram os suspiros e gemidos dela que eu ouvi e fui acelerando a punheta. De repente ele a virou em cima de seu corpo e ela ficou de frente para mim e tampando totalmente a visão dele. Apareci e mostrei a ela meu pau duro. Ela quase morreu de rir mas logo ficou séria porque estava pulando muito e quase gozando.

Me escondi de novo e fiquei apreciando a cena. Ele a colocou de lado e continuou a meter. De onde eu estava eu via com clareza o pau dele entrando e saindo da bucetinha dela, que só revirava os olhos e suspirava...até gozar e ficar com o corpo quase em transe.

Ai ele fez com que ela ficasse de quatro, veio por cima e socou o pau no cuzinho dela. Senti, pela careta que ela fez, que o negócio doeu, mas ela agüentou as metidas dele até ele gozar. Deixou-o lá com as borboletas dele e foi para a casa, me encontrando no caminho.

- Nossa... o cara é bom, viu? Gozei prá valer...

- Já vi que vamos ter shows o resto da semana, hem?

- Não, dei sorte de conseguir pega-lo hoje, ele está indo embora amanhã cedinho. O Paulo vai levá-lo às 5 da manhã para a cidade para ele pegar o ônibus.

Fiquei pensando que o Paulo ia adorar a ida dele, pois assim abria caminho para ele poder brincar com a Meg, que até aquele momento só tivera olhos para o professor.

E não deu outra. Depois que ele voltou da cidade, foi queimar uns gravetos secos e eu só vi a Meg me fazer sinal de que ia atrás dele. E eu fui atrás dela, não iria perder mais este espetáculo por nada!

Dessa vez ela estava de shortinho jeans e blusa. Chegando ao local onde o Paulo estava, pondo fogo numa quantidade enorme de gravetos, assim que ele a viu, veio correndo em sua direção e depois de certificar-se de que ela estava sozinha (eu já tinha me escondido, claro!), abraçou-a e beijou-a. Apoiado numa árvore, ele colocou a perna dele de forma a quase virar um banco para a Meg sentar. E sem pensar muito, já foi abaixando o short dela e enfiando a mão na bucetinha dela.

Depois ficou em pé na frente dela e tirou-lhe a calcinha, que fez questão de cheirar e colocar no bolso. Sentaram-se no chão e ficaram fazendo carinhos um no outro e conversando, mas de onde eu estava não dava para ouvir.

Tirou a blusa e o sutiã dela, tirou sua camisa e seus corpos se encostaram, produzindo aquelas faíscas de tesão. Ela tirou a calça dele e fez o que mais gosta: pegou o pau dele para fazer um belo boquete. Ele nem agüentou ficar em pé, deitou-se para ela continuar a chupa-lo deitado.

Satisfeitos os dois com o boquete, ela se ajoelhou e ele a pegou pelos cabelos. Segurou-a e foi enfiando o pau na bucetinha dela. Eu havia me mexido e minha posição agora permitia ver, bem de frente para mim, as bundas dos dois. E eu via o cacete dele entrando e saindo da xotinha dela. Era delicioso ver aquilo e mais uma vez tive que começara uma bela punheta.

Depois de meter bastante assim, ela ficou sentada, mas recostada, de frente para ele e ele voltou a meter, com as mãos apoiadas no chão. Meteu muito, até o ponto de quase gozar, quando retirou o pau, preferindo despejar sua porra no rosto e nos seios da Meg. Enquanto isso, eu despejava em cima de um formigueiro...

No outro dia ele a levou para outro local da fazenda. Dessa vez ela foi de vestido de chita, tomara que caia, parecendo uma caipirazinha mesmo. E eu, como sempre, fui atrás, sem ser visto por ele.

Quando eu cheguei num ponto que era suficiente para ver sem ser visto, ela já estava sentada num tronco de árvore que fazia um desenho sinuoso. Ele, de pé, a beijava com toda a paixão que ele tinha por ela.

Logo ele já estava fazendo cair o tomara-que-caia e os seios da Meg apareceram em toda a sua beleza para serem chupados e lambidos por ele.

Fazia isso enquanto as mãos subiam pelas pernas, levantando o vestido e chegando à calcinha. Era uma cena digna de uma foto, mas eu não levara a máquina porque ela poderia fazer barulho e despertar a atenção dele.

Dos seios ele passou à bucetinha dela, pois suas mãos tiraram a calcinha e ele se inclinou para poder passar sua língua em toda a extensão da zona do agrião. Ela tinha ficado de pé, mas a excitação de estar sendo chupada e sabendo que eu deveria estar vendo tudo fez com que ela usasse novamente o tronco sinuoso da árvore, recostando-se e continuando a ser chupada. Chegou a dar um gritinho quando gozou ao contato daquela língua áspera do primo.

Retribuiu chupando o cacete dele. Sentada no tronco, nua, ele em pé em sua frente, ela segurou o cacete e começou um boquete que fez o Paulo fechar os olhos, de tão gostoso que estava. E ele, então, colocou-a de quatro no tronco e meteu por trás, bombando sem parar. Ela teve de se segurar com firmeza nos galhos para não cair. E foi ai eu que percebi que o tronco estava... em cima de um riacho que passava ali. Se ela ou ele caíssem, seria algo muito perigoso!

Mas a meteção continuava. Ela endireitou o corpo de modo que pôde beijar o primo. Sem tirar o pau de dentro dela, ele segurou-a com a mão direita para ela não cair. A mão esquerda segurava o seio dela.

Aquele dia a festa culminou com ela ajoelhando-se no largo tronco e ele punhetando-se e derramando tudo no corpo dela. E do outro lado, eu, batendo mais uma punheta, derramava tudo nas folhagens à minha volta.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Boquete no carro


(escrito por Meg)

Nosso amigo Arnaldo, o fotógrafo de quem já falamos tanto por aqui, me chamou um dia para “fazer fotos” num sítio de um amigo dele. Como eu sempre gostei das fotos dele, principalmente do que acontecia depois das fotos, aceitei com prazer. Era um sábado, ele passou lá em casa bem cedo. Me havia dito que não precisava me preocupar com nada, pois ele levaria tudo, inclusive as roupas que ele queria que eu usasse.

Então eu fui com os trajes que mais gosto de usar: uma sainha jeans verde escuro e uma camisetinha branca super folgada, para dar belos lances que o iriam inspirar, com toda a certeza. Calcinha branca e nada de sutiã.

 

Quando entrei no carro, ele me recebeu com um beijo no rosto. Estava com os cabelos molhados, óculos escuro, blusa beje clarinho e calça branca. Perfume adorável, me fez ficar inspirando bem pertinho do pescoço dele.

Ele estava com um mapa, feito pelo amigo dono do sitio. Era a primeira vez que o Arnaldo iria lá. Fomos seguindo as indicações do mapa. Enquanto esteve na rodovia, tudo bem. O problema foi quando saímos dela e entramos em algumas estradas vicinais, de terra, cheias de entroncamentos...claro que nos perdemos.

Ele parou o carro para tentar entender o mapa e onde havia errado. Começou a ficar nervoso e eu, para acalma-lo, passei a mão sobre o pau dele, por cima da calça e encostei meu corpo no dele. Incontinente, ele puxou minha camiseta para cima e agarrou meu peito.

- Você veio sem calcinha?

- Não... olha aqui.

E levantei a saia de modo que ele pudesse ver minha calcinha branca. Como eu conhecia as taras dele, passei a mão sobre a calcinha, como se estivesse me masturbando... ele foi ao delírio. Minha mão, que estava no pau dele, sentiu os efeitos. O bicho só foi endurecendo, endurecendo... e eu apertando e puxando...

Essas coisas a gente não resiste. Abri a braguilha dele e puxei para fora o majestoso, já prontinho para ser engolido. Ele continuava com o mapa na mão, tentando traduzi-lo, mas para mim a viagem já estava concluída. Era ali mesmo que eu ia abusar dele. Me ajoelhei no banco, mantive a camiseta suspensa para ele manipular meus seios, me inclinei sobre ele e comecei a chupar o pau. Primeiro passei a língua, bem de leve, na cabeçorra. Depois friccionei com mais força a língua, segurando com minha mão a base do bichão.


Ai enfiei na boca, o máximo que pude. Estou chamando o pau dele de majestoso, de bichão, mas, na verdade ele não é exagerado. Deve ter uns 19 cm. Mas é delicioso, o danado! Se pudesse eu ficava o dia inteiro com ele na minha boca!

- Estou preocupado, Meg... não consigo entender este mapa...

- Esquece isso...que importância que tem? Aproveita que estou muito a fim de você!

E continuei engolindo, lambendo, chupando o pau dele, que não parava de olhar para o mapa. Eu já estava deitada no colo dele, ele abaixara o banco e eu continuava no meu trabalho fantástico de chupar o cacete do Arnaldo. Não estava nem ai se chegaríamos algum dia ao tal sítio. Eu queria era aproveitar o máximo aquela situação.

Para deixá-lo mais animado, enquanto eu chupava, afastei a minha calcinha para o lado e comecei a me masturbar de verdade. Ai ele largou o mapa e me deu mais atenção. Sorri para ele, sempre segurando o pau e voltei a chupar.

- Só paro quando você gozar, viu? Se não gozar não sairemos daqui hoje!

E continuei a chupar, agora num ritmo mais frenético e fui sentindo aquela dureza que antecede o gozo. E lá veio a porra, quentinha, para dentro de minha boca. Sorrindo para ele, deixei que ele visse um pouquinho escorrer para fora da boca... peguei um papel higiênico que havia no porta-luva e limpei.

- Agora, moço, pode sair por ai procurando o tal sítio. Prá mim o passeio já foi ótimo!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O consertador de fogões



(escrito por Meg)

Estava eu ainda meio sonolenta, deitada, quando o Kaplan chegou no quarto, já pronto para sair. 

- Escuta, o fogão está com defeito. Não deu nem para fazer o café. Liga para aquele rapaz e veja se ele pode vir aqui hoje para consertar.

Me deu um beijo e saiu. Eu ainda fiquei uma meia hora me enrolando nas cobertas e no travesseiro. Ai me levantei e fui ver o tal defeito. Não consegui descobrir o que era, então procurei o nome do Luciano na agenda e liguei para ele. Ele disse que estava saindo de casa e que passaria em primeiro lugar no meu apartamento para ver o que era.

Como eu sabia que ele morava um pouco longe, tratei de tomar um banho para esperá-lo. Da última vez que ele havia ido lá em casa para arrumar coisas, nossa... fiquei arrepiada só de pensar na trepada homérica que demos. Quem sabe ele teria tempo para uma hoje?

Pus apenas um robe, leve, sem nada por debaixo e fiquei esperando. Quando ele chegou, me cumprimentou sorridente, me chamou pelo nome, gostei, tinha ficado íntimo, da primeira vez que ele tinha ido em casa tinha me chamado de Dona Meg... arghhhh.... que horror! 

Sentei na cadeira e fiquei esperando ele terminar. Em poucos minutos ele puxou o fogão, olhou atentamente e viu que tinha alguma coisa entupida. Trocou e o fogão voltou a funcionar normalmente. Quando ele estava curvado para dar os últimos retoques ao serviço, não me contive, cheguei perto dele e segurei sua bunda. Ele levou um susto e virou-se para mim. Mais que depressa eu comecei a abrir sua calça para colocar minha mão lá dentro.

Ele brincou:

- Para com isso... se seu marido fica sabendo ele me enforca!

- Oh... será que isso vai acontecer??? Que tragédia seria!!! Eu nunca mais ia poder segurar essa coisa dura que está na minha mão!!! Ah! Eu não agüentaria!!!

E já fui chupando o pau dele.  Sentei na bancada da pia, abri as pernas e o convidei a participar do festim. Ainda estava com o robe, todo aberto, ele tirou da frente e caiu de língua em minha bocetinha. Segurei a cabeça dele e puxei-a de encontro a mim, a língua dele entrou lá no fundo...nossa... que coisa divina!

Me deitou ali mesmo na bancada e enfiou o pau dentro de mim. Minhas pernas ficaram em seus ombros e ele segurava em minhas coxas, me puxando e me tirando o tempo todo do seu pau. Ai abriu meu robe na parte de cima e sua língua deu aquele trato em meus seios.

Me fez descer da bancada e fez com que eu me inclinasse. Minha bunda ficou à disposição dele, ele enfiou na minha bocetinha, por trás e ficou bombando até eu gozar. Foi uma loucura! Ai tirou o pau de dentro de mim e ficou encostado no fogão. Eu me endireitei, arrumei o robe. Abracei-o por trás, beijei sua nuca e falei que ele era o consertador de fogões mais gostoso da cidade. Ele riu.

- Espera eu tomar um banho, Lu?

- Espero sim...vai lá.

Fui tomar outro banho. Quando sai do chuveiro para o quarto, me enxugando ainda... quem eu vejo dentro do quarto? Ele... o Luciano... safado...

- Vim ver se o chuveiro tinha defeito... mas parece que não tinha, não é?

Respondi abrindo a toalha e mostrando meu corpo nu a ele.

- É... se eu sou o consertador mais gostoso, você, sem dúvida, é a cliente mais gostosa que eu tenho...

Empurrei-o para a cama e me deitei sobre ele. Meu perfume deixou-o inebriado, ele me beijou loucamente. Virei meu corpo, minha bunda ficou à mercê da boca de Luciano e seu pau foi chupado novamente por mim. Fizemos um 69 delicioso, a língua dele enfiava-se em minha bocetinha, subia, enfiava-se em meu cuzinho... uau...

Entusiasmado, ele me colocou em pé, na beirada da cama, deitada, abriu bem minhas pernas e enfiou o cacete em mim de novo. Bombou com tanta força que minha cabeça chegou a bater na cabeceira da cama. Então ele se deitou e me fez sentar no pau dele. E pulando sobre ele, eu tive meu segundo orgasmo aquela manhã.

Tudo graças a um fogão estragado...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Dois casais e uma amiga na piscina



(escrito por Meg)

Estávamos na piscina, num dia de sol bem quente, eu e Kaplan, nossos amigos Adriano e Áurea, casal lindo e Flávia, irmã de Áurea. Não estávamos ali só para nadar não, tínhamos outras intenções mais nobres...

Quem deu início foi o Adriano, que chegou perto de mim e me lascou um belo beijo. As duas irmãs ficaram sorrindo vendo aquilo e a Áurea começou a nadar em direção ao Kaplan, imagino com quais intenções. Logo eles se agarraram dentro dágua mesmo e aos beijos e amassos foram chegando até a borda. O Adriano deitou-se folgadamente em uma bóia e a Flávia e eu chegamos até ele e ficamos uma de cada lado, só olhando..

Resolvi começar. Puxei a bermuda dele um pouco, o suficiente para o pau aparecer e comecei a beija-lo e chupa-lo. Muito do exibicionista, ele adorou mostrar o pau duro para nós duas, ficou segurando enquanto a gente olhava. Pisquei para a Flávia e ambas começamos a beijar o mastro. 

Olhando para o outro lado, eu via o Kaplan de pé, fora da piscina e a Áurea engolindo o pau dele. E logo ela estendeu toalhas no deck, se pôs de quatro e o Kaplan a comeu por trás, do jeito que eu gosto... depois ela se deitou e ele deitou por cima dela e continuou a come-la. De onde a gente estava dava para ouvir a gemeção que ela aprontou, devia estar bem gostoso aquilo lá.

Enquanto isso, Flávia e eu levamos o Adriano para uma poltrona redonda e grande, colocamos ele deitado lá e ficamos cada uma ao lado dele. Tiramos os sutiãs e as calcinhas, puxamos a bermuda dele e o deixamos pelado também.

Flávia foi a primeira a experimentar dentro de si aquele cacete maravilhoso. 

Sentou-se nele e ficou pulando. Eu fiquei segurando e beijando os peitinhos dela, aguardando pacientemente a minha vez. Tive de sair da poltrona porque o Adriano queria comer a Flávia de cachorrinho, ai não me cabia. Fiquei ao lado observando. Como eles estavam demorando muito a resolver, olhei pro lado e vi a Áurea já toda arregaçada, bem comida, deitada nas toalhas. Fui até o Kaplan e sentei no pau dele, pois ele ainda não tinha gozado. Ai pude me soltar e gozar.

Com nós três satisfeitas, paramos um pouco, entramos, tomamos algumas cervejas. O sol estava muito quente, esperamos ele baixar um pouco e voltamos para a piscina. Dessa vez o Kaplan ficou com a Flávia e eu pude abusar do Adriano, assistidos pela Áurea, que não se incomodou de ficar de fora da brincadeira.

domingo, 19 de agosto de 2012

Julia, Lilian e um primo


(colaboração de Julia)

Julia, minha amiga que já mandou diversos contos para deleite de nossos leitores, mandou por email mais um. Eis o que ela escreveu:

Ei, Kaplan, lembra que te contei do dia em que dois primos meus me seduziram e me comeram na casa deles? Eu terminei aquele relato contando que um deles, o Mateus, me pediu para convencer a minha irmã, a Lílian, a participar. E eu consegui convence-la. Só que no dia em que nós duas marcamos para ir, apenas o Mateus estava lá. O Everton teve de sair. Ficamos um pouco desapontadas, mas não iríamos perder a caminhada, ainda mais que o pinto do Mateus era o mais gostoso dos dois!


Então sentamos na cama com ele, que já estava sem camisa e ficamos dando uns amassos nele. A Lilian adora morder os mamilos dos caras com quem ela fica e foi isso que ela fez, deixando o Mateus arrepiado. Eu beijava seu peito, passava a mão nele, enroscava os dedos em seus cabelos. Ele foi ficando cada vez mais excitado e nós duas também.

Dos mamilos, a Lilian passou para a boca, beijando-o sem parar. Eu continuava a beijar o peito dele e minha mão já se aproximava do pinto dele, que eu via fazendo um belo volume debaixo da calça jeans. Logo tiramos a calça dele e a Lilian comentou que eu não havia mentido. O pinto dele era soberbo, pegamos nele e começamos a lamber ao mesmo tempo. De vez em quando nossas línguas se tocavam e a gente ria, mas estava muito gostosa aquela chupação. 

Safadinho, o Mateus pediu que tirássemos as roupas uma da outra. Sem problema, tiramos as camisetas e depois as calças, e finalmente as calcinhas. Ele ficou admirando mais o corpo da Lilian, claro, o meu ele já conhecera e provara, o dela era novidade. Aí o safadinho pediu que a gente desse uns amassos nos seios uma da outra. Você sabe que eu não gosto muito dessas coisas, mas era minha irmã, então peguei nos seios dela, ela pegou nos meus e ela acabou beijando os meus, ai eu também beijei os dela. 

Mas o nosso interesse era o pinto dele, então voltamos para a cama, a Lilian voltou a chupar o pinto do Mateus e eu me recostei no peito dele, que na mesma hora mandou a mão nos meus peitinhos e ficou puxando meus biquinhos.. hummm... que delícia que era aquilo!

Depois voltamos a chupar ao mesmo tempo o pintão, a Lilian volta e meia largava o pinto dele, ia para a boca, beijava até... e voltava para o pinto. Eu me contentava só em chupar o pinto dele, uma gostosura só!

Ai a Lilian se posicionou para ser comida. Também achei certo, porque eu já tinha provado o priminho, ela não. Logo, nada mais justo do que ela ser a primeira naquela tarde. Deitada de costas na cama, ela viu o belo pinto ir entrando aos pouquinhos na xotinha dela...e eu via também, pois estava atrás do Mateus, abraçada nele, encostando minha xotinha na bunda dele...

Fiquei mais afastada depois, só olhando. Ele meteu sem parar, até gozar. Então nos deitamos na cama, ele no meio de nós duas. E ai foi a minha vez de excitá-lo porque também queria ser comida por ele. Beijei-o bastante, e a Lilian me ajudou, fazendo carinhos no peito dele, pondo a mão no pinto dele... ficamos assim, até ver que o pinto dele reagia e voltava a endurecer... a Lilian chupou bastante o pinto dele, enquanto eu me deliciava com os beijos que a gente dava. Então ele ficou “no ponto”...

Então a Lilian sentou-se na cama, eu fiquei de joelhos na frente dela e ela ficou segurando em meus peitos. O Mateus chegou por trás de mim e começou a enfiar o pintão lindo em minha xotinha, por trás. Você sabe como eu gosto disso, né Kaplan? Quantas vezes... ah...deixa eu voltar para o Mateus...

Depois de meter bastante assim, ele me deitou na cama, deitou-se sobre mim e me comeu de novo, com a Lilian assistindo tudo e tesando ele com as unhas e as mãos...ela apertava a bunda dele e o ajudava a colocar o pau totalmente dentro de mim. Estava maravilhoso! Gozei como uma louca!

Como ele não tinha gozado, voltou a comer a Lilian, que achou maravilhoso também.

Nossa, Kaplan, aquela tarde foi divina! Espero que outras aconteçam, inclusive com o Everton participando também, ai te conto. Se quiser publicar no blog, está autorizado.

Beijão,

Julia.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

De bike também se trepa



(escrito por Kaplan)

Daniela era loura, alta, olhos verdes, seios médios, bunda grande... tudo de bom, e os homens ficavam ouriçados quando a viam passar. E naquela cidade, de tamanho médio, praticamente todos a conheciam ou já haviam visto. Isso porque ela, adepta de uma vida saudável, vivia rodando de bicicleta.

De manhã ela sempre ia a um parque que existia na cidade, com trilha para os adeptos do ciclismo. Andava lá por uns bons minutos e depois voltava para a sua casa. Tomava seu banho, fazia algumas coisas e sempre que tinha de sair, era de bicicleta que ela ia. E por isso quase todo mundo sabia quem era ela.

Poucos, no entanto, sabiam de seu amor secreto, com quem ela se encontrava nas manhãs em que ia ao parque. Sidney era o nome dele, boa pinta, belo pinto, que ela curtia bastante.

Acompanhemos Daniela no seu passeio de bicicleta matinal.

De bermuda jeans, tênis, camiseta rosa, sem sutiã, lá vai ela em direção ao parque. Entrou, andou um tanto. Estava deserto, exatamente como ela gostava de encontrar, pois sabia que em alguma curva da trilha lá estaria o Sidney à sua espera. 

E não deu outra, depois de pedalar por uns 10 minutos, ela o encontrou. Sorrindo, parou a bicicleta e encostou-a numa árvore. Ele chegou perto dela, beijaram-se. Ele a abraçou por trás, suas mãos chegaram quase à virilha dela e sua boca procurou avidamente o pescoço de Daniela. Ele sabia que ela se arrepiava toda com esse carinho.

Olharam para os lados, ninguém à vista. As mãos dele suspenderam a camiseta de Daniela e os lindos seios dela apareceram, mas logo sumiram, escondidos pelas mãos grandes de Sidney, que adorava pegar neles. Virou-a para seu corpo, sua língua buscou a dela e suas bocas se encontraram, enquanto as mãos dele percorriam o corpo dela e paravam sempre nos seios.

Mas logo as mãos desceram para abaixar a bermuda dela. Uma calcinha branca, minúscula, surgiu aos olhos dele. Mas não pôde ficar contemplando muito tempo, pois ela também queria ver o corpo dele. Ela sentou-se numa pedra e abaixou a calça de moleton que ele usava. O belo pinto saltou feliz à sua frente e ela o chupou como se fosse a primeira ou a ultima vez que fazia isso.

Com a calcinha a meio caminho do joelho, ela ficou de pé e ele também, ela o masturbando. Ele acabou de tirar a calcinha dela, encostou-se numa árvore, levantou a perna esquerda dela e enfiou o pau na xotinha já toda úmida. Apesar de ele a segurar, ela teve de se apoiar numa outra árvore para não cair, pois ele bombava com bastante força. Estava realmente meio incômodo, então ele optou por uma posição mais ortodoxa. Ela apoiou as duas mãos numa árvore, curvou-se, empinando o bumbum e ele pôde então socar à vontade.

Não podiam demorar muito, sempre havia o risco de aparecer alguém por ali, mas ainda tiveram tempo para ele deitar e ela o cavalgar, até gozarem os dois.

Satisfeitos, cada um pegou sua bicicleta e foram embora.

Em outra ocasião, combinaram de sair da cidade de bicicleta e rodar pelos campos. Ela foi de calça jeans e uma camisetinha branca que ela cortara um pedaço e parecia mais um bustiê, ele de calça de moleton e uma camiseta vermelha. Pedalaram um bom tempo, quando cansaram, procuraram um local agradável para repousar... e amar...

Mal pararam, já começaram. Ansioso, Sidney aproveitou do curto comprimento da camisetinha de Daniela e já levou as mãos lá, pegando nos peitinhos que estavam soltinhos, soltinhos... com os seios nas mãos e a língua na boca da amada, logo os dois já estavam superexcitados. Sem se preocuparem com a possibilidade de aparecer alguém por ali, ele chupou os peitinhos dela, deu uns amassos bem gostosos que fizeram ela ficar de olhos fechados, curtindo cada gesto dele...

Ela não era de ferro nem gostava só de receber carinhos, então abaixou a calça dele e se ajoelhou, pondo o cacete em sua boca e chupando-o, deixando-o superduro e pronto pra entrar em sua xotinha. Ele tirou a calça dela, mas a calcinha não, apenas a afastou o suficiente para o pau entrar, ela sentada nele de costas para ele e apoiando suas mãos no chão. Cavalgou com bastante vontade, pois sabia que naquela posição o gozo sempre era mais prazeroso. 

Ela havia visto num filme pornô e fez com ele. Sem se levantar, ela virou o corpo todinho, ficando de frente para Sidney e ai voltou a cavalga-lo. Ele quase foi à loucura com aquilo. E já que ela “inventara”, ele resolveu inventar também. Levantou-a, levou-a até sua bicicleta que estava encostada numa árvore, pediu para ela se segurar no guidom e levantou a perna direita dela, para ela ficar com o joelho no selim. E ai enfiou o pau na xotinha dela para voltar a bombar. Ela gozou em pouco tempo e ai resolveu chupar o pau dele de novo, sentada na bicicleta, curvada para a frente e colocou o cacete dele na boca, chupando-o até que ele gozasse também.

Deram algumas voltas por ali, de bicicleta, pelados, depois se vestiram e voltaram para casa, programando novos passeios como aquele.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Comendo três irmãs



(escrito por Kaplan)



Fiquei conhecendo as gêmeas Fernanda e Fabiana quando elas fizeram 15 anos e eu fui o fotógrafo da festa. Nossa relação foi puramente comercial, já que eu fugia de qualquer coisa que pudesse acontecer com alguma menor. Alguns anos depois a Fernanda me procurou no Studio, já que queria fazer um álbum dos 18 anos. Lembrei-me logo dela, perguntei pela irmã. Ela me disse que a Fabiana estava fazendo intercâmbio na Nova Zelândia e demoraria ainda um pouco para voltar ao Brasil.

Tudo bem, combinamos as fotos e no dia ela veio acompanhada de uma outra moça, que me apresentou como sendo sua irmã mais velha, Odete, que tinha 23 anos. Como eram diferentes! As gêmeas tinham cabelo castanho, quase louro, Odete os tinha negros. As duas eram baixas, talvez 1,58cm, Odete tinha quase 1,70m. Numa coisa elas se pareciam: eram todas lindas.

Fiz as fotos no Studio mesmo, pois no dia que marcamos estava caindo uma senhora chuva. Mas ficaram boas. Notei que a Odete parecia estar querendo também e sugeri que ela posasse para algumas. A princípio ela recusou, mas a irmã insistiu e ela acabou concordando. Como as roupas da irmã não lhe serviam, ela usou algumas coisas que eu tinha no Studio. E eram mais sensuais do que as que Fernanda levara. Mas ela não se importou, ficou bem à vontade, mesmo quando dava algum lance espetacular de seios para mim. Fiquei até pensando que alguns olhares dela eram bem convidativos... será?

 

Alguns dias depois a Fernanda veio buscar as fotos. Levou só as dela, me disse com um sorriso meio matreiro, que a Odete viria buscar as dela em outro dia. Na hora não atinei com nada.

De fato, dois dias depois, lá estava a Odete vendo as fotos dela. Mas eram poucas, não mais que dez. E elas tinham ficado ótimas, então incentivei-a a fazermos mais. O ego feminino é grande, ela acabou aceitando e marcamos um dia. Ela não queria fotos de Studio e aconteceu que no dia estava chovendo também. Ela chegou ao Studio meio desapontada.

- Liga não, a gente marca outro dia!

- Não... eu quero fazer hoje...sou assim, se quero, quero... não gosto de ficar adiando.

- Então tem de ser em Studio...

Ela parou para pensar, andou, pensou e depois me perguntou, sem mais rodeios se eu faria as fotos dela num motel. Concordei, não seria a primeira vez que eu faria isso, só me preocupei com o que a família dela pensaria. Ela me disse que não teria problema. Peguei o equipamento e fomos, no carro dela. Parou no primeiro motel que vimos pela frente. Por sorte eu o conhecia e sabia que seu interior era legal.

Descemos, fui preparar a máquina e o tripé, e quando olhei para a cama, ela estava deitada, de blusa e calcinha apenas, e masturbando-se. Fiquei parado, sem entender muito bem o que estava acontecendo. Ela me chamou e disse que queria que eu a preparasse para entrar no clima das fotos. E me mostrava a bucetinha já molhada. Bem, leitores, fazer o que? Esquecer a máquina, o filme e cair de boca, não é mesmo? Foi o que eu fiz, comecei a chupar aquela bucetinha, minha língua percorria toda a extensão dela, me demorava no clitóris fazendo ela gemer, e gemer alto, afinal num motel ninguém ligaria para isso. )

Só depois é que ela procurou me despir, tirando minha calça e mamando em meu pau que ficou duríssimo. Ela não se cansava de chupar, me olhando sempre com os olhos gulosos. Depois de ficar com ele na boca por um bom tempo, ela lambeu toda a extensão dele, lambeu as bolas...

Doido para comer aquela morena gostosa, joguei-a na cama, arranquei sua calcinha e meti gostoso, só ouvindo os Hãs... huns.... que ela soltava pela boca quando meu pau ia e vinha. Gozei logo, as chupadas tinham demorado bastante. Mas foi o suficiente para ela gozar também.

- Então, já entrou no clima?

- Já. Me fotografa estirada aqui na cama. Não se preocupe,essas fotos eu vou guardar trancadas a sete chaves, ninguém vai ver...

- Ninguém mesmo? E suas irmãs?

- Talvez eu deixe elas verem...mas só elas.

Fiz uma série de fotos, super sensuais e ela me agradeceu com beijos e com uma nova trepada. Muito bom aquilo tudo!

O tempo passou. Uns seis meses depois daquilo, lá veio a Fernanda de novo me procurar. Confessou que tinha visto as fotos da Odete e queria posar daquele jeito também. Fez questão de frisar que TUDO tinha que ser IGUAL à irmã. Entendi o recado, ela queria dar pra mim também.

Levei-a para o mesmo motel. Sentei com ela na beirada da cama e perguntei se realmente ela queria tudo igual. Ela sorriu um sorriso bem safadinho e disse que sim.

- Inclusive as preliminares para entrar no clima das fotos?

- Principalmente elas!

Não esperei muito. Abracei-a e beijei-a e já fui com a mão nos belos peitos da Fernanda. Ela tinha ido de blusa e shortinho, então comecei a tirar a blusa e ia beijando e mamando os peitinhos dela enquanto tirava.


Meu pau já ficara duro e ela mandava a mão nele, por cima da calça mesmo. Enquanto isso, eu já aventurava minha mão por dentro da calcinha dela. Tinha cabelos lisinhos na xoxota, os mais lisos que conheci em toda a minha vida. Gostei muito de passar a mão neles, antes que meus dedos entrassem na grutinha.

Acabei de tirar a roupa dela toda. Era um espetáculo o corpo daquela garota. Voltei a mamar nos seios dela, com mamilos cor de chocolate. Eram pequenos os seios, minha boca quase conseguia engolir eles inteiros. Ela ficou doidinha com o que eu fazia com a boca e com os dedos em sua xotinha. Coloquei-a de pé, bem de frente a mim, segurei sua bunda durinha, lambi e mordi, ela dava gritinhos de prazer.

Com ela nua, também tirei minha roupa, deitamos na cama e ficamos nos alisando e nos beijando por alguns minutos. Eu mal podia acreditar que, do alto dos meus 50 e poucos anos, teria uma gata como aquela, louca para transar comigo. A propaganda da Odete foi eficaz!

E ela chupava tão bem como a irmã, engoliu meu pau e fez um senhor boquete, antes de ficar de quatro e me pedir para come-la de cachorrinho. Pus a camisinha e fiz o que ela pediu, metendo com vontade até faze-la gozar comigo. Deitados lado a lado, fiquei passando a mão nos cabelos dela, nos braços, nos seios, no corpo todo.

- Você quer mesmo fazer fotos aqui?

Ela riu.

- Claro que não, seu bobo... eu só queria confirmar o que minha irmã sempre me disse, que homens mais velhos trepam melhor do que os novinhos... ela está certa!

- Obrigado pela parte que me toca... vamos então?

- Vamos, eu tenho aula hoje a noite, se não tivesse ia querer o segundo tempo, a prorrogação e a disputa de pênaltis!

Levei-a embora. Na despedida, ela me disse que a Fabiana chegaria em 15 dias e sabendo das “fotos”, também ia querer uma sessão. Falei que era para ela me telefonar quando quisesse...

Ela ligou, três dias depois de chegar ao Brasil. E lá fomos nós de novo ao motel. Ela com um chapéu Panamá, os cabelos soltos, uma camiseta azul marinho, uma saia jeans curtíssima e uma calcinha vermelha.

Nem precisei fazer nada, ela já veio me agarrando, me beijando. Puxei as alcinhas da camiseta, olhei os belos seios e mamei neles. Enquanto mamava, minha mão explorava a calcinha, coloquei-a de lado e desci com minha boca para saborear a terceira bucetinha da família.

Se as irmãs gemiam, essa gritava. Cada vez que minha língua chegava ao clitóris, ela gritava coisas desconexas, mas que me deixavam com um tesão enorme. Coloquei-a de quatro na cama, dei-lhe um tapinha no bumbum e lambi a bundinha toda, enfiei minha língua no cuzinho, ela arrepiou e gritou. E mais gritou quando, com a língua no cu, enfiei dedos na xotinha. Ela enlouqueceu e rapidamente desceu da cama e tirou minha roupa. Não me chupou, já foi me empurrando para a cama e sentando em cima dele e quanto mais eu segurava em sua bunda e levantava e abaixava, mais ela gritava.

Nossa... gozei demais com a terceira irmã. Não fizemos fotos também não, elas ficariam para o Studio, em outro dia. E nem preciso contar que no Studio tudo terminou em corpos rolando pelo chão... que família deliciosa!!!