quarta-feira, 29 de junho de 2011

Minha tia e minha prima me ensinaram muito!!!



(escrito por Kaplan)


Quando eu fazia minha faculdade, morei uns tempos em república e outros tempos na casa de uma tia. Tia Etelvina tinha uma filha já com seus 24 anos, que me perturbava o sono, de tão gostosa. Mas nunca me dera maiores papos. Ela se chamava Teodora. A casa de tia Etelvina não era grande, mas era confortável. Tinha uma sala de estar, uma sala de jantar e três quartos. Eu ocupava um deles, mobiliado às pressas para poder me atender. Tinha apenas uma cama e uma escrivaninha, onde coloquei minha máquina de escrever portátil e empilhava alguns livros. Ali eu estudava, datilografava meus trabalhos.

O encontro com as duas era apenas nos horários das refeições. Minha tia trabalhava e minha prima estudava à tarde. Assim, era difícil a gente se encontrar. Só à noite, mas como as duas gostavam de ver novelas, eu preferia ficar em meu quarto estudando.


Mas houve um mês em que minha tia tirou as férias regulamentares em seu serviço. E ficou mais tempo em casa, estava sem grana para viajar e sua filha não tinha férias no mesmo período. Então, naquele mês a gente passou a conviver um pouco mais, quando eu ficava em meu quarto estudando ou datilografando algum trabalho, ela sempre me levava um cafezinho, uma fruta, e ai batíamos papos.

Num desses papos, ela me surpreendeu. Perguntou se eu tinha namorada e como eu respondesse que naquele momento eu não tinha, ela insistiu nas perguntas mais íntimas, chegou mesmo a me perguntar se eu já havia transado. Ora, eu já tinha 21 anos, é claro que não era virgem.

- E como tem feito aqui? Não vejo você sair com garota alguma...
- Ah, tia... quer saber a verdade? De vez em quando, a vontade aperta, o jeito é ir pro banheiro e fazer lá, com a mão mesmo...

Ai veio a surpresa maior.


Ela estava sentada numa cadeira ao lado da minha. Levantou-se, chegou perto de mim e me deu um beijo na boca. Levei um susto, nunca podia ter imaginado aquilo. E mais assustado fiquei quando ela desabotoou a camisa, ficando só de calça e sutiã na minha frente. Ela ainda tinha um belo corpo, e meu pau, claro... subiu na hora. Ela viu e mais que depressa tirou minha camiseta, minha calça e minha cueca, me fez sentar na cadeira e começou um boquete sensacional em mim.
Depois tirou sua calça e inclinou-se, de costas para mim, me mostrando seu bumbum com uma calcinha não muito pequena, mas que deixava entrever uma bunda belíssima... tirei sua calcinha, mordi sua bunda, lambi seu rabinho... acho que não era apenas eu que estava “atrasado” em termos de sexo, ela ficou alucinada com as poucas coisas que eu havia feito e não se demorou mais. Sentou na cadeira e me puxou para si, guiando, com sua mão, meu pau para sua buceta.
Como que enlouquecida, ela me pedia para come-la, dizia que eu não precisava mais ficar batendo punhetas, teria a ela para satisfazer minhas vontades.

- Tá gostando, querido? Ta gostando de comer sua titia? Você é um sobrinho muito gostoso... eu to adorando dar pra você... quer me comer muito? Sempre?
- Quero sim, tia, você também é muito gostosa, tem uma bunda linda, tem peitos gostosos, gosto muito de você... vou te comer sempre que você quiser...


E eu metia, metia muito... Ela se levantou da cadeira, apoiou-se na escrivaninha e me ofereceu sua bunda.


- Vai devagar, meu querido... tem muito tempo que esse buraquinho ai não vê um pau tão gostoso...


Nunca imaginara isso... eu, num quartinho da casa de minha tia, comendo o cu dela. Nem tomei tanto cuidado quanto ela pedira...fui enfiando, ela gritou de dor, mas agüentou firme e foi lá dentro do cu da minha tia que eu despejei uma quantidade enorme de porra.


Satisfeitos, ela me deu um beijo, uma chupada no pau e foi para o quarto dela. Eu fiquei ali pensando no que havia acontecido. Fissurado na prima que não me dava bola, tinha na tia a chance de praticar sexo quase diariamente...era isso que ela prometia.

No dia seguinte eu tive ficar mais tempo na faculdade, telefonei dizendo que não iria almoçar, mas que chegaria lá pelas 15 horas. Ela disse para eu não demorar, tinha surpresa para mim.
Quando cheguei, ela estava nua, sentada no sofá da sala de estar.

- Senta aqui do meu lado, querido....vamos brincar mais um pouco antes de você começar a estudar...


Sentei-me, ela me ofereceu seus seios e pediu que eu mamasse bastante neles. Eram seios grandes, mas não muito, e ainda firmes, então foi um prazer muito grande mamar neles. Da primeira vez eu mal os vira...

- Já chupou alguma namorada sua?
- Não, tia... sabe como é lá na minha cidade... povo muito conservador...
- Sei, eu sei, foi por isso que não agüentei ficar morando lá. Quer chupar a titia, quer? Vai lá, minha buceta está esperando sua língua...

Ela me orientou como fazer e acho que aprendi fácil, porque ela se contorcia toda quando minha língua entrava dentro dela, quando o grelinho dela era massageado por meus dedos..


- Agora é minha vez, vamos tirar sua calça...


Tirou e chupou, deliciosamente, que boca tinha a titia...tive de pedir para ela parar depois de alguns minutos, se não eu gozaria na boca dela.


Ela então recostou-se no sofá e me pediu para penetrá-la. Fiz isso com o maior prazer, de três formas diferentes. Primeiro, um papai e mamãe. Depois a coloquei sentada em meu pau e deixei-a cavalgar até cansar, finalmente a coloquei de quatro e terminei a trepada. Ela queria mais, mas eu disse que tinha prova no dia seguinte e que precisava estudar. Era verdade, realmente.


Estudei a tarde toda, ai tomei um banho, fui lanchar junto com a tia e com a prima. Terminado o lanche, elas foram para a televisão e eu voltei pro quarto. Estava um calor infernal aquele dia, estudei mais um pouco, tirei a roupa e deitei pelado, coberto apenas por um fino lençol.

Não sei que horas eram, sei que já havia cochilado bastante, quando senti que alguém estava entrando no quarto. A porta não tinha chave, e quem entrou foi a tia, de baby-doll preto e a prima, de camisola comprida. Ainda meio sonolento, eu percebi que a prima levantava o lençol e olhava meu corpo. As duas sentaram na cama, a prima perto da minha cabeça e a tia perto das minhas pernas. Me tiraram o lençol todo, fiquei totalmente exposto aos olhares cobiçosos das duas. Estava de bruços, então elas viam apenas minha bunda.


A tia ficava passando as mãos em minhas pernas, indo até meu saco. A prima descia com unhas grandes pelas minhas costas, até chegar em minha bunda. Não dava mais para fingir que eu não via nada. Quando me viram acordado, as duas ficaram cada uma a um lado meu, se esfregando todas em mim. Senti que meu pau crescia, então me virei.







- Mãe, você tinha razão... que pau lindo...
- E gostoso, filha...









e assim falando, a tia mandou a boca em meu pau, engolindo-o. Eu, vendo que a prima que eu tanto desejara, também estava agora à minha disposição, abracei-a e beijei-a, enquanto era chupado pela tia. Tirei a camisola dela, ela ficou apenas de calcinha branca. Que seios... tinha de quem puxar, os da tia eram bonitos como eu já falei, mas os da prima tinham o frescor da juventude. Segurei-os, beijei-os, lambi todos os dois, mamei... enquanto a tia continuava a me chupar.


Minha prima ficou ajoelhada perto de minha cabeça. Não deu outra, mandei a língua em sua bucetinha, afinal, já havia aprendido com a tia como se fazia isso. Ela enlouqueceu com a chupada, ficou esfregando a bucetinha em meu rosto, depois foi lá pra baixo, tirou a mãe do meu pau e passou a me chupar.


- Que delícia, que delícia... primo, por que perdemos tanto tempo assim? Ah...a partir d agora, vou querer todo dia, viu? Nem pense em escapulir. Você come a mamãe de tarde mas as noites serão minhas. De acordo?
- Claro, priminha... claro...


Eu não estava mais agüentando... de tanto ser chupado, acabei gozando na boca da prima...ela se lambuzou toda, e me lambuzou também... depois as duas saíram para seus quartos. Como dormir depois de tudo isso? Foi difícil, mas consegui... E a partir daquele dia, eu aprendia novas técnicas com a tia de tarde e colocava em prática com a prima de noite. Quando as férias de minha tia acabaram, ai passei a revezar, cada noite era uma. Acho que nunca trepei tanto na minha vida como naquele ano!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Exibicionismo na viagem

(escrito por Meg)




Numa das muitas viagens de carro que fizemos, fomos atacados por uma súbita vontade de nos exibirmos. Só de conversar sobre isso, dentro do carro, já ficamos excitados.
O pau dele cresceu e eu ajudei, afagando-o prazeirosamente, enquanto a mão dele entrava por dentro de minha camiseta e se deliciava com meus peitinhos. Paramos então num trecho bem deserto de uma estrada rural, onde não haveria perigo de aparecer polícia rodoviária. Fomos para a parte de trás do carro, levantamos a quinta porta do Passat. Me agachei, abri a braguilha dele e comecei a chupar. Lá longe havia camponeses trabalhando e eles nos viram, pararam de trabalhar e ficaram olhando. Aquilo nos deixava ainda mais excitados ainda.


Eu chupava e Kaplan ia me descrevendo o que eles faziam. Um já estava batendo uma punheta e o outro ria. Chupei bastante, depois tirei minha calça e calcinha, me inclinei sobre a parte traseira do carro e Kaplan começou a me comer a bucetinha por trás. Agora eu também podia ver os camponeses e eram os dois que estavam batendo punhetas. Mais três se chegaram e ficaram apreciando o espetáculo que estávamos dando. Quando Kaplan gozou, me virei e chupei-o de novo, para dar uma limpada completa no pau dele.


Fiquei brincando com o pau dele para que os camponeses vissem, mesmo estando um pouco longe de nós. Depois nos vestimos, demos adeus a eles e seguimos viagem, rindo de tudo e pensando o que mais poderíamos fazer.


Entramos num trecho de uma estrada asfaltada, mais movimentada, mas não muito. De repente vislumbramos uma cerca de tábuas que guardava uma propriedade. Ela nos inspirou. Eram três tábuas, então se ficássemos dentro da propriedade, quem passasse na estrada nos veria da cintura para cima e um pouco dos nossos pés.


Paramos o carro, pulamos a cerca e nos preparamos para o exibicionismo. Kaplan ficou em pé, encostado na cerca, de costas para a estrada. Eu me abaixei e comecei a chupa-lo de novo. Imaginavamos que quem passasse pela estrada veria quatro pés e um tronco e poderia ficar imaginando mil coisas...


Depois eu me levantei e ficamos nos beijando. A mão dele procurou e encontrou minha bucetinha, ficou enfiando o dedo lá dentro e eu me contorcendo de prazer. Agora quem passasse pela estrada, e vários passaram, teria uma idéia mais concreta do que estava acontecendo.
Tal como na vez anterior, baixei minha calça e me inclinei sobre a cerca, Kaplan veio novamente comer minha bucetinha por trás. Eu estava agora virada para a estrada e pelo sacolejar de meu corpo, os motoristas adivinhavam o que estava acontecendo. Me mandavam beijos, buzinavam, mas nenhum parou, felizmente!
Fiz mais, levantei a camiseta e meus seios ficaram por cima das tábuas, eu oferecia um espetáculo raro de se ver nas estradas. Ganhei mais beijos atirados por motoristas que chegavam a diminuir a marcha só para apreciarem melhor o espetáculo!


Para agradecer ao Kaplan, dei-lhe mais uma chupada e ele retribuiu gozando em minha boca, o safado. Saimos dali e prosseguimos viagem. Paramos numa pousada que estava deserta. Apenas o dono nos recebeu. Não havia outros hóspedes. Pegamos um chalezinho, escolhemos aquele que melhor visão daria para quem chegasse ou passasse por ali.

.
Trocamos de roupa, coloquei um macaquinho jeans. Fui lá fora, onde havia um tanque, com uma estátua de menino no centro e de onde jorrava água. Entrei no tanque, limpinho e deixei a água correr em minhas mãos. Kaplan veio atrás de mim. Estava mal intencionado o rapaz...

Abaixou as alças do macaquinho, suspendeu minha blusa e deixou meus seios à mostra. Tirou a bermuda e deixou seu pau, duro de novo, também à mostra. Quis saber dele o que estava acontecendo, pois queríamos nos exibir, mas eu não via ninguém. Ele me disse que tinha visto o dono da pousada me olhar pela janela da casa principal, por isso que tinha vindo para darmos o espetáculo. Adorei saber disso, e meu entusiasmo aumentou.


Sabendo que estávamos sendo observados, tirei o macaquinho e fiquei só de calcinha cor de rosa. Kaplan se abaixou e ficou passando a mão em minhas pernas, indo do pé até a virilha, voltando e voltando. Uma de suas mãos segurava um dos meus seios.


- Quer que eu tire sua calcinha?
- Tira...tira...vamos deixar o cara maluco de vez...


Ele tirou e me deu uma gostosa lambida. Sentei na beirada do tanque e comecei a chupa-lo, mas com minha bucetinha virada para o local onde o dono da pousada estava. Eu abria e fechava as pernas, imaginava que ele deveria estar completamente louco de tesão com o que via.
Para finalizar, tirei a blusa também, fiquei totalmente nua. Apoiei minhas mãos e uma perna na beirada do tanque e lá veio o Kaplan, de novo, me comer por trás.


- Assim ele não vê muita coisa, deixa eu procurar outra posição...


Fiquei recostada na beirada do tanque e Kaplan me penetrou pela frente. Agora sim, o dono da pousada tinha uma visão completa do meu corpo e do pau do meu marido entrando e saindo de dentro de mim. Depois dei a ele a chance de ver minha bunda. Kaplan sentou-se na beirada e eu me sentei no colo dele, assim minha bunda ficou totalmente virada para a casa principal, onde estava de tocaia o dono da pousada.


Cavalguei e gritei bastante, para deixar o homem maluco com a cena. Como é gostoso transar sabendo que tem alguém vendo... é uma delícia! Minha performance deve ter sido muito boa, porque o Kaplan gozou como nunca e eu também. No final ele despejou tudo em meu corpo e então corremos para dentro do chalé. Tomamos um banho, rindo de tudo que tínhamos feito naquele dia. Dormimos cansados e no dia seguinte, cedinho, nos despedimos do dono da pousada que não tirava os olhos de mim. Dei um beijo nele e agradeci por ter sido nosso voyeur. Acho que ele não entendeu bem o que eu queria dizer, mas ficou todo feliz com o beijo!

Pegamos a estrada e fomos para nosso destino, a casa de nossos amigos Daniel e Catarina. Fomos recebidos com festa. Entramos, ocupamos o quarto e descemos para conversar com nossos amigos. Eles notaram que estávamos mais alegres do que de costume e nos perguntaram a razão. Tivemos de contar o que havíamos feito no dia anterior. Isso, em meio a taças e mais taças de vinho. Eles deram gargalhadas, nos chamaram de loucos e tudo o mais. Mas o que narramos acabou contagiando a todos, e em breve aconteceu o que queríamos.
Catarina nos perguntou se ainda tínhamos ânimo para transar depois de tantas peripécias. Ela era lourinha, mignon, tinha peitinhos lindos e uma bundinha arrebitada. Daniel era quase o dobro do tamanho dela e tinha um belo pau de 19 cm, que eu já experimentara em outras épocas. Quando nos fez a pergunta, Catarina quase que suplicava para dizermos que sim...


- Você está brincando com a gente? O que fizemos foi só um aperitivo para o que viemos fazer aqui! Passa pra cá.


Passei a Catarina para o lado do Kaplan e me alojei do lado do Daniel. Em pouco tempo já estávamos aos beijos e abraços. Daniel estava de bermuda e já pronto para os embates...
Enquanto eu via Kaplan abraçando Catarina e já ensaiando coisas mais interessantes, tirei minha calça e fiquei apenas de blusa e calcinha, me aninhando nos braços do Daniel, com minha mão já apalpando a dureza do cacete dele. Ele não estava para brincadeiras. Estava saudoso de trepadas anteriores. Puxou minha calcinha, levantou minha blusa. Beijou meus seios e sem mais delongas me pôs de quatro no sofá e enfiou o pau em minha xotinha, bombando com força e me fazendo gemer.


Olhei para os outros dois. Catarina já estava totalmente nua, sentada no pau do Kaplan e pulando enquanto nos observava. Cavalgou bastante enquanto eu recebia bombadas e mais bombadas por trás. Resolvi cavalgar também, me virei, sentei no pau do Daniel e fiz companhia à minha amiga, na pulação. Ambas gemíamos alto, o que deixava os dois com mais tesão ainda. Daniel beijava meus seios, apertava minha bunda, me deixava louca! E vendo meu marido comer minha amiga, eu sentia um pouco da satisfação que o dono da pousada teve ao me ver dando pro Kaplan no dia anterior. Realmente, é um prazer sem igual!


Eu e ela nos demos as mãos, enquanto continuávamos a cavalgar. Mas essa foi a cena que vi por ultimo dela e do Kaplan, porque depois o Daniel deitou-se no sofá, de costas para eles e me pôs deitada sobre si, penetrando meu cuzinho. Não nos viramos mais para ver os dois, até que ele gozou dentro de mim. E nessa hora, Kaplan e Catarina já haviam terminado o que estavam fazendo.


Ficamos os quatro, ali deitados, na sala mesmo, descansando. Afinal, apenas havíamos chegado e ficaríamos lá três dias. Podem imaginar tudo que rolou entre os quatro naqueles dias, não podem?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mostrei tudo e enlouqueci o moreno!

(colaboração de Sil)



Logo após o carnaval iniciamos nossa viagem de férias de forma que ao final passaríamos uns dias em uma pousada na praia. A viagem de dez dias foi maravilhosa e na quinta-feira à noite chegamos à pousada onde ficaríamos até a próxima quarta-feira. Infelizmente, no dia seguinte Carlos recebeu um telefonema da empresa pedindo sua volta já na segunda-feira, como a praia em que estávamos fica perto de nossa cidade, decidimos que eu ficaria aproveitando o sol e o mar e na quarta-feira subiria para casa.
Como já estávamos no
mês de março e a pousada fica em uma ponta da praia, me preparei para dias de muita tranqüilidade, leitura, caminhada, sol e mar. Na segunda-feira o motorista veio buscar Carlos, vi que a maioria dos hóspedes também partiu naquela manhã; a pousada estava quase vazia, na praia havia apenas alguns casais e crianças brincando, tranqüilidade total ! O dia estava lindo, voltei para o apartamento me pus nua e passei protetor pelo corpo todo, coloquei meu pequeno biquíni para "enfrentar" mais um lindo dia de sol.


Meus biquínis normalmente são os menores da praia, calcinha daquelas que a bunda fica toda descoberta e sutiã de cortininha para tapar só os mamilos, o Carlos adora marquinhas minúsculas. Na praia quase deserta, tive a idéia de provocar o Carlos e então tirei algumas fotos com o celular e enviei para ele, nas fotos eu mostrava o biquíni que estava usando, o corpo, a bunda, a xota fugindo do biquíni e até uma onde afastei o biquíni mostrando-lhe a pequena marquinha dos seios! Através de mensagens meu gato se dizia louco de tesão e pedia fotos mais e mais ousadas! E assim correu o primeiro dia na praia sem o meu amor, muito sol, protetor, leitura em dia e provocação pelo celular.
Na terça-feira pela manhã fui para praia levando um livro para passar o tempo enquanto tomava sol, havia apenas mais um casal que estava distante, e, de quando em quando passavam algumas pessoas caminhando. Perto do meio dia apareceu um rapaz moreno e instalou seu guarda-sol próximo de onde eu estava, logo percebi que ele olhava a todo o momento em minha direção; como a praia estava quase deserta eu havia colocado meu menor biquíni, um escândalo! e certamente era isso que atraia o seu olhar. Continuei minha "rotina", entre uma
leitura e outra ia me refrescar no mar, me secava em pé ao sol, passava protetor, e voltava para a espreguiçadeira continuar meu bronzeado, veja a foto.
Deitei-me de bruços desamarrei a parte de cima do biquíni e fiquei assim sentindo o sol a me envolver, alguns minutos depois olho para o lado e me assusto! O moreno estava com uma das mãos dentro da bermuda e olhando para meu corpo batia uma punheta! Apesar de tentar disfarçar, o volume e os movimentos não deixavam dúvidas, ERA PUNHETA MESMO!

No início não acreditei, mas ele continuava sem parar. Não me contive, peguei celular e enviei mensagem para meu gato contando o que estava acontecendo, sabia que ele ficaria doido de tesão. O sol estava muito forte, o outro casal começou a se preparar para sair da praia e eu, entre assustada e excitada, instintivamente também sai para o almoço na pousada. Liguei para meu homem que já estava cheio de idéias para enlouquecer de tesão o Moreno da praia. Carlos me incentivou a provocar ainda mais o rapaz! Voltei à tarde para a praia, que continuava quase deserta.


- Será que o punheteiro voltará? - eu me perguntava já excitada.


Continuei a me bronzear, não demorou 10 minutos ele apareceu novamente e colocou sua cadeira de praia um pouco mais perto. Coloquei o celular entre as páginas do livro para poder enviar mensagens ao Carlos sem chamar atenção, no primeiro torpedo disse-lhe que o rapaz havia voltado e iria começar a provocação. Caminhei até o mar e me molhei pegando água sem dobrar os joelhos, desta forma, com o biquíni totalmente enterrado, minha bunda empinada ofereceu-se ao observador. Depois de muita provocação voltei até meu guarda-sol e em pé esperei que a água escorresse pelo corpo; lentamente comecei a passar protetor nos ombros, braços, barriga.... e para enlouquecer o Moreno puxei o biquíni com uma das mãos e passei protetor em todo o seio, por último as pernas e a bunda que lentamente passei protetor enquanto olhava na direção do punheteiro.

O rapaz ficou vidrado assistindo e alisando o pau que devia estar duro dentro da bermuda. Logo se levantou e foi para o mar, pelo jeito não agüentava mais, e, imagino deva ter batido mais uma. O final de tarde foi delicioso, eu me exibia ao rapaz e contava através de mensagens no celular o que estava ocorrendo, meu macho respondia as mensagens sugerindo mais ousadia, ele queria que eu fizesse topless !! Ao cair da tarde, quando percebi o outro casal se movimentado para retornar à pousada também peguei minhas coisas e sai torcendo para que o rapaz retornasse no dia seguinte.

À noite, ao telefone, Carlos contou-me que passou a tarde louco de tesão lendo minhas mensagens e imaginando as cenas. Como eu deveria voltar para casa na tarde da quarta-feira, ainda teria chance de dar um último show de exibicionismo ao Moreno da Praia, então Carlos me pediu para ser mais ousada ainda, expondo meus seios e a bucetinha. Minha xota fervia de tesão e aquela noite só consegui dormir depois que me acariciei até um orgasmo gostoso ahhhhhh !

No outro dia, bastante excitada, tomei um demorado banho e pronta para provocar ainda mais o Moreno da praia, coloquei um biquíni que, de tão pequeno acaba entrando um pouco na xota deixando os lábios discretamente à mostra. Logo fui caminhar e posicionei a espreguiçadeira de forma a ficar de costas para os poucos casais que estavam na praia, porém de frente para o observador. Não demorou muito ele chegou e posicionou sua cadeira ainda mais perto de onde eu estava, caminhei provocante até o mar para me refrescar um pouco, me abaixei para pegar água expondo minha bunda, de óculos escuros podia ver que o Moreno não tirava os olhos. Voltei para meu guarda-sol e passei lenta e provocante o protetor solar.

Olhando para o desconhecido puxei a parte de cima do biquíni e expondo meu seio passei protetor carinhosamente, fiz isto também ao passar protetor na virilha e escorregar a mão por dentro do biquíni. O punheteiro virou sua cadeira em minha direção e agora de frente para mim sorria e alisava o pau por sobre a bermuda, sentei-me na espreguiçadeira estendendo uma das pernas e pisando com o outro pé na areia, desta forma minhas pernas ficaram entreabertas, eu fingia ler o livro enquanto balançava a perna abrindo e fechando-a lentamente deixando ver o biquininho enterrado na xota mostrando um pouco dos lábios gulosos.

Enviei várias mensagens ao meu amor descrevendo o que acontecia e ele a distância continuava a me provocar: MOSTRA MAIS e insistia no topless. Minha bucetinha fervia e eu sentia escorrer o néctar que molhava o biquíni, o rapaz agora com a mão dentro da bermuda nem disfarçava os movimentos e logo foi para o mar passando bem perto, acho que para confirmar que minha xota escapava do biquíni, então caprichei e abri um pouco mais as pernas. Fui me refrescar quando ele voltava do mar, e, ao passar por mim ele disse:

- O dia está lindo como você.

Apenas sorri. Voltei para nova sessão de protetor e judiar ainda mais do Moreno, desta vez ao passar protetor na virilha olhei maliciosamente para ele e corri a mão até a xota sentindo que estava muito molhada. O cara quase subia pelas paredes, eu estava vendo a hora que ele ia me atacar !! Através de mensagens disse ao meu homem que não estava agüentando e tinha vontade de me entregar, combinei que por volta do meio-dia ele deveria me ligar no celular, pois tinha um plano para a exibição final. Era hora do bronzeamento das costas, então me deitei de bruços e desamarrei totalmente a parte de cima do biquíni, o Moreno tinha visão privilegiada de minhas costas totalmente nuas e minha bunda com biquíni enterrado. Quando o celular tocou eu simplesmente levantei o corpo apoiando-me nos cotovelos apresentando meus seios nus ao punheteiro, ele foi ao delírio! Conversei longamente com meu homem contando detalhes desta manhã deliciosa enquanto expunha meus seios ao desconhecido que se masturbava novamente.

Desliguei o celular, amarrei o biquíni e fui ao mar me refrescar; quando olho para o lado o moreno bem próximo havia baixado a bermuda e manipulava aquela vara enorme mostrando-a para mim, como a dizer: - vem, chupa um pouco, me deixa gozar em sua boca... Louca de vontade, antes que pudesse atacar aquela verga, voltei até a praia e comecei a arrumar minhas coisas. O Moreno punheteiro, quando viu que eu estava a me preparar para ir embora, correu em minha direção e disse:


- Não vá embora, fique mais um pouco, aqui tem ótimos lugares, podemos jantar e nos conhecermos melhor.

Agradeci peguei minhas coisas e fui caminhando em direção à pousada, olhei para trás e ele disse:

- Por favor, fica mais um pouco, você é muito gostosa.

Como viu que eu continuei caminhando ele falou:

- Volte no final de semana!

Respondi:

- Voltarei no feriado.

Estamos programando voltar, agora eu e o Carlos na esperança de reencontrar o Moreno e ai sim avançar do exibicionismo para... uiiii quem sabe... eu poder experimentar aquele pau apetitoso. Enquanto isso não acontece deixamos algumas fotos para vocês terem uma idéia de tudo que o Moreno da praia curtiu e esperamos seu comentário. silpereira968@hotmail.com

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Meg vai ao médico

(escrito por Kaplan)



Meg estava com dores no corpo. A meu conselho, finalmente ela resolveu ir ao médico. Telefonou para a clínica onde trabalhava um médico nosso conhecido. Interessante é que esse médico havia sido um paquera dela na adolescência, mas nada acontecera entre eles, apenas uns olhares, um sarrinho num cinema, sem maiores consequencias. Eu sempre eu ia com ela e ela comigo nas consultas, mas dessa vez o horário que ele marcou não me permitiu ir.

No entanto, naquele dia ele chegou atrasado e ela também, pois o trânsito estava caótico. Acabou que ela ficou sendo a última a ser atendida. A secretária, coitada, já estava na terceira hora extra.
O doutor Moacir então dispensou-a, quando viu que Meg era a última paciente.

Ela entrou, então, no consultório.

Vestia uma calça jeans, uma camisa xadrez e uma blusa de frio, pois já estava no inverno.
Depois dos cumprimentos, das perguntas sobre familia, essas coisas, ele perguntou a razão de ela estar ali. Ela explicou as dores que estava sentindo. Ele anotou tudo, fez algumas perguntas, pensou um pouco e pediu que ela tirasse a roupa.

Ela achou estranho, ele nunca pedira isso, mas ele disse que era necessário para fazer um exame melhor nos locais que ela dizia estarem provocando dores.

Meio ressabiada, ela tirou a calça. Ele pediu que ela tirasse a blusa e a camisa. Ela ficou, então, apenas de calcinha, em pé. Ele pegou o estetoscópio, colocou-o em diversos pontos das costas dela pedindo que ela respirasse fundo e prendesse a respiração. Depois fez o mesmo na frente e foi ai que ela sentiu que as mãos dele esbarravam muito nos seios dela.

É muito comum, nesses momentos, que a paciente fique constrangida, mas há também aquelas que se excitam com o toque de outro homem que não o seu. E o caso de Meg era esse... os toques do dr. Moacir em seus seios denunciaram que ela ficou com tesão, porque os biquinhos dos seios enrijeceram. E ele notou, claro, não era bobo.

Olhou bem para ela e comentou que até agora não notara nada de diferente. Pediu licença e começou a tirar a calcinha dela, mas ela mesma o fez e ao faze-lo, sua bunda ficou bem proxima do dr. Moacir. Ela notou que ele estava excitado também, era impossível esconder, naquela calça branca, o volume que o pau dele fez...

Pediu que ela sentasse na maca e cruzasse as pernas. Bateu aquele martelinho um pouco abaixo do joelho, para ver a reação. Normal. Mandou que ela cruzasse as pernas ao contrário. Ao faze-lo, sua xotinha ficou bem à vista... o toque do martelinho levou à reaçao normal também.

Pegou nos seios dela. O arrepio foi inevitável. Apertou, procurou ver se encontrava algo. Ficou atrás dela, encostando seu corpo no dela. A mão esquerda segurava o seio esquerdo. A mão direita apertou o ventre dela, mas os dedos chegaram até a xotinha. Ela suspirou... mas ele continuou. Pediu que ela colocasse os dois braços para a frente e se agachasse. Ele ficou atrás dela, tendo uma visão magnifica da bunda se abrindo quando ela se abaixava.

Pediu que ela se apoiasse na maca e levantasse a perna direita. Depois a esquerda. Segurou no pé esquerdo levantado com uma das mãos e a outra percorreu toda a distância do tornozelo até a xotinha. Mergulhou seu dedo no reguinho dela. Era demais...

- Moacir, tem dó...o que você quer fazer comigo?
- O que a gente tinha de ter feito há mais tempo e não fizemos... Desculpe, mas não consegui resistir...
- Não resista, porque eu já desisti de resistir... me come, gracinha... tô aguentando não...

Em menos de um minuto, Meg deixou de ser a única pessoa nua naquela sala. Dr.Moacir despiu-se com uma rapidez impressionante, e já foi colocando-a deitada na maca e enfiando seu pau, grande e grosso, dentro da bucetinha de Meg, que estava ansiosa por aquilo.

- Quanto tempo perdemos, Meg... quanto sonhei com você...
- Eu sei, Moacir, mas a vida da gente é assim mesmo... ainda bem que estamos tendo chance de resolver uma questão que não tinha sido resolvida...
- Sim... mas e agora?
- Nada, fique calado, só me coma, me fode como você nunca fudeu sua mulher...

E assim ficaram, trepando sem parar, por mais de duas horas. Só não ficaram mais tempo porque o vigia bateu na porta, falando que já ia fechar a clínica. Tiveram de se vestir e sair.

Mas como ele não descobrira nada... marcou para ela voltar na semana seguinte, no mesmo ultimo horário...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Minha sobrinha de volta a Fortaleza

(escrito por Meg)

No conto “Minha sobrinha é do barulho!” narrei como ela e algumas amigas foram visitar a amiga Sammya, que morava em Fortaleza e aprontaram todas por lá, inclusive com a participação do namorado da Sammya, o Eduardo.
Pois bem. Tiraram muitas fotos naquela ocasião e um belo dia a Sammya manda um email pra Paulinha, falando que um amigo deles havia visto as fotos e ficara vidrado nela, então estava convidando-a para passar um fim de semana lá. E deixou claro que seria um belo programa, ela com o Eduardo e a Paulinha com o Roney.
Imagina se minha sobrinha ia desprezar isso. Ainda mais que a Sammya mandou no email uma foto do tal Roney, que era gatissimo, tudo de bom! Na primeira oportunidade que teve, se mandou para Fortaleza. Foi recebida no aeroporto pela Sammya e pelo Roney, o Eduardo havia arrumado um emprego e não pôde estar presente, mas à noite estariam todos juntos.
No caminho entre o aeroporto e a casa da Sammya, a Paulinha pôde ir conhecendo melhor o Roney. A foto, realmente, era perfeita, o cara era lindo, maravilhoso, tinha um belo corpo. Educado, deixou a Paulinha muito à vontade. Depois que chegaram na casa, ele foi para sua residência e combinaram de todos se encontrarem às 20 horas na casa dele, pois os pais de Sammya estavam na casa dela e lá não seria possível fazer nada...

Às 20 horas, estavam as duas no apartamento do Roney. Logo depois o Eduardo chegou. Sem mais delongas, ele já foi tirando a roupa da namorada, deixando-a apenas com uma camiseta e a calcinha. A Paulinha havia ido com um short jeans e uma camiseta vermelha. O Roney não tirou nada, esperou que ela ficasse à vontade para tirar. Mas as duas resolveram despir os dois primeiro. Tiraram as camisetas deles e as calças. Paulinha já conhecia – de vista – o pau do Eduardo, então pôde se concentrar apenas no do Roney. Já com ele de cueca ela percebeu que ele parecia bem interessante. E quando a cueca desceu, ela ficou admirada da beleza do pau dele, mesmo mole.

Segurou-o, sentindo que o calor de suas mãos produzia o efeito que ela queria, de endurecer o mastro que estava ali à sua disposição. Vendo que Sammya já fazia um boquete no namorado, ela também começou a fazer um no Roney. Além de bonito, delicioso, perfumado... chupou até!


Só ai as duas tiraram as roupas, ficando nuas como eles já estavam. Os dois ajoelharam-se e começaram a chupar as bucetinhas das duas, uma ao lado da outra. Para não cair, elas se abraçaram e, olhando-se bem nos olhos, surgiu uma vontade enorme de beijarem-se, o que fizeram. Quando os dois viram aquilo, ficaram ouriçados ao extremo, e aumentaram o ritmo de suas línguas nas bucetinhas que já estavam totalmente meladas.

Era uma cena maravilhosa, as duas se beijando, se acariciando, chupando os seios uma da outra, enquanto os dois permaneciam agachados na deliciosa tarefa de provar o mel das duas...
Em pouco tempo o cenário se desfez, substituído por outro. Os dois deitaram-se no chão do apartamento. Enquanto Sammya abocanhava o pau de seu namorado, Roney colocou Paulinha sentada em seu pau, ela apoiando suas mãos no peito dele e ele a segurando pelas nádegas. Eduardo fez o mesmo e ficaram as duas, compassadamente, subindo e descendo dos cacetes dos dois, ora acelerando os movimentos, ora diminuindo o ritmo... As duas se olhavam, com olhares de tesão, de desejo, até que Sammya fechou os olhos e teve o primeiro orgasmo daquela noite. Paulinha sorria, encantada com a expressão de gozo da amiga...

Mudaram a posição, ficando as duas de lado, cabeça com cabeça, enquanto os dois, também deitados de lado, atrás delas, continuavam socando seus paus nas bucetinhas das duas. Foi a vez de Paulinha ter seu primeiro orgasmo da noite, forte, violento mesmo. Seu corpo estava todo suado, mas o Roney continuava bombando, pois não havia gozado ainda.

Havia duas grandes bolas de plástico no aposento. Elas ficaram debruçadas sobre elas, uma de frente para a outra, e os dois penetraram os cuzinhos. O pouco de dor que elas sentiram foi abafado pelos beijos que elas puderam se dar novamente, já que estavam frente a frente. E foi assim, beijando-se sofregamente, que as duas gozaram novamente. Os dois, que ainda se mantinham “invictos”, retiraram seus paus, pediram que elas se ajoelhasem lado a lado e masturbando-se com força, derramaram sua porra quentinha nos seios e nos rostos das duas.

Como no chuveiro não cabiam os quatro, as duas foram primeiro, afinal, estavam todas lambuzadas. Enquanto se banhavam, entre risos e novos beijos e caricias, Paulinha perguntou se Sammya ainda continuava egoísta ou se toparia fazer uma troca de casais. Decepcionou-se. Sammya não quis nem saber da proposta, continuava irredutível. Eduardo era só dela e mais ninguém.

- O máximo é o que aconteceu da outra vez, Paulinha... pode dar uns beijos, até chupar o pau dele, mas transar com ele não. Por favor...
- Tá bem, eu estou muito bem servida com o Roney. Perguntei só por perguntar...

Mas, bem no fundo, Paulinha queria sim, transar com o Eduardo. E nos olhos dele, ela sentia que também havia esse desejo. Infelizmente, não seria daquela vez ainda. Mas mal sabia ela que seu desejo seria realizado poucos meses depois dessa ida dela...

Dormiram os quatro na mesma cama. Pelados, é claro. Muito calor, nem lençol foi usado. As duas ficaram no meio e os dois na beirada. No dia seguinte, mal levantaram e já começaram a festa. Paulinha não resistiu, e já que tinha sido liberada pela Sammya, deu uma bela chupada no pau do Eduardo. Ela pensava que a Sammya fosse fazer o mesmo com o Roney, mas não. Ela ficou apenas olhando.

Num clima de humor, os dois colocaram as duas ajoelhadas e puseram seus paus em cima da cabeça delas. Depois de rirem bastante, as duas voltaram as cabeças para trás e abocanharam os dois paus, que ainda estavam moles, para faze-los ficarem em pé, como devem ficar na presença de senhoritas distintas.

Encostadas uma na outra, e apoiando-se nos braços, elas ficaram meio recostadas, no chão mesmo, enquanto os dois começavam um banho de língua em seus corpos, demorando-se mais, claro, nas bucetinhas que estavam ansiosas por receberem aquelas caricias novamente.

Enquanto Roney comeu Paulinha de lado, como no dia anterior, Sammya ficou de quatro, com as pernas dos dois embaixo de seu ventre, enquanto Eduardo a comia de cachorrinho. Os pés de Paulinha e Roney tocavam nos seios de Sammya, o que fazia com que ela gemesse de prazer. Em seguida, Roney colocou Paulinha deitada de bruços no chão e penetrou sua xotinha por trás, enquanto Sammya sentava-se no namorado para cavalga-lo, de costas para ele. Os gemidos aumentavam, o suor escorria, os cabelos se desgrenhavam, os dois metiam com vontade, e as duas gozavam uma, duas, três vezes...

Levantando um pouco o bumbum de Paulinha, Roney enfiou-lhe o pau no cuzinho, arrancando um grito dela. Perguntou a ela se queria que ele tirasse, mas ela insistiu que ele continuasse, quase aos berros pedindo que ele metesse com força e a inundasse com sua porra.

Já transtornada pelo gozo, ela sentiu Roney derramar tudo que ele tinha dentro de si, enquanto via Eduardo gozar novamente nos seios de Sammya. Esgotadas, as duas foram novamente tomar banho. Caricias rolaram como sempre, beijos foram dados, as duas se gostavam muito. Eram as carícias de despedida, pois Paulinha teria de retornar naquele dia. Não poderiam ficar muito tempo no apartamento do Roney, tinham que voltar à casa da Sammya para despistar os pais dela.

E assim ela voltou, mas mal sabia que em breve estaria de volta a Fortaleza para matar sua vontade com o Eduardo!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Meu marido e meu amigo fingiram-se de bandidos para me pegar...


(escrito por Meg)

Nosso amigo William é engenheiro e ele mesmo projetou e calculou a casa que iria construir num dos condominios fechados que existem por aqui. Pode-se imaginar o entusiasmo dele e da esposa. Mais dele que fazia questão de nos explicar detalhadamente tudo que estava sendo feito.

Quando a casa estava quase pronta, ele nos chamou para fazer o primeiro churrasco. Como a esposa dele não iria, porque estava cuidando da mãe que havia feito uma cirurgia, logo imaginei que ficaria meio deslocada dos papos envolvendo cálculos, paredes, tetos, pisos e outras coisas do gênero. Então levei um livro para ficar lendo enquanto os dois papeavam.

Fui com um shortinho preto e uma blusa cor de rosa, tomara que caia. Depois de fazer uma inspeção na casa, deixei os dois cuidando dos detalhes técnicos e fui para a área onde seria feita a piscina. Havia lá um banco, desses de ferro, e foi nele que me recostei para ler. Coloquei as pernas em cima do banco e elas ficaram bem visiveis para quem quisesse...

Estava lá bem tranquila, quando fui surpreendida por um ruido de passos. Levantei a cabeça e vi que duas pessoas, com mascaras dessas que tampam o rosto todo, só deixando abertos pequenos orificios para o nariz, boca e olhos, essas duas pessoas vinham em minha direção. Minha primeira e instintiva reação foi gritar, mas antes que o fizesse, reconheci as roupas do Kaplan. Percebi que era uma brincadeira deles e resolvi deixar rolar...

Eis que os dois chegaram até mim. Enquanto o Kaplan segurava minha cabeça e tampava minha boca, William pegou o livro que eu estava lendo. Entrei na brincadeira, fazendo cara de assustada, mas no intimo eu estava quase explodindo de vontade de rir.

Só que a brincadeira tomou outro rumo... Kaplan enfiou sua mão esquerda em minha blusa, atingindo meu seio. O William fez a mesma coisa, pegando o outro seio, enquanto sua outra mão buscava o triângulo do amor, a junção de minhas pernas, a minha xotinha. Ai não tive mais vontade de rir...dei um suspiro porque imaginei o que iria acontecer em seguida. E com certeza seria muito legal!

Puxaram minha blusa para cima. Enquanto Kaplan continuava segurando meu seio esquerdo, William se abaixou e sugou meu biquinho direito como se fosse uma criança faminta. Eu começava a achar aquilo muito bom e pensava se eles ficariam só naquilo ou se avançariam mais... que, aliás, era o que eu já estava querendo...

Sim...eles tambem queriam mais... Abaixaram suas bermudas e colocaram dois paus ja duros, rigidos, um de cada lado do meu corpo. Segurei os dois. Passei a chupar os dois, primeiro o do William, depois o do Kaplan. O do William devia ter uns 16 cm, um pouco menor do que o do Kaplan. Mas tamanho não importa tanto. O que importa é a gostosura. E ambos eram deliciosos!

Num dos momentos em que minha boca estava no pau do Kaplan, o William rapidamente puxou meu shortinho e junto com ele foi minha calcinha. Minha bucetinha ficou toda entregue à língua daquele bandido mascarado. Mas não por muito tempo. Kaplan sentou-se no banco e me pôs sentada no pau dele. William se levantou e eu então voltei a chupar o pau dele.

Ele me puxou, fez com que eu virasse e passasse a chupar o pau do Kaplan. Senti a cabeça de sua pica forçar a entrada por tras, em minha xoxota. Abri as pernas um pouco para facilitar e recebi os 16cm rapidamente. Suas bolas batiam em minha bunda enquanto ele me socava com o mesmo entusiasmo com que falava de sua casa.

Ficamos assim um bom tempo, até que senti algo quente entrando dentro de mim e, logo depois, Kaplan inundava minha boca. Ainda com os paus meio endurecidos, eles ordenaram que eu me ajoelhasse e bateram em retirada. Mas avisaram que se eu chamasse a polícia, eles voltariam e me comeriam de novo!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Julia no haras aprontando todas - parte 2


















Depois daquela primeira transa, no próprio haras, Julia recebeu um convite para passar um fim de semana em uma fazenda do tio da Laura. Nesta fazenda, que ficava em São Paulo, ele plantava feno de alta qualidade para alimentar os cavalos de seu haras.
Logico que ela aceitou. Seria a chance de ficarem os dois sozinhos, sem amigas esperando, sem pressa... quanta coisa interessante podia acontecer!
Como eram apenas dois dias, não se preocupou em levar muita coisa. Um vestidinho azul, estampado, bem "roceiro", e duas bermudas e duas camisetas. Era mais do que suficiente.
Foram no avião dele. Ela ficou bem nervosa, não gostava de andar em aviões pequenos. Mas valia o sacrificio pelos prazeres que estariam esperando por ela.
O sábado estava lindo, um sol maravilhoso. Lá chegando, ela colocou o vestidinho que levara, sem nada por baixo. Tinha certeza de que ele iria tirar tudo mesmo, para que dar trabalho?
Ele a chamou para caminharem pela plantação. Já estava chegando a época em que o feno começaria a ser cortado e levado em fardos para os armazens e silos, onde ficaria aguardando ser consumido. Mas naquele sábado estavam desertos os campos. Eles começaram a passear, de mãos dadas, pareciam dois namorados. Andaram bastante, ela percebeu que ele estava querendo ficar o mais longe possivel da casa. E secretamente adorava a idéia, pois já sabia o que iria acontecer...
Em um dado momento ele parou, seu olhar percorreu todas as latitudes e longitudes. Não viu ninguém. Só viu Júlia em sua frente, com os lábios entreabertos, lábios que pediam um beijo, daqueles ardentes, demorados, molhados, de fazer ela perder a respiração. E foi justamente isso que aconteceu. Ele a abraçou e beijou. Ela se derreteu toda ao contato dos lábios dele. Entregou-se. A partir daquele momento ele era o senhor da situação, ela faria o que ele quisesse.
Num cenário que lembrava as pinturas impressionistas dos campos franceses, ela viu que ele, lentamente, fa
zia seu vestido sair de seu corpo. E à medida em que o vestido descia, a boca dele aventurava-se pelas regiões desnudadas. Seus seios foram beijados com sofreguidão. Sem medo de ser ouvida, ela gritou freneticamente quando ele deu pequenas mordidas em seus biquinhos, que ficaram latejando, duros, excitados...
Ela de pé, com o vestido transformado em saia, seios nus ao vento. Ele ajoelhou-se e, sempre devagar, acabou de tirar o vestido, deitou-o sobre o feno e levou-a para cima dele. Sua boca agora buscou a xotinha umedecida, que foi beijada, lambida. Seu dedo entrava dentro dela, buscando o clitoris e fazendo com que Julia sentisse vontade de voar por aqueles campos...
Foi a vez dela colocá-lo de pé, ajoelhar-se, tirar a calça e a cueca dele. Admirou a potência daquele homem maduro. Segurou-lhe o pau duro, admirou-o, com a mão fez uma pequena masturbação nele e com a boca fez com que boa parte dele desaparecesse. Não conseguiu colocar todo ele em sua boca, era de um tamanho que impedia que ela pudesse engolir tudo.
Mas chupou o suficiente para arrancar gemidos e suspiros.


- Já que estamos numa fazenda, e já que estou aprendendo equitação, que tal você deixar eu te cavalgar um pouco?
- Ótimo, mas lembre-se que terei de dar nota à sua performance...

Sorrindo, mas antevendo o gozo, ela fez com que ele deitasse sobre seu vestido e sentou-se sobre o cacete durissimo. Uma das mãos apoiava-se no tronco dele, a outra ela segurava o próprio seio, enquanto cavalgava como uma amazona, o vento batendo, os feixes do feno acariciando seu corpo e o dele, o silêncio como testemunha de tudo.
Depois de cavalgar até cansar, ela se posicionou de quatro para que ele a comesse de cachorrinho. Bombadas e mais bombadas fizeram com que ela gozasse novamente. Mas ele segurou o máximo que pôde e quando sentiu que ia gozar, tirou o pau de dentro dela e despejou tudo em seus seios. Ela lambuzou o corpo todo com o leite quentinho dele.
Vestiram-se e voltaram para a casa. Já era quase a hora do almoço.
Após almoçarem, ele dispensou a empregada. A casa ficou vazia, so os dois. Deitaram-se no tapete da sala e tiraram um pequeno cochilo.
Lá pelas três horas, ele a acordou com beijos. Ela viu que ele ja estava nu e em pouco tempo ele tirou a bermuda e a camiseta dela.

- Vamos nadar, a água da piscina está deliciosa.

Foram correndo, mas o que não fizeram foi nadar. Mal chegaram à beira da água, ele não resistiu ao desejo. Colocou-a sentada, abriu-lhe as pernas, deitou-se ali e sua língua passou a trabalhar arduamente na xotinha de Julia. Ela não cabia em si de tanto tesão. O jeito foi sugerir uma mudança de posição, para que ambos pudessem ser chupados ao mesmo tempo, ou seja, começaram um 69 que deixou a ambos alucinados.

- Me cavalga mais! pediu ele.

Ela, prontamente sentou-se no pau dele, de costas para ele. Mal conseguia abrir os olhos ao sentir aquela tora entrando em seu interior. Pulou alguns minutos e um desejo enorme surgiu para ele. Pediu:

- Come meu cuzinho, come?
- Adivinhou meu desejo, delicia... adivinhou!
- Vou levantar devagarinho, tirar seu pau de minha xotinha e deixá-lo entrar em meu cuzinho...

E assim fez. Levantou o corpo, posicionou seu cuzinho na ponta do pau dele e foi descendo, descendo, bem devagar, até sentir que ele entrara todo. Cavalgou também, e entre urros e gemidos, os dois gozaram profusamente.
Nem um deles conseguiu pensar em sexo naquela noite. Dormiram abraçadinhos, enrolados num edredom, enquanto o fogo da lareira crepitava. O ambiente era convidativo, mas eles já estavam saciados por aquele dia!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Minha amiga e o segurança do condominio

(escrito por Meg)

Nesses dias atribulados que vivemos, fazem sucesso os condomínios fechados, onde só se pode entrar a convite dos moradores. Há portarias e seguranças que vigiam permanentemente o local, para garantir o sossego e a segurança de todos que ali habitam.

Minha amiga Natália tinha uma casa num desses condomínios. Divorciada, ela morava sozinha numa dessas casas pré-fabricadas, pequena, mas que atendia plenamente aos objetivos dela. O condomínio em que ela morava era uma área enorme, com muita mata. A segurança era garantida, inclusive, com um posto elevado de observação. Era uma casinha de madeira, em cima de um suporte de madeira e metal de quase 3 metros de altura. Lá ficava, permanentemente, um vigia. Na realidade, dois, pois eles trabalhavam em turnos. Esse posto de observação ficava próximo à casa de Natália e, ao passar ali pela manhã, quando fazia sua caminhada diária, o vigia sempre a cumprimentava efusivamente.

Ele era bem simpático, careca de todo, sua cabeça chegava a brilhar. Mas seu sorriso era cativante e Natália acabou ficando interessada nele. Nada sério, claro, mas quem sa
be dali podia sair algum caldo interessante?

Para provocá-lo, ela perguntou a ele, uma manhã, se podia tomar banho de sol ali perto. Na verdade, aquele posto de observação estava num recanto bem deserto do condomínio, apesar de razoavelmente perto de algumas casas, a de Natália inclusive. O segurança, que ela veio a saber chamar-se Raimundo, disse que ela podia ficar à vontade, ele vigiaria para ninguém importuna-la.

Ela passou a levar uma toalha, estende-la bem à vista do Raimundo, tirar o short ou a sainha e a camiseta e ficar ali por quase uma hora, dourando-se ao sol. Graças aos óculos escuros, ela podia ver que o Raimundo prestava mais atenção nela do que em possíveis ameaças... e muitas vezes, um balançar suspeito da armação de ferro e madeira indicava claramente que ele estava se masturbando, vendo-a de biquini.

Mas faltava a ele a coragem para descer e se aproximar mais de Natália. Ela desconfiou que ele devia ter medo de perder o emprego, então resolveu chama-lo, para lhe dar a coragem necessária. Começou a pensar como faria e encontrou uma solução até divertida: prendeu o fecho de uma sainha jeans na calcinha do biquini.

Assim que chegou ao local cumprimentou o Raimundo que, como sempre, sorriu para ela e desejou-lhe um bom dia. Estendeu a toalha no chão, tirou a blusa e tentou tirar a sainha, mas como ela estava presa... não conseguiu. Lá de cima Raimundo olhava ansioso, doido para ve-la de biquini, e não entendia a razao da demora. Até que ela o chamou. Ele desceu a escada, com o coração aos pulos. Ia ver sua deusa de perto...

Com voz de choro, Natália explicou a ele que não estava tendo força para soltar o fecho da saia, que havia se prendido à calcinha. Perguntou se ele podia ajudá-la. Para o Raimundo, aquela era uma ocasião que ele nunca imaginara. Não apenas via sua deusa de pertinho, como ainda poderia tocar nela...e justamente para tirar o fecho que estava preso na calcinha do biquini...

Meio trêmulo, ele acabou protagonizando um desastre que nem Natalia tinha pensado. Ao puxar com muita força, ele rasgou a calcinha, que saiu em sua mão, deixando a xoxota de Natália à vista. Ele não sabia o que falar ou o que fazer, mas Natália, passado o susto, entendeu ser aquela a oportunidade que pensara desde o primeiro dia.

Segurou a mão de Raimundo e lhe disse que não tinha importância, era apenas uma calcinha, ela compraria outra. E com um olhar bem sacana, perguntou se ele tinha gostado do que vira.
Ainda trêmulo, e balbuciando, trocando as palavras, ele acabou por dizer que sim, que era um espetáculo com o qual ele nunca sonhara.Ela então perguntou se ele tinha interesse em ver tudo. Mesmo constrangido com a situação, Raimundo entendeu o significado de tudo. Entendeu que ela queria se mostrar nua para ele. E talvez quisesse até algo mais... Fez que sim com a cabeça. Ela se virou e pediu que ele desabotoasse o sutiã. Ele o fez. Ela se virou e ele arregalou os olhos quando viu os seios dela. Eram bonitos, não tinham tamanho exagerado e os biquinhos estavam bem salientes...

- Posso? perguntou ele fazendo um gesto indicando que queria pegá-los.
- Pode... pode sim... faça o que você quiser...

A língua áspera de Raimundo percorreu os biquinhos, depois a aureola toda. enquanto isso, sua mão percorria o estreito espaço entre as duas pernas de Natália, procurando a bucetinha, e quando a encontrou, seu dedo, que mais parecia um pinto, entrou dentro dela, fazendo-a suspirar...há quanto tempo ela não sentia isso!

Sentiu a dureza do pau de Raimundo. Sentiu e provou, dando-lhe uma chupada. Mas não pôde se deliciar muito. Ele rapidamente a levou para a toalha e enfiou-lhe o cacete. Ela teve de se segurar na madeira que ficava na base do posto de observação para não cair. Mais rapidamente do que ela esperava ele gozou. Sem dizer uma palavra, ele se recompôs e subiu para seu posto. Ela entendeu a razão de ele ter gozado tão rápido. Corajosamente, subiu a escada e ao deparar-se com ele propôs:

- Quando terminar seu turno, passe lá em casa... quem sabe a gente pode fazer mais alguma coisa interessante?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Massegeando um taradinho

(escrito por Meg)

Minha amiga Valéria trabalhava numa clinica de fisioterapia, que oferecia também massagens e outros serviços para os clientes. Ela era a massagista. Gostava do trabalho, ganhava relativamente bem, estava feliz.
Um dia desses ela esteve em minha casa e pelo nervosismo dela eu percebi que havia alguma coisa errada acontecendo. Somos bastante francas uma com a outra, fui logo perguntando o que estava acontecendo.
Ela se abriu comigo.

- Meg, aconteceu uma coisa meio estranha lá na clínica semana passada. Eu que estou acostumada a fazer massagens em mulheres que desejam que eu arranque uns 20 quilos delas, pessoas que procuram so para relaxamento, enfim, tem de tudo, você conhece lá e sabe como é.
- Eu sei, aliás tô precisando marcar com você...
- Depois a gente marca, deixa eu te contar o que aconteceu.
- É mesmo, desculpe... continua.
- Pois bem, na terça passada me aparece um cara lá, advogado, bem vestido, tinha marcado um horário. Levei-o para a salinha onde tenho minhas coisas, comecei a preparar o necessário, esperando que ele tirasse o terno e ficasse de sunga como todo homem faz quando vai fazer massagem. Mas não, ele ficou só de cueca e me perguntou se podia ficar pelado.
- Uau!
- Uau nada... eu levei um susto danado. Nem sei como tive cabeça para dizer que ele podia ficar sim que eu o cobriria com uma toalha. Ele então deitou, sem a cueca, e ficou me esperando. Eu peguei uma toalha e coloquei em cima dos "documentos" dele. Minhas mãos tremiam.
- E não olhou?
- Claro que olhei, não sou de ferro...
- E gostou do que viu?
- Pior que gostei... que saco mais redondinho, que pau maravilhoso, mesmo mole...
- E aí?
- Ai? ora, fiz a massagem, normal, até na hora que minhas mãos chegaram perto da virilha e eu vi a toalha se levantando... me deu um arrepio... senti que meu coração veio na minha boca... por sorte ali era o final da massagem de frente, mandei ele se virar e ai fui fazer nas costas e nas pernas. Terminei e sem olhar ele se vestir, fiquei arrumando as coisas... gastei um tempo enorme, até ter a certeza de que ele já havia se vestido. Ele pagou, me deu boa tarde e marcou para esta semana, de novo.

Valéria estava com um problema literalmente nas mãos. O que ela poderia fazer? Não tinha a menor idéia, por isso veio à minha casa, queria ouvir uma opinião minha. Como ela deveria proceder? Eu pensei, pensei, tomei um gole de água e no final falei a única coisa que me pareceu lógica:

- Valéria, eu penso que a solução tem de ser sua. Ninguém me tira da cabeça que este advogado quer é te comer. Ou ser comido por você! Então a questão se resume a você definir se quer ou não. Se quiser, aproveite! Se não quiser, faça como fez na semana passada, tenho certeza de que você não irá suar tanto, porque o elemento surpresa já não vai existir. Simplesmente ignore o fato de ele estar pelado e faça a massagem como você sempre faz, profissionalmente. Acho que é por ai...
- Obrigada, Meg... eu também estava pensando isso, e com você me dizendo, penso que é a melhor forma de agir mesmo. Deixa eu ir, já tô ficando na hora... tchau, querida, muito obrigada e desculpe tomar seu tempo com meus problemas!
- Que bobagem, venha sempre...

Ela se despediu e foi saindo. Mas a curiosidade mata as mulheres. Não me contive e perguntei:

- Valéria, me diga, você quer?


Ela riu e respondeu:

- Quer saber? Quero!
- Tá bom, vai com calma, depois você me conta!

Três dias depois ela voltou só para me contar.

- Imagina, ele entrou na sala e nem perguntou se podia ficar pelado. Ficou. E eu resolvi encarar, então não pus a toalha nele não, deixei ele deitado com tudo à mostra. Fiz a massagem e quando cheguei perto da virilha, vejo o bichão se levantando... achei lindo! Ele notou que eu estava olhando e me perguntou o que eu achava... imagina Meg... um homem rico mas com necessidade de auto-afirmação, precisava ouvir que tinha um pau bonito... Mas é claro que falei. E ai fiz massagem no pau dele, aí é que ele ficou durinho de verdade. Ele me perguntou porque eu não ficava pelada também. Eu perguntei se ele queria isso mesmo, ele disse que sim, então tirei a roupa. Nem sei onde arrumei coragem para isso, mas estava resolvida. E voltei a fazer massagem no pau dele. Estava irresistivel, mandei a boca e chupei com vontade...Ele até se retorceu na maca. E ai fiz a loucura, subi na maca, levei meu corpo bem para cima, de modo que meus seios ficassem na altura da boca dele. Encaixar o pau na minha bucetinha foi tranquilo, e eu subia e descia dele enquanto ele mamava meus peitinhos...


- Nossa, estou ficando excitada com essa história...
- Calma, ainda não acabou não... A gente se levantou, ele me pôs de quatro na maca e, em pé, me comeu por trás. Depois voltou a se deitar e eu me deitei sobre ele, de costas. De novo o pau entrou na minha bucetinha, ele foi acelerando e quando percebi o gozo chegando, sai fora, a porra dele caiu em cima dele mesmo. Fiquei olhando, enquanto ele aumentava a respiração... limpei a barriga dele e o despachei. Fui clara e grossa. Disse a ele que na próxima sessão, se ele não trouxesse sunga eu ia colocar um colega meu para fazer a massagem nele. Que se ele quisesse novas transas, me levasse prum motel, mas ali era meu lugar de trabalho e eu fazia questão de que ele respeitasse isso.
- Verdade, falou isso?
- Claro, Meg... imagina se a notícia corre o que aquela clinica ia virar!
- E você acha que ele vai te atender?
- Não sei, vamos aguardar a semana que vem...

Um mês depois disso Valéria me ligou para dizer que o sujeito nunca mais apareceu por lá. Ela estava às gargalhadas, pois desconfiava que transar numa mesa de massagem era um fetiche dele. Quando soube que não poderia mais fazer isso, desapareceu.


- Nem deu noticia?
- Nada... sumiu, evaporou, escafedeu-se!!!
- Tá chateada?
- De jeito algum... pra te ser franca, nem tão bom assim foi, viu? De zero a dez eu daria no máximo uma nota 4 pra ele!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Meg e o passeio de lancha


(escrito por Meg)



Estávamos, Kaplan e eu, em Maceió, curtindo umas férias. Praia maravilhosa, muito sol, o que mais poderíamos querer? Meu corpo ficava a cada dia mais bronzeado e eu chamava a atenção, não vou negar. Meus biquinis eram mínimos, quase todos fio dental. Kaplan se deliciava vendo os homens passarem por mim e olharem, até descaradamente, para minha bunda.

Um dos dias que estávamos na praia, eu vi um sujeito muito interessante, parecia que ele oferecia algo às pessoas na praia. Ia perto de cada um, conversava, mas não dava para ouvir o que era. Comentei com o Kaplan que o sujeito era um tesão de homem. Ele olhou, riu, disse que não era o tipo dele.


- Pois olha... é meu número certinho, viu? O que será que ele está vendendo? Não tem nada na mão...
- Mas quem te disse que ele está vendendo alguma coisa? Vai ver está é apreciando as bundas gostosas que estão por ai...
- Deixa de ser bobo...
- Então espera, daqui a pouco ele chega aqui e você pergunta.

Fiquei deitada, fingindo que estava lendo um livro, mas de olho no tal sujeito. De fato, ele só foi chegando mais perto, até que nos viu e veio direto para nós.

- E aí, casal simpático? São de onde?
- Somos de Minas, respondi.
- Ah...a terra das montanhas... e então, estão gostando das nossas praias?
- Nossa... sem igual. É a segunda vez que a gente vem aqui e cada vez gostamos mais.
- Legal, muito legal. E já fizeram passeio de lancha?
- Não... da primeira vez eu fiz um passeio de jet sky, com um argentino, esqueci o nome dele.
- E não estão interessados no passeio de lancha? Pode ser de meia hora ou de uma hora, a gente roda por este litoral quase todo, é um passeio e tanto. Vale a pena!

Olhei para o Kaplan. Ele tinha um sorriso sarcástico, já sabia que eu estava louca para ir na lancha com aquele homem lindo.
- Que acha, meu bem? Vamos?
- Ah, Meg.. pode ir, eu prefiro ficar aqui com minha loura cerveja...
- Então eu vou. A que horas é o passeio?
- Agora mesmo! Só temos de caminhar uns 200 metros para chegar na lancha. Está vendo ela ali?
- Ah, estou... bonita sua lancha... então vamos.

Fui dar um beijo no Kaplan.
Me debrucei e o sujeito pôde ver minha bunda quase por inteiro. Dei um beijo e agradeci, mas dizendo que ele era louco mesmo.
- Sou nada.. você está a fim... curta, depois me conta tudinho!
- Pode deixar, seu taradinho...contarei.

Fui, então com o sujeito, que disse se chamar Rubens. Foi me contando sua vida enquanto caminhavamos em direção à lancha. Era paranaense. Veio conhecer Maceió e se apaixonou, nunca mais voltou. Era solteiro, mas casou-se ali e vive desse trabalho árduo de levar as pessoas para passear de lancha.
- Sua esposa deve ficar meio brava com você levando mocinhas e senhoras para alto mar, não?
Ele riu.
- É muito raro eu sair só com uma pessoa, hoje o dia não está muito bom não. Espero que você me traga sorte!

Chegamos ao local onde a lancha estava ancorada. Numa jangadinha fomos até lá. Entramos e ele começou o passeio.
Tirei a canga que e
nrolara na cintura e deitei-me de frente para ele. Meu biquini era branco. O sutiã era de cortininha, mas cortininha mesmo, só tampava o mamilo. E a calcinha... nem sei o que ela tampava! Se é que tampava alguma coisa!

Dei uma de sem-vergonha mesmo, confesso... fiquei abrindo e fechando as pernas, dando uma visão que imagino fabulosa para o Rubens. Ele entendeu o recado direitinho. Afastou-se bem da costa e parou a lancha. Veio até mim, agora só de bermuda. Tinha um fisico lindo. Deitou-se ao meu lado. Achei melhor abrir o jogo com ele.

- Rubens, eu não quero que você pense que sou uma vadia. Estou me exibindo aqui para você, mas não pense que faço isso sempre e nem que faço para qualquer um. Eu já havia notado você na praia, e comentei com meu marido que você era um belo tipo de homem. E se estou sozinha aqui com você, é porque ele sentiu que eu estava com tesão e não quis atrapalhar. Eu não sabia que você era casado, e agora que sei, quero deixar claro o seguinte: meu marido e eu temos um casamento aberto. Acredito que você não tenha. Então, se você sentir que algo que venhamos a fazer atrapalhe sua relação com sua esposa, não precisa fazer nada. Me deixe aqui sonhando, de sonhos a gente vive tambem!
- Olha, Meg... estou impressionado. Te confesso que a principio achei que você era mesmo uma vadia, dessas que se jogam pro primeiro que aparece. E se eu vim deitar aqui perto de você foi justamente para tentar descobrir se você é ou não. Porque se eu percebesse que você é uma vadia, pode ter certeza de que teria um profissional de turismo aqui e nada mais. Já recebi muitas cantadas de mulheres desse tipo e sempre as recusei. Prezo muito meu casamento, não vou jogá-lo fora por uma - desculpe o termo - piranha qualquer. Isso que você falou me deixou realmente contente. Sei que se acontecer algo aqui entre nós não vai cair na boca do povo. Meu casamento não corre perigo com você, assim como o seu não corre perigo algum comigo.

Fiquei super feliz ouvindo Rubens falar tudo isso. A voz dele, a expressão do rosto, dos olhos, tudo me dizia que ele era sincero.

- Que bom, Rubens, que bom..

Sorri para ele e convidei:
- Chega mais, vem matar meu tesão, vem!
- Ora...quem sou eu... eu estava esperando que você matasse o meu!!!

E assim falando, ele, que estava deitado atrás de mim, enfiou o braço entre as minhas pernas e sua mão atingiu a minha "perseguida", que já estava louca por um toque.
Rapidamente ele me pôs de pé, arrancou meu sutiã e encheu de beijos os meus seios e a minha barriguinha. Me pôs sentada em um banco que havia lá e sua língua adentrou minha bucetinha. Sem a preocupação de alguém por perto, dei um grito, foi incontido. Que língua poderosa tinha o Rubens.

Não aguentei esperar mais. Arranquei a bermuda dele e fiz-lhe um boquete demorado. Não deixei nem um milimetro do pau e das bolas dele sem serem lambidos. Enfiei tudo na boca, por sorte ele tinha um pau do tamanho do Kaplan, e eu conseguia devorar tudo.

Ele me colocou deitada de bruços, e enquanto apertava minha bunda sua lingua percorria meu reguinho, indo do meu cu para a minha buceta, que já devia estar toda melada.Me pôs de pé e derramou protetor em meu corpo, me deixando toda molhada. Esfregou-se em mim e passei boa parte do protetor para ele com essa esfregação. Mas seu pau entrou deslizando em minha bucetinha, ambos em pé, ele por trás de mim. O tesão que tomava conta de mim me fez levar minha mão ao meu clitóris e ajudar o pau dele a me fazer gozar ali mesmo, em pé. As pernas bambearam, ele percebeu e então deitou-se, me pondo sentada em seu cacete. De costas para ele, eu levantava e abaixava minha bunda. Ele podia ver seu cacete entrando e saindo, mas via também meu cu piscando de vontade de experimentar aquela pica cheia de óleo.

Me colocou de joelhos, segurou firme em meus braços e lá se foi o cacete deslizando dentro do meu buraquinho. Outro grito de prazer, este foi ouvido por passageiros de outra lancha que passou perto da nossa.

Não satisfeito, lavou o pau, foi ate a cabine e voltou com um copo cheio de um drink. Pediu que eu abrisse meus grandes lábios e derramou aquele liquido gelado. Imediatamente caiu de boca e bebeu tudo, misturado com meus sumos... Outro grito de prazer!

Retribui colocando o pau dele dentro do copo com o que restara do drink. Deixei so um pouquinho. O pau dele foi devidamente chupado por mim. O drink tinha sabor de chocolate, mas esqueci de perguntar o que era. Pedi que ele gozasse dentro do copo, o que ele fez. Misturei sua porra com o drink, e tomei um gole. Passei para ele e ele tomou o último gole.

- Rubens, você conseguiu matar meu tesão. E eu? Consegui matar o seu?
- Moça mineira... como conseguiu... essa de me fazer beber minha própria porra... foi demais!
Vamos passear mais amanhã?

Sorri... beijei-o, vesti o biquini. Ele ligou o motor e me levou de volta. O passeio demorara bem mais do que uma hora. Ele não quis cobrar, mas fiz questao de pegar o dinheiro com o Kaplan e pagar a hora de passeio.

Nos dias seguintes ele passou por nós, mas não fui mais. Kaplan disse que eu poderia ir, mas achei melhor não ir. A lembrança que eu ia levar de Maceió era fantástica. Não precisava de outro round.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Julia no haras, aprontando todas





Julia começara a frequentar um haras com umas amigas, e acabou gostando tanto, que começou a fazer aulas de equitação, tres vezes por semana, nos
outros dias ia a passeio. Só que aí acabou conhecendo o dono do haras, e pintara um clima no ar entre os dois. Isso desencadeou em aventuras inesquecíveis por
lá.


Julia saia de casa com suas amigas para ir ao haras, que era de um tio de uma delas. Bem, elas iam todos os dias depois da aula da faculdade e iam para passear, pois adoravam cavalos, natureza, ar puro. Elas ficavam assistindo as aulas de equitação. E acabaram fazendo amizades também, chegaram mesmo a ter uma turma por lá.

Tão encantada ela ficara que pedira ao pai para entrar na aula de equitação. Ele concordou e ela se matriculou. Naquela tarde ela tomou um banho, pôs uma camisolinha fresquinha e uma calcinha perfumada, e acabara dormindo. No dia seguinte, quando acordou, foi para a faculdade, passou a manhã toda lá, almoçara com as amigas e foi para casa estudar um pouco.

Marcou com as amigas para irem ao haras às 16 horas. Como ja tinha costume com cavalos, pois montava desde pequena nas fazendas de seus tios, foi moleza para ela. Estava com uma calça jeans justa, botas de couro e uma blusa de manga comprida xadrez; por baixo uma regatinha branca, e prendera os cabelos num rabo de cavalo.



Fizeram as aulas experimentais; depois foram para o vestiário, tomaram um banho e trocaram de roupa. Na lanchonete encontraram a galera. Comeram alguma coisa, conversaram, passearam no haras, quando iam embora eis que chega o tio de Laura, o dono do haras, ela o apresentou, rolou um clima muito forte entre os dois.


Despediram-se, e algumas amigas ficaram, outras foram embora com Júlia. Foram conversando no carro, elas notaram o clima que rolara entre Julia e o tio de Laura. Julia apenas sorriu, mas no íntimo sabia que estava desejando aquele homem, que tanto a encantara. Ela levoui as meninas em casa, e subiu para o seu apartamento depois de me despedir de Vivian, que também morava no mesmo predio; estava alegre, exausta. Cumprimentou os pais, irmãos e foi para o quarto. Tirou a roupa, ficou apenas de calcinha e camisetinha e ficou deitada na cama. A lembrança do tio de Laura fez com que ela, sem perceber, levasse a mão até a xotinha e se masturbasse. Depois do gozo, adormeceu.

Sonhou com o dono do haras. No sonho eles transavam loucamente, ora em cima do feno guardado para a alimentação dos animais, ora em cima de um cavalo.



Acordou agitada, lavou o rosto, aprontou-se, tomou um café bem reforçado e foi para a faculdade. Ficou na biblioteca fazendo pesquisa, mas seus pensamentos não saiam do haras e do tio de Laura. Viu que era bobagem ficar ali, tinha de ir ao encontro dele. Foi para o pátio, as amigas chegaram, ficaram conversando sobre as aulas de equitação e também sobre os trabalhos de grupo que deveriam fazer naquela semana. Combinaram que se reuniriam na casa de Laura e depois iriam direto para o haras. Assim fizeram. Chegando ao haras, foram para o vestiário, deixaram as mochilas nos escaninhos e foram para a aula. Depois da aula, um banho e um lanche, quando encontraram novamente a galera de quem já ficavam amigos. Júlia estava impaciente, ainda não havia visto o tio de Laura.



Depois de lanchar, resolveu deixar a turma e sair para passear, na esperança de que pudesse encontrá-lo. Foi feliz em seu intento. No meio do caminho encontrou-o. Seu coração batia descompassado. Ele a chamou e começou a puxar uma conversa. Apesar do desejo incontido, Júlia estava meio sem graça, não conseguia saber a razão.

Pararam em um recanto muito bonito, com muitas árvores, lago, muitas flores. Havia ali um grande banco de madeira e eles se sentaram. Ele perguntou se ela estava gostando das aulas, do haras. Ela respondeu que sim, que adorava cavalos, a natureza. Assim foram percebendo suas afinidades e o tesão dos dois só aumentava...


Seus olhares se cruzavam e diziam tudo que eles precisavam saber. Ele a elogiou, dizendo que era linda, e confessou que ela “mexera” com ele, tanto que até sonhou com ela. Mas estava sem jeito de se aproximar, pois Julia era amiga de sua sobrinha e bem mais nova do que ele.

Ela disse a ele que também tinha este receio, pois ele era tio da amiga, mas que quanto a idade não via problema, pois gostava de homens mais maduros, muito mais sensiveis e carinhosos. No meio disso, ficaram mais perto um do outro no banco, ele pegou nas mãos dela, acariciou-as e aí se viram aos beijos e abraços.


O clima ia esquentando, mas acharam melhor parar por ali, pois a galera devia estar já preocupada com a ausência dela. Voltaram para o estacionamento, não sem antes trocarem os telefones. Despediram-se normalmente, e foram embora.



Ela deixou as meninas em casa, e foi para seu apartamento. Como não tinha ninguém lá, foi para o quarto, tirou a roupa e novamente se masturbou pensando nele, nos beijos que deram. Debaixo do lençol e mordendo o travesseiro para não gritar, ela teve um orgasmo sensacional...


Sonhou com ele novamente.


Estava nas nuvens, colocou um vestido jeans, uma flor nos cabelos, uma sandalia, pegou a mochila e foi para aula. Mal deu conta de assistir as aulas, completamente aérea. Foi almoçar em casa. Ligou para Vivian e pediu carona para o haras. Desceu, esperou-a na garagem. Entraram no carro e foram conversando até o haras Fizeram as aulas, depois ela saiu um pouco mais cedo, pois imaginava poder encontrar com ele novamente. Quando se encaminhava para o vestiário, deu de cara com ele.


- Ei, linda, tudo bem?
- Tudo, sim, e com você?
- Topas dar uma volta a cavalo comigo, ai te mostro o haras e alguns locais interessantes que você ainda não viu....
- Tudo bem vamos, mas antes posso pegar uma garrafinha de água, pois está um calor... E depois podemos descansar um pouco.
- Claro, você é quem manda, delicia!

Encheu a garrafa com água bem geladinha, ai montei num cavalo e ele em outro. Ela estava com uma calça de lycra bem justinha, que deixava seu corpo bem valorizado (diga-se, sua bundinha e sua xotinha ficavam muito, mas muito destacadas) e isso o deixava mais excitado ainda. Estava de botas e uma camisa lisa vermelha de manga comprida de botoes, cabelos soltos. No meio do caminho, iam conversando, ela notou que ele a olhava de corpo inteiro, e que um volume se formava em sua calça. Entendeu que seu pau já devia estar em ponto de bala. Ela olhava despistando, mas adorava ver.



Eis que ele chegou com seu cavalo bem perto do dela e passou a mão na bundinha dela. Ela olhou-o de forma bem safada e abaixou a calça, mostrando seu bumbum para ele. Ele ficou enlouquecido. Chegou ainda mais perto com o cavalo, inclinou-se e deu uma bela lambida na bunda de Julia, arrepiando-a todinha.


Desceram dos cavalos, haviam parado em um lugar bem afastado, mais bonito. Ele a carregou, abraçou, beijou ardentemente. Encostaram-se numa árvore, ela desabotoou a camisa, colocou as mãos dele nos seus seios. Ele agradeceu a oferta beijando-os, lambendo-os, chupando-os.

Enquanto isso, ela massageava seu pau, abriu a braguilha, tirou o pau dele para fora e fez um delicioso boquete, tão gostoso que ele quase gozou na boca de Julia.


- Você me deixa doido, docinho!
- Você não viu nada ainda!


Não dava para esperar mais. Eles foram para os “finalmentes” na grama mesmo. Ele pos sua camisa no chão, deitaram-se nela. Julia lembrou-se de perguntar se ele tinha camisinhas, por sorte ele tinha.


- Então, venha! Sou tua! Me pega de jeito, safadinho, gostoso!
- Me devore também, delicia!


Foram se beijando, ele chupou e lambeu o corpo dela todinho, já completamente nu nessa hora. Deitada de costas na grama ela colocou a camisinha no pau dele, que pulsava ao contato com as mãos dela. Ele a penetrou, arrancando suspiros e gemidos profundos. Depois ela ficou de lado e ele continuou a come-la. Vendo seu cuzinho piscando de vontade, ele trocou a camisinha e penetrou no buraquinho traseiro dela, arrancando não apenas suspiros, mas alguns gritinhos. Julia delirava com tudo aquilo.


Descansaram um pouco, abraçados e foram embora. Sua amiga Vivian já tinha ido, imaginando que a demora de Julia deveria ter “motivos fortes”. Ele então a levou até em casa. Uma aventura como essa teria de ter sequencia, e teve. Se Julia me contar eu passarei para vocês, leitoras e leitores!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A obra inacabada


(escrito por Meg)
Já narrei aqui uma transa minha, aliás, foi o terceiro amante que tive. Hoje vou narrar uma outra com ele.
Depois que fizemos a primeira vez, tomamos gosto e quase toda semana a gente se encontrava num motel. E eram trepadas deliciosas, daquelas demoradas, que provocavam uma suadeira tremenda... e que terminavam debaixo de uma ducha.

Até que um dia, quando a gente se encontrou e ia para o motel, ele me disse que estava mexendo com construção de prédios num bairro novo. E me perguntou se eu me incomodava de passar antes na obra, ele queria me mostrar os apartamentos que estava construindo.

Falei que não tinha problema.

Então fomos.

Chegamos lá, o prédio ainda estava em construção, com muita sujeira, tábuas, pregos, ferros...foi dificil caminhar com ele me mostrando o que era sala, o que era quarto, banheiro, cozinha, área...

Ele estava fotografando a obra. Ai, de repente, me falou:

- Que tal fazermos algumas fotos?

Eu falei: - aqui?

- É, respondeu ele.
- Mas e os pedreiros, não vão ver?
- Que pedreiros...já deu 5 horas, foi todo mundo embora.
- Tem certeza?
- Claro, acha que eu iria trazer vc aqui para eles verem? Já vim com minha esposa, essas coisas a gente não pode deixar muita gente saber não...

Acabei confiando e tirei algumas fotos dele e ele tirou algumas minhas. E de tanto ele me apurrinhar, acabei tirando a roupa e ele bateu algumas fotos de mim semi-nua. Exigi que ele ficasse pelado e tirei algumas tambem, mas o safado nunca me deu as dele, só me deu uma das minhas. Que, aliás, não é nenhum primor...

Ai o clima ja estava quente e rolou a transa ali mesmo.

Não fomos a motel nenhum naquele dia....rssss

Chupei a pica dele, o tanto possível, pois era muito grande e não cabia toda em minha boca. Mas consegui fazer com que ela ficasse bem dura.

Me apoiei na beirada de uma janela em construção, ele veio por trás e ficou bombando até.... esse demorava demais a gozar... meus braços ficaram cansados, as mãos marcadas pelo cimento... mas foi gostoso...

Eu tive a impressão, teve uma hora lá, que havia alguem nos observando, mas como ja estava meio escuro, não deu pra ver direito... Mas sabe quando você tem a sensação de que tá sendo observada? eu tive... se foi algum pedreiro, ainda bem que não apareceu...seria complicado....rssss

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Do clube para o motel...

(escrito por Meg)


Frequentavamos um clube que existia próximo a nosso apartamento. No entanto, mudamos para um bairro bem distante e assim, ficou inviável atravessar a cidade para frequenta-lo. Preferimos, então, vender a cota, o que foi feito rapidamente.
Mas os amigos permaneceram. Alguns nos visitavam de vez em quando, outros a gente visitava.


Mas sabem como é... o tempo passa e as pessoas se encontram cada vez menos... ainda mais depois que o computador se tornou algo tão indispensável e trouxe, com ele, a virtualidade. A troca de emails substitui, muitas vezes, os apertos de mão, os abraços...é o século XXI...

Um sábado desses recebi um telefonema de um casal amigo, amizade que surgira naquele clube. Queriam que eu fosse até lá para reencontrar a turma, todos estavam saudosos.

O convite era tentador, mesmo porque havia vários amigos que eu iria poder reencontrar com os quais eu tive quentissimos relacionamentos em outras épocas. Agora seria o caso apenas de reve-los, pois praticamente todos estavam casados. E as esposas estariam lá, com certeza.

Mas fui. Estava saudosa dos papos inconsequentes, das cervejas geladinhas, da piscina... Não me arrependi.

Fui recebida com abraços calorosos. Todos demonstravam o carinho que tinham por mim. Descemos para as piscinas. Alguns fizeram "fiu-fiu" quando fiquei de biquini. Meus biquinis sempre foram pequenos e sempre tinham sido admirados. Acredito que o "recheio" era bem mais admirado do que o biquini, mas... tudo bem... sempre é bom para o ego ouvir um "fiu-fiu".

Passamos uma manhã adorável, almoçamos no restaurante e depois ficamos batendo mais papo debaixo das barracas, tomando cervejas e mais cervejas.

Percebi que alguns de meus ex-casos me devoravam com os olhos, mas sem poder fazer nada mais do que isso, pois as esposas estavam junto. Fiquei com saudades do tempo em que, após as cervejas, eu saia com um ou com outro para um motel e ficavamos lá até o anoitecer. E chegando em casa ainda tinha de narrar os detalhes pro Kaplan e levar mais vara... tempo bom!

Eis que apareceu o Duilio. Incrivel, estava solteiro ainda. E quando me viu arregalou os olhos e me deu uma piscada como a dizer: - hoje você não me escapa!

Tenho de explicar um lance que ocorreu entre nós dois. A gente estava muito afim, isso já fazia uns 10 anos, e uma noite, já quase na hora do clube fechar, todos os amigos já haviam ido, estávamos só nós dois, deu aquela vontade, procuramos um lugar bem escondido ali mesmo, com muita vegetação e começamos a dar uns amassos.

O pau dele, enorme, se encostava duro em mim. E eu comecei um boquete, delicioso tanto para ele como para mim. Mas fomos interrompidos pelo apagar das luzes. Tivemos de correr para não ficar presos no clube.
E por incrivel que pareça, nunca surgiu uma oportunidade de darmos continuidade àquilo que haviamos feito.

Naquele dia finalmente poderia acontecer.

Como os amigos já estavam casados, com filhos, eles voltaram para suas casas mais cedo do que na época em que eu frequentava. Ficamos nós dois, Duilio e eu, nos olhando com olhares cobiçosos. Saimos rapidamente dali e fomos para um motel.

Lá chegando, tiramos a roupa rapidamente, mas ele insistiu em que eu ficasse de camiseta, queria ver meus seios debaixo da camiseta molhada... entramos no chuveiro e tomamos uma ducha bem quentinha e gostosa. E foi debaixo da água que eu retomei o boquete que havia iniciado naquele recanto escondidinho... E agora pude levar até ao fim, vendo ele explodir de gozo, me inundando a boca, o rosto, os seios... Me deu um banho, limpando tudo.


Me carregou para a cama, e lá recomeçamos os amassos que em pouco tempo fizeram o cacetão dele ficar novamente duro. E então eu pude sentir o prazer que esteve latente por quase dez anos...que maravilha de pau entrou dentro de mim! Me encheu todinha, e ele não parava de bombar e eu só gozava, gozava, gozava.

Mamou em meus peitos, quase conseguia colocar eles inteiros dentro da boca, apertava os biquinhos com os lábios, puxava, esticava, me fazia ficar louca, pedindo mais e mais.

E como conseguia segurar o gozo! Ele já havia me dito que demorava muito, mas sempre achei que isso era papo que fazia parte de cantadas... mas não, fiquei impressionada com a demora dele para gozar. E isso foi uma maravilha para mim, que aproveitei tudo!

Claro que depois de tanto tempo reprimidos, fariamos de tudo naquela hora. Meu cuzinho foi literalmente arrombado pelo cacetão de Duilio. Mas inebriada de gozo como eu estava, nem percebi se doeu ou não, deixei entrar tudo e pude gozar mais uma vez, quando ele, finalmente, derramou seu leitinho quente em meu buraquinho traseiro.

Fiquei prostrada na cama por alguns minutos. Só olhando para ele, sorrindo, e vendo um sorriso adorável no rosto dele.

Me carregou de novo para o chuveiro, deu-me outro banho, massageando meu corpo todo.

Queria mais, mas eu não aguentava.


Prometi - e cumpri - que nos veriamos de novo. E cada vez que nos vimos explodimos de prazer!