quinta-feira, 29 de abril de 2010

Meu amigo é voyeur, e a namorada exibicionista



(publicado por Kaplan)



Tenho um amigo, cujo nome vou manter em sigilo, que é um voyeur assumido. Onde vai carrega binóculo, máquinas fotográficas, e não perde uma chance. Nas grandes cidades que visita, tem sempre um caso para contar na volta: a loura que andava nua pelo apartamento, o casal que transava com a cortina aberta, enfim... daria para escrever um livro com tanto caso já visto e fotografado por ele.



Ele tem uma namorada...uma garota que vou chamar de Ligia, magra, bem feita de corpo, muito simpática e com um par de seios deliciosos... sei disso porque um dia eu estava na casa dele, estávamos zuando um pouco e ela apareceu no msn. Meu amigo não deixou que ela me visse pela webcam mas eu podia vê-la.


E ele me surpreendeu, falando com ela para se despir, pois ele queria vê-la nua. Ela pediu para esperar, ia trancar a porta do quarto e já voltou só de calcinha, desfilando sua nudez para a câmera. Meu amigo logo se “entusiasmou”, tirando o pinto pra fora da bermuda e mostrando para ela como ele estava duro, o que a deixou ainda mais assanhada. E eu fiquei vendo aquela cena toda, mas é claro que me concentrei nos seios de Lígia... que espetáculo!!! Pequenos, durinhos, daqueles que todo mundo tem vontade de colocar na boca e engolir.


Foi uma tarde fantástica aquela...


Algum tempo depois estive na casa dele para conversarmos um pouco, tomarmos uma cervejinha, pois há muito não nos víamos. Quando cheguei, encontrei-o todo animado. Havia acabado de receber um telefonema de Ligia, que estava numa praia do nordeste com uma prima. E ela contara para ele o sucesso que estava fazendo com os shortinhos reveladores, as camisetas sem sutiã e principalmente com um vestido bem transparente que ela estava usando na cidade e atraindo a atenção dos homens, principalmente dos gringos que lá estavam.


Comentei que ele devia ser doido, de deixar a namorada se exibir assim, mas ele disse que não tinha problema. E ainda brincou:


- Como eu, existem milhares de voyeurs... é preciso deixa-los felizes!!! E a Lígia deve deixar todo mundo maluco...O que vai ter de punheta sendo batida hoje lá na praia!!!...


Morremos de rir da situação.


Falei com ele deste blog e ele disse que quando ela chegasse da praia iria pedir para ela me contar os casos todos a fim de que eu pudesse narra-los aqui. Dito e feito. Três dias depois chega a Lígia e meu amigo me chama em casa para que ela me contasse as peripécias. Quando cheguei lá, percebi que já tinha rolado um belo sexo entre os dois, devido à bagunça em que se encontrava o apartamento.
- Então, Lígia, o Renato veio aqui, eu o chamei, na realidade, para você contar para ele tudo que se passou na praia. Ele vai escrever um conto erótico e publicar na internet!


- Ah, não... isso não... imagina se pessoas conhecidas, meus irmãos ou meu pai lerem esse conto e sabendo que sou eu... vão me matar!!!
- Não, fique tranqüila... não vou colocar seu nome nem identificar lugares. Ninguém vai saber que é você!
- Jura?


- Claro! Pode confiar em mim!


Nesse momento, o meu amigo disse que, como já tinha ouvido o relato, iria aproveitar para tomar um banho, pois teria que sair depois. Deixou-nos a sós e percebi que Ligia tinha ficado um pouco constrangida com a situação.


- Se você não achar legal, não precisa falar nada, Ligia. Só vim porque ele me pediu muito, queria ver publicado o que você fez de exibicionismo na praia...
- Pois é... mas eu acho estranho falar disso para você... falar para ele, que é meu namorado é uma coisa, mas você é apenas um amigo, um grande amigo, tá certo, mas não é a mesma coisa, me entende?
- Por isso mesmo estou lhe dizendo que se não quiser não precisa falar nada. Devo te confessar que acabei ficando um pouco curioso e até excitado com tudo o que ele fala, mas é um direito seu não querer contar...
- Ah... vou tentar satisfazer este meu namorado... Bem, Kaplan, eu não sei o que você pode pensar sobre isso, mas eu gosto demais de me exibir. Não de uma forma grosseira, vulgar, mas com estilo... saca? É um lance profundamente excitante. E numa praia, as ocasiões para isso são praticamente totais. De manhã à noite as pessoas estão praticamente seminuas, então ai é que entra o fator classe.
- Eu estava lá com uma prima. A gente caprichou nas roupas... Eram blusas e camisetas meio transparentes, eram shortinhos bem curtinhos, bem reveladores, eram bustiês pequeninos, biquínis transadissimos... e deixamos a galera alucinada!!!


- Posso imaginar...
- E eu levei um vestido que ele tinha me dado há mais tempo, super transparente, aquele ali, o verde! Cara... a noite em que eu sai com ele aconteceu de tudo: garçom tropeçando com a bandeja cheia de copos de cerveja, gringo com torcicolo, velhos babando....


- Mas ele é tão transparente assim?
- É...riu ela, vou por para você ver...
- (Meu Deus... isso não está acontecendo comigo.... ela vai por o vestido transparente...)


Ligia levantou-se e com a maior naturalidade tirou o roupão que estava usando, ficando só de calcinha. Pegou o vestido e o colocou. Virou-se para mim, querendo saber o que eu achava.
- Realmente, é um bocado transparente... você foi corajosa de usar!


- Tinha perigo não... eu estava com minha prima e ninguém metia a cara com a gente não...


Ficamos ali parados um pouco, em silêncio, eu admirando os seios de Ligia através do vestido transparente...


- Gostou?- Eu já tinha visto você nua, um dia na webcam, eu estava aqui e vi... mas era uma imagem pequena... ver assim, tão de perto...tão bonitos... que coisa linda!!!


- E por que você se contenta só em olhar?
- Como assim?


Ela então tirou o vestido e veio em minha direção. Pegou minha mão esquerda e a levou até o seio, fechando os olhos e abrindo os lábios. Era demais pra mim... beijei-a e daí pra frente me esqueci completamente de onde eu estava. Tirei a roupa, arranquei-lhe a calcinha, deitei-a no tapete da sala e cai de boca naqueles seios magníficos. Desci com minha língua pelo seu corpo, até chegar aos pés. Ela gemia e arfava, e mais gemeu quando a penetrei. Molhadinha ela estava e o pinto entrou deslizando. Como diz a música: e foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos... em breve nós dois gozávamos, suados...


Aí é que me lembrei de onde estava e que meu amigo havia ido tomar um banho... E agora? Foi então que eu o vi, pelado, se masturbando. Ele havia visto tudo. Como um bom voyeur, ele preparou a cena para que Ligia e eu transássemos, enquanto ele se limitava a ver...




Grande amigo!!!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Passeando com o cachorrinho


(escrito por Meg)

Algum tempo atrás fui passar uns dias no interior. Levei meu cachorrinho e todas as manhãs eu passeava com ele num bosque que havia nas redondezas. Era um local muito agradável, cheio de árvores e plantas, muito verde. Caminhar ali era uma delícia, realmente. E meu cachorrinho gostava também. Mas eu o mantinha sempre na coleira, com medo que de que entrasse pelo mato e eu o perdesse.

O bosque não era muito freqüentado. Vez ou outra passava alguém fazendo cooper, alguns homens, mulheres, casais.. Todos se cumprimentavam. Um belo dia um rapaz passou a freqüentar, com uma cachorrinha, no mesmo horário que eu. Ele sempre vinha do lado oposto ao que eu andava. Quando ficávamos próximos, ele me cumprimentava, os cachorrinhos se cheiravam, e continuávamos nossos passeios. Claro que, com o passar dos dias, dos cumprimentos passamos às conversas e até a caminhar juntos.

Eustáquio era o nome dele. Muito simpático, era estudante universitário, tinha bom papo. E era atraente também, não vou negar. Tinha entre 1,75 e 1,80, não era malhadão, mas tinha um bom porte. Ia sempre de moleton e camiseta. Eu, quase sempre ia de bermuda jeans ou short e camiseta também.

Eis que, num belo dia, estava eu abaixada, tirando alguns raminhos que tinham grudado na pele do meu cachorrinho. Distraída, nem percebi a aproximação de Eustáquio e de sua cachorrinha. Só notei quando o meu ficou indócil com a presença da cachorrinha. Ai eu o vi com ela nos braços. Ato contínuo, peguei meu cachorrinho nos braços também e os dois ficaram se cheirando.

Eustáquio falou primeiro:

- Você me proporcionou um belíssimo espetáculo hoje!
- Eu? Como assim?
- Quan
do cheguei você estava abaixada. Te vi de costas...desculpe a franqueza, mas que bunda maravilhosa você tem!
- Que é isso, Eustáquio?!!!
- Desculpe, não consegui evitar de ver e nem de falar agora... Sua bunda é maravilhosa, mesmo com esta bermuda que você está usando... Fiquei imaginando como seria você nua e me excitei profundamente...veja!

Dizendo isso, ele me mostrou o enorme volume que se instalara por baixo da calça de moleton. Ele não devia ter feito isso... Por mais que eu tente, não consigo resistir à visão de um cacete duro apontando para mim... amarrei meu cachorrinho numa árvore e, mais que depressa, abaixei sua calça. Sem cueca. Belíssimo exemplar de cacete masculino.

Abocanhei-o no ato, ajoelhada na frente de Eustáquio. Chupei-o com gosto...aliás, sempre tenho muito gosto em chupar um belo pinto. Levantei-me, segurei bem firme no mastro duro e continuei a suga-lo, por não sei quantos minutos. Eustáquio gemia de prazer. Acabou tirando minha bermuda e minha calcinha. Fez com que eu me apoiasse em uma árvore, ficando de costas para ele e mergulhou aquela pica dura em minha xotinha que já estava úmida de tesão.

Ali ficamos mais uns minutos, ele bombando sem parar. Agora quem gemia de prazer era eu. Que pau gostoso... como ele metia bem...Já tinha gozado uma duas vezes e queria mais...eu pedia:

- Isso, Eustáquio, não pare...mais força... me come...tá muito gostoso!
- Pode deixar, Meg...vou te comer muito...tô esperando isso há muito tempo...sua gostosa! Já me punhetei muito pensando em você...
- Precisa punhetar mais não....me come gostoso...tá muito bom...

Eu quase subia pela árvore, de tão gostoso que estava sendo...E ele não desistia...continuava a bombar seu pau dentro de mim... agora que ele levantou minha camiseta e segurou meus seios... mais gostoso ficou!!!

Retirou-se de mim. Pegou sua calça e forrou um tronco. O que mais essa delícia de homem planejava?

Logo fiquei sabendo. Ele sentou-se, com o mastro ainda totalmente em pé. Pegou em minha cintura, me puxando para si. Me fez sentar naquele pau lindo, que entrou em meu cuzinho, me rasgando toda, me completando toda... me deixando alucinada... Não pude reter um grito, enquanto ele me fazia cavalgar em seu pau, segurando um dos meus seios e me fazendo gozar mais uma vez.

Súbito, apareceu um outro rapaz. Assustado, ele ficou nos olhando. Não paramos por causa dele... era impossível parar! Continuamos nossa “função”, enquanto ele nos olhava e, claro, tirava o pau pra fora da calça e batia uma punheta. Quando gozou, saiu correndo de nossa vista. Só ai Eustáquio se dignou a gozar também, espalhando sua porra em meu rosto e em meus seios.

Não precisam me perguntar se, depois disso, todos os dias em que fiquei naquela cidade a gente se encontrava no bosque....

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A sobrinha não passou no vestibular

(escrito por Kaplan)


Da janela de meu escritório eu vejo sempre uma loirinha. Depois de muito observar, pude verificar que no apartamento moravam ela e duas senhoras mais idosas, que acreditei serem irmãs, que deveriam ser, obviamente, sua mãe e uma tia. Por causa disso, ela sempre andava muito à vontade dentro de casa, e várias vezes a flagrei usando só uma camisetinha e uma calcinha.


Alguns dias ela descia para a piscina do prédio e eu podia observá-la de biquíni, mínimo. Ela tem cerca de 1,70m, deve ter uns 19 anos, seios médios e uma bunda maravilhosa. Quando ela estava deitada à beira da piscina, aquela bunda, vista de pertinho graças a um binóculo potente, mostrava-se em toda a sua plenitude. Era realmente uma bunda nota 10!!!

Mas nunca a vi sem roupa totalmente. E também nunca desistia de ficar olhando, pois...quem sabe... uma dia eu poderia ver algo mais...afinal, a esperança é a última que morre....

Só que num determinado final de semana, um personagem novo passou a freqüentar a casa. Um senhor, de seus 50 e poucos anos, e feições muito parecidas com as das duas senhoras mais velhas, passou a ser visto, não sei ainda se veio apenas passar uns dias ou se veio morar com elas. No íntimo, amaldiçoei-o, pois imaginei que, com ele dentro de casa, minha loirinha passaria a não andar mais tão à-vontade como sempre o fizera. Engano meu, felizmente!

Ela continuava tão livre, leve e solta como sempre, mesmo quando ele entrava no seu quarto e, sentado na cama, ficava a conversar com ela. Isso me excitava ainda mais...

Pelos horários dela, eu tinha a certeza de que ela estudava em cursinho, preparando-se para algum vestibular. E neste início da semana, já começam a sair os primeiros resultados.
Eu observava que os horários dela haviam se modificado e calculei que ela ia fazer as provas, voltando para casa lá pelas 17 horas e, mais do que depressa, abrindo o computador para conferir os gabaritos.

Pela expressão do rosto, eu observei que ela não estava indo muito bem. A mãe, a tia e o tio vinham ao quarto, perguntavam a ela sobre as provas e tentavam consolá-la, mas ela andava bem triste.

Ao que parece, ontem saiu o resultado. Ela andava muito nervosa pelo quarto, volta e meia consultava o computador, roía as unhas, até que, pela expressão do rosto, eu percebi que o resultado tinha sido publicado. E o choro que veio em seguida demonstrou que ela não havia passado.

Mais uma vez as velhas e o tio vieram ao seu quarto para consolá-la. A mãe trazia sucos, a tia gesticulava, o tio só ficava sentado na cama.

Esqueci-me de dizer que ontem, mais uma vez, ela estava com uma camiseta branca, de alcinha, bem folgada, e uma calcinha preta. Sentada na cadeira em frente ao computador, ela olhava para a tela, como se quisesse conferir mais uma vez, abaixava a cabeça e chorava.

Em um dado momento, a mãe e a tia saíram do quarto. Ela então desligou o computador e, ainda chorando, sentou-se na cama, ao lado do tio, que a abraçou e começou a fazer carinhos em seus longos cabelos loiros.

Eu só observava, apesar da dor que ela sentia, eu me excitava muito com os carinhos que o tio fazia nela. De repente, ela deitou-se na cama, com a cabeça no colo do tio, que respirou fundo e continuou a fazer os carinhos nos cabelos dela.

Mas, ao que tudo indica, ficar com aquela maravilha de sobrinha no colo excitou o tio também. Dava para ver que seu cacete começava a crescer, bem próximo à cabeça da loirinha. E, num movimento que ela fez, ela encostou-se nele, assustando-se e levantando-se.

Pena que não dava para ouvir o que eles falavam, eu só podia ver que ele a abraçou e procurou dar alguma explicação sobre o fato de ter ficado excitado. Interessante...ela não deve ter se ofendido com a situação, pois não saiu, nem procurou vestir uma bermuda ou uma saia...continuou sentada ao lado dele, aceitando com tranquilidade os abraços e carinhos.

E ai aconteceu a coisa mais excitante...ela colocou a mão sobre o cacete do tio e ficou fazendo carinhos nele, por cima da calça. Mais que depressa, o tio levantou-se, trancou a porta e voltou para o lado da sobrinha.

Os carinhos dele começaram a ficar mais ousados. Colocou as mãos por baixo da camiseta e percebi que ele estava acariciando os seios dela, que deixou a cabeça cair para trás, com os olhos fechados. Ela estava gostando muito daquilo, não oferecia resistência...dava até para pensar que não era a primeira vez que acontecia um lance desses com o tio. O passo seguinte foi o tio tirar a camiseta dela e então eu pude ver o que sempre quis: dois seios monumentais...tamanho médio, auréolas clarinhas e dois biquinhos protuberantes, que foram imediatamente sugados e beijados por ele.

Ela se contorcia toda com os carinhos e começou a retribuir, beijando a boca do tio com sofreguidão. Dir-se-ia que toda a tensão acumulada pelas provas e pela perda do vestibular extravasavam agora. Suas mãos percorriam avidamente o tronco do tio, que tirou a camisa para
que ela pudesse tocá-lo.

Não satisfeita, ela tirou a calça do tio, deixando-o apenas com uma cueca branca, onde avultava o cacete, já completamente duro. Eles estavam agora de pé, abraçados e se beijando e se acariciando com sofreguidão. Ela foi escorregando para baixo, até seu rosto ficar na altura da cueca do tio, e em seguida, abocanhou aquele cacetão por cima da cueca mesmo. Levantou o rosto para ver a reação do tio, que tinha até fechado os olhos de tanto tesão. Ela sorriu e, em seguida, baixou a cueca do tio, deixando-o completamente nu. Pediu que ele sentasse na cama e mergulhou de cabeça naquela tora endurecida... Beijava da cabeça até a base do mastro, voltava, beijava a glande, colocava-a dentro de sua boca...repetia os beijos, enquanto suas mãos percorriam a bunda do tio, parece que à procura de algo...será que ele gostava de levar dedadas???

Parece que sim, pois, em um dado momento ele se virou de costas para ela e foi abraçado por trás. Dava para perceber que ela infiltrava seu dedo no cu do tio que reagia com contorções, empinando a bunda para que ela enfiasse mais e mais... dali a pouco já eram dois, três dedos... e o tio não parava de gozar, esporrando na cama dela...

Depois de gozar, ela continuou com os dedos no cu do tio, que, em pouco tempo já estava com o cacete duro novamente. Sentando-se na cama, ele a colocou também sentada naquele cacete, que sumiu rapidinho dentro daquela xaninha que eu podia ver também pela primeira vez. Bem cabeluda, como eu gosto...eu só via ela subir e descer naquele mastro que brilhava de tão umedecido. Ela subia e descia sem parar, com os olhos fechados e com a pele toda suada...os longos cabelos estavam até ficando pregados nas costas suadas...

E eu, é claro, batendo uma punheta atrás da outra...já tinha gozado 3 vezes e nem imaginava como o meu próprio pau ainda teimava em ficar duro...

Mas a festa no apartamento continuava...depois de gozar várias vezes no sobe-e-desce, a loirinha levantou-se e ofereceu sua bunda apetitosa para o tio, que, mais do que depressa, começou a beijar e lamber aquele cuzinho que se oferecia para ele. Depois de bem lambuzado, os dedos começaram a preparar o terreno para a entrada daquele cacetão...pensei que não iria ver isso...afinal aquela bundinha não iria aguentar o cacete do tio que realmente era enorme...mas qual...entrou fácil!

E tome metida no rabo...ela até mordeu as almofadas que estavam na cama para não gritar...

Finalmente o tio gozou de novo, inundando a bunda da loirinha que praticamente caiu desmaiada

na cama...ficou um bom tempo respirando forte, sem se mexer...

Ele se vestiu...ela continuava deitada...até que ele disse algo para ela que a fez levantar-se, tirar as colchas que estavam inundadas de esperma, colocar a calcinha e a camiseta e sair do quarto como se nada tivesse acontecido...perdeu o vestibular mas ganhou uma trepada e tanto!!!

sábado, 24 de abril de 2010

Mais irmãos pela janela

(escrito por Kaplan)


Descrevi em outro conto as peripécias de dois irmãos que eu vi transando pela janela. Claro que a partir daquele dia, procurei ver todas as noites se havia algo interessante acontecendo no apartamento. E não é que vi?

Ontem à noite, fui à varanda para fumar e eis que vejo o rapaz sentado à mesa do computador. Ele estava sem camisa, mas eu só conseguia ver o tronco dele, devido ao fato de o apartamento ser quase no mesmo nível do meu.

Fiquei lá fora fumando e prestando atenção. Durante bons minutos ele parecia estar sozinho, as luzes dos demais aposentos estavam apagadas. Talvez não tivesse ninguém em casa. Já tinha acabado de fumar e resolvi que iria entrar, pois não estava com ar de que fosse acontecer alguma coisa. Quando já me preparava para entrar, eis que a irmã chega de mansinho... E como ela chegou! Só de calcinha, já veio com os seios de fora!

É hoje!, pensei...vamos ter mais alguma coisa rolando... Ela chegou (não sei se a descrevi no conto anterior, se o fiz, repito: deve ter algo em torno de 1,65m, cabelos castanhos grandes, um belo par de seios e a bundinha eu só vi quando ela sentou no colo do irmão...magnífica, também!

Pois bem, ela chegou de mansinho e encostou os seios nas costas do irmão, que levou um susto com a presença dela. Incontinenti ele se levantou e ai deu para eu ver que ele estava só de cueca. Era um contraste interessante, ela de calcinha branca, ele de cueca preta. Virou-se para ela e a abraçou com muito carinho. Ficaram abraçados por um bom tempo, depois ele a beijou na boca e a coisa começou a rolar. Ela segurou no pau dele, que já demonstrava estar pronto para o combate, por cima da cueca mesmo e ficou fazendo movimentos de carícias. Ele beijava a boca, a nuca, os seios, a barriguinha dela, abaixou-se e beijou a bucetinha dela por cima da calcinha mesmo.Ela o colocou de pé e ai foi a vez dela se ajoelhar e beijar aquele pau duro, mas ela não se contentou em beijar por cima da cueca. Arrancou-a e colocou o mastro do irmão em sua boca, chupando-o deliciosamente... eu olhava e evidentemente o meu pau também estava prontinho para ela chupar...mas...

Chupou, chupou...vi que ela levou a mão à bunda do irmão e... pasmem! enfiou o dedo no cu do rapaz que na mesma hora empinou o corpo de prazer e gozou na boca dela! Já tinha ouvido falar de homens que gostam de levar uma dedada no cu, mas era a primeira vez que eu via, ao vivo e a cores, isso acontecer...e o cara gostou mesmo, pois o gozo foi intenso.

Ela continuou com o pau dele na boca e continuou a chupar até que ele ficasse de novo "no ponto". Sentou-o na cadeira e na mesma hora sentou-se em cima daquele caralho, dirigindo-o para sua bucetinha que já devia estar bem molhada, pois ele entrou de primeira. Ela o cavalgou bastante e depois de muito pular, saiu de cima do irmão e apoiou-se na mesa do computador, oferecendo a bunda para que ele a penetrasse. E ele não se fez de rogado. Enfiou a mão na bucetinha dela, molhou-a bastante e passou o gozo no cuzinho da irmã, enfiando um, depois dois dedos... em seguida levou o pau até lá e mergulhou-o na traseira da irmã...Entrou fácil, o que me fez supor que eles faziam isso constantemente.

Bombou, bombou, bombou...ficou uns 5 minutos enfiando e tirando o pau daquele cuzinho. Ela se desmanchava de prazer, contorcendo-se toda, até que ele gozou dentro dela.

Não satisfeitos, continuaram a se beijar e a se chupar até que o pau desse sinal de vida novamente. Ela sentou-se na mesa do computador e ele veio de frente, penetrando novamente aquela bucetinha gostosa. Foram mais alguns minutos de tira, enfia, tira, enfia, enquanto ela arranhava as costas do irmão. De onde eu estava dava para ver os riscos que ela fazia com as unhas nas costas dele, que não se importava e continuava metendo gostoso na irmã.

Gozou pela terceira vez, e já estava quase desfalecido. Ela fez menção de chupa-lo novamente, mas ele descartou a idéia, fazendo sinal de que não aguentava mais nada. Eles então foram para o banheiro e eu fiquei com meu próprio pau na mão, duro que nem ele, batendo uma gostosa punheta que tive que aparar com o lenço para não sujar toda a varanda...


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Transa internacional 1 - Buenos Aires - início

(escrito por Meg)


Há uns 15 anos atrás, quando a febre da Internet começava a tomar conta do país, eu fiquei fascinada com a possibilidade de conhecer pessoas em todas as partes do mundo. Virei assídua freqüentadora de chats e confesso que realmente conheci muita gente legal. Algumas amigas permanecem até hoje, já nos conhecemos, tenho amigas em São Paulo, em Floripa, na Bahia, em Sergipe, enfim...

E conheci alguns carinhas também, alguns interessantes, outros nem tanto. Aliás, depois de um certo tempo, passamos a ter tantos problemas com isso que meu marido e eu resolvemos deletar o msn e não entrar mais em chats. Claro que, de vez em quando eu entro num chat para matar a saudade, mas descarto totalmente a possibilidade de conhecer “ao vivo e a cores” quem quer que seja.

Bem, mas por volta de 1997, conheci um argentino, um “hermano”, que vou chamar de Diego. Era uma figura interessante. Novo, disse-me que tinha 26 anos, eu já estava chegando nos 40, ele não se incomodou com isso e começamos a nos comunicar todos os dias, à noite, pois ele estudava e trabalhava.

Virei assídua freqüentadora do chat em que o conheci, mas só teclava com ele. A gente falava de tudo, de nossos países, de nossas vidas. Quando disse a ele que era casada, ele sumiu durante uma semana.

Finalmente, reapareceu e me disse que era melhor pararmos de teclar, porque ele estava me achando uma pessoa interessante e já que eu era casada, não havia como dar prosseguimento. Disse a ele que era uma grande bobagem, afinal morávamos tão longe um do outro... e disse também que meu marido não se importava de eu ficar teclando com ele. Ele ficou admirado:

- Seu marido sabe?
- Claro...
- E não fica nervoso com você?
- Imagina, claro que não... por que deveria ficar?
- Mas ele sabe que são apenas conversas, não é? Você nunca deve ter falado com ele sobre os carinhos virtuais que trocamos...
- Já, falei sim...estou te dizendo que ele não se incomoda com isso... ele também tem amigas em chats, conversa com elas, até sexo virtual ele já fez.
- E você não se incomoda com isso?
- Não, Diego...isso não tem a menor importância...
- E se eu quiser fazer sexo virtual com você?
- O que que tem?
- Você contaria para ele? Ele aceitaria?
- Ai, Diego...que canseira...já te falei que não tem a menor importância.
- Mas você faria sexo virtual comigo?
- Olha, não curto muito, posso até fazer... mas eu gosto mesmo é de sexo real, corpos que se encontram, entende?
- Mas nós não temos como fazer isso...
- Ora essa – brinquei – é só você vir aqui no Brasil!!!
- Eu não tenho condição de ir.
- Então, vamos continuar amigos e conversando?

Ele ficou em silêncio durante um tempo...

- Psiu! Ainda está ai, Diego?
- Sim... e se você viesse a Buenos Aires? Poderia ficar em minha casa...
- Você está falando sério?
- Sim, eu gostaria muito... você viria?
- Bem... nunca tinha pensado nisso, Diego, mas vou ver as possibilidades aqui e depois te falo...
- Está bem... amanhã voltamos a nos encontrar aqui!

E desligou. Confesso que fiquei meio aturdida com o convite. Na verdade, eu estava satisfeita com a “amizade virtual”, achava bacana como a internet ajudava a aproximar pessoas. Mas ir a Buenos Aires atrás de uma transa? Com alguém que, na verdade, era um desconhecido?

Quando falei com Kaplan sobre isso, ele também manifestou preocupação. Sugeri que ele fosse também, ele ficaria observando quando eu e ele nos encontrássemos e, dependendo do que viéssemos a pensar, voltaríamos ao Brasil. Mas ele disse que tão cedo não poderia ter essa folga para viajar. Estava com muito trabalho, a agenda estava repleta por vários meses. Sem chance.

No dia seguinte, pensei bastante na parte da manhã e achei que era melhor desistir mesmo.

No entanto, depois do almoço, recebi um telefonema de uma grande amiga, Leila. Ela me comunicava, radiante, que, finalmente conseguira largar o trabalho estafante que tinha em uma empresa multinacional, recebera uma gorda indenização e queria saber se eu poderia viajar com ela, queria conhecer muitas praias do Nordeste (que eu já conhecia).

Na hora me deu um estalo e perguntei a ela se ela não preferia ir a Buenos Aires. Rapidamente expus a ela a situação. Ela me achou uma louca varrida, mas acabou topando. Fiquei de conversar com o Kaplan e confirmar com ela.

Kaplan não se opôs. Conhecia Leila e achou que ela indo comigo não haveria problema. Assim, à noite, falei com Diego que eu poderia ir. Tão logo marcássemos as passagens eu o avisaria. Mas que não se preocupasse. Como eu iria com uma amiga, ficaríamos em hotel mesmo. Pedi a ele que me indicasse um hotel próximo da casa dele, para ficar mais fácil a locomoção. Meio a contragosto, ele concordou, me passou os nomes de alguns e eu também providenciei, numa agência de turismo, tudo o que era necessário para a viagem.

Fomos dali a uns 10 dias. Eu estava eufórica, mas ao mesmo tempo um pouco preocupada. Mas, enfim, valeria a pena. Se nada desse certo com Diego, eu ficaria conhecendo Buenos Aires.

Chegamos num sábado, para que Diego pudesse nos receber no aeroporto. Desembarcamos e ficamos no saguão esperando, até que vimos uma pessoa com uma placa na mão e meu nome. Era um homem, um pouco calvo, tinha muitos anos mais do que os 26 que Diego me falara... comecei a não gostar da situação, apesar de ele ser muito simpático. Apresentei-me a ele, chamando-o pelo nome, mas ele sorriu e disse que não era o Diego, era o irmão dele, António. Diego tivera de fazer um extra no trabalho e pedira que ele nos fosse buscar e levar ao hotel.

Enquanto nos levava, ele, sorridente e gentil, nos mostrava os pontos principais da cidade, parecia um guia turístico. Notei que Leila ficou bem interessada, puxava conversa o tempo todo!
Quando chegamos ao hotel, ele nos disse que mais tarde o Diego passaria para nos conhecer. Quando chegamos ao quarto, Leila já estava eufórica em pensar que, afinal, não iria servir de “vela” para mim e Diego.

- Viu que carequinha mais simpático, Meg?
- Vi... e vi uma mineirinha muito safadinha dando de cima do carequinha!!!
- Kakakakaka... deixa de ser boba...
- Sei... eu sou boba!!! Bem, só espero que o Diego seja tão simpático como o irmão! Senão, serei obrigada a fazer uma troca...
- Nada disso, espertinha...o António é meu e ninguém tasca!!!
- Ta certo... vamos desfazer as malas, almoçar e esperar o bacana...

Foi o que fizemos. E esperamos até as 15 horas, quando a recepção nos avisou de que havia alguém lá embaixo nos esperando. Eu já havia me preparado para descer: colocara uma minisaia de veludo (estava um pouco frio, era véspera do inverno), uma camiseta e por cima um casaco de couro, botas compridas. Queria fazer boa figura!

Descemos. A recepção estava bem vazia, então não foi difícil saber quem era o Diego. Parecia-se demais com o irmão, mas era um pouco mais magro, mais alto e tinha mais cabelos. Veio até nós sorrindo, mas não sabia qual das duas era a Meg. Nunca vira um retrato meu. Antecipei-me, chegando até ele e dando os dois beijinhos clássicos. Apresentei a Leila.

Ficou aquela situação meio constrangedora, sem a gente saber direito o que falar. Por sorte a Leila, bem atirada, perguntou pelo António. Diego respondeu que ele ficara em casa, mas, se ela quisesse, poderíamos passar lá e chama-lo para sair com a gente. Claro que ela quis... Então fomos conhecer o apartamento em que eles moravam.

António estava só de bermudas (como podia, com o friozinho que estava fazendo?), e, como um bom cavalheiro, pediu desculpas quando entramos e o pegamos estirado num sofá, vendo televisão. Rapidamente foi ao quarto, pos uma camiseta e voltou para a sala. Combinamos de dar um passeio até a hora do jantar.

Ele se vestiu e saímos. Eu e Diego fomos à frente, Leila e António nos acompanhavam a uma distância que não permitia que ouvissem o que falávamos. Diego me disse que estava surpreso, pois achava que eu, tendo quase 40 anos, deveria ser gorda, mas ele me achou um mulherão. Gostei do elogio. Disse a ele que o achei muito simpático, tanto quanto o irmão, mas mais bonito. Ele abriu um sorriso enorme!!!

Passeamos pela cidade; na verdade, fomos andando bastante, até um restaurante que eles conheciam e que era bem longe da casa deles e do hotel onde estávamos. Tomamos um vinho delicioso, saboreamos uma carne que eles diziam maravilhosa, mas eu particularmente não gostei tanto assim, as nossas eram melhores... E foi ali, na mesa do restaurante que as mãos começaram a pesquisar as pernas. Parecia que estávamos sozinhos e Leila e Antônio também pareciam nos ignorar... Com o rabo do olho eu vi Leila levar a mão na direção do pau do António, só para sentir a peça. Me fez sinal de que gostara. Eu fiz o mesmo com Diego e senti um pau duro, fino e comprido. As mãos dele também estavam em minhas coxas. Abri as pernas para facilitar, ele levou os dedos até minha xotinha e, afastando a calcinha, penetrou com um dedo nela. Revirei os olhos de tesão.

(continua)

Transa internacional 1 - Buenos Aires (continuação)


(escrito por Meg)


Bem, continuando minha aventura e de Leila entre os “hermanos”...

Depois das primeiras passadas de mão, vieram os beijos e amassos...Pouco se falava, os corpos se entendiam melhor. Mas ali não era o local mais adequado, havia muitas pessoas e vários nos encaravam, até de uma forma meio que de censura.

Chamei Leila para ir ao toalete comigo.

- Menina, que loucura... estou que não me agüento...
- Nem eu, Meg, meu carequinha é um safado de primeira... já me deixou molhadinha...
- Como vamos fazer?
- Ah, não sei... mas que vou traçar este carequinha hoje, eu vou...
- Vamos fazer o seguinte então, acho que os dois são bastante confiáveis... você vai para o hotel com o António e eu vou com o Diego para o apartamento deles.
- Combinado... vamos lá então...não estou agüentando de vontade!!!

Voltamos para a mesa, pedimos a conta e voltamos a caminhar. A noite estava fria, e Diego e António, mais que depressa, nos abraçaram. Falei baixinho com Diego o que eu e Leila tínhamos combinado. Ele concordou. Assim, deixamos os dois no hotel e fomos para o apartamento dele.

Nós dois estávamos com o tesão a mil... Fomos nos beijando e nos amassando pelas ruas. Entramos no prédio e fomos pelas escadas (eram apenas dois andares). E foi na escada mesmo que fiz o primeiro boquete em Diego. Apesar da luz fraquinha, pude ver pela primeira vez o mastro que eu sentira. De fato, era grande, devia ter uns 22 cm, fino e comprido, mas bem encurvado. Pus aquela maravilha na boca e chupei com gosto. Ele estava tão excitado que não agüentou segurar muito tempo e me inundou com sua porra quentinha... era a primeira vez que eu tomava leite argentino...rsss... muito gostoso, por sinal!!!

Entramos no apartamento. Eram dois quartos, cada irmão ficava em um. Fomos diretos para a cama de Diego, arrancando nossas roupas numa sofreguidão total. Ele parou, em pé, me olhando, já toda nua em sua frente. Estava maravilhado. Não se cansava de me elogiar, dizendo que eu não parecia ter a idade que afirmava ter. Falava o tempo todo que eu era muito gostosa, e aquilo, dito em espanhol, num tom de voz rouco, me deixava cada vez mais excitada.

Peguei aquela vara torta e puxei-o para a cama. Praticamente nos engalfinhamos, enroscando nossos corpos que fremiam. Eu o beijava e ele retribuía com carinhos nos meus seios, apertava minha bunda, descia a mão pelas minhas coxas. Ia até o pé. Colocou meu dedão em sua boca e sugou como se fosse um seio, quase me fazendo levitar...tão novo e tão gostoso, o meu Dieguito...

- Penetre em mim, por favor!
- Sim, meu anjo... já vou!

De fato, já estava duro de novo e veio pra cima de mim. Procurou e encontrou minha gruta já molhada e aquela vara entrou dentro de mim, me arrancando gemidos de tesão incontrolável.

Bombou, bombou, bombou... ficou uns 20 minutos só socando aquele caralho maravilhoso em minha xotinha, me fazendo gozar várias vezes. Eu já estava cansada, exausta, exaurida. Quando ele gozou, um mar de esperma inundou minhas entranhas. Ele desabou sobre mim. Adormecemos profundamente.

Acordei com a claridade do sol batendo em meu rosto, e com a nítida impressão de que estava sendo observada. Com efeito, Diego estava deitado ao meu lado, me olhando fixamente, mas em pé, Leila e António me olhavam, enternecidos. Levei um susto, e tentei pegar o lençol para me cobrir. Eu estava nua e eles me viam assim. Leila sorriu do meu aperto.

- Que bobagem, Meg... já vimos você inteira, e principalmente, esse ar de satisfação em seu rosto... Mas pra te deixar mais a vontade, eu e António também vamos tirar nossas roupas!

E foi falando e tirando, expondo sua nudez para Diego e para mim. António sorriu e também tirou tudo, me exibindo um belo pau, do mesmo tamanho do que eu experimentara, mas mais grosso. Já estava duro, e me encarava desafiadoramente. Fiquei pensando que Leila também tivera uma noite maravilhosa.

Ficamos os quatro na cama, nos acariciando, nos beijando. António veio beijar minha xotinha, ainda com o cheiro da porra de seu irmão. Beijou-a, lambeu-a e enfiou uma língua grossa dentro dela. Mal tive tempo de ver que Diego fazia o mesmo com Leila, e já estava com aquela pica grossa dentro de mim. Mais experiente que o irmão, António me pôs de quatro na cama e enfiou sua pica em minha xotinha, por trás. Bombou algumas vezes, depois sentou-se e me colocou sentada de frente para ele. Com suas mãos fortes, me levantava e eu abaixava, engolindo tudo aquilo, me sentido completada. Mal conseguia ver o que se passava na outra metade da cama, com Diego, um pouco desajeitadamente, tentando comer o cuzinho de Leila. Mas como ela era expert no assunto, logo conseguiu que ele enfiasse e a fizesse delirar, revirando os olhos, mordendo o travesseiro.

O anal dos dois animou António a tentar o mesmo. Apesar da grossura, eu estava tão excitada e com tanta vontade, que ele não teve dificuldade em enfiar. E ai socou com vontade dentro de mim, até explodirmos num gozo fantástico.

Era domingo. Não saímos do apartamento. Trepamos o dia inteiro, os quatro na cama, depois António e Leila foram para o quarto dele e Diego e eu ficamos onde estávamos. Dei meu cuzinho para ele também, ele delirou com isso.

A noite, eles nos levaram para o hotel. Não agüentávamos mais. E aquela noite ficamos só nós duas no quarto. Na segunda feira iríamos nos encontrar apenas à noite, em função do trabalho dos dois, mas, sem que Diego soubesse, havíamos comprado a passagem de volta para aquele dia. Assim, deixei um bilhete na recepção do hotel para ele e para António, nos despedindo. E viemos embora.

Na terça à noite, no chat, ele me xingou até!!! E, temperamental, nunca mais apareceu para teclar comigo. Uma pena...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A amiga da minha ex

(conto enviado por Leo)


No final de semana fui em um barzinho com os amigos, chegando lá, encontrei a Débora, uma amiga da minha ex. Ela é casada, tem uma filha, mas tem o corpo da hora. Morena clara, cabelos loiros, olhos pretos, coxas grossas e uma bundinha deliciosa. Ela estava com um vestidinho preto bem curtinho e uma tanguinha preta linda, começamos a conversar perguntei da minha ex, ela disse que estava bem, sem namorado fixo, só nos rolos, eu disse que eu também. Perguntei dela ela disse que estava separada, mas acho que só tinha brigado com o marido, papo vai papo vem, peguei na mão dela, ela estava carente também. Não tirou minha mão, pelo contrário, abaixou um pouco a cabeça e deu um sorriso meio tímido. Chamei-a para dançar, ela topou. Comecei a traze-la bem perto de mim, apertava mesmo, meu pau ficou bem duro. Falei:

- Débora não deu pra segurar, você esta um tesão, sempre tive vontade de transar com você.

- Homem é tudo igual, tudo safado.

Beijei o pescoço dela, depois o rosto e a boquinha, que delicia, passei a mão na bundinha, quase gozei, mas ficou só nisso, ela não podia passar a noite fora pois a filha estava com a mãe. Então marcamos para o sábado, ela ia deixar a filha com a irmã.

No sábado fomos para outro barzinho, ela estava linda, com uma calca branca, quase morri de tesão, ficamos batendo um papo, nos beijando. Meu pau já estava bem duro, ela sentiu e gostou.


Então fomos para um motel, no caminho, coloquei a mão dela no meu pau, ela abriu o zíper e começou a chupar, no carro mesmo, quase não agüentei dirigir.

Chegando lá, coloquei-a na cama, tirei a blusa e a calça, nossa que delicia, ela usava uma tanguinha bem pequena e não estava de sutiã. Comecei a chupar os peitos e depois a xoxotinha, que delicia, ela gemia muito, gozou na minha boca.

Depois ela chupou meu pau, deixando-o ainda mais duro, sua língua era “afiada”, fiquei pensando o que o bobo do marido dela estava perdendo. Deitei sobre ela, comecei a beijar e a penetrar bem de leve, nossa que xoxotinha gostosa, ela mexia muito, gozamos bem gostoso, e depois começamos tudo de novo. Eu a chupava, enquanto ela me chupava até ficarmos nós dois em ponto de bala. Ela me pedia para fode-la, xingava o marido, dizia que queria dar pra mim muitas vezes. Gozamos alucinadamente.

Foi muito bom, quis marcar para o dia seguinte mas ela não aceitou, disse que estava cansada e ia cuidar da filha, mas prometeu sair outro dia. Falei que da próxima vez eu quero comer o cuzinho que ela disse que nunca deu, vai saber, ela falou pra não falar com a minha ex, que nos estávamos saindo, senão ela ia ficar brava, achei estranho, ela disse que tinha separado do marido, mas acho que ela só tinha brigado com ele e colocou um chifre de leve, não deixou eu ligar pra ela, ela me ligaria, vou esperar.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Da janela do hotel em Sampa

(escrito por Kaplan)

Vou muito a São Paulo, a negócios ou a prazer. Sempre fico em hotéis na região de Moema, Bosque da Saúde, Jardins e peço para os atendentes me colocarem em andares mais altos, pois sempre se vê coisas interessantes.

Numa dessas vezes, eu já estava há 3 dias e nada se via. Por mais que usasse o binóculo que sempre levo nas viagens, nada conseguira ver. Até que...no sábado, lá pelas 17 horas, estava eu na varanda do flat fumando um cigarro enquanto via um jogo pela televisão quando, olhando para o apartamento logo em frente, no andar abaixo do meu, eu vi uma loura lindíssima, de uns 22 anos, só com uma toalha na cabeça!!! Mais que depressa apaguei a luz, desliguei a televisão, peguei o binóculo e fiquei espiando aquele monumento. Ela devia ter acabado de sair do banho, pois passava um creme no corpo. Era um espetáculo magnífico, mas eu nem imaginava o que estava por acontecer.

Dali a pouco percebi que ela estava conversando com alguém. Era uma outra loura, muito parecida fisicamente com ela, mas de uns 28 anos. Deduzi que as duas deviam ser irmãs. A mais velha, vestida, entrou num aposento que eu não conseguia saber se era um quarto ou um banheiro e lá ficou algum tempo. Quando ela saiu, eu deduzi que era o banheiro, pois ela também saiu apenas com uma toalha enrolada na cabeça. Toda nua, tão gostosa quanto a mais nova, pegou o creme com a irmã e começou a passar no corpo também.

Ficaram ali na área de serviço do apartamento uns bons minutos. Nisso um rapaz, de seus 23 anos, apareceu e ficou conversando com elas. Me espantou o fato de ele estar totalmente vestido e vendo aquele espetáculo das duas louras nuas em sua frente, não esboçava qualquer reação. A seguir elas colocaram as roupas. Riam e conversavam muito com o rapaz. Depois saíram.Fiquei matutando o que seria aquilo e resolvi fazer um plantão noturno.

Lá pelas 2 da manhã de domingo, as duas chegaram, e estavam sozinhas. Tiraram a roupa, me exibindo novamente aqueles corpos esculturais e entraram para os quartos para dormir.
Eu estava cansado de tanto ficar acordado olhando para o apartamento delas e resolvi ir dormir também, mas como no dia seguinte era domingo, achei melhor não sair e ficar o dia inteiro de tocaia. Mesmo que não acontecesse nada, só a possibilidade de ver as duas nuas novamente me deixava com um grande tesão, que, evidentemente, como eu estava sozinho, tive que aliviar batendo uma gostosa punheta!

No domingo, acordei lá pelas 10 horas, olhei para o apartamento e ainda estava todo fechado, sem qualquer movimento. Fui tomar café e voltei para a tocaia. Nada aconteceu até as 18 horas. Nessa hora, as duas estavam novamente banhadas e nuas na área, quando a campainha tocou. A mais velha foi atender, peladona mesmo e logo voltou com dois caras mais velhos. Entendi que eram o marido dela e o namorado da mais nova. O marido estava com uma cara de poucos amigos e ao ver que as duas estavam nuas na área, começou a gesticular e a gritar, mas não dava para ouvir o que ele dizia. O outro cara também estava com cara de emputecido e só ficava olhando as duas, que continuavam peladonas, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

De repente a discussão do mais velho com a loura mais velha pegou fogo: ele deu um tapa na cara dela e ela avançou nele. Os outros dois apartaram o princípio de briga. O cara mais velho parece que pediu desculpas, pois abraçou-se com a irmã mais velha e mais que depressa, mandou as mãos na bunda dela, fazendo carinhos que amoleceram a raiva dela em poucos minutos...

Ficaram ali, se esfregando na frente do namorado e da irmã, que, entusiasmados pelas caricias, acabaram se atracando, mas no bom sentido. Logo estavam os 4 pelados, com as duas chupando os cacetes duros dos dois e sendo mamadas por eles.

Meu pau estava quase furando a minha bermuda, de tão duro, e comecei a punhetá-lo novamente, pois a cena era realmente divina!

Depois de muita chupação, o mais velho colocou a mais velha sentada na máquina de lavar roupa e ali mesmo ele a penetrou, estocando-a duramente, enquanto o mais novo colocou a menina apoiada na mesinha que havia na área e penetrou-a por trás. Treparam por uns bons 20 minutos. Eu já não aguentava mais de tesão vendo tudo aquilo e gozei abundantemente no carpete do flat... que ficou todo manchado!

Depois que eles gozaram, entraram para dentro do apartamento e não mais apareceram naquela noite. Não sei se voltaram a brincar depois, pois viajei de volta na segunda de manhã. Mas, com certeza, já sei para qual hotel eu vou, quando for novamente a Sampa...

Uma rapidinha com o gerente da loja de sapatos

(escrito por Meg)


As minhas amigas leitoras sabem do que eu digo: quando encontramos um vendedor gentil, que nos ajuda nas eternas indefinições na hora de comprar sapatos, ficamos “fidelizadas”, ou seja, voltamos sempre naquela loja e procuramos por ele (ou ela), porque temos a certeza de que seus palpites serão os melhores para nós.

Foi assim que passei a freqüentar uma loja de sapatos em meu bairro. Era uma loja pequena, mas que sempre tinha as últimas novidades da moda. Eram dois funcionários e o gerente, que geralmente ficava no caixa, mas que atendia no horário de almoço dos funcionários.

Eu o fiquei conhecendo exatamente um dia em que estive na loja ao meio dia, desesperada porque precisava encontrar um sapato para usar naquela noite. Ilmar, este o nome dele, foi muito prestativo, pediu-me para descrever o vestido que eu usaria e, a partir dessa descrição, trouxe dois pares para eu examinar. Nem preciso dizer que fiquei encantada com a qualidade da escolha. Levei os dois!!!

E foi assim que fui ficando freguesa assídua da loja dele. Mas, de outras vezes em que estive lá, no horário comercial, quem me atendia era um dos dois funcionários e eu não os considerava tão eficientes quanto o Ilmar.

E de tanto ir lá, acabei vendo o Ilmar não apenas como um gerente, mas como um homem agradável, atencioso. Era bonito, não vou negar. Tinha um belo porte, cerca de 1,75m de altura, cabelos pretos sempre muito bem cortados e aquela barba sempre por fazer...que me deixava realmente arrepiada de tesão.

Decidi que iria conquista-lo. Pareceu a principio uma idéia meio louca, porque nada, até aquele momento, permitia supor que ele estivesse interessado em mim. Mas... nós temos nossas técnicas de sedução, algumas mais sutis, outras mais agressivas... e resolvi utiliza-las.
Primeiramente, fui até a loja dele lá pelas 11 horas da manhã, só para “bater papo”, pois “estava passando por ali”. Mas o que eu queria era anotar o horário de almoço dos dois funcionários. Meu plano era seduzir Ilmar no curto intervalo de tempo em que ele ficava sozinho na loja.

Anotei, então, que eles saiam as 11:30. Enrolei um pouco o papo, depois sai e fiquei pelas redondezas para saber a hora de regresso. O Ilmar era um gerente camarada e deixava que eles fossem em casa para almoçar, então regressavam às 13:30 horas.

Ótimo. Duas horas eram um prazo mais do suficiente.

Então, no dia seguinte, cheguei na loja exatamente as 11:30, quando os dois estavam saindo. Ilmar estava recebendo de uma freguesa, então fiquei olhando as vitrines e os sapatos e sandálias que estavam em exposição dentro da loja.

Peguei uma sandália de salto altíssimo, vermelha, e fiquei examinando-a atentamente até que a freguesa fosse embora. Ilmar veio até mim, sorridente, me cumprimentou e perguntou em que poderia me ajudar. Mostrei a ele a sandália vermelha e perguntei a opinião dele a respeito. Olhou bem para ela, para mim, e disse que não achava apropriada para meu tipo físico. Mas insisti em experimentar.

Ah...esqueci-me de contar como fui vestida! Estava com os cabelos soltos, em cima da cabeça estava o óculos escuro. Usava uma blusa bem apertada, marrom, de abotoar, mas os dois primeiros botões estavam, claro, desabotoados, permitindo uma bela visão dos interessados. Usava uma saia jeans, curtinha. Nada de sutiã nem de calcinha: iriam atrapalhar, com certeza, se eu tivesse sucesso na empreitada.

Então, como eu dizia, insisti em experimentar a sandália vermelha. Sentei-me no puff e ele ajoelhou-se em minha frente para me ajudar a calçar a sandália. Olhando atentamente para ele, vi quando ele ficou perplexo ao ver que, com o movimento das pernas, minha xotinha ficou exposta aos seus olhares. De surpreso, ele passou a olhar para ela com cupidez. Eu estava no caminho certo!

Ele não tirava os olhos da minha xotinha. Puxei-o, então, pela gravata, enquanto meu pé ia em direção ao cacete dele, que já começava a despontar. Dali para ir até o fundo da loja, protegidos por uma cortina, foi um pulo só. Abri mais um botão de minha blusa, e meios seios quase saltaram para fora dela. Minha mão foi, avidamente, buscar o pau dos prazeres, que se mostrava já bastante duro.

Ele me disse que iria fechar a porta da loja. Enquanto ele foi, eu tirei a blusa e o recebi apenas de saia. Ele quase enlouqueceu quando viu meus seios. Pegou-os, admirou-os, beijou-os carinhosamente, depois furiosamente, enquanto minha mão continuava a segurar e a massagear aquele pau que parecia muito gostoso.

Enquanto ele me sugava os seios, suas mãos puxaram minha saia para cima, quase na cintura, deixando totalmente exposta a minha xotinha e o meu bumbum.

Ajoelhei-me frente a ele e coloquei aquele mastro em minha boca, chupando-o furiosamente. Ora colocava tudo que era possivel dentro da boca, ora passava a lingua na glande e depois descia pelo tronco, abocanhava as bolas do saco, levando Ilmar à loucura.

Ja sem roupa, os dois, ele me fez apoiar numa escadinha usada para pegar os sapatos nas prateleiras mais altas, e penetrou minha xotinha, por trás, me comendo gostoso... Bombou bastante, eu gozei, mas ele não. Sentou-se na escadinha e me puxou para si, enfiando novamente aquela tora na xotinha. Com as mãos, ele me levantava e abaixava, fazendo seu pau entrar e sair de minha xotinha, já totalmente umedecida.

Senti quando ele estava para gozar. Seu pau endureceu mais ainda, ele tremia o corpo todo e gemia alto. Sai rapidamente e deixei que sua porra inundasse meus seios, lambuzando meu corpo com ela.

Voltei a chupa-lo, limpando totalmente seu pau, que endurecia novamente, mas quando olhamos no relógio, vimos que não daria tempo. Estava quase na hora de seus funcionários chegarem. Teriamos de nos contentar com a "rapidinha", mas prometi que voltaria toda semana e poderiamos dar outras "rapidinhas" tão gostosas como aquela.

Claro que não comprei a sandália vermelha...o salto era muito alto, gosto disso não!!!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Em Sampa, atrás do exnamorado...

(escrito por Meg_


Quando eu era adolescente, e antes de conhecer o Kaplan, eu namorei um carinha que me dava muito tesão. Mas, devido à formação muito rígida que meus pais me impuseram, as ousadias em nosso namoro se resumiam a alguns amassos, nada mais do que isso. Nunca ficamos nus na frente um do outro, nunca fizemos carícias mais fortes. Uma vez ele passou as mãos em meus seios, mas por cima da blusa e eu tive uma vontade enorme de pegar no pinto dele, mas apenas passei a mão por cima da calça....foi um namoro muito puro, sem nada de sexo.

Brigamos uma vez e foi ai que conheci Kaplan. Começamos a namorar e ele era bem mais impetuoso que o antigo namorado, custei muito a resistir, até que não aguentei e cedi. Marcamos o casamento. Uma semana antes, meu antigo namorado apareceu, querendo reatar. Aquilo, confesso, me balançou um pouco. Já mais experiente no sexo, eu sentia que a nossa relação tinha ficado incompleta. Mas como fazer, se eu ja estava de casamento marcado?Assim, disse a ele que não haveria chance de reatarmos. Ele ficou furioso e se foi.

Pois bem, casei-me, o tempo passou. Muitos anos depois fiquei sabendo que ele também se casara e se mudara para São Paulo. Fiquei um bom tempo sem ter noticias dele. Até que uma amiga comum encontrou-se com ele em São Paulo e, ao voltar, disse-me que ele estava se separando da mulher. E que falara com ela sobre mim, perguntara, queria noticias. Ela me trouxe o email dele e assim voltamos a ter contato.

Eu realmente não pensava em nada de mais, mas surgiu a oportunidade de eu ir a São Paulo sozinha, por dois dias. Quando falei sobre isso com ele, por email, ele me disse que queria me ver.

Fiquei preocupada, mas ao mesmo tempo, eufórica. Afinal, se eu sentira que nossa história tinha ficado incompleta, agora seria a oportunidade de resolver o assunto.

Então eu fui, dei o endereço do hotel para ele. Por sorte, ele morava perto do hotel. Fiz algumas das coisas que tinha de fazer na parte da tarde e a noite eu me preparei para sair com ele.

Como eu estava mal (ou bem?) intencionada, levei um vestido bem provocante e ainda fui sem sutiã e sem calcinha. Ele me apanhou no hotel às 21 horas, levou-me a uma pizzaria e lá, enquanto falávamos desse tempo todo em que ficamos sem nos ver, o clima foi se instalando e, quando dei por mim, já estávamos aos beijos na pizzaria. Sorrateiramente, ele colocou as mãos em minhas coxas e foi subindo. Quando notou que seus dedos exploravam a minha xaninha totalmente livre, ficou maluco e quase me devora ali mesmo...

Pedimos a conta e ele me disse que me levaria para seu apartamento. Eu estava louca por isso, concordei e já no carro pude fazer o que não fizera no tempo de namoro. Abri a calça dele, enquanto ele diriga, e admirei seu pau, duro como pedra, com a cabeça reluzente. Para evitar um acidente,apenas segurei no pau dele, guardei minha boca para quando estivéssemos no apartamento.

Lá chegando, ele estava doido, alucinado, mal acreditando que a mulher que ele amara tanto um dia estaria agora à disposição dele, de seus carinhos, de suas carícias. Mal a porta do apartamento se fechou e ele já arrancava meu vestido, deixando-me nuinha em sua frente. Ele me olhava, me admirava, me pegava, passava as mãos em meu corpo todo, era como se não acreditasse que eu estava ali.

Pedi a ele que ficasse calmo e fui tirando suas roupas. Eu tambem estava a fim de saber como era o corpo que nunca tocara antes.Ele continuava bonito, mesmo após tantos anos, se bem que agora existia uma barriguinha que naquela época não se instalara ainda....rss....Seu pinto era de tamanho normal, e o que me encantou é que não tinha aquela pele cobrindo a glande. A cabeça era livre, otima para se chupar, como a do meu marido, aliás.E foi o que fiz, levando-o à loucura.... chupei seu pinto com a vontade reprimida de mais de 20 anos, chupei, não me cansei de beija-lo, de sugá-lo, até que ele, sem conseguir se controlar mais, gozou abundantemente, espalhando sua porra quentinha em meus seios, em meu ventre.

Fomos para o banheiro tomar um banho, momento que aproveitei para dar um trato especial naquele pinto gostoso e colocá-lo de novo pronto para o combate. É tão gostoso ver um pinto mole crescer em minhas mãos e em minha boca...dá uma sensação de poder, mãos e boca que são capazes de levantar um gigante adormecido....

Quando saimos do banho, o pinto dele já estava pronto... e eu também....queria sentir aquela vara dentro de mim e então me ajoelhei na cama, oferecendo a ele uma visão que imagino fantástica de minha bucetinha e de meu cuzinho...qual ele iria querer provar primeiro?

Não precisei esperar muito tempo para ele se decidir...Caiu de boca em minha bucetinha, lambendo-me toda... passava a lingua, delicadamente, em toda a extensão dos meus grandes lábios, até chegar ao meu grelinho....enquanto seu dedo procurava meu cuzinho ávido e penetrava nele também....Mas eu queria a vara dele dentro de mim e comecei a pedir:

- Vem, querido, enfia este pau gostoso em mim... enfia... olha só como minha xaninha tá pedindo para ser penetrada...

A cada pedido meu parecia que o pau dele aumentava... e finalmente pude sentir ele todinho dentro de mim, me enchendo, me preenchendo todinha.... eu gozava sem parar e quanto mais gozava mais vontade eu tinha de que aquilo não terminasse. Mas terminou, com um urro desesperado dele, que me inundou com sua porra, e quando o pau começou a amolecer, a mão o substituiu, enfiando o dedo sem parar, imitando o vai e vem do pinto dentro de mim, fazendo-me gozar de novo.. e de novo...

Que foda maravilhosa...Faltava agora só o cuzinho, que eu adoro dar também. Mas ele não conseguiu. Por mais que tentassemos (e haja boca...) aquela vara maravilhosa não mais subiu.

Ele então me levou de volta ao hotel. Tive de prometer, é claro, voltar em breve, para lhe permitir conhecer meu outro buraquinho. Mas eu sabia que ao voltar, este cuzinho seria rapidamente devorado por um Kaplan que me receberia doido para saber das novidades....

Janela Indiscreta



(escrito por Kaplan)

Já tive oportunidade de falar, em conto anterior, sobre as possibilidades que os voyeurs tem, hoje em dia, com a proximidade dos edifícios e com a falta de cuidado, a displicência mesmo, das pessoas dentro de seus apartamentos, coberturas e piscinas.

O que vou relatar agora, realmente aconteceu, não é fantasia minha. Perto de meu prédio há um outro, mais antigo e menor, com uma cobertura no terceiro andar. É uma cobertura pequena, e os moradores colocaram lá uma dessas piscinas de plástico, acredito que só mesmo para se refrescarem enquanto ficam tomando cerveja e fazendo churrascos, pois não dá para nadar. Mal cabe uma pessoa deitada...

Pois bem, há uns dois anos atrás, eu estava sozinho em casa e preparei meu almoço. Na hora em que fui colocar o prato e os talheres na pia, chamou-me a atenção o fato de haver pessoas na cobertura desse prédio. Mais que depressa, pressentindo que poderia ver algumas garotas de biquini, peguei meu binóculo e comecei a olhar.Havia duas moças lá. Uma loura, que me pareceu a dona ou inquilina do apartamento, muito bonita, cabelos longos, e, de biquini, se mostrava com um corpo escultural.
A outra era mulata, fisicamente não tão bem dotada quanto a loura. O que me deixou excitado foi verificar que a mulata estava muito próxima à loura, parecia que estava tirando alguns cravos nas costas dela e de vez em quando passava as mãos pelos cabelos longos da loura e a abraçava.
Ficaram nisso uns bons 20 minutos, até que aconteceu o mais espetacular. A mulata, que até então estava nas costas da loura, passou-se para a frente dela e suavemente beijou-lhe os lábios, sendo correspondida.
O que eu pude ver realmente me deixou excitado, mas a beleza, a poesia da situação eram realmente incríveis.Sem pressa, sem violência, elas trocaram carícias, passando levemente as mãos nos seios uma da outra, até que a mulata sentou-se nas pernas da loura e elas se abraçaram e se beijaram longamente. Depois entraram para o apartamento. Aquilo me fez ficar, evidentemente, com a mão no meu cacete, que estava quase explodindo dentro de minha bermuda. Bati uma gostosa punheta vendo aquele espetáculo maravilhoso.

Entendi que a tarde prometia e passei a dividir os trabalhos que estava fazendo no computador com visitas periódicas à janela para observar se mais alguma coisa de interessante acontecia na cobertura. No entanto, elas não apareceram mais.
Mas eu sentia que ainda veria algo interessante e não parei de fazer as verificações periódicas.Não deu outra. Lá pelas 17 horas, quando assestei o binóculo pela décima ou vigésima vez, nem me lembro mais, vi que havia alguém dentro da piscina. Era um cara, e eu nem imaginava de onde ele havia aparecido. Estava lá, deitado, curtindo o sol da tardinha, com um copo de cerveja na mão e olhava para o lado, como se houvesse alguém ali e ele estivesse conversando.
Um pouco depois, eis que chega a loura que eu tinha visto de manhã e entra na piscina com ele, mas como eu já falei, a piscina era tão pequena que ela preferiu ficar em cima do cara. E ai foi um festival de beijos e amassos incrível, que me fizeram ficar de novo com o pau duríssimo.
A tarde estava caindo e começava a ficar escuro, dificultando a minha visão. Mas aí surgiu a mulatinha e acendeu as luzes da cobertura, o que me permitiu continuar a desfrutar daquela visão interessante. Parecia um grupo muito diferente aquele, pois de manhã as duas estavam aos beijos e abraços e agora aparecia um terceiro elemento na história...aquilo prometia!!!

Pude ver, agora com as luzes acesas, que o cara bem devagarzinho, desamarrou o laço do biquini da loura e retirou o sutiã dela. Eles estavam, agora, "corpo a corpo", ou como diria o Faustão, no "rala e rola"... Ficaram se esfregando, e a mulatinha de lado, só olhando. Teve uma hora que a loura se levantou e ai eu pude ver que o calção do cara já tinha descido para os joelhos e ele ostentava um pau enorme e duro. Foi então que a mulata despiu-se e entrou na piscina também, abocanhando aquela pica dura e mamando nela por um bom tempo, enquanto a loura, só de calcinha, ficava olhando e passando as mãos nos seios da mulata, que tinha a bucetinha penetrada pelos dedos do cara.

A situação para mim era muito excitante, e eu imaginava que para eles também, pois deviam estar sacando que alguém estaria vendo, do contrário deveriam ter deixado as luzes apagadas. Como estava a situação, qualquer pessoa que chegasse nas janelas ou varandas dos prédios vizinhos deveria estar tendo a mesma visão que eu, e é claro que deveria estar tão excitada como eu estava...

Em seguida, a mulata sentou-se na pica do cara e começou a cavalgá-lo. A loura, sem pestanejar, começou a beijar a bundinha da mulata e enfiou-lhe um dedo no cuzinho, o que fez com que ela aumentasse o ritmo da cavalgada. O cara segurava os peitinhos dela e mamava neles, numa profusão de mãos que se confundiam. Depois de muito cavalgar, a mulata cedeu o lugar à loura e ai inverteram-se os papeis. A loura tinha seios bem maiores que os da mulata, facilitando a ação das mãos e da boca do cara, enquanto a mulata agora enfiava o dedo no cuzinho da loura. Pareceu-me que, finalmente, o cara gozou, pois a loura se levantou, deu um último beijo na pica dele, que já não estava tão dura e entrou. A mulata e ele continuaram ainda a se amassar e se beijar, mas o pau do cara não voltou a se levantar e, assim, eles também sairam da piscina e entraram no apartamento.

Tornei a olhar periodicamente para aquela cobertura, mas naquele dia nada mais aconteceu.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tudo começou com um sonho

(escrito por Kaplan)

Conheci João Pessoa no início deste ano. Encantei-me com a cidade e mais ainda com a praia de naturismo de Tambaba, que desejava há muito conhecer. Passei dois dias lá, com casais amigos e pude comprovar o que algumas pessoas já haviam me falado a respeito da integração com a natureza propiciada pelo naturismo.

O entusiasmo foi tão grande que resolvi me mudar para lá. Na primeira oportunidade vendi tudo o que eu tinha, carro, apartamento, e me mandei. Comprei um apartamento à beira-mar, no centro de João Pessoa, com uma bela varanda onde estendia uma rede para, à noite, ficar contemplando o mar e o céu estrelado. Estava no paraíso, disso eu tinha certeza plena.
Esquecia-me dizer que quando voltei à minha cidade depois das férias de início do ano, mostrei as fotos para vários amigos e amigas, inclusive as que tiramos em Tambaba. De alguns ouvi recriminações, de outros expressões de espanto, uns terceiros vieram com as perguntas caretas tradicionais e outros manifestaram vontade de ir lá um dia, ou em locais semelhantes.
Uma dessas pessoas que achou interessante a experiência e disse que gostaria muito de experimentar foi minha grande amiga Carol (nome fictício). Carol é uma dessas pessoas que a vida coloca na vida da gente e que é dificil até definir o sentimento que acabou por nos unir. Não vou entrar em maiores detalhes, não vem ao caso. É suficiente que você, leitor(a), saiba que eu nutria por ela um carinho muito grande, reflexo de uma convivência quase diária de mais de três anos. E acredito que este carinho era recíproco.
Pois bem, ela foi a primeira pessoa que convidei para ir ao meu novo lar. E não se fez de rogada, um belo dia me avisou que estava chegando...aproveitou a Semana Santa, pegou o avião e de repente estava eu no aeroporto recebendo-a. Foi ótimo ela ter ido, ninguém havia ido ainda me visitar, havia muitas promessas, mas ninguém fora...
Como o avião chegou de tardinha, levei-a direto para meu apartamento para que ela pudesse se instalar e deixamos para conhecer as praias no dia seguinte. Levou pouca bagagem, eu sabia que ela não era de carregar malas e badulaques. Uma simples mochila conseguia reunir tudo o que era necessário para passar alguns dias comigo. Chegamos ao apartamento, mostrei-lhe o quarto e em pouco tempo ela abriu a mochila, tirou de lá algumas bermudas e algumas camisetas, chinelo, tênis... colocou tudo no armário e estava pronta para curtir o feriado!
Havia preparado um lanche e depois que o tomamos, descemos para a Av. Beira-Mar, para que ela pudesse começar a conhecer a cidade. Fizemos uma caminhada longa, aproveitando a iluminação para andar um pouco descalços na areia. Lá pelas 22 horas regressamos e combinamos sair no dia seguinte bem cedo. Ela queria conhecer todas as praias, não apenas Tambaba, e, de fato, fomos a outras, belíssimas praias do litoral sul.
Somente na sexta feira fomos a Tambaba. Na ida, enquanto conversávamos, notei que ela parecia estar um pouco constrangida, talvez em dúvida se deveria ir ou não. Afinal, nunca tivéramos qualquer tipo de intimidade e agora iríamos passar o dia inteiro completamente nus. Mas, corajosa como ela é, mesmo constrangida arriscou-se a ir. Esqueci-me de dizer que Carol é uma bela figura de mulher: alta, magra, cabelos castanho-claro encaracolados, extremamente bonita e simpática, chama a atenção por onde passa. Ao nos aproximarmos da praia, chamou ainda mais, pois sou bem mais baixo e mais velho do que ela. As pessoas não paravam de olhar para aquela dupla tão diferente que caminhava pela areia em direção à praia naturista.
Ao subirmos a rampa de madeira que dá acesso à praia, percebi que ela respirou fundo como se quisesse dizer: A sorte está lançada! E, resoluta, pisou na areia. Fomos recebidos por um senhor muito simpático, que eu já conhecia, completamente nu, ao lado do qual estava uma moça, também totalmente despida, com alguns sacos plásticos para nos oferecer: eram para guardarmos as roupas que levávamos, pois, daquele ponto em diante, só se pode caminhar nu.
Tiramos as roupas e eu procurei não ficar de frente para Carol, a fim de que ela ficasse mais à vontade. Em seguida, caminhamos para as barracas próximas ao restaurante. A praia ainda estava bastante vazia, pois era muito cedo, cerca de 8 horas da manhã. Duas moças estavam deitadas logo no início da praia e lá longe via-se um jovem casal de namorados. Éramos oito pessoas ao todo na praia, contando com o casal que nos recepcionara.
Estendemos as toalhas nas cadeiras e eu perguntei a ela se queria caminhar, pois sempre faço uma caminhada de 50 minutos quando chego à praia. Ela preferiu ficar, dizendo que queria estar deitada para queimar bem, já que ficaria só mais dois dias. Deixei-a, portanto, se ajeitando e fui fazer minha caminhada. Como a praia é pequena, fico andando próximo às ondas, indo e vindo, durante quase uma hora. Toda vez que voltava, olhava para Carol, mas ela estava deitada e nem sequer me viu passando.
Ao terminar, encaminhei-me para a barraca. Vi que Carol continuava deitada, tomando sol. Quando me aproximava não pude deixar de notar que ela possuía uma bunda maravilhosa. Grande, mas não exagerada, carnuda, podia-se sentir a firmeza das nádegas. Era, realmente, uma bunda muito bonita.... pensei comigo mesmo - como é que nunca notara antes?
Sentei-me, pedi uma cerveja e puxei um livro, que comecei a ler enquanto ela parecia dormir... Dali a pouco quem estava quase cochilando era eu. Aquele sol matinal, não muito forte, o céu azul, o barulho das ondas, a cerveja...o silêncio... tudo convidava ao sono...
- Vamos nadar um pouco?

Ouvi, mas achei melhor não ir...estava muito bom ali, deitado, e a cerveja ainda estava cheia... iria esquentar se não fosse bebida rapidamente... Ela sorriu com as minhas desculpas e se encaminhou para o mar. Vendo-a caminhar, com aquela nudez resplandecente era realmente um espetáculo digno de ser fotografado, filmado, enfim, imortalizado...
Ela entrou no mar e eu fechei os olhos, curtindo a natureza que se manifestava de forma tão esplêndida aquela manhã. Nem reparei quando ela voltou, toda molhada e parou em minha frente, torcendo os cabelos para que a água escorresse. Só aí pude vê-la com mais calma, de frente. E pude então admirar um lindo par de seios, pequenos, do jeito que eu gosto, aqueles que cabem na mão... ou na boca... nada daquelas bolas siliconadas terríveis que estão na moda. Seios pequenos, naturais, belos.... muito belos!!!
Descendo os olhos, via-se com dificuldade, pois ela estava de costas para o sol e a minha visão era perturbada quando ela se movimentava e o sol vinha direto em meus olhos, mas via-se um tufo de cabelos não muito escuros, convidativos, a esconder regiões perfumadas e doces como mel.
Mesmo com a minha vivência naturista, não pude deixar de ficar excitado com o que via... fui obrigado a colocar o livro sobre uma parte rebelde de meu corpo, que insistia em se manifestar, embora sabendo que essas manifestações são proibidas naquela praia. O livro foi providencial, mas ela notou, e pude ver um pequeno mas sarcástico sorriso...
Ficamos na praia até às 15 horas. Conversamos muito, nadamos várias vezes, e aquela proximidade nos tornava mais e mais amigos. Se houve algum constrangimento dela no início, em pouco tempo ele havia desaparecido e a alegria juvenil que se espraiava de seus olhos me mostrava o quanto ela estava curtindo a praia.
Mas às 15 horas eu a chamei para voltarmos, pois queria que a gente descansasse um pouco antes de levá-la para jantar.
- Onde vamos jantar? Ela perguntou.
- Há um restaurante fabuloso aqui, onde se come um salmão grelhado como nunca você provou antes!
- Mas escuta, é restaurante simples? Eu não trouxe roupas para freqüentar lugares chiques...
- De fato, é um restaurante chique, mas a gente resolve isso, passamos no shopping e você compra um vestido...
- Tá maluco?
- Não... te dou o vestido de presente, pronto!
Dito e feito. Compramos o vestido, fomos para o apartamento, tomamos banho e demos uma dormida de umas 3 horas. Lá pelas 21 fomos para o restaurante. Pedimos um vinho e o salmão e ficamos conversando na varanda do restaurante.Foi aí que me veio uma idéia à cabeça. Eu estava querendo ir em julho à França e estava sem companhia...quem sabe Carol se interessava em ir comigo?

- Carol, o que você vai fazer em julho?
- Eu...ainda não sei... tava pensando em viajar, quem sabe eu volto para cá? Afinal, adorei a praia...
- Quer ir a Paris comigo?
- O que????????????
- É isso mesmo, Paris... quer passar o mês lá comigo?
Bem...o susto que ela levou foi tão grande, que o vinho foi entornado no vestido novo...era uma vez um vestido... Vermelha, não sei se por causa do vinho, por causa do estrago ou em função do convite, ela tossia sem parar, até que finalmente se acalmou. Foi salva pelo garçom que veio avisar que o salmão já estava na mesa. Comemos em silêncio, ela continuava com as faces afogueadas e eu fiquei meio que sem saber o que falar... Terminamos o jantar e voltamos, ainda em silêncio, para meu apartamento.
Lá chegando, tirei a roupa, pondo uma bermuda, o que ela também fez. E só de bermudas, nós dois nos sentamos na rede, abri um outro vinho e ficamos ali, em silêncio, bebericando e olhando as estrelas que prometiam um sábado belíssimo. De súbito, ela me encarou profundamente, olhou fundo nos meus olhos e me perguntou se aquele convite era sério ou era uma brincadeira.
- É sério, respondi. Eu estou indo dia 5 de julho e gostaria muito que você fosse comigo!
Aconteceu, então, o inesperado. Ela pegou os dois copos de vinho, colocou no chão, sentou-se na rede de frente para mim, colocou suas mãos em meu cabelo, me puxou para si e me deu o mais gostoso beijo na boca que eu já havia recebido de uma mulher. Foi um beijo demorado, em que as línguas se encontravam, se entrelaçavam, se soltavam, voltavam a se entrelaçar, mas ao mesmo tempo um beijo doce, em que os lábios mal se tocavam.
Depois de alguns minutos ela virou-se de costas para mim, recostando-se em meu peito e aí, leitor, todos os meus desejos reprimidos irromperam de dentro de mim como um vulcão. Ao sentir o contato daquele corpo quente, segurei-lhe os seios, enquanto a beijava na nuca, fazendo-a ficar arrepiada. Os cabelos encaracolados escorriam em meu rosto, com um perfume divino, deixando-me cada vez mais excitado. Impossível agora esconder a excitação. A bermuda era de um tecido fino e em pouco tempo parecia que ia explodir. Ela sentiu o contato em suas costas e mais que depressa, tirou a sua bermuda, a sua calcinha e a minha bermuda. Ficamos ambos nus na rede, entrecruzando nossos corpos, apalpando-nos e nos conhecendo mais profundamente. Beijos, suspiros, amassos se sucediam, tendo apenas as estrelas por testemunhas.
Preliminares que duraram uma eternidade...desejos reprimidos que, de repente, vinham à tona, corpos que se tocavam, se falavam, se musicavam. Da rede passamos para a cama onde pudemos nos explorar mais. Cada centímetro do corpo, cada dedo, cada fio de cabelo... tudo foi explorado, nada ficou escondido. Os seios foram beijados, sugados com uma avidez enorme, a mesma com a qual ela beijou e sugou meu pênis, que latejava de tesão.
Finalmente fui penetrado por ela...sim leitor...é isso mesmo...ela me colocou uma camisinha e apoderou-se de meu pênis, fazendo-o sumir em suas entranhas úmidas e quentes, que eu já tinha percorrido com minha língua, sorvendo deliciosamente o néctar que dela escorria. Cavalgou-me como uma amazona no cio, subia e descia, fazendo meu pênis aparecer e desaparecer, rodava seu quadril, me levando à loucura, até que ambos gozamos alucinadamente...
O suor escorria de nossos corpos, a cama estava molhada, mas o cansaço se abateu sobre nós dois que dormimos ali, abraçados, até que o sol, nascendo bem cedinho, veio nos acordar e dizer que mais um dia começava e a praia nos esperava...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Marido fotografando duas amigas

(escrito por Meg)

Tudo começou quando um casal amigo nosso esteve em nossa casa e Álvaro nos pediu que Kaplan e eu ficássemos em sua casa por uma semana, pois ele tinha de viajar e a esposa, Carol, não gostava de ficar sozinha, apesar de eles morarem em um condomínio fechado.

Sem problemas, não tínhamos nenhum compromisso maior, nos comprometemos a ir, então. Ele iria viajar dali a dois dias, numa terça feira. Na segunda, Kaplan e eu fizemos uma mala e fomos para o condomínio. Como lá é um lugar maravilhoso, com muitas flores e vegetação, o Kaplan levou a máquina fotográfica para fazermos algumas fotos.

Carol é uma morena, de 1,65m, pouco mais baixa que eu. Cabelos compridos, negros, tem um corpo bem proporcionado, seios médios, bumbum gostoso, redondinho. Já conhecíamos a casa deles, pois cultivamos uma amizade desde a juventude.

Chegamos, o Álvaro já havia saído para o aeroporto. Ela nos mostrou o quarto de hóspedes, desfizemos a mala e fomos para a sala bater papo. Já eram quase 18 horas. Eu estava usando uma mini saia branca e sandálias também brancas, com uma blusa vinho. Carol usava uma mini saia marrom escuro e uma camiseta de alcinhas, cor de laranja, combinando com suas havaianas, também laranjas.

Ao chegarmos à sala, ela estava meio chorosa. Fui até ela e dei-lhe um abraço, comentando que estava muito cedo para ter saudade.

- Vamos alegrar este ambiente...cadê a música? Cadê o vinho? Acende a lareira, Kaplan, vamos preparar um ambiente gostoso pra gente ficar!!!

Como nós duas continuávamos abraçadas, enquanto o Kaplan preparava a lareira, para consolar Carol dei-lhe uns beijinhos. Minha surpresa foi grande quando ela retribuiu com um gostoso beijo na minha boca, enfiando a língua dentro de mim. Mesmo surpresa, retribui na hora, ainda mais que senti a mão direita dela pegando em minha coxa esquerda e procurando subir por baixo da minha mini saia.

Quando procurei ver o Kaplan, ele já estava meio escondido, com a câmera na mão, nos fotografando... Isso me deu um tesão muito grande.

Apoiei meu joelho direito na poltrona e vi que Carol fez o mesmo, mas apoiando o esquerdo. Pus as mãos sobre os seios dela, ainda por cima da camiseta, e senti que ela suspirava, arfava mesmo. Beijei seu colo, minha boca cada vez se aproximava mais dos seios de Carol...

Fiquei de costas para ela e me desvencilhei da minha saia. Eu usava uma calcinha marrom, de rendinha e vi que a dela era branquinha, quando ela também tirou a saia. Ainda com o joelho esquerdo apoiado na poltrona, ela me abraçou por trás. Uma das mãos estava na minha cintura e a outra procurou meus seios, apertando-os por cima da blusa, que eu ainda não havia tirado.

Ela fez isso por mim. Como a blusa era desamarrada nas costas, ela desamarrou e me permitiu começar a tira-la, se bem que dei uma paradinha, pois ela começou a beijar minhas costas, me fazendo ficar arrepiada...

Virei-me para ela e pude usufruir de seus beijos em meu biquinhos...Deus..como ela beijava gostoso, enquanto a outra mão fazia carinhos no outro seio...

Sentei-me na poltrona, ela se ajoelhou entre as minhas pernas, de costas para mim. Comecei a levantar sua camiseta, até que minhas mãos encontrassem os seios e eu também pudesse retribuir os carinhos que ela me fazia...

Ela se levantou, tirou minha calcinha e ficou em pé ao meu lado. Tirei a calcinha dela e ficamos ambas nuas, para delicia do Kaplan, que não se cansava de fotografar mas cujo cacete já se apresentava muito duro, quase furando a bermuda que ele usava,

Ela sentou na poltrona. Fui, com meus dedos, até sua xotinha. Lá eu enfiei um, depois dois e finalmente três dedos, fazendo com que ela gemesse de prazer.

Fiz com que ela se erguesse na poltrona, ficando ainda agachada, e me deitei debaixo dela, de modo que minha boca ficasse exatamente na xotinha. Eu me apoiava apenas pelas costas, já que minhas pernas ficavam de fora da poltrona. Chupei-a por um bom tempo, vendo ela gozar...

Depois foi a minha vez de ficar deitada na poltrona e ela chegar até mim, com sua boca ávida, procurando minha xotinha, abrindo-a toda e lambendo-me com um tesão incrível.

Assim ficamos por um bom tempo. Kaplan já havia se masturbado pela visão que teve. Eu via a mancha do esperma em sua bermuda. Parou com as fotos, enquanto Carol e eu, cansadas, mas felizes, nos abraçávamos, sentadas as duas na poltrona. Da lareira, vinha o calor do fogo e o barulho delicioso do crepitar das chamas...

Irmãos vistos da janela



A privacidade nas grandes cidades hoje é praticamente impossível. Prédios enormes de apartamentos são construídos frente a frente, lado a lado, e ocorre portanto um devassamento da vida de cada um e de todos.Moro num edifício relativamente pequeno, de apenas 8 andares e nas vizinhanças há vários edifícios da mesma altura, assim como alguns bem maiores, com 15, 20 andares. Para um voyeur, é um prato cheio, pois dependendo do horário podem ser vistas coisas “muito interessantes”...


Em frente à minha varanda, por exemplo, tenho os fundos de um prédio e já me habituara a ver os moradores de praticamente todos os andares, pois, incrivelmente, parece que as pessoas se esqueceram de que devem fechar cortinas ou persianas quando trocam de roupas. Parece que estes vidros fumê enganam, as pessoas acham que estão protegidas mas não estão. De dia, sim, é impossível se ver alguma coisa através deles. Mas à noite, quando as luzes se acendem... fica tudo completamente visível.

No sétimo andar do prédio ao qual me refiro, habita um casal já relativamente idoso, com dois filhos, o rapaz na faixa de seus 22 anos e a menina deve ter uns 20. Sempre os via e sabia até mesmo identificar quais eram os aposentos que freqüentavam. A janela da esquerda correspondia ao quarto da menina, a do meio era um escritório em que ficava o computador e a da direita era o quarto do casal.Diversas vezes vi, pela janela, a menina trocando de roupa. Algumas vezes deu para ver os seios dela, quando trocava ou tirava o sutiã. Outras vezes a vi, apenas de camiseta e calcinha vendo sites da Internet, no escritório. O dia em que a vi só de calcinha e camiseta no escritório, comecei a pensar que os pais e o irmão deveriam vê-la nesses trajes...e aí fiquei mais interessado em passar mais tempo na varanda, com as luzes apagadas, para observar o que se passava naquele apartamento.

Minhas observações logo se fizeram produtivas. Uma noite de sábado ela estava com os trajes habituais (calcinha e camiseta) no computador, quando os pais entraram no escritório, vestidos como se fossem a uma festa. Conversaram algo, despediram-se e saíram. Uns vinte minutos depois o irmão entrou no escritório, só de bermuda, puxou uma cadeira para perto dela e começaram a ver alguma coisa na internet. Riam muito, mas não dava para ver o que eles estavam olhando, pois o computador fica de lado para a minha visão. Mas notei que o rapaz diversas vezes abraçava a irmã, e estava sempre com uma das mãos na perna dela, que em nenhum momento fez questão de tirá-la. Dos abraços ele passou para carícias mais ousadas, pegando em seus cabelos longos, levantando-os e dando-lhe beijinhos na nuca. Dava para ver, pelos movimentos dela, que ela se arrepiava toda.


Em seguida ele colocou as duas mãos sob a camiseta dela e começou a acariciar os seios. Ela devia ter os mamilos muito sensíveis, porque imediatamente se virou para ele e tirou a camiseta, ficando só de calcinha. Ela estava de costas para mim e eu vi quando o irmão abaixou a cabeça e começou a mamar naqueles peitinhos (muito bonitos, por sinal, eu já os havia visto anteriormente). Ela estava completamente alucinada com a boca do irmão nos seios. Eles ficaram de pé e aí deu para ver que havia um volume muito expressivo na bermuda dele. Ela deve ter sentido, pois na mesma hora abaixou a bermuda do irmão.

Realmente, ele estava com o pau duríssimo. Não era muito grande, tinha um tamanho médio e, pelo visto, ele já devia ter operado a fimose, pois a cabeça despontava livre de qualquer pele. Ela se abaixou e começou a beijar o pau do irmão, depois colocou-o quase todo na boca. Pelo visto, eles já deviam fazer isso há muito tempo, pois nenhum constrangimento era visível. Tirou toda a bermuda do irmão e tirou a calcinha também. Ficaram os dois completamente nus, se abraçando, se roçando. Eu torcia para eles não se deitarem no chão, pois aí eu perderia toda a visão do que iria acontecer. Felizmente, eles “ouviram meus pensamentos” e não fizeram isso.


Ele sentou-se na cadeira e ela veio e sentou-se no colo dele, ajustando a bucetinha no pinto, fazendo-o mergulhar dentro de si. Quando entrou tudo, ela inclinou a cabeça para trás, deu um sorriso, beijou-o na boca e começou a cavalgá-lo. Imaginei que deviam estar gemendo, pois suas bocas não permaneciam fechadas. A cena era de muito tesão. Imediatamente pus meu próprio pau para fora da calça e comecei a bater uma punheta, enquanto acompanhava aquela amazona cavalgando sem parar, até esfolar o pau do irmão. Depois de muito cavalgar ela saiu do pau do irmão, apoiou-se na mesa do computador e ofereceu a bundinha para ele, que não se fez de rogado. Penetrou aquela bucetinha, que devia estar molhada e pulsante, por trás e continuou a meter, até que não conseguindo mais segurar o gozo, tirou o pau e inundou as costas da irmã com um monte de esperma.Ficaram abraçados por alguns minutos e em seguida dirigiram-se para o banheiro, que é ao lado do quarta dela. Aí não deu para ver nada, evidentemente. Mas imaginei que deviam esta tomando banho juntos e, possivelmente, fazendo mais alguma sacanagem.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A piscina da vizinha


(escrito por Kaplan)


Moro num apartamento e da janela de meu quarto posso ver a piscina do prédio vizinho, raramente utilizada pelos moradores. Vez ou outra, principalmente nos períodos de férias escolares, podem ser vistas crianças com suas mães e babás. Fora isso, somente em alguns raros dias a piscina é freqüentada.


Num domingo de julho, lá pelas 15 horas, cheguei à janela e pude ver que havia um jovem casal aproveitando-se do calorzinho daquela tarde e preparava-se para entrar na piscina. A moça era moradora do prédio, eu já a tinha visto algumas vezes. O rapaz eu nunca vira, presumi, portanto, que devia ser o namorado dela e que ela o trouxera para curtir a tarde.

Os dois mergulharam e logo se abraçaram, nadando juntinhos, trocando beijos e abraços. De onde eu estava podia ver claramente que as pernas deles se entrelaçavam debaixo dágua e algumas carícias mais libidinosas eram trocadas. Mas tudo com muito cuidado, pois, afinal, a tarde estava clara e vários prédios ao redor poderiam ser testemunhas das brincadeiras.


Depois de ficarem um tempo nessas brincadeirinhas, eles saíram da água e deitaram-se nas cadeiras, para se bronzear. Neste momento, eu saí da janela e voltei aos meus afazeres, pois acreditava que mais nada poderia acontecer ali, exatamente por causa do horário e da visibilidade que a piscina possui.

Muito tempo depois, tive que retornar ao meu quarto para pegar alguns documentos e, ao olhar para a piscina, vi que os dois ainda continuavam lá, agora protegidos pela escuridão da noite que chegava. A piscina possui iluminação interna, que já estava acesa e, verificando com mais cuidado, pude ver que os dois estavam lá, novamente abraçados, enchendo-se de beijos. Pensei:

- Aqui tem coisa! Eles estão se preparando para alguma safadeza...

Achei melhor então pegar um binóculo que possuo para essas ocasiões e me postei na janela, com as luzes do quarto apagadas, para que eles não me vissem. Observando os prédios vizinhos, verifiquei que poucos tinham as luzes acesas, o que demonstrava que provavelmente muitas pessoas já haviam viajado de férias e as que ficaram deviam estar vendo televisão.

Passei a observar atentamente os dois pombinhos. Quando eles passavam pelo foco de luz, dava para perceber que as carícias estavam ficando mais ousadas, via-se claramente que o rapaz estava com seu cacete endurecido, pois o volume no calção era sintomático.Quando eles saíam do foco de luz, ficava mais difícil enxergar detalhes, apesar de naquele dia estarmos na fase de lua cheia e ela iluminava bastante a piscina. Fiquei então, na expectativa de eles passarem pelos focos de luz, quando a visão se tornava mais clara.

E a cada passada, as coisas iam ficando melhores para eles e para mim que os assistia. Agarradinhos estavam e o rapaz já passava as mãos nos seios da garota. Ela não tirara nenhuma das peças, mas ele enfiava a mão suavemente por cima do sutiã, e dava para perceber que ele massageava os mamilos de uma forma tão gostosa que a garota fechava os olhos, inclinava a cabeça para trás e se deixava apalpar.


De vez em quando ela olhava para os lados, para ver se alguém chegava. Como ninguém aparecia, os dois continuavam. Ele falou alguma coisa ao seu ouvido e percebi que ela franziu a testa e balançou a cabeça, como que negando o que fora pedido. Mas ele insistiu, levando a mão direita à xaninha dela. Dava para ver nitidamente que ele afastava a calcinha e penetrava um dedo na xaninha que já devia estar pulsando de desejo.

Insistiu tanto que ela finalmente concordou. Olhou para os lados e não vendo ninguém, ela também enfiou a mão dentro do calção do rapaz e começou a masturba-lo. Ao sentir o quanto estava duro aquele cacete, ela abaixou um pouco o calção, olhou admirada e disse qualquer coisa. De onde eu estava era impossível ouvir, mas me pareceu um elogio, pois o cara derramou-se em beijos.


Perdendo um pouco o receio, ele abaixou o sutiã da menina e começou a mamar em seus seios fartos, ali mesmo na piscina. Ela ficou apavorada, desprendeu-se dele, colocou o sutiã e saiu da piscina, deitando-se na cadeira, enrolada em uma toalha.Nisso apareceu a mãe dela, que devia estar preocupada com a demora da filha na piscina. Como falavam alto, deu para ouvir:

- Minha filha, até agora? Está ficando frio...

- Ah, mãe! A água está tão gostosa! O Leo nem consegue sair da piscina... não quer entrar também?

- Está doida, menina? E pegar um resfriado? Nem pensar!

- Ta bom, mãe... daqui a pouquinho a gente sobe.

- Ta certo, filha, não demore...seu pai está ficando preocupado.

Assim que a mãe sumiu de vista, o tal do Leo criou coragem para sair da água. Ainda se podia ver que estava com o pau bem duro e foi direto para cima da menina. Deitou-se com ela na cadeira e começou a alisar seu corpo. Era mesmo abusado o rapaz! Enfiava a mão dentro da calcinha e dessa forma podia enfiar o dedo ora na bucetinha ora no cuzinho dela, dependendo se ela estava de costas ou de bruços.


E ela foi ficando cada vez mais com tesão e acabou perdendo o medo, segurando o cacete do namorado e até mesmo fazendo um boquete nele, até ele gozar. Ela não conseguiu engolir a porra que saiu daquele cacete, que deve ter manchado a cadeira.


E ele, em seguida, puxou a calcinha dela e caiu de língua naquela bucetinha, fazendo-a contorcer-se toda.


Depois de alguns minutos nessa sacanagem, ela deve ter dito ao Leo que deveriam subir. Então deram mais um mergulho, ela aproveitou para jogar água no local onde havia caído a porra dele, levantaram-se, enxugaram-se e subiram, me deixando ali, de pau duro também e pronto a bater uma bela punheta em homenagem ao espetáculo que eles me proporcionaram.