segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Na piscina acontece de tudo entre amigos



As piscinas existem pra isso também...

(escrito por Kaplan)

Numa piscina, numa bela casa, num local tranquilo, sem ninguém para perturbar.O que mais duas pessoas amigas podiam desejar? 

Que bela piscina... o que ela pode proporcionar? (foto: Kaplan)

Ludmila recebia seu colega Max, nas férias da faculdade. Ele esteve lá desde a manhã, almoçou com ela e com os pais.

Depois que os pais saíram para trabalhar, ele ajudou Ludmila na arrumação da cozinha, esperaram o sol diminuir um pouco a intensidade e foram para a piscina.

Ela tinha interesse no Max, por isso usou um biquíni bem revelador de suas formas. Ele estava de bermuda, não tinha levado sunga porque não imaginara ficar o dia inteiro lá.

E notou, de cara, que aquele biquíni ela escolhera para seduzi-lo. E aceitou a sedução. Ela, afinal de contas, era uma gata. Grande amiga, nunca rolara nada entre eles. Mas por que não poderia rolar?
Começou elogiando o corpão dela.

- Naquela faculdade você se destaca, Lu... tem muita gata gostosa lá, mas o que já ouvi de gente babando... homens e mulheres, viu? Você agrada a todos os sexos...
- Deixa de ser bobo, Max... 

Você é gostosa demais!!!
- Bobo nada, falo a verdade. Se um dia eu contar pra turma que estive aqui e te vi de biquíni, vou ser eleito o herói da sala! Não tem nenhum... nenhum mesmo que não te deseje!
- Você se inclui aí?
- Claro... imaginar não faz mal a ninguém...
- Max...
- Oi...
- Eu gosto de você. Muito mesmo! Se eu quisesse um rolo com alguém seria você! Agora, que você disse que me deseja, eu te falo... eu te desejo também!

Um beijo encerrou a conversa. Sentados na beirada da piscina, eles se engalfinharam. O sutiã dela desapareceu misteriosamente e Max se viu com as mãos nos seios dela. Tocou, beijou, mamou.
Ela tirou a bermuda dele. Pau duro, ereto! 

Chupou e depois colocou entre os seios e ficou friccionando.
Tirou a calcinha e sentou no pau dele. E cavalgou. E ele vibrou com os seios dela balançando, os olhos dela fechados, os lábios se comprimindo...
E pulando, ela gozou. Ele não. Mas logo gozou, ela o chupou até arrancar dele a última gota de esperma. 

E ficaram deitados na toalha, com mil beijos sendo dados.
Um 69 os colocou de novo com muita vontade.
Então saíram dali e foram ficar na sombra das árvores do quintal da casa. 

Pra você eu dou tudo... aproveite!

Ajoelhou na frente dele e fez um boquete demorado. Gostava muito de ter um pau em sua boca, nos seios, na xotinha e até no cuzinho.

Cavalgou de novo e depois deitou-se e ele a comeu de ladinho.

Feliz da vida com novo orgasmo, deu o cuzinho pra ele.

Ele agradeceu inundando o cuzinho dela com sua porra.

Ficaram olhando um para o outro e ela comentou:

- Já perdemos oito dias de férias... temos de recuperar isso e você está intimado a vir aqui em casa todas as tardes que ainda temos!

Foi ajudar a amiga e ambas foram ajudadas por ele



Das muitas coisas estranhas que aconteceram com Meg...

(escrito por Kaplan)

Realmente, algo inusitado aconteceu naquele sábado. Uma grande amiga de Meg, Lena, telefonou pra ela. Já era noite, Meg e eu tínhamos acabado de transar, ainda estávamos nus na cama quando o telefone tocou. 

Sério??? kakaka... não acredito!
Meg atendeu. Era pra ela mesmo. E aí comecei a ver que ela arregalava os olhos, ria, falava coisas como “não acredito”... e aquilo me deixou curioso, claro.
Foram quase vinte minutos de conversa, em que ela mais ouviu do que falou. E quando ela desligou, inclinou-se, rindo e comentou comigo:

- Não aguento essa minha amiga!
- O que foi? Algo sério? Bem, não devia ser, você riu muito...
- Ri sim, mas parece que é sério. Imagina que ela estava passeando hoje cedo com o cachorrinho e encontrou com uma amiga, que estava acompanhada de um coroa. E depois que chegou em casa, a amiga telefonou, falando que o coroa, chamado Gustavo, tinha ficado vidrado nela e queria se encontrar com ela de qualquer jeito.
- Poxa... o cara não perdeu tempo... e o que a Lena falou?
- Você sabe que ela já tem alguém, né? Mas me disse que acabou combinando com a amiga de se encontrarem à noite, para um café. E que o cara se insinuou pra ela o tempo todo. E falou e falou, e coisa e tal... e ele queria encontrar-se com ela amanhã. Aí ela, meio no sufoco, disse que já tinha um compromisso, que era um café também, e que se ele quisesse aparecer lá...
- E?
- E o compromisso é comigo... ela tava me pedindo pelo amor de Deus para eu me encontrar com ela e ficar lá o tempo todo, caso o Gustavo aparecer. E eu vou ter de ir, né? Não posso deixá-la sozinha com ele...

Fomos dormir, não havia mais nada a fazer.
E no domingo, ela saiu às 17 horas para se encontrar com a Lena. Fiquei vendo televisão, lendo...
E quando olhei no relógio e vi que já passava da meia-noite, comecei a ficar preocupado. Liguei para a casa da Lena e o telefone tocou, tocou... ninguém atendeu.
Não consegui dormir, fiquei acordado pensando o que poderia ter acontecido e onde ela estaria.
Uma hora... e nada...
Uma e meia, ela chegou.

- Mas o que aconteceu? Já estava ficando apavorado aqui, ninguém atendeu o telefone na casa da Lena...
- A gente não estava lá não...
- E onde estavam? 

O tal cara é de uma simpatia só! Gostei dele!
- É uma longa história. Deixa eu começar do começo. Fui me encontrar com ela, num café perto do apartamento dela. Lá pelas seis horas o tal Gustavo chegou. Tive uma ótima impressão dele. Muito educado, muito fino mesmo. A Lena nos apresentou e ficamos conversando, aí do café passamos para o vinho. Quando a Lena levantou para ir ao banheiro, fui com ela e lá ela me disse que estava doidinha. O Gustavo já tinha passado a mão nas pernas dela, aproveitando que a toalha da mesa era bem grande. Eu não tinha percebido isso. E ela estava sem saber se deixava rolar ou não. Queria a minha opinião. 

Eu falei que ela é que tinha de saber.
Voltamos pra mesa e ele se levantou, todo cavalheiro, sentando-se somente depois que nós duas sentamos.
E aí perguntou se nós duas gostávamos de dançar... imagina perguntar isso pra nós. Sabendo que gostamos, ele nos convidou a ir ao apartamento dele. Disse que tinha uma coleção de discos fantástica. 

- Então vocês duas foram...
- É, fomos. Imaginando que éramos duas e ele só um, não haveria problema. E  chegando lá vimos realmente uma quantidade enorme de discos e ele colocou um de boleros... ah... parece que ele conhecia nossos gostos... como adoramos dançar boleros! 

Eles dançando e eu fotografando... (foto: Meg)
Deixa eu te contar um pouco mais sobre ele. É divorciado, não tem filhos, mora sozinho num apartamento que tinha 4 quartos, mas ele derrubou uma parede e juntou dois quartos fazendo uma sala de TV e som. E foi ali que dançamos. Claro que ele pegou a Lena para dançar juntinhos, mas eu fiquei dançando sozinha, estava até de olhos fechados quando ele largou a Lena e me puxou e ficamos dançando. E como dança bem, o danado! 

Paramos de dançar, ele abriu um vinho e bebemos e eu já comecei a ficar daquele jeito que você gosta... e confesso que pensei: “se a Lena não pegar esse coroa, eu pego!”

E voltamos a dançar, ele tirava uma, depois a outra e nós duas já estávamos prontas pra qualquer coisa.

Quando ele pediu licença para ir ao banheiro... eu perguntei a ela se ela iria pegar, ela disse que sim e eu falei que também estava a fim. Então tiramos as roupas, ficamos totalmente nuas esperando ele chegar. 

Quer só uma ou quer as duas?
E quando ele chegou e nos viu... tirou a roupa também e aí ficamos dançando, nós três juntos, pelados, excitadíssimos. O pau dele estava uma graça de tão duro.

- E você não resiste a um pau duro...
- E eu não resisti... parei de dançar e cai de boca nele. E a Lena também ajoelhou e ficamos nós duas chupando.
- Então foi esse o motivo do seu atraso...
- Pois é. Devia ser umas 9 horas quando começamos a farra... e ele nos comeu direitinho. 

Primeiro ela, depois a mim... e lá pelas 11 ele estava me comendo de novo e depois a ela...
Extenuados, fomos tomar um banho e ele ainda conseguiu comer dois cuzinhos num banho só.

Resultado, quando deu 1 hora, falamos com ele que precisávamos ir embora, ele então me trouxe e depois foi levar a Lena. Quando acordar vou saber se ela dormiu a noite toda com ele ou não...


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Viu a mãe fazendo coisas do arco da velha com um amigo



Contagem de hoje: 1.533.715 acessos em 2.667 contos publicados.

(escrito por Kaplan)

Chegar em casa fora dos horários rotineiros costuma causar problemas a esposas, maridos... entendem, né? Podem descobrir que tem “alguém” frequentando a casa em sua ausência.

Mas causou um grande problema também para o Inácio, jovem universitário que saiu de casa cedo, deveria voltar apenas na hora do almoço, mas quando chegou na faculdade deparou-se com a ausência dos professores com os quais teria aulas naquele dia. Então, bateu papo com alguns colegas e voltou para sua casa.

Era casa mesmo, num bairro bem residencial que teimava em existir na cidade que só crescia verticalmente. Ele estava acostumado a entrar por uma porta lateral, que dava acesso ao quintal, percorria a distância entre a entrada e a cozinha, e entrava por lá, sempre encontrando sua mãe, dona Branca, terminando o almoço.

Só que, naquele dia, ao passar pelas janelas ouviu sons que o deixaram intrigado. Primeiro: era uma voz masculina. Falando baixo, ele não conseguiu compreender o que ele dizia. Segundo: gemidos e com certeza eram da mãe...
Prestou mais atenção, sem fazer barulho. Aquela janela era da sala, estava fechada, mas dava para ouvir os gemidos e logo ouviu a mãe dizer:

- Vamos pro quarto, a cama é mais confortável!

Não estava acreditando no que ouvia. Tratou de chegar à janela do quarto da mãe e aí ouviu os dois rindo.

- Fecha a porta, querido!
- Pra que? Seu filho ainda demora... dá tempo de fazer tudo que a gente gosta!

Ouviu ela rindo, feliz.
Não estava acreditando, então olhou a porta da cozinha. Estava aberta, entrou sem fazer barulho algum, tirou os sapatos e foi, descalço, na direção do quarto dela. A porta estava, realmente, só encostada ligeiramente, dava pra ver dentro do quarto e ele ficou espreitando. E aí viu coisas do arco da velha. Nunca imaginara que a mãe fizesse o que ele viu ela fazer! 

Minha mãe com o vizinho... e olha só o que ela faz!!!
Ela já estava nua, deitada na cama e a pessoa que estava com ela ele reconheceu, era o vizinho, Genésio, que sempre frequentara a casa...

“Que safado... vive aqui e aparece sempre que não estou... quantas vezes será que ele já veio aqui quando estou na faculdade?”

E ficou vendo o que eles faziam. Ele já tinha tirado a roupa e estava de costas para a porta. O Inácio só via o bundão dele, mas como ele estava com a cabeça enfiada no meio das pernas da mãe, ele sacou que o Genésio devia estar lambendo a perereca dela.

E, de fato, era isso mesmo que ele fazia. Para Branca, descobrir o Genésio foi descobrir uma forma diferente de trepar. Com o falecido, era só papai e mamãe, nada de sexo oral. Ele ficava bravo até quando ela pegava no pau dele.

Pois o Genésio adorava que ela pegasse, ensinou a ela como fazer um boquete e quase a matou de gozo quando lambeu sua xotinha pela primeira vez. E ela não deixava passar a ocasião para ser lambida. E chupava muito bem, como o Inácio viu em seguida. 

Chupando o pau dele... quem diria!
Ela estava ajoelhada na cama, o Genésio deitado, um pau enorme, duro, apontando para o teto. E ela o engoliu inteirinho!

“Caramba! Ela é a própria garganta profunda! Como consegue colocar aquilo tudo dentro da boca?”

Pois ela conseguia e quando tirava o pau de sua boca, dava para ele ver a baba que ela soltava, e aí lambia o pau dele, até engolir as bolas ela engolia!
Inácio pensou em sair, em entrar no quarto e dar um esporro nos dois... mas aí percebeu que estava de pau duro também. Como assim? Excitado com a própria mãe? Mas era isso que ele estava sentindo... então continuou a olhar...

Foi bom demais, como sempre...
E aí ele viu tudo o que Genésio e a mãe faziam na ausência dele... viu a mãe cavalgando, e ela estava de frente pra porta. Viu os seios dela, viu a xotinha peluda subindo e descendo no cacetão do Genésio. E depois ela virou e ele viu a beleza da bunda... não conseguia tirar a mão do pau... aquilo era muito excitante.

E viu ela ficando de quatro e o Genésio metendo bronca por trás. E aí ela caiu deitada na cama, com um sorriso enorme nos lábios. Ela tinha gozado, foi o que ele percebeu.
Ouviu ela pedir para o Genésio ir embora.

- Vai, Gê... tenho de tomar um banho e fazer o almoço do Inácio. Vai poder voltar amanhã?
- Nem sei porque você pergunta isso todo dia... sabe que posso... é só me ligar que eu corro pra cá!

Ela riu e o chamou de gostoso.
Ele vestiu e saiu. Ela ainda estava deitada, nua, relembrando os bons momentos que acabara de viver, quando olhou para o porta e viu o filho. Arregalou os olhos, levantou rapidamente, tentou proteger os seios e a xotinha. 

Não precisa tampar... eu já vi tudo!
- Mãe, não precisa tentar esconder... eu já vi tudo, eu estou aqui desde o começo...

Ela se rendeu. Não tentou esconder mais nada.
Sentou na cama e chamou o Inácio para sentar ao lado dela. E explicou tudo, como o sexo com o pai dele era horrível e como o Genésio, após ela ficar viúva, se aproximou e acabou rolando.

- E você viu tudo?
- Vi.
- Pois é, filho, eu estou tendo uma vida sexual somente agora, depois que comecei a transar com ele. Não fique aborrecido comigo, mas orgasmo eu só estou tendo agora... com seu pai eu nem sabia o que era orgasmo.
- Está bem, mãe, não estou aborrecido. Você tem o direito de ser feliz. Só vou te pedir uma coisa: quando ele chegar, tranque as portas da sala, da cozinha... hoje fui eu que entrei, mas pode acontecer de outra pessoa entrar, um ladrão, um malfeitor... tome cuidado!
E mãe... que corpão a senhora tem, hein? 

Ela riu, meio envergonhada. Mas que filho maravilhoso ela tinha! Não tinha problema ele ter visto!