sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Dona gostosa NÃO queria arrumar o computador


Entendi... ela queria se arrumar com o técnico!

(escrito por Kaplan)     

Délcio era técnico em computadores. E desde que a senhora Ana Paula o conheceu, ficou bem interessada nele. Não pelas qualidades técnicas, entenda-se. E ela resolveu que ia dar um pega no Délcio.
Arrumou uma bagunça qualquer no computador e ligou pra ele.

- Délcio, esse computador me deixa maluca... vem cá dar um jeito nele, por favor!
- Pode ser amanhã? Hoje é praticamente impossível.
- Pode ser sim. Te espero a que horas?
- Vou depois do almoço, acredito que às 14 horas estarei aí.
- Obrigada, meu querido. Não sei o que seria de mim sem você!

Desligou pensando em como poderia pegar o Délcio no dia seguinte. A começar pela roupa. Achou melhor usar só um robe, sem mais nada. Caso desse tudo certo, seria fácil abri-lo e se exibir para ele.
Pontualmente às 14 horas do dia seguinte, ele batia à porta. 

Se eu não conseguir com este robe... desisto!

Ela foi atendê-lo, pressurosa. Tremia só de pensar que poderia dar tudo certo como ela imaginava. Seu medo era ele entender que o computador não tinha problema algum e não perceber que o que ela queria era ele e não o computador.

Levou-o até o quarto onde o computador ficava. Ele sentou e começou a procurar qual o defeito que ela não conseguia falar o que era.

- Aceita um café, ou uma água, Délcio?
- Uma água, por favor.

Ela saiu para buscar o copo de água e ele ficou mexendo e, claro, não encontrando nada.

Aí ela chegou, deu a ele o copo com água e sem cerimônia alguma postou-se atrás da cadeira que ele ocupava e colocou as duas mãos nos ombros dele.

- Já sabe qual o problema?
- Ainda não vi nada. Estou passando o antivírus para ver se o problema é causado por algum malware.
- Bem, você sabe que eu não tenho a menor ideia do que é isso que você falou...

Ele começou a ficar incomodado. As mãos dela massageavam seus ombros e desciam pelo seu peito. Foi virar o rosto para falar com ela e quase ganhou um beijo. Assustado, ele se levantou e inquiriu.

- Dona Ana Paula... o que é isso?
- Isso, Délcio? Tem o nome de tesão. Tenho tesão em você. Só isso.

Ainda assustado, ele sentou de novo e foi tentar encontrar o problema que ela dissera ter no computador. Nem prestou atenção direito nela, mas acabou por sentir algo estranho e olhou pra baixo. Ela havia se ajoelhado por debaixo da mesa e punha a mão em seu pau. Ele tentou se levantar, mas ela não deixou, abriu a braguilha e pegou no pau dele. 

Ah... consegui!!!

E começou a chupar. A lamber. A beijar. Sabia que assim o Délcio não iria resistir.

De fato, ele entendeu a jogada dela. Como a achava bem gostosa, ele deixou ela fazer o boquete e só depois é que ela se levantou e abriu o robe, se mostrando para ele. Que ele foi tirando aos poucos, pois ela foi arrastando-o para a cama. E fez questão de sentar no pau dele para cavalgar bastante. O Délcio tinha um belo pau, grosso, que a preenchia totalmente. E ele pegava em sua bunda, dava uns apertos, e movimentava bastante, fazendo-a gemer compulsivamente.

Ficaram muito tempo trepando assim, até que ele percebeu que ela estava quase gozando, então fez com que ela ficasse deitada de lado e continuou bombando.
Ela, finalmente, gozou, dando socos na cama e gemendo bem alto.

Alucinada com o belo gozo, ela pegou no pau dele de novo e tornou a chupá-lo até extrair dele o suco que gostava de beber.

Estava feliz. O técnico se mostrou muito competente. Curiosamente, o computador, na semana seguinte, deu o mesmo defeito...


Foi espionar o tio...e se deu bem!


  Os dois se deram bem, na verdade!

(escrito por Kaplan)         

O que nós temos de histórias de tios e sobrinhas aqui no blog... não tá no gibi... e todas são ótimas, concordam?

Os dois que comentaremos hoje são Matilde e Luciano. Ele já na fase dos 50, ela na faixa dos 20. Diferença muito grande, dirão alguns de vocês.
Eu concordo, mas não vejo problema algum nisso. A questão não é a idade, mas o tesão.
E Matilde começou a ter tesão pelo tio Luciano quando o viu de sunga na piscina. O volume que o pau dele fazia... que loucura!

Ela já gostava dele, pois era o tio mais querido por todos da família. Gente boa demais!
E a partir daquele dia em que ela o viu de sunga, além de gostar ela ficou com desejos...

Mas como poderia acontecer? Ficou com receio de falar abertamente com ele e ele fazer um escândalo, os pais iriam ficar sabendo... era melhor nem pensar nisso! 

Essa chuva veio  a calhar!
Mas a vontade era enorme. Então ela resolveu buscar uma oportunidade. Que surgiu graças ao tal do São Pedro. Não dizem que ele é que manda as chuvas? Pois mandou uma torrencial numa noite em que ela estava na casa dele.

Parênteses necessário: tio Luciano morava sozinho, mas a casa vivia cheia de gente, eram os sobrinhos, os irmãos, as cunhadas... e Matilde sempre aparecia por lá.
E naquela noite, só ela e ele.
E a chuva não parava.

- Matilde, acho melhor você dormir aqui. Vou ligar pros seus pais e ver com eles.

Ligou, eles não se opuseram. Então ela arquitetou o plano. Falou com ele que já ia deitar porque tinha muito medo dos trovões e raios. Ele disse que ia terminar de ler o jornal e em seguida também iria deitar.
Só que ela não foi pro quarto em que dormiria. Foi para o quarto dele e escondeu-se debaixo da cama. E teve de esperar quase meia hora até ele aparecer. O coração dela disparou. Ele começou a tirar a roupa. Cantava baixinho e ia tirando a camisa, a calça, a cueca samba-canção. Estava nu e abriu o armário para pegar um pijama. 

Mas o que você faz debaixo da cama?
Só que Matilde já tinha visto o que desejava. E desejou mais ainda. Que pintão o tio Luciano tinha!

Acabou que ela se mexeu, fez barulho e ele a viu. Tampou o pintão com as mãos, antes de perguntar o que ela estava fazendo ali.
Ela nem podia inventar uma mentira. Não havia qualquer chance de ele acreditar. 

Então abriu o jogo, falou que tinha visto ele de sunga e ficara admirada do volume, então queria ver com os próprios olhos o que o tio carregava entre as pernas.
Teve a alegria de ver que ele não ficara bravo, não xingara, não reclamara. Pelo contrário, ele tirou as mãos e deixou que ela visse.

- Tio, se meu namorado te visse nu, ia ficar muito envergonhado...
- É tão pequeno assim?
- Deixa eu ver melhor.

Já tinha saído de baixo da cama, estava em pé na frente dele, olhando fixamente seu objeto de desejo. Pegou e mediu com a mão. Ao pegar, o bicho endureceu e aí ela pôde ter a visão exata do instrumento...

- O seu é quase o dobro do dele...
- Você pega muito no dele?

Ela riu.

- Pego né tio? Namoradas fazem isso...
- Sei... e só pega?
- Não... faço outras coisas também...
- O quê, por exemplo?

Ela adorou o diálogo... o tio ia brincar com ela... bendita chuva!

- Quer mesmo saber?
- Quero...
- Faço isso... 

Que maravilha o pintão do tio...
Engoliu o pintão. Engoliu o mais que pôde. Beijou a cabeça, lambeu o tronco.

- Ele gosta muito... você gosta também, tio?
- Muito... pode chupar à vontade...

E ela chupou. Feliz da vida. Tinha querido ver e agora podia usufruir. Eta tio gostoso!

- E que mais você e seu namorado fazem?
- Fazemos tudo, tio... quer que eu te mostre?
- Quero sim...

Ela tirou a blusa. Beijou o tio que tirou rapidamente o sutiã dela. Ela tirou o resto e os dois estavam nus, frente a frente. Um contraste: ela esguia, ele barrigudo. Mas o pintão estava lá...

E ela sabia que o tio sabia o que fazer. Deixou por conta dele. Ele examinou atentamente o corpo dela, passando a mão por toda a extensão, pegando nos seios, na bundinha. Enfiou a grossa mão entre as coxas dela, roçando a xotinha e ela ficou toda arrepiada. 

Ele sabia fazer tudo certinho!

Fez ela ficar curvada, apoiando os braços no colchão e enfiou o pau na xotinha. Depois ele fez com que ela cavalgasse nele e por último ele a colocou deitada e meteu pela frente até ela gozar. 

Toda descabelada, suando, Matilde não acreditava no que tinha acabado de acontecer. 
Que trepada foi aquela! Chegou à conclusão de que o namorado não sabia de nada...

- Posso dormir com você, tio?
- Vai me dar sossego?
- Claro que não!
- Então pode!


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Ménage em Veneza


Lugar melhor que esse não tem!

(escrito por Kaplan)                

Numa das vezes em que estivemos em Veneza, ficamos conhecendo uma portuguesa, chamada Flávia. Era dessas belezas invulgares. Nós a conhecemos numa exposição de arte, e ela, quando nos viu falando em português, aproximou-se sorridente e logo estávamos vendo a exposição em trio, comentando tudo. Ela adorou saber que Meg era artista, queria ver alguns trabalhos dela, mas não tínhamos nada, ficamos então de enviar para ela pelo correio (isso foi antes da internet, dos emails, etc...)
Num dado momento ela foi cumprimentar uma amiga e Meg me confidenciou:

- Ou ela é gay ou bi... o jeito que me olha eu conheço...

Brinquei:

- Se você está certa, tomara que seja bi, porque aí eu participo!

Meg quase deu uma gargalhada, mas se conteve, em razão do local em que estávamos.
Bem, vimos a exposição toda e ela nos perguntou se estávamos a fim de jantar. De fato, ela adivinhou, porque era nosso projeto ir a um restaurante aquela noite.

- Posso acompanhá-los? Conheço alguns bem legais.
- É tudo que nós queremos! 

Aqui as coisas começaram a ficar claras... (foto: Kaplan)
Ela então nos levou à Trattoria da Roberto, um local simples e acolhedor. Comemos o que? Pizza, é claro! E tomamos duas garrafas de vinho, excelente. Sob todos os aspectos, pelo gosto e porque deixou as duas bem alegres, bem à vontade!

Tanto é que Flávia nos convidou, em seguida, a irmos ao apartamento em que ela morava, numa região próxima a Veneza, chamada Mestre. Era um bom apartamento, se bem que a decoração não era de muito bom gosto, não pra nós. Devia ser pra ela, lógico.

Sentamos, eu fiquei no meio das duas e aí as revelações começaram a ser feitas. Bem “alta”, ela confessou que havia gostado muito dos brasiliani e não se cansou de elogiar a Meg.

Pedi licença para ir ao banheiro, mas na verdade eu queria era deixar as duas se entenderem. Se Meg estivesse certa na primeira impressão, Flavia deveria ser gay ou bi. Fiquei observando as duas conversando e vendo os olhares que elas trocavam.
A primeira coisa que Flavia fez foi sentar-se mais perto da Meg e colocar a mão nas pernas da minha esposa. Meg não conversou muito, foi chegando o rosto perto do dela e passando a mão nas pernas dela. E elas trocaram um beijo.
As mãos continuaram percorrendo os corpos, logo ela abaixou o vestido da Meg e admirou os seios dela.

- Muito lindos... eu gostaria que os meus também fossem desse tamanho...
- Não são?
- Você quer ver, não é? Ora pois... veja! 

Seios de Meg... lindos como sempre!
Seios de Flavia... hummm (foto: Kaplan)
 Também abaixou o vestido e os seios, realmente menores surgiram, e Meg pouco se importava com o tamanho, caiu de boca neles, mamou bastante, deixando Flávia bem arrepiada.
Ela também mamou na Meg e depois foi direto para a calcinha dela, afastou-a pro lado e deu umas boas lambidas na xotinha.
As duas estavam se pegando pra valer. Aí resolvi aparecer e perguntei:

- Tem lugar pra mim aí nesse sofá? Ou é exclusivo?

Ela deu a resposta que eu queria!

- Pode vir sim, eu sou como a sua esposa. Amo homens e mulheres.

Então eu sentei no meio das duas de novo e fiquei acariciando as duas.
E dei uns beijos na Flávia, que correspondeu. E a mão dela já estava sobre meu pau. Meg também me beijou e as duas abaixaram minha calça.

- Olha só, seu marido não perde tempo, já está com o instrumento pronto para uso!

E caiu de boca em meu pau. Meg ficou me beijando, deixando a nova amiga curtir o pau que ela tanto usara. 

Me deliciei com as duas... fenomenais!
Mas fez questão de fazer um boquete também, e pegou meu pau. A Flávia me deu uns beijos e voltou ao boquete, e as duas ficaram me chupando ao mesmo tempo.
As duas estavam ainda de vestido, se bem que enrolados na cintura. E a Flávia se levantou e começou um strip, do que a Meg se aproveitou para ser comida em primeiro lugar. Meti de ladinho e fiquei bombando e vendo o strip da Flávia que, quando terminou, deu a volta no sofá, debruçou-se sobre nós e ficou lambendo minhas bolas, tirando meu pau da xotinha da Meg e chupando e depois devolvendo.

Em um dado momento ela tirou meu pau e foi chupar a xotinha da Meg.
Meg me falou para comer a Flávia. Então eu sentei no sofá e a chamei para sentar nele, o que ela fez rapidamente e começou a pular, a gemer, a falar algumas coisas que não deciframos. E quando ela saiu de cima, Meg fez questão de me cavalgar também e a Flávia lambia meu pé, beijava a bunda da Meg... ela era uma loucura!

Foi a vez de as duas cuidarem uma da outra e eu assistindo ao verdadeiro show delas se beijando, se lambendo, fazendo 69.
Peguei a Flávia de novo e ela quis cavalgar. Tornou a pular muito e quase desfaleceu quando gozou.

Voltei pra Meg, que já estava com vontade de gozar também e meti nela de novo. A maluca Flávia, que não parava quieta, sentou no corpo da Meg que ficou chupando a xotinha dela enquanto eu metia.

Senti que ia gozar também e deixei que a Flávia me chupasse até conseguir despejar na boca dela o leitinho brasileiro. Leite brasileiro, na boca portuguesa, em território italiano. Isso é que é globalização!


O casal de namorados e a amiga


 Hummm... ménage na certa...

(escrito por Kaplan)                   

Elas eram lindas. 20 anos, louras, muito amigas. Já haviam trocado alguns beijos mais íntimos no ano anterior, quando começaram a fazer faculdade.
Ana tinha um namorado, o Gilberto. E Cristina não namorava ninguém. Mas já tivera namorado e estava naquela fase indecisa: ser homo ou hetero? Os dois namorados que tivera não ajudavam na escolha para ser hetero... como eram ruins de cama...
E depois dos beijos dados na Ana, ela ficou seriamente interessada... mas tinha o problema do Gilberto. Ana gostava muito dele. 

Eu nunca imaginei que despertara tesão em você!
Mas teve um dia em que as duas estavam no quintal da casa da Cristina e ela falou abertamente com a amiga. Que ficou meio espantada, não sabia que despertara tesão na amiga.
Elas estavam sentadas num banco, perto da piscina. Pediu que ela esperasse, ia ao banheiro, ela disse. Mas não foi, ela foi telefonar para o Gilberto.

- Oi, amor... você pode vir aqui em casa agora?
- Posso. Algum problema?
- Não... quer dizer, acho que tem um e você pode ajudar a resolver.
- Posso saber do que se trata?
- Tenho de falar rapidinho, viu? Sabe a Cristina? Ela me confessou agora que tem tesão em mim e que está indecisa se assume uma homossexualidade ou se continua hetero. Parece que os namorados que ela já teve eram dois bundas moles e eu estou pensando que se ela tiver alguns momentos com você talvez ajude ela a se decidir.
- Pera aí... vê se eu entendi direito: tá me falando para transar com ela?
- É, não vou me incomodar, gosto muito dela e entendo que ela está precisando conhecer um homem de verdade, e eu sei que você é. Pode vir?
- Uau... tá bom, estou indo.

Ela voltou para perto da amiga e ficou pensando se contava ou não. Acabou contando. Cristina ficou nervosa.

- Não acredito que você quer que eu transe com seu namorado.
- Quero sim, como falei com ele, você está precisando conhecer um homem de verdade. Se depois você ainda quiser partir para o homossexualismo, eu te apoiarei, mas eu acho que você irá pensar melhor. Você não é virgem né?
- Não... não sou.
- Então, deixa ele chegar, relaxa...

Dali a pouco ele chegou. E já foi beijando e passando as mãos nas pernas da Ana e depois beijou e passou a mão nas pernas da Cristina. Que sentiu um ligeiro arrepio. Mãos firmes, fortes...

Ele voltou para a namorada, mas ela pediu que ele cuidasse da Cristina primeiro. 

Uau! que amiga gostosa! - pensou ele.
- Vou cuidar das duas... deu um beijo demorado na Cristina e levantou  a camiseta dela, viu e pegou nos seios. Voltou para a namorada e tirou a camiseta dela.
Cristina tirou a camiseta. E ficou vendo Ana abrir a braguilha do namorado e começar a chupar seu pau. Achou interessante, que o pau dele não era gigantesco, era normal, mas era maior do que o dos namorados que tivera.

E Ana cedeu o lugar. Cristina começou a chupar o pau do Gilberto que, como havia dito, iria cuidar das duas. Então, enquanto era chupado, ele beijava a namorada, pegava nos seios dela, pegava na bundinha... ela tirou o shortinho e ficou de bunda pra ele. Ia emprestar o namorado mas queria ser comida primeiro...
E ele começou a meter nela. Em pé, os dois. E Cristina abraçou a perna da amiga e ficou olhando bem de perto, aproveitando para dar uns beijos na bunda dela.

Ana gemia. Gilberto tirou o pau e deu para Cristina chupar de novo. E depois voltou a meter na namorada.
Os gemidos dela impressionavam Cristina. Ela nunca gemera com os namorados. Começou a achar que eram dois incompetentes. Não demoravam o tempo que o Gilberto demorava... e já estava doida para experimentar aquilo. 

Hora decisiva: ele ia comer a amiga. Seria bom?
Parece que Ana ouviu os pensamentos dela, porque largou o namorado que então foi pegar a amiga. Tirou o shortinho dela, admirou a xotinha toda depilada. E enfiou o pau, ainda em pé. Cristina sentia emoções diferentes, mas gostou mesmo quando ele a colocou ajoelhada no banco e foi comida no estilo dog style. Os gemidos saíram naturalmente. Ela vibrava e como Ana estava sentada pertinho dela, se masturbando e vendo, ela não resistiu, deu um beijo na amiga, que retribuiu.

Gilberto ficou admirado de ver as duas se beijando. Pediu para a namorada pegar uma colcha ou toalha para colocar no gramado. Ela correu, e trouxe, colocou e deitou, esperando e seu namorado não se furtou. Largou a Cristina e foi meter na namorada. Papai e mamãe bem gostoso, com direito a mais gemidos dela. E Cristina, vendo, chegou por cima dele e ficou alisando sua bunda.

Ele pediu para Cristina chupar a Ana e ela topou. Nunca tinha feito, mas... gostava muito da amiga e parece que Ana também gostou, porque continuou gemendo. E depois fez questão de experimentar chupar a xotinha da amiga.

Foi a vez de Cristina deitar e ser comida. Quando ele sentiu que iria gozar, falou com Ana para deitar ao lado da amiga, masturbou-se e despejou no corpo das duas. Ficou surpreso de ver que Cristina lambeu sua porra no corpo da Ana. Parecia deliciar-se com tudo! 

A amiga gostou da amiga e do namorado da amiga...
Depois que ele foi embora, as duas foram tomar um banho e depois deitaram na cama, nuas.

- Cris...onde você aprendeu a chupar uma xotinha?
- Em lugar nenhum... você foi a primeira que chupei. E nunca fui chupada também não, hoje foi minha estréia!
- Amiga, bem que me falaram que as chupadas femininas são melhores que as masculinas... adorei o que você fez comigo.
- Mas você também chupou legal! Gostei muito!

Conversaram muito. E chegaram a uma bela conclusão: as duas gostavam bem de uma pica, mas com certeza elas faziam um sexo oral melhor do que o Gilberto. As duas decidiram que continuariam transando com ele e elas com elas... melhor solução não podia acontecer!


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Trepando no meio da mudança


Malucos... tesão em meio a caixas!

(escrito por Kaplan)              

Sabem da alegria de comprar o primeiro apartamento? Pois é, nós também ficamos muito felizes.. Mal conseguimos esperar que o pessoal da transportadora levasse tudo para dentro, para podermos arrumar do nosso jeito. 

Meg estava com a cara mais feliz do mundo. Assim que o pessoal levou a nossa cama e montou, colocaram o colchão, ela, mais que depressa pegou as roupas de cama e arrumou a cama.
Primeira cama em nosso novo apê! (foto: Kaplan)

Enquanto isso, eu me divertia abrindo as caixas e colocando as coisas no lugar. Material de fotografia, inclusive livros, num dos quartos que seria o nosso escritório. Aí ela chegou para me ajudar. Mas sua felicidade era tão grande que ela me agarrou e me beijou. Deu um grito quando a peguei de jeito, carreguei-a e levei-a para o nosso quarto.
Joguei-a na cama, deitei-me ao lado dela e começamos uma saraivada de beijos... tirei a camiseta dela e comecei a mamar nos belos seios... ela dava gritinhos, cheios de tesão.
Arrancou minha camisa e eu tirei a calça e a calcinha dela.
Comecei a chupar a xotinha. Ela dava pinotes, seu ventre subia e descia descompassado.

- Ahh... que bom! Chupa, chupa... primeira chupada nesse apartamento tem que ser especial,  ahhh... ahhh...
Enfiei dois dedos nela e ela fez questão de pegá-los e lambê-los. 

Primeiro boquete no novo apê!
Aí tirou minha calça, ajoelhou na minha frente e mandou ver um boquete. Meu pau ficou todo melado com a saliva dela. E ela me olhava com olhos encantadores, mágicos.

- Eu sabia que nossa vida ia melhorar! E te prometo que vamos ser muito felizes aqui. Vou trepar com você todos os dias! Se você aguentar, né?

Eu ri. Se eu aguentar?  Safada, ela!

- Vou te comer agora, quer?
- É tudo o que eu quero! Do meu jeito, do seu jeito, de nossos jeitos! Quero dar procê!

Levantei-a, beijamos e deitei-a na cama. Abri bem as pernas dela, suspendi uma e meti. Eu também estava com muito tesão e acho que nunca tinha bombado com tanta força como naquele dia. E ela gemeu muito, eu via ela respirando forte, pegando nos seios.

E gritava... acho que os vizinhos todos ouviram... e não estávamos nem aí se eles ouviram!

- Meu bem, você está ótimo hoje...melhor do que nunca... mete, mete, mete... me arrebenta!

E eu bombava... tirava o pau e tornava a enfiar de uma só tacada. E lá vinham os gritos dela!

Tinha hora que parecia que ela estava chorando, não de dor, mas de prazer. Em cinco anos de casados, eu nunca tinha visto ela tão eufórica!

- Não esquece o meu jeito...
- Esqueço não... quer agora? 
- Simmmmm....

Primeira cavalgada no novo apê!
Deitei e a trouxe para sentar em meu pau. O jeito dela era a cavalgada. Acho que ela se sentia muito poderosa pulando com um pau dentro dela. E aí é que os gemidos se tornaram mais altos ainda.

Não nos lembramos que ainda não tínhamos colocado as cortinas nas janelas... e havia prédios próximos. Uma rápida olhadelha e vi que tínhamos plateia... comentei com ela e aí é que ela ficou eufórica de verdade... gozou escandalosamente, primeira vez que eu via daquele jeito!

Levantou e voltou a me chupar. E depois sentou de novo em meu pau, voltada pra mim, o que significava que ela agora via a plateia e isso despertou seu lado exibicionista. Até beijinhos para a plateia ela mandou. Não pude deixar de pensar que ela estava fazendo propaganda de si mesma... quem sabe haveria algum vizinho interessante vendo-a?
Quando falei isso com ela, ela deu um sorriso tão sacana que entendi que eu havia sacado qual era a do exibicionismo.

- Vou te castigar por isso, sua safada!
- “Aquele” castigo?
- Ele mesmo...
- Oba! Pode vir quente que estou fervendo! 

Primeiro anal no novo apê!
Enfiei o pau no cuzinho dela com vontade, entrou tudo de uma vez só.

- Nossa... hoje foi castigo mesmo... mas pode comer, é todo seu!

Bombei bastante naquele cuzinho gostoso, quentinho... e lá despejei meu gozo.

- Uau, querido... inauguramos nossa cama e nosso quarto com louvor, não foi?
- Se foi...
- Olha, vou querer trepar em todos os quartos, na sala, na cozinha e no banheiro. Mas primeiro vamos organizar a bagunça.

Terminamos de arrumar as coisas por aquele dia, pelados, com os vizinhos vendo. Só não viram as demais trepadas, porque não havia janelas de frente pra eles...

Mas a propaganda dela foi bem feita... ao longo dos dias ela ficou conhecendo vários caras que haviam tido o prazer de vê-la pulando em mim...


Brincadeira na republica – o pau aponta quem ele vai comer


Mas até isso foi inventado?

(escrito por Kaplan)      

Não bastasse aquela brincadeira da garrafa girando e apontando quem iria comer quem, mais uma invenção.
Yara, Norma e Luciane parece que foram as autoras dessa nova brincadeira, apesar de nenhuma elas ter assumido a autoria.
Como funcionava?
Simples, até simples demais.

As três chamaram o Elias, colega delas. 

Pra começar, todo mundo tira a roupa!
E quando ele chegou todo mundo tirou a roupa, inclusive ele.
Então elas ficaram em um círculo, ele no meio, mandaram ele fechar os olhos e girar o corpo. E elas iam mudando de lugar também, até que uma delas fizesse sinal para todas pararem e mandavam o Elias parar.
O pau dele apontava para quem?

Na primeira vez, apontou para a Norma. Ela é que seria comida por ele. Com a assistência das duas.
Não era para fazer uma transa completa, pois ele teria de dar conta das duas que haviam ficado fora.
Elias achou fantástica a brincadeira.

Então, na hora do sério, porque a primeira vez tinha sido apenas para demonstração, ele ficou com o pau apontado para a Yara. 

E lá se foi a primeira...
Que, como gostava de trepar no dog style... ficou de quatro com a bunda na frente dele. Ele só teve o trabalho de ajoelhar e meter... Foi uma bela metida, ela nunca tinha transado com ele e gostou muito.
Depois de alguns minutos eles pararam para nova rodada.

Como a Yara ia ficar na roda também, porque eram apenas três, combinou-se que, se o pau apontasse para ela, ela não daria de novo, só iria fazer um boquete nele.
Mas quem foi premiada foi a Norma. Que gostava de papai e mamãe, acreditam?

Então ela deitou e chamou o Elias, que, mais que depressa deitou sobre ela, ela pegou no pau dele e enfiou na xotinha. E ele começou a bombar.
Também não demorou muito.
Nova rodada e elas deram um jeito para que a Luciane ficasse na frente do pau dele. E ela quis cavalgá-lo.  

E a terceira cavalgou bonito o rapaz!
Para o Elias, já era demais... comer três em sequência... ele não aguentou segurar mais e gozou.
As três deitaram com ele numa das camas do quarto da república e ficaram conversando sobre a nova brincadeira.

- Eu adorei – falou a Yara.

As duas concordaram com ela.

- E você, Elias? O que achou?
- Gostei muito, afinal pude transar com três gatíssimas colegas... pena que não dá para ser uma trepada completa... mas acho que tenho uma ideia para vocês incrementarem a brincadeira.

Elas ficaram olhando pra ele, esperando saber que ideia seria.

- Em vez de fechar os olhos e depois abrir, por que não colocam uma venda, e o cara não vai saber  pra onde o pau apontou e nem vai saber com que transou. E a escolhida pode fazer um boquete, pode deixar o cara chupá-la... sem ele saber quem foi a premiada!
- Uau... bela ideia, colega... vamos fazer isso da próxima!
- Vou ser convidado?
- Quem sabe? Quem sabe?


terça-feira, 13 de novembro de 2018

A madrasta chantagista faturou o namorado da enteada

Não se fazem madrastas como antigamente...

(escrito por Kaplan)             

São realmente meio complicadas as relações entre madrasta e enteadas. Geralmente é mais comum e menos traumática a relação entre padrasto e enteada e entre madrasta e enteado.
Mas quando duas disputam o amor do homem da casa... aí é duro!

Como na casa da Verônica, que não suportava a Maria Inês, sua madrasta. As discussões sempre eram rotina. Verônica já tinha 25 anos e fazia questão de deixar claro para o pai que a Maria Inês era uma bruxa. 

Elas brigavam até na hora do café...
Numa certa manhã, estavam à mesa do café. Ele tomando café e lendo jornal, Verônica tomando café sem desgrudar os dedos do smartphone. Maria Inês se revoltou.

- Gente, larguem isso... o café da manhã é um momento para conversarmos e não para ficarmos distraídos com jornais e celulares!

Isso começou uma discussão verbal entre as duas, que ele tentou apaziguar, sem sucesso. Quase que elas saíram nos tapas.

Para tentar resolver a situação, o pai tirou a carteira e deu 500 reais à filha, disse para ela ir ao shopping e fazer compras. Ela agradeceu, deu um beijo no pai e saiu da copa. O pai despediu-se da Maria Inês e foi trabalhar. E ela ficou abismada com a solução que ele dera... ele mimava demais a filha! Aquilo não era jeito de educar...

Bem, imaginando que estava sozinha em casa, ela tirou os pratos e talheres, lavou tudo e foi ver se a casa precisava de alguma limpeza, apesar de a diarista ter ido no dia anterior.
Foi aí que, passando pelo corredor dos quartos, ela ouviu sons que ela conhecia muito bem. E vinham do quarto da Verônica...

Chegou até a porta, colou o ouvido e confirmou: havia alguém lá, e só podia ser o Gleison, o namorado da Verônica. E os gemidos dela indicavam que eles estavam transando. Como podia ser aquilo? Por onde ele entrara que ela não percebera? Ah... aquela pestinha da Verônica devia ter tramado tudo com o namorado e enquanto Maria Inês estava na cozinha, ele entrou sorrateiramente. 

A madrasta viu e filmou os dois... punk isso!
Tinha sido exatamente isso. E os dois estavam na cama, na maior ferveção. Ela o chupara muito, ele a chupara também e já estava metendo, ela gemendo e falando:

- Ahhh.... ahhhh... isso, amor... enfia... mete muito... me fode toda!

Ela ouviu tudo isso e esboçou um sorriso. Teve um pensamento digno de uma bruxa. Não era assim que Verônica a considerava?
Só precisava conferir se ela trancara a porta do quarto ou apenas fechara. Sorte grande! Não estava trancada. Então pegou o celular, colocou no modo filmar, abriu a porta sem fazer barulho e começou a filmar a transa dos dois. Filmou uns 5 minutos, antes de entrar no quarto e ir até perto da cama.

Os dois quase morreram de susto. E Verônica gritou para ela sair do quarto.

- Sai daqui, sua bruxa! Some, me deixa em paz!
- Nada disso, meu anjo... achei tão lindo o que vocês faziam que filmei boa parte e vou mandar sabe para quem? Pro seu pai...

Verônica arregalou os olhos. O pai não podia saber daquilo. A bruxa estava com a faca e o queijo na mão para arruinar sua vida. Implorou, parou de gritar e implorou para ela não mandar o filme pro pai.

- Olha, mas como você tem uma voz doce... achei que só gritava! Mas não me convenceu muito não, não, viu? Vou mandar pra ele sim. A menos que...
- O que? Fale!
- Bem, você sabe que seu pai já passou dos 70 e não tem a energia que o Gleison tem... você pode me emprestar ele de vez em quando.
- Ficou louca? Nunca! Você é mesmo uma bruxa!
- Sou não, Verônica. Você não prestou atenção... pensa bem: eu tenho um segredo seu, filmado e sonorizado. Seu pai não pode saber disso. Mas, estou te falando que não sou má, como você pensa. Se eu transar com o Gleison, você terá um segredo meu, que seu pai não pode saber também.
Viu? Poderemos acabar com nossos desentendimentos e virarmos boas amigas, até confidentes!

E já foi tirando Verônica da cama, colocando-a sentada numa poltrona, ela subiu na cama e foi pegar o pau do Gleison, que tentava inutilmente escondê-lo. 

Ela tinha mesmo razão de gemer tanto!
- Cara... muito bom isso... entendi a razão dos gemidos da Verônica...

Verônica estava inconsolável. Mas a razão prevaleceu. Calou-se e não se perturbou quando a madrasta começou a chupar o pau de seu namorado.

- Delicioso mesmo, seu pau, Gleison... Verônica está bem servida!

E fez um belo boquete nele, que Verônica assistia quase chorando... e ainda teve o desprazer de ver que o pau dele adquiria a mesma dureza com ela... ficou pensando se ela se contentaria só com o boquete...
Mas não... definitivamente Maria Inês não iria ficar só no boquete.

Queria aproveitar aquela beleza de pau, tinha certeza que conseguiria um belo gozo, coisa que dificilmente acontecia com o maridão.
Então, para tristeza da Verônica, Maria Inês começou a se despir.

- Verônica, fica triste assim não, querida... sei que você ficou chateada, mas para e pensa. Não vou roubar seu namorado, ele continua sendo seu... o amor é de vocês... comigo será só sexo.

Ajoelhou na cama, de frente pra Verônica e chamou o Gleison para ficar na retaguarda.

- Eu sei que você sabe o que deve fazer, Gleison... 

Sim, ele sabia o que tinha de fazer...
Ele sabia e já estava gostando... a madrasta era gostosa também... e como pensava que Verônica poderia terminar com ele, tratou de mandar brasa, comer a Maria Inês com competência.

- Verônica, já ouviu falar de ménage?
- Já.
- Então, venha, participe... vem lamber o pau dele enquanto ele mete em mim...

Verônica assustou, mas o Gleison fez sinal para ela obedecer. Então ela juntou-se aos dois e ficou lambendo mesmo o pau dele, tinha momentos em que ele tirava o pau, ela chupava e ele tornava a meter na Maria Inês. Que logo gozou... que maravilha!

Levantou-se, pegou as roupas e se preparou para sair do quarto e deixar os dois. Sabia que eles teriam de conversar.

- Verônica... vamos ser amigas? Me dá essa chance de ser sua amiga?
- Está bem... seu segredo ficará guardado comigo. 


Quem diria, até um selinho rolou!
- O seu também ficará muito guardado... vem, me dá um abraço, você nunca me abraçou!

Respirando forte, Verônica abraçou-a. As duas nuas. Seios com seios. E até um selinho ela ganhou da madrasta.
Maria Inês resolveu tomar um banho e dirigiu-se ao banheiro social.
Ficou remoendo cada momento do gozo que tivera. E a perspectiva de ter mais, de vez em quando, a animava bastante. Gostava do marido, mas ele já estava meio perrengue...

Enquanto isso, Verônica e Gleison conversavam.

- Que fria, hein, amor?
- Fica calma... você acabou de ver que sua madrasta não é tão ruim assim...
- Mas eu vi você trepando com ela.
- E eu podia fazer diferente?
- Eu sei que não podia... mas você gostou?
- Não vou negar... foi legal sim.
- Melhor do que comigo?
- Claro que não, sua pateta! É o que ela disse, a gente se ama, com ela foi só sexo. Essa vai ser sempre a grande diferença.
- Vai trepar de novo com ela?
- Vamos. Você vai estar sempre presente.
- Obrigada!
- Posso tomar um banho também?
- Claro, vai lá, eu vou ficar aqui pensando em tudo isso... 

Está delicioso, mas não vou abusar!
Ele caminhou em direção ao banheiro. Só não sabia que Maria Inês estava exatamente nele...Quando entrou no banheiro, viu-a ainda no banho.

- Desculpe... eu não sabia que a senhora estava neste banheiro...

Tampava os olhos. Ela riu.

- Gleison, nós acabamos de trepar... pode me olhar...
- Tudo bem, eu espero a senhora terminar.
- Deixa de ser bobo... entra aqui e vamos dar banho um no outro...

Ele entrou e ela o ensaboou todinho, principalmente o pau que lhe dera o gozo.
E que endureceu ao contato das mãos dela...

- Como a Verônica está?
- Conformada, mas não alegre.
- Imagino... mas sabe que eu tenho certeza de que a partir de agora eu e ela seremos amigas? Era muito chato a gente ficar discutindo, brigando... nossa... mas esse pau seu é algo divino! Olha só como ele já está... mas pode ficar tranquilo... não vou abusar de vocês não. Hoje não! Agora é sua vez de me ensaboar...

Ele não teve alternativa. Deu um belo banho nela e quando ensaboou os seios, a bunda... ela arrepiou e gemeu.

- Deixa eu sair... antes que eu esqueça o que acabei de falar...

Deu um beijo nele, uma chupada no pau e saiu. Foi para seu quarto, deitou-se nua na cama e ficou pensando em tudo que acontecera...

Realmente, depois daquele dia tudo se modificou naquela casa. As duas acabaram se tornando amigas mesmo, viviam conversando, falando de tudo. E pelo menos uma vez por semana, Verônica compartilhava o Gleison com Maria Inês.