segunda-feira, 22 de maio de 2017

Uma delícia de passeio

Mais uma colaboração da Silvana e do Carlos



(escrito por Silvana)

Meu nome é Silvana, há sete anos encontrei o homem da minha vida, aqui vamos chamá-lo de Carlos. Não podemos dizer que nossa vida é fácil, mas é muito, muito interessante. Apesar de ter sido casada, todas as coisas safadinhas que sei aprendi com o Carlos. Ele é um homem incrível, paciente em me ensinar e assim tornei-me uma mulher gulosa, tarada e toda oferecida para ele.

Tudo começou com a realização de pequenas fantasias como esta que foi uma das primeiras realizadas. Algumas são brincadeirinhas que podem parecer tolas, mas quando realizamos ficamos doidos de tesão. Adoramos fazer "passeios", lógicos que não são passeios comuns. Vou tentar descrever o quanto são deliciosos.

Isso é que é ter charme para sair do carro... (foto enviada pela autora)

Vez por outra vamos passear de carro e pegamos a estrada, nestas ocasiões sempre coloco uma roupa leve que seja fácil de tirar. Logo que pegamos a estrada deito no colo de meu homem que começa a me acariciar lentamente e logo começa tirar minha roupa. Após alguns minutos de estrada todas as peças foram tiradas ficando apenas de calcinha, que normalmente é de amarrar dos lados. A cada peça de roupa tirada meu corpo é acariciado o que me deixa doida de tesão e a todos que me observam, carros e caminhões que passam por nós e ficam vendo toda aquela delícia de carinho, eu fico de olhos fechados e ouço o barulho dos carros, a buzina.  

Muitas vezes os caminhões emparelham com nosso carro e nos acompanham por longo tempo assistindo aquela seção de louco carinho. Quando não aguento mais e já estou pedindo que tire logo minha calcinha e me coma, ele a desamarra bem devagar me judiando muito e me faz gozar assim na sua mão, nesta hora o motorista do veiculo ao lado que está assistindo a tudo vai à loucura, buzina, liga o pisca... Depois de muito exibicionismo e gozo chega a minha vez, eu me viro de bruços e encontro o pauzão do meu homem todo molhadinho, vou lambendo, chupando tudinho doida de tesão em poder ter tudo aquilo em minha boca. Vou chupando com vontade, passando as mãos pelas pernas, ui que pernas tem meu homem, o pau vai ficando cada vez maior, não consigo engolir tudo por ser enorme, delicioso. Vou lambendo, chupando com mais vontade. 

Ele entra tão gostoso... (foto enviada pela autora)

Enquanto estou engolindo o pauzão do meu homem o motorista que nos observa deleita-se com a visão de minhas costas e minha bunda, que segundo meu homem são lindas. Após muito carinho de boca percebo, quando o pau de meu homem vai ficando ainda mais grosso, que ele está quase gozando, quando solta um gemido delicioso e enche minha boca de um gozo delicioso, não perco nenhuma gotinha e assim continuamos a viagem por mais algum tempo, eu nua me exibindo aos motoristas dos veículos que passam ou para os caminhões que insistem em andar ao lado de nosso carro assistindo a este espetáculo e morrendo de vontade de me possuir loucamente. Veja nas fotos anexas um pouco do que os motoristas viram, bjs

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Postagem 2.500!!! Ele me faz mulher



Sim, amigas e amigos. Chegamos aos 2.500 contos postados e para comemorar traremos alguns contos de colaboradoras. O conto de hoje é de autoria de Silvana, que já publicou muitos contos conosco.

Ele me faz mulher
(escrito por Silvana)

Somos um casal na faixa dos 50 anos com corpos bem cuidados. Eu, Silvana, tipo mignon 1,62m e 55kg com corpo que o Carlos adora e bunda de chamar a atenção por onde passo, e, ele 1,78m e 80kg, muito bem dotado e delicioso. Hoje vou  tentar  relatar como meu homem me deixou uma mulher oferecida, gulosa e agora tem que me comer muito! Adoro dar .... pra ele! 

Esta é a Silvana (foto enviada pela autora)


Apesar de ter sido casada, não gostava muito de sexo, e precisava ser comida de verdade. Com carinho e paciência Carlos foi me comendo e me ensinando até que me tornei muito tarada. Todas as coisas safadinhas que sei aprendi com ele; já em nossa primeira noite chegou macio me envolveu até cair de boca na minha xota que ansiava por uma língua hábil que mostrasse todo o prazer do sexo oral. Lambia e mordiscava meu grelhinho de uma maneira deliciosa, eu em transe, enlouquecida, nunca tinha sentindo algo assim, gozei muuuuiito! A cada dia íamos experimentando novas variações na cama e também aguçando nossas fantasias. Dividíamos cada nova idéia e juntos tentávamos torná-la realidade, sem pressa. Assim fui a cada dia ficando mais gulosa e oferecida. Algumas são “brincadeirinhas” que podem parecer tolas, mas que nos enchem de tesão quando realizamos. 

Uma de nossas primeiras fantasias foi fazer passeio de carro nos exibindo para todos que por nós passavam, nossos passeios foram evoluindo e adicionamos também uma parada em posto de combustível para nos exibirmos deixando os atendentes enlouquecidos. Alugávamos filmes pornôs com cenas de mulheres sendo possuídas por dois homens; que tesão imaginar uma cena daquelas em nossa cama. Conversávamos em ter mais alguém junto, mas eu não tinha coragem. Um dia estávamos vendo um filme eu disse que seria bom estar no lugar daquela moça, ela de quatro, sendo enrabada enquanto chupava um pau enorme. Carlos não acreditou que estava ouvindo isso, mas estava louca de tesão e disse que se fosse um homem legal e com ele junto eu toparia. Depois desse dia, passamos a imaginar e procurar alguém com quem pudéssemos dividir nossa cama. Para que a imaginação viajasse ainda mais alto ganhei um “brinquedinho” para sentirmos como seria ter dois paus enterrados me preenchendo toda. Quando Carlos enterrava todo seu pauzão em minha xota, chupando e mordendo meus seios, colocava também o brinquedinho no meu cuzinho, uiiii!!!!! aiiii !!!, eu ia à loucura, gozava como uma puta no cio. 

Este é o pau que tanto a satisfaz! (foto enviada pela autora)


Estávamos doidos para ter mais alguém em nossa cama e foi assim que aos poucos fomos nos aproximando mais de nosso amigo Beto, pois já percebíamos que ele sentia-se atraído por mim. 

Quando nos visitava, Beto não conseguia disfarçar a tara que sentia, sempre que ficávamos um pouco a sós "sem querer" esbarrava em mim, um dia me pegou pela cintura e pude sentir sua GRANDE excitação ao encostar-se em minha bunda. Contei para o Carlos que o Beto estava me assediando e resolvemos deixá-lo mais tarado. A essa altura já tinha me soltado e sempre que Beto nos visitava me exibia com roupas ousadas sem nenhum constrangimento, deixávamos o Beto doido, depois transávamos como loucos imaginando nosso amigo em nossa cama. 

Até que um dia Carlos convidou nosso amigo para, juntos, me darem um banho, uma surpresa incrível! Enquanto escrevo me lembro do nosso primeiro banho, já fico assim doida por uma, não uma não!!!, duas picas para poder me deliciar e gozar, gozar, gozar..... Hoje sou muito tarada e oferecida, na cama uma puta gulosa no cio, que adora dar e realizar todas as fantasias do homem que me descobriu e me faz sentir mulher! Algumas de nossas aventuras e fotos estão em contos que publicamos. 

terça-feira, 16 de maio de 2017

Com dois caras do seu lado, você quer ir dormir?



Realmente... dormir era a última coisa a ser feita...

(escrito por Kaplan)

Edna morava com seu irmão Clóvis num belo apartamento em nossa cidade. Eram filhos de fazendeiros que se recusavam a morar em cidades, preferiam a nem sempre muito pacata vida rural. Os irmãos vieram para a capital, cursaram a universidade, já estavam formados e trabalhavam, cada um em sua área.

E se amavam muito também... entenderam? Creio que sim! 

Morar em fazendas... nem todos gostam! (foto: Kaplan)

Mas  o que vou narrar hoje é resultado da visita de um amigo de infância dos dois, o Matias. Aliás, eles eram vizinhos, os pais dele tinham uma fazenda que fazia limites com a dos pais dos irmãos. Cresceram juntos, brincavam juntos, estudaram juntos. Mas ele também preferia a vida do campo, formou-se em Veterinária e continuou morando com os pais, ao contrário deles que não admitiam voltar à fazenda a não ser quando tiravam férias.

É claro que o Matias não iria ficar em hotel, ficou hospedado com eles. Era uma visita curta, apenas dois dias, ele tinha ido ouvir uma palestra sobre assuntos que lhe interessavam.

Ficou o primeiro dia fora, pois a palestra começava às 9 e só terminava às 17. Então foi para o apartamento dos irmãos, que haviam lhe dado uma chave porque eles só chegavam depois das 20 horas.

Entrou, tomou um banho e como estava muito calor, colocou uma bermuda, ligou a televisão e ficou esperando eles chegarem.
Eles chegaram juntos, pois sempre davam carona um ao outro, era uma boa forma de economizar gasolina. Numa semana ela levava o irmão, na semana seguinte era a vez de ele a levar. 

Que bom que ele veio!
Então, quando chegaram, foram tomar banho também. Enquanto Edna se banhava, Clóvis colocou a mesa para fazerem um lanche, já tinham abandonado a ideia de jantar à noite, era preferível algo mais leve. Não faltou, naquele dia, a cerveja! Três garrafas de 600 ml foram devidamente esvaziadas, tão logo Clóvis regressou do banho.

E foram muitas as conversas daquela noite. Lembraram-se de muita coisa da infância. E não faltou, claro, a recordação das brincadeiras de médico. Eram oito garotos e garotas no total. Edna, Clóvis, Matias, duas irmãs dele e três primos que moravam na mesma fazenda dos pais do Matias.

Pensem bem: duas fazendas, de bom tamanho... tem muito lugar para se fazer coisas escondido!
E era o que eles mais faziam. Na inocência dos seus 8, 10 anos (sim, naquela época, as crianças eram inocentes...) brincavam de médico e enfermeira. E a cada dia um era sorteado para ser o médico, uma para ser a enfermeira e os seis restantes eram os pacientes. Cada um inventava uma doença, procurava o médico que na mesma hora mandava o paciente tirar a roupa para ser examinado. E as pacientes também eram examinadas da mesma forma. E a curiosidade em ver as “diferenças” entre homens e mulheres tomavam conta das conversas deles. E como essas brincadeiras se prolongaram na adolescência, viram atentamente as mudanças que ocorriam em seus corpos. Mas nunca passou disso, mãos que tocavam os seios surgindo, os peruzinhos que aumentavam de tamanho, as penugens que apareciam e só aumentavam... Era tudo muito inocente.

Ao relembrarem essas coisas, além de nadarem pelados num riacho que cortava as duas fazendas, Edna comentou:

- Gente, eu estive pensando outro dia e acho que vocês abusaram muito de mim naquela época. Sempre abriam minhas pernas, queriam ver tudo, teve um primo seu, Matias, que chegou a me dar uma chupada quando meus peitinhos cresceram...

Clóvis concordou com ela.

- De fato, maninha... mas você há de convir que, com todo respeito à irmã e às primas do Matias, você era a mais saidinha, e posso mesmo dizer, a mais gostosinha de todas! Concorda, Matias?
- É verdade... era um prazer muito grande ser seu médico!

E as risadas tomaram conta do ambiente. Continuaram conversando até que Edna ficou com sono, foi ao seu quarto e colocou sua camisolinha. Não se recordou que suas camisolas eram extremamente sexies... muito transparentes, por que ela e o irmão se amavam muito, entenderam?

Então, quando voltou à sala para dar o boa-noite ao irmão e ao Matias, este último arregalou os olhos. A gostosinha da infância tinha virado uma gostosona! E Clóvis percebeu e tomou a decisão de perguntar a ela: 

Dois médicos para uma (im)paciente...
- Escuta, mana, com dois caras do seu lado, você quer ir dormir?

Ela olhou para ele, intrigada. Será que tinha entendido o que o irmão queria?
Sim, ela tinha entendido. O irmão tirou a roupa e falou com o Matias para tirar também.

- Vamos brincar de médico de novo, só nós três. E sem a inocência dos tempos antigos!

Ela ficou perplexa, mas logo viu os dois nus e se entusiasmou. Seria o primeiro ménage da vida dela!
Deixou que eles a pegassem, mamassem nos seios, tocassem em sua bunda e em sua xotinha. E ela pegou nos dois paus, sentiu a dureza deles. Quando pequenos, eles não ficavam duros assim... E fez um boquete nos dois e foi comida pelos dois. E não soube como, mas na manhã seguinte, estavam os três deitados em sua cama de solteiro, ela no meio deles. Teve que acordá-los para poder se levantar e se aprontar para o trabalho.

Saíram os três, cada um para seu canto. Quando voltaram, à noite, encontraram o Matias de novo de bermuda. Olharam um para o outro e rapidamente todos os três ficaram nus e ela já começou a chupar os paus deles. Endurecidos, ela ficou ajoelhada no sofá, Matias a comeu e ela continuou chupando o irmão. Depois cavalgou o irmão, e chupou o Matias. Foi o suficiente para eles gozarem, os três. Mas sabiam que iria ter mais, depois do lanche. 

Me pega, doutor...
 Ela foi tomar banho e Matias foi junto. 

- Edna, que coisa maravilhosa encontrar vocês e saber do que rola entre vocês. Minha irmã e eu não temos essa liberdade...
- Vem morar aqui, Matias, poderemos repetir isso muitas e muitas vezes.
- Não dá... mas prometo que virei visitá-los mais... isso eu garanto!

Beijos e mais beijos e ele a comeu ali dentro do chuveiro. Demoraram muito e Clóvis veio ver o que estava rolando.

- Eu tinha certeza que vocês estavam fazendo safadezas... anda, terminem esse banho e vamos lanchar, estou com fome! 

Nossa... bom, mas não cabem os dois!
Os dois riram, se enxugaram e foram, nus, ao encontro do irmão na copa. Lancharam, mais conversas, mais lembranças, mais cervejas... e  ela fez algo que nunca fizera: pegou os dois paus e tentou colocá-los na boca ao mesmo tempo. Foi demais... não deu... sua boca não era tão larga assim. Um cabia muito bem, mas dois... negativo.
Já que era a última noite do Matias com eles, ela quis experimentar tudo dele. 

E enquanto chupava o irmão, ele comeu o rabinho dela. E bebeu o leitinho dele e do irmão também... precisava se revigorar! 

Aqueles dois dias tinham sido excepcionais!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

As três sobrinhas com um gato que conheceram na praia



Elas estavam impossíveis naquelas férias...

(escrito por Kaplan)

Cecília, Paulinha e Helena viajaram nas férias de 2015 para uma cidade do nordeste. Hospedaram-se numa pousada, um quarto para as três. E foram curtir as praias, belíssimas, e como ninguém é de ferro, andavam em busca de diversão também. 

Ficaram desapontadas porque no primeiro dia em que estiveram numa praia, ninguém interessante apareceu. 

A única coisa que ele bate bem é foto...o resto, nada!!!
O único ser humano que lhes pareceu, à primeira vista, como algo desejável, assim que pediram a ele para tirar uma foto das três, os trejeitos e a voz dele deixaram claro que ele não jogava no mesmo time que elas. 

- Que pena! Ele é tão bonito... – foi o comentário unanime delas.

Naquela noite foram dormir chateadas. Já estavam se arrependendo de ter ido pra lá. 

Porém, na manhã seguinte, levantaram-se, colocaram seus biquínis, as saídas de praia e desceram para o café. Desejavam ir bem cedo para a praia. Aí tiveram a surpresa de ver um cara que não tinham visto no dia anterior. Ficaram de tocaia. Estaria sozinho? Com namorada? Seria casado? Na dúvida, Cecília deu um pulo até a recepção, que ficava ao lado do restaurante e sondou com a moça que trabalhava lá. E voltou com a confirmação que elas queriam: solteiro, estava sozinho, chegara na noite anterior.
Então elas se prepararam para o bote fatal. Ao ver que ele terminara seu café, com a maior cara de pau chegaram até ele e a conversa foi mais ou menos essa:

- Oi, bom dia! Nós chegamos ontem e não conhecemos as praias daqui. Você já veio aqui antes? Pode nos indicar quais seriam as melhores?

Ele olhou bem e logo sacou a mentira. A cor delas era de quem tinha passado o dia todo na praia. Como não era nada bobo, vendo aquelas três garotas lindas, sorridentes, ao seu lado, tratou de se apresentar.

- Oi, sou o Olavo, e vocês quem são?
- Eu sou a Cecília, elas duas são irmãs e minhas primas, Paulinha e Helena.
- Belos nomes. Bem... lamento informar-lhes que é a primeira vez que venho aqui. Se quiserem minha companhia, podemos explorar juntos...
- Claro! Será ótimo! Vamos, então?
- Só um minuto, vou ao quarto pegar algumas coisas e já volto. 

Vamos passear na praia... junto com o Senhor Lobo!
Elas estavam felicíssimas. Aguardaram a volta dele e desceram os quatro para procurarem uma praia. Foram na que elas tinham ficado no dia anterior, mas não comentaram isso com ele. Ficaram numa barraca com mesa, sombrinha, cadeiras comuns e aquelas que se abrem totalmente permitindo que as pessoas possam deitar para tomar sol.

Estavam adorando o Olavo, tinha um papo legal. Teriam o dia inteiro para seduzi-lo, porque não queriam passar mais uma noite lamentando.

E a sedução acontecia na hora em que entravam no mar e brincavam na água, e as brincadeiras permitiam o contato dos corpos, e quando voltavam, sempre se lembravam do conselho dos pais: tinha de passar protetor solar várias vezes ao dia. Então elas se deitavam, passavam protetor na frente e pediam a ele para passar nas costas. E isso com os sutiãs desamarrados porque não gostavam de marquinhas nas costas. Ele chegou a ver parte dos seios das três. Elas estavam conseguindo seu objetivo. 

Hoje ele não nos escapa!

Voltaram tarde da praia, combinaram de sair para jantar. Tomaram banho rapidamente, e se vestiram, mas só tinham levado shortinhos e camisetas. E assim foram as três para a recepção da pousada, aguardar o Olavo.
Ele chegou, foram a um restaurante, ele pediu um vinho para a mesa, tomaram e aquilo lhes deu mais confiança para o golpe final. Ao retornarem à pousada, pegaram as chaves dos quartos na recepção e caminharam em direção aos quartos, que ficavam mais ou menos próximos. O delas era o primeiro. E quando ele se despedia, a Cecília, sempre a mais ousada, falou:

- Olha, nós gostaríamos de te convidar para um café em nosso quarto, mas não temos café. No entanto, temos algo bem melhor do que café. Se você quiser experimentar...
- Mas é claro que quero!

Abriram a porta do quarto rapidamente e entraram os quatro. E elas foram tirando os shortinhos e as camisetas, ficando as três nuas na frente dele, que ficou embasbacado. E elas não esperaram nada para tirar a roupa dele e ajuntaram duas camas e ficaram os quatro lá em cima, já começando com os beijos. As três já tinham feito sorteio da ordem de comida. 
Ah, Olavinho... que bom termos te conhecido!

E Cecília era a primeira, então ela atacou firmemente o Olavo, chupando o pau dele e logo sentando-se no cacete e pulando sem parar.
Paulinha e Helena não ficaram só olhando, pelo contrário, começaram a se beijar também e a chupar suas xotinhas, deixando o Olavo maluco. Mas o que era aquilo? Que mineiras mais safadinhas ele encontrara! Custou a segurar seu gozo, esperando que Cecília gozasse primeiro. E logo depois ele foi.

- Meninas, enquanto esperamos o Olavinho crescer de novo, me contem o que foi isso que aconteceu aqui enquanto a Cecília e eu transávamos.

Elas riram e Helena explicou que elas eram bissexuais. Adoravam homens, mas não dispensavam uma relação com mulheres.

- E agora a Paulinha é que vai cuidar de você e eu e a Cecília é que iremos te dar um show! Vamos lá, Paulinha, ajudar o Olavinho a crescer.

Paulinha sabia exatamente o que tinha de ser feito e caiu de boca no pau dele que logo se tornou ativo, e ele a comeu de cachorrinho, enquanto as duas se engalfinhavam em chupadas e beijos.
Mais um gozo. Dela e dele.

E mais papos, até que o Olavinho desse sinal de vida para a Helena ser comida, de ladinho e depois cavalgando-o, enquanto Paulinha e Cecília se beijavam e se chupavam.
Esgotaram o rapaz, que dormiu ali mesmo no meio delas, felizes com o que tinha rolado. E sabendo que nas próximas noites teriam mais e mais trepadas boas como aquelas.

Não vou ficar detalhando muito, pois seria meio repetitivo. Só na terceira noite que aconteceu algo diferente. Ao saírem do restaurante eles passaram por uma drogaria, e Cecília falou com ele para entrar e comprar algumas camisinhas. Explicou por quê:

- Hoje será a noite do cu, você irá comer os três. Aceita?

Ele voou para dentro da drogaria e comprou os preservativos. E naquela noite o Olavinho conheceu os três rabinhos.

Elas voltaram das férias bem felizes. E o Olavo também, pena que ele não morava na mesma cidade delas.