quarta-feira, 22 de março de 2017

Primo feliz: três primas loucas pra dar



Quem não queria três primas assim?

(escrito por Kaplan)

Já falei aqui, em outras oportunidades, que minhas três sobrinhas eram da pá virada... e não é que elas se encontraram com um primo que também era?

Ele não morava aqui e a última vez que estivera em nossa cidade, elas eram adolescentes, a mais velha, Helena, tinha 13 e as outras duas tinham 11 anos.

Gustavo também tinha 13. E agora, ele e Helena estavam com 28 e as duas com 26.
Pode-se imaginar o que rolou quando ele esteve passando férias em nossa cidade e hospedou-se na casa da família da Cecília. Ela pirou o cabeção, ele era muito fofo, gostoso... e da pá virada também. Só que os dois não conseguiram virar suas pás na casa dela.

Adivinham onde foi? Claro.... no apartamento do titio... pobre titio, que foi gentilmente convidado a ir ao cinema, assistir umas três sessões em seguida... de pau duro, imaginando a farra que elas deveriam estar fazendo com ele.
Minha sorte é que depois elas entregavam o ouro, me contavam tudo, com riqueza de detalhes.

E nesse primeiro dia em que puderam farrear, elas estavam à espera dele e tramaram algumas coisas. Ficaram no meu quarto, na minha cama... a maior do apartamento, não é?
Helena de camiseta e short e as duas de blusa, que chegava a tampar a calcinha, mas não  o esperaram de calça comprida não. Quando ele chegou, foi levado ao meu quarto e viu as três ajoelhadas na cama, esperando por ele. Loucas por ele.  

Olá primo! Olha nós aqui!!!
E aí colocaram em prática o que tinham pensado. As duas tiraram a camiseta da Helena e Helena, fingindo-se de brava, tirou as blusas das duas. Pronto... as três só de calcinha! E o Gustavo babando... que primas deliciosas eram aquelas!

E deram um showzinho pra ele. Se beijaram, passaram as mãos nos seios uma da outra e só ficaram observando as mudanças que aconteciam sob a calça dele... algo crescia ali... exatamente como elas queriam!

Chamaram-no para perto da cama, tiraram a camisa dele, abaixaram a calça e viram o instrumento que ele iria tocar para diverti-las um bocado.

Cecília foi a primeira a abocanhá-lo, deu uma chupada  e tanto! Depois Helena se encarregou e finalmente Paulinha completou a série boqueteira.
Agora era a vez de Gustavo. E ele puxou Helena, deitou-a e começou a lamber sua xotinha. Cecília aproveitou para beijar a prima e Paulinha para beijar-lhe os seios. Helena revirou os olhos... aquilo estava bom demais!

Começou muito bem, primo... chupa direitinho!
E quando ele parou de chupar e usou os dedos para fazer vai e vem na xotinha de Helena, Cecília aproveito para sentar na barriga da prima e oferecer a sua xotinha para ele lamber à vontade, o que fez com que Paulinha, para não ficar de fora da brincadeira a ajoelhar com sua xotinha na boca da irmã, que a lambeu prazerosamente. Os gemidos das três inundavam o quarto.

E aí ele resolveu comer as três. Pra não desagradar a nenhuma, pediu que elas ficassem de quatro, mas uma em cima da outra. Helena ficou ajoelhada na cama, Cecília abriu as pernas e ficou deitada sobre ela, com a xotinha pouco acima daquela da prima. Paulinha fez a mesma coisa, em cima de Cecília.   

Uau... três bucetas só pra mim!!!
Assim, Gustavo tinha as três xotinhas à disposição, uma em cima da outra. Começou a come-las pela Helena, depois subiu para a Cecília e finalmente para a Paulinha.
Só ele gozou, depois de meter tanto... elas não se incomodaram, haviam se divertido muito e ainda teriam mais dias para brincar com aquele primo gostosão.
De fato, dois dias depois recebo um telefonema de Paulinha.

- Tiôôôô... tudo bem? Assim... você não tá com vontade de assistir mais filmes não?
- De novo?
- É, tio... a gente tem de aproveitar, depois ele vai embora...
- Ah... to com vontade não...
- Ô, tio... deixa de ser amarradinho... você sabe que depois nós três iremos agradecer muito a você, não sabe? Tudo que a gente fizer com ele a gente promete fazer com você!
- Só por causa disso eu vou liberar... safadinhas!
- Te amo, tio... 

E lá fui eu, naquele dia, assistir a mais filmes... um até era repetido, já tinha visto...
E fiquei sabendo que naquela tarde, só a Cecília e a Paulinha é que estiveram lá com o Gustavo. A Helena não conseguiu liberação do patrão e teve de ficar trabalhando... morrendo de inveja das duas! 
 
Me beijem, me chupem... acabem comigo, primas!
As duas chegaram com o Gustavo e não perderam tempo, foram ficando todos nus, ele sentou na beirada da cama, a Cecília foi chupar o pau dele e a Paulinha e ele ficaram se beijando loucamente.

Depois que Cecília se fartou, foi a vez de Paulinha fazer um boquete nele. E aí ele foi chupar a xotinha da Paulinha. Cecília ficou abafada e começou a se masturbar, em pé, ao lado deles. Ele, vendo aquilo, puxou-a para junto deles, trocou a língua pelos dedos na xotinha da Paulinha e sua língua dirigiu-se à xotinha da Cecília. As duas gemiam, já enlouquecidas com o que ele fazia.Aí Cecília sentou no pau dele e ficou cavalgando-o e essa foi a deixa para Paulinha observar os dois e se masturbar também.

O calor no quarto era grande, eles suavam, mas não paravam.

Cecília gozou e cedeu o lugar para a prima, mas Paulinha preferiu ser comida de cachorrinho, então ficou de quatro e Cecília deu uma chupada rápida no pau dele e ajudou-a e encontrar o caminho da xotinha da prima, que passou a receber estocadas e mais estocadas do primo. 

Tá dificil de achar? Te ajudo...
E tome estocadas, ele parecia imbatível! Mas ela também conseguiu gozar e aí ficaram esperando ele se masturbar até que seu gozo caísse sobre elas.

Exigiram que ele as lavasse e foram os três para o chuveiro, tomaram aquele banho gostoso, cheio de safadezas, mãos passando em todos os lugares, bocas sendo beijadas e beijando pau, xotinhas, seios... uma maravilha!

A terceira vez foi no sítio e essa eu vi tudo.
Isso porque estávamos lá, os pais voltaram na hora do almoço e elas quiseram ficar até o final da tarde, e o titio foi chamado por elas para ficar junto, se não elas não poderiam ficar sozinhas lá com ele. Nesse dia, a Cecília não estava, eram apenas as duas irmãs que iriam cuidar do primo.

E mal o carro da família desapareceu na estrada, correram todos para a piscina. Gustavo se mostrou preocupado com a minha presença, mas as duas garantiram que eu iria ficar no quarto vendo televisão e não os incomodaria.
E sem mais delongas, arrancaram a bermuda dele, deixaram o rapaz nu e caíram de boca no pau dele, chuparam até!!!
Foi a vez de ele arrancar os biquínis das duas. E tratou de enfiar a pica na Helena e meter nela de ladinho, Paulinha ficou ao lado, passando a mão nos seios da irmã, se excitando também.
Depois foi a vez de ela cavalgar o primo, e Helena ajudar, também beijando os seios da irmã. 

Este primo é gostoso demais...devia morar aqui!
Ao que parece Paulinha gozou, porque levantou-se, saiu do pau dele e cedeu lugar à irmã, ficando deitada, olhos fechados, ao lado deles. E Helena também cavalgou o Gustavo.
E como ela ficou de costas pra ele, ele teve aquela linda visão do cuzinho dela... arriscou colocar um dedo lá e como Helena não reclamasse, ele penetrou o rabinho dela e fez ela ficar prostrada. 

Paulinha tinha visto e também quis, então teve seu cuzinho comido pelo primo também.
Dali eu os perdi de vista, mas não de ouvido. Eles entraram, foram à cozinha, ouvi abrirem a geladeira e pegarem alguma coisa, para comer ou para beber. 

E depois foram tomar banho, ouvi as risadas deles junto com o barulho da água caindo.

Quando saíram e se vestiram, eu os chamei para ir embora, não queria pegar estrada à noite. Voltamos então e no dia seguinte ele retornou para sua cidade, prometendo voltar.

E aí eu cobrei os préstimos... sou ótimo cobrador!!!

O dia em que Meg, a amiga e dois amigos foram para uma praia deserta... para pintar!



E eles “pintaram” tanto...

(escrito por Kaplan)

Essa turma da faculdade da Meg não tinha mesmo jeito. Ela, principalmente!

Olha só... ela no colo do amigo...
Imaginem vocês que chego em casa e encontro ela, com Rejane, Virgilio e Julio, discutindo onde iriam para praticar o que aprendiam nas aulas de pintura. Meg, como sempre, sentada na perna do Virgilio. E chegaram à conclusão de que uma praia deserta, com paisagem exuberante, seria o local mais indicado.
Quase dei uma gargalhada quando ouvi isso. 

- Contem outra, pessoas... vocês quatro, numa praia deserta? Duvido que voltem com alguma tela pintada... duvido! 

Os quatro ficaram ofendidos. Ou parecia que ficaram, protestaram energicamente. Iam, sim, para pintar, todos já tinham comprado cinco telas, tintas e pinceis. Estavam dispostos mesmo a praticar o que haviam aprendido.
Continuei não acreditando, mas não interferi mais.

Depois que eles combinaram tudo e os três saíram, virei pra Meg e tornei a fazer o comentário. Ela tornou a me garantir que – podia até acontecer uma trepadinha ou outra – mas queriam mesmo pintar e voltariam com todas as telas pintadas e me esfregariam na cara para eu parar de duvidar deles. Continuei rindo... até parece que eu não os conhecia!

Saíram num sábado de madrugada, deviam ser 4 horas quando o telefone tocou. Era o Julio, avisando que já estavam lá na portaria, com todos no carro, só faltava ela. Me deu um beijo e desceu rapidamente. Iam voltar no mesmo dia, combinaram que sairiam de lá às 17, então chegariam por volta de meia noite.

Fiquei pensando... era muita vontade de trepar...
E quando ela chegou, às 23:40, trazia as três telas que havia comprado... em branco!

- Você é um viado... como adivinhou que não iríamos pintar nada?
- Meg... vocês duas vivem transando com eles. Vão a uma praia deserta e não vai rolar nada? Prestenção, menina! Tava na cara que vocês iam ficar pelados, trepando sem parar. Foi ou não foi?
- Foi, foi exatamente isso.
- Me conta... 

Maravilha de local... convidativo! (foto: Meg)
- Uai, saímos naquele horário que você viu e como não paramos, fomos direto, 9 e meia já estávamos lá. Eu já conhecia o local, você também... eles não, ficaram maravilhados com a beleza, e aí todo mundo, animado, pegou os cavaletes, colocamos as telas... ficamos estudando o que pintar, e aí o Julio sugeriu que poderíamos pintar uns aos outros, pintando...

Gostamos da ideia e mais ainda porque ele ficou pelado e disse que devíamos ficar também. Aí... todo mundo nu, naquela beleza de praia... quem disse que saía alguma coisa dos pincéis?

Saiu foi uma vontade louca de pegar os paus deles e enfiar na nossa boca. E foi isso que a Rejane e eu fizemos. 

Pinto na boca é melhor que pintar...
  

E na xota, então... maravilha de pintada!












E enquanto a Rejane se demorou chupando o pau do Virgilio, o Julio não demorou pra me comer. Me pôs ajoelhada e crau... pau na xota!

Trepamos até dizer chega, trocamos os parceiros... sujamos de areia, gozamos, aí fomos nadar e brincar na água que estava quentinha, uma delicia!
Aí voltamos pra onde deixamos o material, e deu fome, e fomos comer os sanduiches que levamos e beber as cervejas... rolou um soninho...
E quando acordamos, fui dar uma outra nadada rápida e não foi rápida. O Virgilio veio atrás de mim, me agarrou, de dentro da água a gente via a Rejane e o Julio já se pegando... e toma mais vara, Meg...

Me comeu dentro d’água, com as ondas batendo... coisa de doido! E eu vendo a Rejane cavalgando o Julio...
Aí, depois de mais uma bela gozada, reunimos e eu falei:

- Olha gente, é questão de honra a gente pintar alguma coisa... lembra que o Kaplan duvidou da gente? Eu quero chegar lá e enfiar as telas pintadas na cara dele...
-Tá certo, vamos nos concentrar e começar a pintar. 

Não adiantou... Rejane e eu estávamos lado a lado, olhávamos uma para a outra... e no final começamos a rir... nenhuma de nós tinha inspiração pra nada! Olhamos as telas deles... nada! 

A gente não tem pinto... mas é bom também, talvez até melhor!

Rejane me agarrou e começamos a nos beijar. Já tínhamos desistido das pinturas e resolvemos aproveitar. Fizemos o maior amor lésbico que aqueles dois já tinham visto... rolamos na areia, a onda veio e quase nos afogamos, morrendo de rir. E aí trocamos beijos, fizemos velcro, mamamos nos nossos seios... foi ótimo!
E eles só de pau duro, nos olhando.
Falei com ela:

- Rê... já são três horas, tá quase na hora de irmos embora... que você acha que está faltando pra gente fazer? Não me fale de pintar... já desisti, já sei que vou passar vergonha com o Kaplan... o negócio aqui é trepar.
- Falta umas DPs... não acha?
- Boa ideia. Vamos ver quem será a primeira? Par ou ímpar? 
 

Perdi e ela foi a primeira a experimentar o pau do Julio no cu e o do Virgilio na xota. Como os dois gozaram, tive de esperar uns 30 minutos até eles estarem prontos para a outra e ai fui vitimada pelas duas picas...

Depois dessas... arrumamos tudo, enfiamos dentro do carro e voltamos. Como na ida eu tinha ficado na frente, na volta fiz questão de ficar no banco de trás e eu e o Virgilio fizemos a maior farra. Chupei o pau dele, ele me chupou, me comeu... numa viagem de quase seis horas... me comeu duas vezes!

- Eu sabia que ia ser só farra.
- Preciso acreditar mais em você, querido... e nem pense... minha xota não aguenta mais nada hoje!

terça-feira, 21 de março de 2017

O banho do patrão foi visto pela empregada



Adivinha o que rolou?

(escrito por Kaplan)

Pois é... pessoas descuidadas podem ser surpreendidas, até agradavelmente, e aí fica a pergunta: será que estavam sendo descuidadas mesmo, ou agiam de forma a acontecer o que aconteceu?

Está confuso? Vamos nos explicar melhor.

Samira era empregada de um casal, fazia todo o serviço de limpeza do apartamento e também cuidava das refeições. Chegava às 8 horas e saía às 16. Geralmente, quando estava chegando, costumava encontrar os patrões saindo para o trabalho. Eles se cumprimentavam, a esposa dizia a ela o que precisava ser feito, e ambos só voltavam para o almoço.

Até que um dia aconteceu algo interessante. Sinésio, o patrão, entrou de férias e passou a ficar mais tempo em casa. Tinha horas que saía para ir ao banco ou comprar alguma coisa, mas não passava disso. A maior parte do tempo ele ficava em casa, arrumando suas coisas, dormindo um pouco depois do almoço, conversando com a Samira. E não demorou uma semana para Samira ficar caidinha pelo patrão.

Era a primeira vez que convivia com ele, falava com ele. Sempre sua comunicação era com a patroa. 

Mas o que é isso que estou vendo???
E ela descobriu um homem culto, bonito, inteligente, educado, sensível. Então, inconscientemente, ela o desejou. E seus trajes começaram a dizer o que ela estava sentindo em relação a ele. 

Caprichava mais no visual, até alisar os cabelos ela alisou. Passou a não usar sutiã e dava alguns lances dos seios pra ele quando subia na escada para limpar as janelas... E ele notou a transformação dela e passou a reparar melhor naquela moça que trabalhava em sua casa.

E numa manhã, depois que a esposa tinha saído para o trabalho, ele falou com Samira que ia tomar um banho. Entrou no banheiro, despiu-se e já tinha se molhado quando reparou que seu roupão não estava ali. Não teve outro jeito senão abrir a porta e chamar Samira e pedir a ela que o pegasse.

- Por favor, deixe pendurado aqui na porta, quando eu terminar o banho eu pego.

Ela enlouqueceu quando ele fez o pedido. E resolveu levar o roupão de outro jeito.

Tirou a roupa e o vestiu. E foi assim que ela, em vez de o pendurar, entrou no banheiro “vestida” com ele. Viu o patrão de costas para ela, gostou demais da bunda dele. E parou na porta do boxe e ficou esperando.

Quando ele se virou e a viu, levou um susto e tampou o pau com as mãos.

- O que é isso, Samira? O que você está fazendo?
- Vim trazer o roupão que o senhor pediu! 

Vim te entregar o roupão, patrãozinho...
E abriu-o, se mostrou toda nua pra ele. Como não olhar? Ele olhou e viu um belo corpo, dois seios médios, firmes, uma cintura bem marcada e uma bucetinha depilada. Uau... Samira era gostosa!

E ela não quis dar tempo de ele pensar e desistir do que poderia acontecer. Encostou suas mãos no peito dele e o pressionou contra a parede, tirou as mãos dele do pau.

- Por que está escondendo? É lindo, grande... eu gosto de ver!

E não apenas viu, ajoelhou e deu uma lambida, começando nas bolas e indo até a cabeçorra, que logo sumiu dentro de sua boca. O boquete dela foi demorado, até deixar o pau totalmente duro, melado, babado. 

Quero te cavalgar, meu garanhão!
Fez Sinésio se deitar no chão do banheiro e sentou-se no pau dele, de costas para ele e deu início a uma bela cavalgada. Que depois continuou, quando ela girou o corpo e ficou de frente para ele, colocou as mãos dele nos seios e continuou a pular, enquanto ele tentava segurá-los.

Ele virou o corpo e comeu-a de ladinho. Depois os dois se levantaram, ela se apoiou na pia e ele a comeu em pé. Ela demonstrou ter chegado a um belo orgasmo e voltou a chupar o pau dele até que ele gozasse dentro de sua boca.

- Pode até me mandar embora, seu Sinésio, mas eu não conseguiria sair daqui sem transar com o senhor. Foi muito bom!
- Que mandar embora? Enlouqueceu? Ainda tenho uns 15 dias de férias... vamos brincar muito!!!