quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ela chegou com as compras, a sacola furou, o vizinho veio ajudar... e que ajuda!



Será que furou ou foi furada? Ela, pelo menos foi...

(escrito por kaplan)

Vocês, leitores e leitoras, devem se lembrar que postei, anteriormente, um conto envolvendo a Meg e um novo vizinho, Marco Aurélio (O vizinho quis ver de perto a minissaia dela, ela mostrou tudo)
 
Pois bem, e não é que na semana seguinte aconteceu outro lance interessante entre eles?
Ela foi ao mercado, fez uma série de compras e, naqueles bons anos 70, as sacolas não eram de plástico, eram de papel, aquele papel marrom que as pessoas mais velhas conhecem bem, os novos talvez não conheçam, hoje em dia é muito raro se ver.

Pois bem, ela chegou no nosso edifício, entrou na garagem e viu o Marco Aurélio, sem camisa, dando uma limpada no carro dele. E aí, quando ela foi retirar as sacolas do porta-mala, ao pegar uma com frutas, viu que elas despencavam no chão, pois o saco havia furado. 

Furou ou foi furado? Dúvida cruel!
(Parêntesis, necessário... em se tratando da Meg, eu tenho sérias dúvidas se o saco havia furado por conta do peso ou algo assim, ou se ela, sem querer querendo, fez um furo para provocar o acidente... como está na moda dizer, não tenho provas, mas me bateu uma convicção!!!)

E o vizinho viu, claro, estava ali perto e, pressuroso, foi ajudá-la a recolher as peras, laranjas e maçãs que haviam se espalhado pelo chão. Ah! Como certos vizinhos são prestimosos!!! E como Meg sabia recompensar essas ajudas!!!

Não deu outra. O vizinho fez questão de ajudá-la a levar tudo pra dentro do apartamento. E ainda começou a lavar todas as frutas que haviam caído no chão.

Ela estava usando um vestido comprido. Aproveitou a ajuda que ele prestava, correu ao quarto, tirou o vestido, tirou a calcinha, colocou os trajes que mais gostava: uma camiseta e uma minissaia. E voltou à cozinha, onde Marco Aurélio terminava de lavar as frutas.

- Oh, Marco, mas você é um anjo! Não precisava, eu mesma podia fazer isso...
- Ah, Meg, que bobagem... uma coisa tão simples como lavar frutas...
- Vamos tomar um suco para nos refrescarmos. 

Vizinha safadinha... sem calcinha!!!
Ela pegou na geladeira, serviu dois copos e o chamou para a sala. E sentou de tal forma arreganhada que ele viu a xotinha dela e logo imaginou a razão de ela ter trocado de roupa tão rapidamente...

Como ela estava descalça, ele pegou os pés dela e beijou-os.

- Ahhhhhhhhh...não faz isso...
- Machuquei você? Desculpa!
- Não... você não tem ideia de como eu fico quando alguém beija meus pés...
- Deixa eu ver como você fica!

E beijou de novo e ainda chupou o dedão dela. Na mesma hora ela levou a mão à xotinha e apertou-a, olhos fechados... que tesão que era aquilo! Não quis nem saber, voou pra cima do Marco Aurélio, beijou os mamilos dele, a barriga e suas mãos já abriam a calça dele, que foi abaixada para que ela pegasse no pau e o colocasse na boca.

E chupou, emocionada pelo que ele fizera com ela. E quando acabou, terminou de tirar a roupa dele e sentou-se no pau e pulou freneticamente. O vizinho estava adorando aquela faceta dela que ele até então desconhecia.

Da cavalgada passaram para um novo boquete e uma primeira chupada na xotinha feita por ele, que, em seguida, colocou Meg de quatro e ficou bombando e vendo o cuzinho dela e aquilo lhe deu uma ideia... foi colocando o dedo de leve, como quem não quer nada, ela não falou, nem reclamou, então ele enfiou o dedo, ela gemeu. Pra não ter dúvidas, ele perguntou se podia e ela disse que sim, então ele tirou o pau da xotinha e foi enfiando no cuzinho. 

Mas ela gosta de tudo... que mulher fantástica!

Ela gostava de anal e ele, que já tinha feito poucos em sua vida, porque a maioria das mulheres que ele teve o prazer de comer não curtia muito, ficou louco quando viu que ela não se incomodava, gostava mesmo.
Bombou bastante lá dentro e lá ele gozou.

- Meg... você é demais... seu corpo inteiro é uma zona erógena total, você gosta de tudo... quer casar comigo?

Ela riu.

- Claro que não, tá maluco? Sou casada, e pode acreditar... transar com vizinha é melhor do que com esposa... aproveite enquanto mora aqui!

Carregaram o amigo para a cama delas



E não era para brincadeiras... era algo sério!

(escrito por kaplan)

Janaina e sua amiga Bruna haviam se reunido na casa dela para fazer um trabalho da faculdade. Terminaram logo e ficaram conversando e o assunto logo se tornou único: homens. As duas tinham namorados recentes e já estavam reclamando da performance deles. 

Amiga... tô subindo pelas paredes! Ele não dá conta de mim!
- Pô, Jana, ele não me espera... não consegui gozar nem uma vez com ele... já conversei, já falei, já dei dicas de como ele pode fazer para retardar a ejaculação mas ele não está nem aí. É enfiar, mexer, gozar... e eu fico subindo pelas paredes depois. Acho que não vai demorar muito esse namoro não...
- Bruna, eu tenho quase o mesmo problema que você. Mas é quase, porque já consegui três vezes. Mas ele também não se preocupa em me dar alegria, só quer a dele.Eu também já estou disposta a despachar o cara. Não dá!
- Lembra do Teotônio?
- Nem me fale... se lembro...
- E tive uma ideia aqui... e se telefonássemos pra ele e o convidássemos a vir aqui?
- Será que ele viria, avisado assim em cima da hora?
- Só telefonando pra  saber!

Bruna pegou o telefone e o chamou.

- Oi, Teo... cê tá bem?
- Eu to, gatissima! E você?
- Também... escuta, você tá fazendo alguma coisa agora?
- Não, tirei a tarde pra estudar, mas já li tudo que precisava.
- Que tal vir aqui na casa da Jana? Eu e ela estamos aqui, e com saudades de você!
- Uai... posso ir sim, ela ainda mora no mesmo lugar?
- Sim.
- Não demoro nada a chegar aí. 

Preciso dizer que estou muito a fim?
Eufóricas, as duas começaram a se preparar para receber o “salvador da pátria”. Bruna tirou a calcinha e abriu a blusa, toda exibida. Janaína só tirou o short, ficou de blusa e calcinha. E ela é que foi abrir a porta pra ele. Ao vê-la daquele jeito, Teotônio sacou o motivo do convite. Deu um sorriso, um beijo na boca da Janaina e foi puxado para o quarto, onde Bruna se encontrava sentada na cama e mostrando tudo que tinha direito de mostrar.

- Epa... já vi que vamos ter uma conversa muito séria hoje! Vocês estão bem animadas, hein?
- Se estamos! E você, precisa de alguma animação especial?
- Gata, sempre é bom, né?
- Então, chega mais!

Bruna o puxou para perto dela, mas antes de fazer qualquer coisa, Janaína tirou a roupa do Teo. Elas olharam embevecidas o belo pau dele, já durinho, pronto a ser devorado. E Bruna mandou brasa num boquete, inicialmente assistido pela Janaina, mas logo ela levou a boca até o pau dele e as bocas das duas se encontraram. Rindo, elas se beijaram e atiçaram ainda mais o Teotônio. 

Nossa... mas isso é que é um bom amante!!!
Ele, então, colocou a Bruna de quatro na beirada da cama e meteu e Janaina achou por bem não ficar só olhando os dois. Deitou-se na cama, com as pernas abertas bem perto da cabeça da amiga, que começou a chupar-lhe a xotinha. Elas faziam isso de vez em quando, e Teotônio já havia presenciado por duas vezes. Ele ficava com o tesão a mil quando elas faziam esse show pra ele.

Então, depois que Bruna já estava comida, e muito bem comida, foi a vez de Janaína experimentar, naquele dia, a pica do Teotônio. E foi de quatro também, mas com uma novidade. Bruna deitou-se debaixo dela, ficou lambendo as bolas do pau dele e como ela estava na posição inversa à da amiga, teve sua xotinha chupada por Janaína que recebia as bombadas do Teotônio.

Ela também conseguiu gozar lindamente e aí, com a saída do pau dele da xotinha dela, a boca de Bruna recebeu-a e elas fizeram um 69, assistido por um amigo que, cheio de tesão, se masturbava e gozou em cima das duas.

Rolaram os três na cama, rindo e conversando.

Ele se despediu, não sem antes jurar, de joelhos, que iria frequentar a casa da Janaína pelo menos uma vez por semana. E ele era bobo de não ir?

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A massagista enlouqueceu Meg com suas mãos, sua língua, seu tudo...



Ela era realmente uma grande profissional...

(escrito por Kaplan)

Depois que conheceu Marina, Meg nunca mais quis saber de outra massagista. Já narrei aqui o primeiro encontro delas e como dali surgiu uma amizade e da amizade um amor muito grande e volta e meia elas se encontravam e trocavam juras de amor...

Mas Meg também a procurava quando queria uma massagem de verdade. Quando telefonava marcando, Marina escolhia o melhor horário possível, ou seja, aquele em que não haveria mais ninguém depois...

Isso porque, como profissional do ramo, ela iria, primeiro, fazer a massagem correta, geralmente era a relaxante que Meg mais gostava. E depois dela, tudo podia acontecer entre as duas.

Nossa, querido, a massagem foi ótima!
E Meg voltava para casa transfigurada, sorrindo, aparentando uma calma fantástica... mas não gostava de transar comigo, nem com ninguém, nos dias em que ia fazer a massagem com Marina. 

Ela gostava de curtir tudo que acontecera entre as duas por horas e horas. Dormia, nua,  com um sorriso nos lábios. Eu respeitava e nem tentava nada, ficava feliz só de vê-la infinitamente mais feliz do que eu!

Teve uma tarde que ela ficou ensandecida com o que Marina havia feito. Pela primeira vez me contou detalhadamente. Como ela me disse, precisava contar pra alguém, porque tinha sido algo divino, maravilhoso! Por sorte, fui  o escolhido para saber dos detalhes!

- Hoje ela se excedeu, querido... nossa! Quase morri!
Começou do jeito normal, eu queria a massagem e os primeiros 50 minutos foram dedicados a ela. Tem mãos muito firmes, acha todos os nódulos, desmancha-os... é algo extremamente relaxante que ela me proporciona. E nem me deixa ficar nua, tenho de ficar ou de biquíni ou de lingerie. Geralmente vou de biquíni. Só na hora de massagear as costas é que ela desamarra, mas assim que termina, volta a amarrar. É muito profissional! Adoro isso! 

Agora, depois que termina a massagem, aí é diferente. Geralmente eu estou quase dormindo quando ela acaba. E só fico sabendo que acabou e que vamos começar a transar porque ela me dá alguns beijinhos na orelha. É um carinho só... fala baixinho pra eu acordar que ela tem muito amor pra me dar... e quando eu abro os olhos, vejo que ela já tirou a roupa toda, está nua, com aquele corpo lindo à minha espera. 

Massagem na xotinha... hmmm.... delícia!
Aí ela tirou meu biquíni e começou a fazer uma massagem sensual, as mãos dela percorreram meus seios, apertaram minha xotinha, o dedo dela entrou lá dentro e fez maravilhas comigo...e eu fiquei louca pra fazer com ela também, mas ela não deixou... primeiro ela me torturou amorosamente, depois é que ela deixou eu torturá-la.

Subiu na maca e esfregou o corpo dela no meu, e aí os seios se encontraram, as xotinhas se tocaram e ela desceu o corpo até ficar com o rosto perto da minha xotinha, enfiou dois dedos nela, e veio com a língua, e me lambeu toda. Juro pra você, eu não sei como não caí da maca... meu corpo pulava todo, eu suava, queria agarrá-la... mas ela não deixou, segurou meus braços e continuou me chupando, até eu gozar...

Aí me virou, e tornou a deitar por cima de mim. Os seios dela percorriam minhas costas, a xotinha dela ficou em cima de minha bunda, depois ela beijou minha bunda, abriu minhas pernas, beijou meu cuzinho, enfiou um dedo lá dentro... meu bem, eu não devia estar te contando isso não, estou te excitando e você sabe que hoje eu não vou querer transar...

- Então, mais um motivo pra você me contar... eu vou me contentar com uma punheta, suas histórias sempre me deixam muito excitado. Continue! 

Nessa hora, eu quase morri...
- Bem, depois ela falou pra eu ficar ajoelhada na maca, veio chegando o corpo, deitada, de costas, até sua boca ficar embaixo da minha xotinha... e tome mais chupada... eu não aguentava mais só receber, queria dar também e aí não aceitei ficar parada, comecei a beijá-la e a fazer tudo que ela tinha feito comigo. E chupei muito a xotinha dela, até conseguir fazê-la gozar também.

Fiz como ela tinha feito, deitei sobre o corpo dela e fiquei roçando, depois enfiei dois dedos na xotinha e fiquei pondo e tirando, como se fosse um pau, chupei e ela gozou.

Aí a virei, e também deitei por cima dela, levando meu corpo pra cima e pra baixo, xotinha na bunda, beijos na nuca... também abri as pernas dela e enfiei um dedo no cuzinho...

Foi isso, meu anjo... agora preciso dormir. Vai bater sua punheta, vai...se eu tivesse forças, ainda, até bateria pra você, mas não aguento nada hoje. Boa noite! 

Homenagem às duas!!!
Excitado ao extremo com o que ela me contara, levantei da cama e fui ao banheiro. Precisava mesmo dar uma aliviada. 

E bati uma bela punheta, imaginando a cena da massagem das duas. 

Realmente, a cada dia que passa mais me convenço de que as mulheres sabem transar melhor entre si do que com seus parceiros...