quinta-feira, 22 de junho de 2017

O café caiu, ela foi limpar, rolou, a irmã viu, foi a farra total



Que zorra... mas no fim deu certo!

(escrito por Kaplan)

Eram três irmãos. Poliana, Rosina e Alonso, este o mais velho, com 26. As duas tinham 24 e 21 respectivamente. Muito amigos, viviam saindo juntos para as baladas, ele agia como o protetor delas, evitando que fossem assediadas. Bem que elas gostariam de encarar algum carinha mais interessante, mas Alonso não era de brincadeiras.

Curioso é que nada existia entre eles, a não ser essa amizade que levava as duas a comentarem com ele as cantadas que recebiam.
Até que um dia.... mas sempre tem um dia?
É... parece que sempre tem um dia...

Rosina e Alonso estavam na cozinha, tomando café, em pé, ela de vestido, ele de calça de moleton e uma blusa. E quando ela foi servir mais uma xícara pra ele, atrapalhou-se toda e derramou o café no chão. 

Ela tá limpando e eu tô vendo uma coisa...

Mais que depressa, ela pegou um pano e ajoelhou-se para limpar. Só que aí ficou numa posição... digamos... bem sexy, o que foi notado pelo irmão. O shortinho ela usava era curto, e ao ajoelhar, ele subiu ele viu um bumbum delicioso... E a camiseta, então... que lance dos seios dela!!!

E Alonso não conseguiu tirar o olho. Seu pau agradeceu e endureceu. E a calça de moleton se tornou bem reveladora da excitação que tomou conta dele.
E ela viu aquilo tudo quando ia se levantar. Surpresa total!

- Alonso...você ficou excitado por minha causa?

O que ele poderia usar como mentira, qualquer coisa que ele falasse seria claramente entendido como mentira. Então,  não mentiu. Disse que sim, que a visão dos seios e do bumbum dela o excitara.

- Deixa eu ver...
- Ver meu pau?
- É... tá chamando muito minha atenção, deixa eu ver...

Ele não se furtou a mostrar. Achou que ela ia ver e pronto. Mas não foi o que aconteceu, ela viu, gostou, pegou e depois pôs na boca e fez aquele boquete... para surpresa dele, que nunca imaginara tal coisa. 

Meus irmãos... o que é isso que estou vendo?
E surpresa para a outra irmã, a Poliana que ficara atraída pelo barulho e quando chegou à cozinha, viu  a irmã chupando o pau do irmão. Nem é preciso dizer que ela também ficou excitadíssima com o que viu.
E tomou a iniciativa:

- Ah... não... também quero participar disso, mas não aqui, vamos pro meu quarto!
E carregou os dois pra lá. E eles, já enlouquecidos, se despiram, pularam na cama e rolaram beijos, abraços e amassos, chupadas em pau e em xotinhas.

E Poliana foi a primeira a experimentar a doçura do pau do irmão, sentando nele e o cavalgando, enquanto Rosina se masturbava freneticamente.

E ela teve sua vez, pois Poliana se levantou e Rosina, então, ficou de quatro e o irmão a comeu. Poliana ficou ao lado, segurando as duas bundas, do  irmão e da irmã.

E quando Rosina também foi cavalgar o Alonso, Poliana ficou ajoelhada ao lado dele que pôde mamar nos seios dela enquanto Rosina pulava.

Satisfeitas, as duas voltaram a chupar o pau dele, esperando pelo gozo, que não demorou muito a jorrar.

- E agora, gente? Foi a pergunta que Rosina fez.

Os dois a olharam, todos ficaram se olhando e os sorrisos que apareceram nos rostos dos três foi a resposta. Já que tinha sido tão bom... pra que parar?

 

Esses paulistinhas bi...



Mas ela adorava!

(escrito por Kaplan)


Mais uma vez a dupla de amigos da Meg, os paulistas bissexuais Fernando e Renato vieram até nossa cidade e não deixariam de fazer uma visita a ela. 

Que lindos! Voltaram!

Na verdade, o Fernando apareceu primeiro, porque o Renato estava tendo uma reunião. A surpresa dela foi enorme, abraçou e beijou o Fernando.

- Veio sozinho?
- Não, na verdade eu vim só pra acompanhar o Renato, que foi chamado para uma reunião da empresa dele, eles estão com uma filial aqui, agora. Como estou de férias, resolvi aproveitar, mas é jogo rápido, hoje à tardinha a gente volta.
- Ah... que pena... não dá mesmo pra ficarem mais tempo?
- Eu até que poderia, mas o Renato não pode, então vou com ele. Aliás, antes que me esqueça, tomei a liberdade de convidá-lo a almoçar com você e comigo.
- Ótimo, então vou colocar mais água no feijão!

E foram os dois para a cozinha, para ela preparar o almoço. Ela não tinha se preocupado com o almoço porque eu não iria almoçar em casa naquele dia. Então, tirou às pressas uma carne do congelador, preparou uma salada. Arroz e feijão já tinha pronto.

- Vocês não vão reparar, mas como não avisaram que vinham, não preparei nada. Vai ser bem frugal a nossa refeição.

Dali a pouco chega o Renato, espavorido como sempre. Mais abraços, mais beijos.
Enquanto o almoço não ficava pronto, ela não iria perder a oportunidade de uma transa com eles. Já foi pegando no pau do Renato, falando que estava com saudades dos dois... e aí as roupas começaram a ser tiradas e a farra começou. 

Dar pra dois é tão excitante...

Foram para a sala, Renato sentou numa poltrona, Meg aninhou-se nos braços dele e Fernando começou a meter na xotinha. Renato, segurando o pau, fazia-o endurecer, mas estava de olho nos dois e assim que deu uma folga, ele começou a chupar o pau do namorado. Meg adorava esse momento, tinha um prazer redobrado quando via os dois engalfinhados.

Depois Fernando voltou a come-la, agora sentado e com ela o cavalgando. E Renato se masturbava, louco para participar mais do que acontecia ali. 

Na verdade, ele queria dar para o Fernando. E tanto reclamou que acabou sendo atendido para alegria de Meg que adorava ver os dois enrabando um ao outro.
E ela aproveitou para chupar o pau do Renato enquanto ele era comido pelo namorado. 

Adoro te ver chupando o pau do seu namorado!

E para finalizar, ela e o Fernando foram chupar o pau do Renato, até que ele gozasse no rosto dos dois.

E aí foram almoçar, de verdade. A entrada tinha sido muito boa, agora viriam os pratos principais. Teria uma sobremesa?

Não, não teve, Renato tinha de voltar para o local da reunião e Fernando foi com ele. 

Era uma pena, poderiam ficar mais que haveria energia para mais ménages...

terça-feira, 20 de junho de 2017

Ela estava triste por ter terminado o namoro, o irmão resolveu consolá-la



Irmãos sempre carinhosos...

(escrito por Kaplan)

Pois Antônia, uma bela morena de 25 anos, charmosa e gostosa... acabou o namoro de quase um ano. E ficou muito triste, porque tinha sido ele quem terminara, não ela.

Não chora, maninha...
Inconsolável, ela estava em sua casa, sozinha, sentada no sofá da sala, pensando naquele quase um ano de felicidade, de belas transas... e começou a chorar. Mãos no rosto, ela sentia a quentura das lágrimas que desciam. O choro atraiu a atenção de seu irmão, Severino, que estava no quarto e foi até a sala saber o que estava acontecendo. Sentou-se ao lado dela e perguntou e ela, a princípio não quis falar nada, só chorava. 

Mas ele insistiu, abraçou-a, beijou seu rosto. Ela estremeceu, na certa lembrando-se dos abraços do ex-namorado.

Tirou as mãos do rosto e inclinou seu corpo sobre o dele e contou do rompimento. Ele continuou abraçando-a, acabou ficando excitado com o corpo dela ali e, sem pensar muito, colocou uma das mãos no seio dela e a outra entrou sob a minissaia e encontrou a calcinha, em que ele dedilhou e ela ficou afogueada.

Aquilo nunca tinha acontecido entre eles. Brincadeiras na infância e na adolescência existiram, brincaram muito de médico, os dois, ficavam nus... mas era só brincadeira. Depois de adultos nada mais acontecera. E agora, ali, ele estava excitadíssimo com ela e ela ficava com ele.

- Nós podemos fazer isso, Severino?
- Podemos... 

Seios maravilhosos... (foto: Kaplan)
Ela se entregou. Tirou a blusa e ele viu, encantado, como os seios dela estavam bonitos. Beijou-os, mamou um pouquinho e ouviu ela gemendo. Olhou pra ela, estava com os olhos fechados, curtindo as carícias que recebia.

Ele tirou a saia dela, ela ficou só de calcinha e ele afastou-a para o lado e sua língua foi fazer movimentos que deixaram Antônio aos pulos no sofá.

- Tira a roupa, mano...quero te ver... 

Que coisa mais linda...

Ele tirou a calça e mostrou seu pau a ela. Duro, em pé, olhando pro teto. 

Ela abriu as pernas, mantendo a calcinha de lado e ele enfiou o pau na xotinha e começou a fazer aquele vai e vem gostoso que arrancou novos gemidos da irmã.

Depois ela fez questão de fazer um boquete nele e, em seguida, sentou no pau e cavalgou bastante, até ver sair toda a sua tristeza num gozo fenomenal.

E ela precisou ser consolada novamente, em todos os dias daquela semana...