quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Brincando de prostituta: Meg e o empresário

Brincadeira perigosa...

(escrito por Kaplan)

É, amigos e amigas, certos romances podem se tornar perigosos, principalmente quando os dois perdem um pouco da noção de até onde se deve ir.
Já contei a vocês do empresário, cujo nome nunca soube, e com quem Meg gostava muito de transar. Pois ele começou a ter umas ideias malucas e ela, maluca completa, foi topando. E um dia ele propôs a ela bancar uma prostituta, essas que ficam nas ruas e ele iria lá pegá-la e levá-la a um motel. Isso depois de ela estabelecer o preço e ele concordar.
Eu só fiquei sabendo depois... provavelmente não concordaria e ela sabia disso. Mas como era cabeça dura, resolveu encarar. 

Será que eu levo jeito?
Ele comprou um vestido pra ela usar, pequeno, mal tampava a calcinha e super decotado.
E levou-a para uma avenida onde as moças costumam ficar. Claro que ele a deixou um quarteirão antes, para que as moças que já estavam lá não o vissem no carro.
E lá foi ela, num sapato de salto bem alto, quase tropeçando, porque não estava acostumada com sapatos assim. E ficou perto de algumas que a olharam com desconfiança. Deviam estar pensando quem era aquela baranga nova no pedaço.

O pior é que a “baranga” chamava a atenção de todo mundo. Ainda mais que ela caminhava, dava lances do bumbum, levantando o vestido... Vários carros pararam para perguntar a ela se queria entrar, quanto cobrava. Preocupada com a possibilidade de a brincadeira não ser como ela pensava, ela inventou preços altíssimos, que desanimavam os interessados.
Depois de vê-la passar aperto, finalmente ele chegou com seu carro, parou perto dela, abriu o vidro e perguntou se ela topava um programa. Como havia algumas moças por perto, ouvindo tudo, ela disse que dependeria do acerto...

- Quanto você cobra por uma noite inteira?
- Uma noite inteira? Aí não é barato não!
- Quanto?

Ela falou um valor que seria, pelo dinheiro da época, algo como Um mil reais de hoje. Ouviu risos das “colegas” que acharam um absurdo. Mas ficaram de boca aberta, porque o cara aceitou. Ela, então, entrou no carro e deu um tchau pras meninas. E ele a levou a um motel, mas ouvindo uma bronca grande.

- Poxa... você demorou tanto que eu achei que tivesse ido embora! Já estava quase aceitando uma carona de um desses caras que passaram me cantando...
- Não seja exagerada... eu estava lá atrás, monitorando tudo. Se tivesse algum problema eu chegaria em menos de dez segundos...
- Não, é sério... fiquei com pena dessas meninas que ficam por aqui... é cada sujeito estranho que aparece! Alguns com aliança no dedo, casados... trocando a mulher por uma prostituta...
- Mas você trabalhou direitinho! É uma boa atriz... fica brava comigo não, já estou vendo sua calcinha, deixa eu ver seus peitinhos... 

Tá gostando dessa prostituta aqui? 
Ele sabia desarmá-la. Ela fez o que ele pediu, aliás, fez mais do que isso. Não contente em abaixar o vestido para exibir os seios, ela tirou o vestido, a calcinha e ficou nua dentro do carro.
E ainda ficou se masturbando, tirando o empresário do sério.

- Estamos chegando... coloca a roupa.
- Não vou colocar não...
- Para com isso Meg... coloca!
- Não vou colocar, já disse!

E não colocou mesmo, deixando a moça da recepção do motel com os olhos arregalados quando a viu.
Foram para o quarto indicado e ele, alucinado, a comeu dentro do carro. Trepou em cima dela e socou à vontade, até gozar. Nem entraram no quarto. Dali mesmo eles foram embora.
Saíram do motel e iam voltando pra casa quando Meg divisou a estradinha de terra que levava a um sítio de um amigo nosso.

- Entra ali, naquela estradinha, entra!

Sem entender a razão, ele entrou e logo ela falou com ele para parar. Ainda estava nua, não se vestira.
Ele desligou o carro. O silêncio era quebrado pelos grilos apenas. 

Quero mais uma... aqui no mato!
Ela abriu a janela e ficou olhando a paisagem. Sua bunda estava voltada para o empresário, que passava a mão nela. Ela sentou e pegou no pau dele, ficou movimentando como se fosse uma punheta.

Ela pediu que ele saísse do carro e ficasse na frente dela. Beijaram-se, ele bolinou-a toda. Ela chupou o pau dele e depois fez que ia sair pela janela, mas não saiu, ficou sentada com metade da bunda pra fora.

- Me come assim!

Espantado pela ousadia dela, mas gostando, ele endureceu o pau com uma punheta e enfiou no rabinho dela, comendo-a bastante.
Ele gozou de novo. Quem não gozaria naquela situação?
Ela se limpou, se vestiu, entrou no carro e pediu para ele deixá-la em casa. O que ele fez.
Ela me contou tudo.

- E foi isso, meu bem... ele gozou duas vezes e eu nenhuma...
- Não seja por isso... vai gozar agora!

Ela gostou muito e dormiu descansada e feliz. 

Ajudei-a com os quadros e ela deu pra mim

Dadivosa, ela...

(escrito por Kaplan

Às vezes, fazemos alguma coisa pra alguém, sem esperar nada em troca, por simples amizade mesmo, e quando acaba, somos contemplados com um presente inesperado e delicioso!

Foi o que aconteceu quando minha amiga Vera, pintora de qualidade, ia fazer uma exposição de seus quadros e na última hora o rapaz que a ajudaria a pendurar os quadros teve um problema e não pôde ir. Ela me telefonou, desesperada, perguntando se eu sabia de alguém que poderia ajudá-la e eu me ofereci. Ela me passou o endereço e fui rapidamente para o local.
Ela estava sozinha lá. 

Trabalhinho pesado este...
Vestia um vestido curto e acho que foi a primeira vez que vi as pernas dela. E não pude deixar de admirar... belas pernas tinha a minha amiga.
Bem, as telas que ela ia expor eram grandes e razoavelmente pesadas. Precisei usar uma escada para poder colocá-las nos lugares marcados, e ela teve de me ajudar porque não havia mais ninguém lá.

Foi um trabalho que durou algumas horas, findo o qual eu me achava bem cansado e ela também.

- Como posso te agradecer, meu amigo?
- Não precisa, Verinha... eu estava sem nada a fazer, te ajudar foi um prazer. Pode chamar sempre que precisar!
- Você gostou de qual dessas telas?
- Achei todas bonitas, mas se está pensando em me dar alguma, desista! Nenhuma delas caberá em meu apartamento!
- Pensei exatamente isso... não posso te dar alguma delas?
- Não precisa, Verinha...

Aí aconteceu a surpresa. Ela me deu um beijo, mas não foi um beijo simples, no rosto. Não. Foi um delicioso beijo na boca, de língua.
Fiquei surpreso e olhei interrogativamente pra ela.

- Olha, há muito tempo que pensava nisso e nunca surgiu a oportunidade. Aceite como agradecimento.

Falando assim, ela me puxou para perto dela e tirou minha camisa. E começou a alisar meu peito, a me beijar mais, abaixou as alças do vestido e me mostrou os seios, e passava as mãos na minha bunda e eu acabei entrando no ritmo, comecei a acariciá-la também, a pegar nos seios dela, a beijá-los. E ela ficou de costas, esfregando sua bunda em mim, levantou o vestido, vi sua calcinha branca, pus a mão lá e ela contorceu-se toda.
Tirei a calcinha dela e minha mão agora percorria a xotinha e ela gemia loucamente.

- Me dá seu pau...

Abaixei a calça e a cueca, e ela se jogou sobre meu pau, chupando sem parar. Tive de sentar num dos degraus da escada para ela poder chupar mais à vontade.
Parou um pouco e me falou:

- Já ouvi tantas histórias suas que morria de vontade de transar com você. 

Isso está tão gostoso...
Ficamos de pé, nos beijando, e ela resolveu sentar no degrau da escada, colocou meu pau entre os seios dela e fizemos uma espanhola. Ela apertava os seios em meu pau, quase me fazendo gozar. Tive de me conter!

Olhei em volta e vi que havia um velho sofá num canto. Arrastei-a pra lá, sentei e ela ajoelhou no sofá e ficou me chupando.

- Senta em mim, senta!
- Estava doida para ouvir você falar isso... mas já quer? Quando cavalgo eu gozo tão rápido...
- Então vamos brincar mais...

Sentei-a no sofá e fui chupar sua xotinha. Uma delícia de xota! Chupei bastante, ouvindo-a gemer sem parar. E ela pegava nos próprio seios, puxa os biquinhos...

- Agora, Kaplan... agora... 

Mete firme que estou quase gozando...
Aí sentou-se no meu pau e me cavalgou. Realmente, não foi necessário muito tempo para ela prorromper num gozo fantástico. Seu corpo caiu sobre o meu, eu sentia a palpitação do coração dela. Fiquei abraçado com ela, beijando seus cabelos, seu rosto, até ela se sentir mais calma.

- Nossa... foi muito bom!
- Vai me convidar para a vernissage?
- Com uma condição: terminada a vernissage, você vai me levar prum motel e passaremos a noite lá, bebendo e trepando. Topa?
- Preciso responder? Claro que topo! Já vou reservar um motel que conheço, super legal!


Ela passava hidratante e o irmão invadiu o banheiro

Que invasão mais produtiva!

(escrito por Kaplan)

Bárbara terminara seu banho matinal e passava hidrante em seu corpitcho. cantarolava, baixinho, e, distraída, não viu a porta do banheiro se abrir lentamente e uma figura masculina, de camiseta e cueca, entrar no recinto.

Quem será? O taradinho?
Levou um susto quando sentiu o toque de duas mãos em seu corpo. Pelo espelho, ela viu que era o Victor, seu irmão, o “taradinho” como ela o chamava, porque não perdia uma chance de “brincar” com ela. E como ela ensinara tudo a ele, já que do alto dos seus 21 anos, considerava-se uma doutora em matéria de sexo, e ele só tinha 19... ela gostava muito das “taradices” dele. Só ficava preocupada com o fato de ele não ser muito discreto. Se os pais soubessem... ia dar galho!

Mas ali estava ele, junto a ela, que sabia estarem os pais fora de casa. Ela os vira sair para o trabalho antes de entrar para o banho.

- O que você quer, taradinho?
- Você, é claro... quem mais eu iria querer?

Ela sorriu e sentiu ele encostando o corpo nela... na bundinha, a cueca volumosa, sinal de pau duro. E as mãos pegando nos seios dela e fazendo os carinhos que ela lhe ensinara.

- E você sabe que eu também quero você, né?
- Imagino que sim, porque não me deu nenhuma porrada até agora...

Rindo, ela virou-se para ele. 

Aprendeu tudo comigo...
- Já tomou seu leite hoje?
- Ainda não...

E beijou os seios dela, deu pequenas mordidas nos biquinhos que deixavam Bárbara arrepiada de prazer. Ela se lembrava de quando isso aconteceu com ela pela primeira vez, tinha sido um namorado e ela quase gozou quando ele deu as mordidinhas. Então tratou de ensinar ao irmão!
E ele aprendeu direitinho como fazer para não machucar, só para arrepiar a irmã.
E depois de mamar bastante nela, Victor ajoelhou-se, colocou a irmã de costas para ele e começou a alisar a bundinha. Abriu as nádegas e comentou com ela:

- Mana, você é linda da cabeça aos pés... até seu cuzinho é lindo!
- Para de falar bobagem... onde já se viu cu bonito?
- É verdade, o seu é lindo...
- Lindo é seu pau, taradinho... me dá ele aqui.

E foram minutos e mais minutos de chupadas no pau dele.
Levantou-se. Seu olhar de pantera dizia que estava pronta a receber o pau dele em sua xotinha. Apoiou as mãos na bancada da pia, levantou a perna direita e falou:

- Vem, taradinho... me come! Bem gostoso!

Ele adorava esse momento, em que ela se oferecia toda.
Alisou o pau e foi enfiando devagar na xotinha dela. E depois de todo ele lá dentro, ele começou a bombar. Mas não estava muito confortável para os dois, então ela sentou na bancada e ele meteu nela, de frente. Bem mais gostoso assim... 

Eita maninho gostoso... come!!!
- Mete muito, taradinho... quero gozar bem gostoso hoje!

Ele metia, metia, ela gemia... até o momento em que ela abraçou o pescoço dele e o olhou. Ele conhecia aquele olhar, mortiço... ela tinha gozado.
Ela desceu, ajoelhou-se na frente dele.

- Agora é minha vez de tomar meu leitinho matinal...

E chupou mais um pouco, até sentir aquele endurecimento total que acontece quando o homem vai gozar. E ele despejou tudo na boca da irmã, que não engoliu tudo, deixou um pouco escorrer pelo seu corpo e levantou e esfregou seu corpo no corpo do irmão.

Rindo, os dois entraram debaixo do chuveiro. Ela não se incomodou de tomar um segundo banho logo após o primeiro. Mesmo porque, o segundo tinha detalhes que o primeiro não apresentara: uma boca faminta de um taradinho, chupando-a o tempo todo.


O filho da vizinha adorava minha diarista!

Fiquei sabendo que ele ia em meu apartamento.

(escrito por Kaplan)

Quando eu falo que o mundo está cheio de coisas bizarras e interessantes, poucas pessoas acreditam, mas está, garanto que está.
Olha só o que um amigo meu me contou. Pedi a ele que escrevesse com detalhes e me mandasse um email contando tudo.
Olha o email que ele mandou:

Kaplan, meu caro, bom dia!
Conforme combinamos, procurei lembrar de tudo que vi e estou te contando os detalhes todos.
Primeiro, deixa eu falar das pessoas envolvidas. Minha diarista se chama Adriana. Ótima moça, tem um belo corpo, mas eu nunca me envolvi com ela não. 

Adriana - bem gostosinha, né?
O caso envolveu o Anderson, que é filho de uma vizinha que tenho no prédio onde moro. De uns tempos pra cá eu comecei a perceber que ela atendia uns telefonemas, quase não falava, ficava só ouvindo, sorrindo, depois desligava.
Me achei no direito de saber quem interrompia o trabalho dela daquele jeito. Afinal, eu sabia que ela não era casada.
A muito custo, ela me contou que era o Anderson.

- Não acredito... o vizinho?
- É... ele mesmo. E o que ele te fala?
- Geralmente ele pergunta se o senhor está em casa.
- E quando eu não estou? Acontece alguma coisa?
- Ele vem aqui e a gente transa.

Kaplan... olha só a ingenuidade e sinceridade da Adriana. Me confessou não em tom de desafio, mas como se contasse a coisa mais simples do mundo. Natural... o patrão não está em casa, então o filho da vizinha vem e a come...

Me deu vontade de ir conversar com a mãe dele, mas a curiosidade de ver o que acontecia mexeu comigo e falei com ela que, quando ele telefonasse perguntando se eu estava era para ela falar que eu tinha saído e iria demorar. E disse a ela que eu ficaria escondido vendo o que se passava entre eles. Ela concordou, na maior inocência deste mundo. Ou então, é uma excelente atriz, vou recomendá-la para o Oscar! 

Ele gosta que eu use vestido curtinho...
E no dia seguinte em que ela foi trabalhar, ele telefonou e ela falou como eu disse a ela para fazer. Não deu 5 minutos e ele já estava batendo à porta. Mas tinha dado tempo de ela correr ao quartinho, tirar a blusa e a bermuda e colocar um vestido curtinho. E isso na minha frente, porque era lá que eu tinha me escondido... Olha só a que ponto a coisa tinha chegado. Não era a roupa que eu vi quando ela chegou, mas ela trazia um vestido sabendo que o Anderson poderia aparecer...

E era um fetiche dele, ver a Adriana de mini vestido e com vassoura na mão... depois ela me contou esse detalhe.

E eu consegui ver. Ele chegou e deu um abraço gostoso nela e falou que ela estava com a roupa do jeito que ele gostava. E depois perguntou se eu iria demorar, ela falou que eu não demoraria muito não, talvez uma meia hora.
Então, nada de perder tempo. Ele abaixou o vestido dela – era desses tomara que caia, sabe? – e começou a pegar nos peitinhos da Adriana. Rapaz, até eu que sou mais bobo achei os seios dela lindos! E ele pegava e chupava os biquinhos, ela dava risinhos...
Aí sentaram no chão, ela com o vestido levantado até na cintura. Seios nus e calcinha, que logo foi tirada por ele. 

Entendi porque o vizinho gosta tanto...
Ele abaixou a calça e mostrou a pica pra ela, que pegou e chupou. E ele retribuiu chupando a xotinha dela.
Daí ela sentou nele e cavalgou. Que coisa linda é ver uma mulher cavalgando... os seios pulam, os olhos fecham, ela geme... lindo demais!

Aí ele a colocou inclinada na mesa e mandou ver. Meteu na xotinha, por trás e ficou bombando e ela gemendo, gemendo... depois sentaram no chão, de frente um para o outro, ela abriu bem as pernas e ele a puxou até encaixar o pau na xotinha de novo. E ficou metendo e ela rindo e falando com ele que queria ver ele gozar.
Eu só vi ele tirando o pau e a porra voando na direção da barriguinha dela. Ela perguntou a ele se tinha gostado, ele falou que sim, mas que ia embora porque eu devia estar chegando. 

Nada de vizinho... agora é comigo!
Aí apareci pra ela, ainda nua, na cozinha. Me olhou com a cara mais sapeca do mundo, perguntando se eu tinha gostado de ver.

Mostrei para ela como meu pau estava duro e perguntei o que ela achava: eu tinha gostado ou não?
Aí ela pegou nele, me chupou e eu a comi também...

Você pode achar que não é verdade, Kaplan, mas fui fidelíssimo. Foi exatamente isso que aconteceu. 

Agora, o filho da vizinha não aparece mais aqui... sou eu quem dá assistência para a Adriana, nos dois dias em que ela trabalha em meu apartamento.
Um abraço!
R.

Então, leitores, o email dele confirma o que eu disse no início?


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Ela estava indecisa, mas a amiga a incentivou e as duas deram para o namorado

Amigas são pra essas coisas...

(escrito por Kaplan)


Vera e Mary, duas grandes amigas, conversavam na sala, tomando um vinho. O diálogo era meio áspero, mas não a ponto de evoluir para uma briga.         
- Não, Mary, não quero! 

Você é louca de me pedir isso!

- Por favor, Vera... sou eu que peço, somos amigas!
- Acho muito estranho isso que você me pede...
- Já fizemos isso antes, não se lembra?
- Lembro, mas era diferente... não era seu namorado, quase noivo!
- Mas ele tem o maior tesão em você, já me falou várias vezes e eu adoraria que nós duas transássemos com ele. Vamos fazer um grupo de ménage... não acha legal? Você sempre gostou!
- Eu adoro ménage, Mary, adoro! Mas fico incomodada. Quando a gente estava só de brincadeira, tudo bem, foi legal. Mas você está quase ficando noiva, vai casar...
- Qual a diferença? Seremos duas mulheres com um homem... Olha, pensa com calma, não vou te forçar a dar uma resposta agora. Pensa e depois me fala, mas pensa sabendo que eu estarei torcendo pra você aceitar!

As duas se despediram e cada uma foi pra sua casa. Mary não estava entendendo os motivos da Vera para não realizarem mais um ménage. O namorado dela queria, ela não se incomodava de dividi-lo com a melhor amiga, amiga desde a infância... por que a recusa inicial?
Esperou, ansiosa, por duas semanas inteiras. Já estava preparada para desistir quando recebeu a visita da amiga. 

Resolvi... vou dar pro seu namorado!

Levou-a ao seu quarto, sentaram-se as duas na beirada da cama e Vera disse que, depois de muito pensar, resolvera topar.

- Olha, vou topar porque é você que me pede e porque gosto do Jacques também. Se não gostasse não iria topar. Você disse que ele tem o maior tesão em mim? É verdade isso?
- É sim, me falou várias vezes. E Vera, não sabe como ele vai ficar contente com sua decisão. Eu estou achando ótimo! Obrigada! Posso telefonar pra ele vir agora?
- Agora? É... bem, tudo bem, pode ser agora!

Mary pegou o telefone e ligou pro Jacques, seu namorado. Ele vibrou e falou que já estava indo!

- Ele está vindo... vem cá, amiga, me dá um abraço!

Elas se abraçaram, sorrindo. E ficaram esperando o Jacques.

- Quer apostar que ele já vai chegar de pinto duro?
- Será?
- Aposto!

E não deu outra, quando ele chegou, as duas olharam ao mesmo tempo para a calça dele e viram o volume. Vera pensou que só podia estar duro mesmo, aquele volume não era de pinto mole não, se fosse, era um caso a pensar!!!
Mary beijou o namorado.

- Ficou feliz com a decisão da Vera?
- Muito... era tudo o que eu queria! 

Olha que lindo! como te falei!

Ela começou a abaixar a calça dele. Viram o pinto duro, de fato.
- Vem cá, Vera, experimente, você merece ser a primeira hoje! Em tudo, viu?

Vera deu um sorriso e, já mais à vontade, chegou perto do Jacques, pegou no pinto dele, agachou e fez um boquete, olhando pra ele que sorria para ela, encantado.
Depois foi a vez de Mary dar uma boa chupada e logo ela chamou a amiga para chuparem juntas. Enquanto Vera coloca a cabeçorra na boca, Mary ficou lambendo as bolas do saco dele.

Ele preferiu levar as duas, já nuas, como ele, para a mesa da copa. Colocou as duas sentadinhas, lado a lado e começou a meter nelas. Meteu primeiro na Vera, depois na Mary. Voltou para a Vera e foi de novo para a namorada.

Ele deitou-se na mesa, elas entenderam o que ele desejava. Vera sentou-se no pinto e começou a cavalgar, e Mary colocou a xotinha na boca do namorado, que ficou lambendo-a enquanto a amiga pulava.
As duas trocaram de posição. Mary foi cavalgar e Vera foi ser lambida por ele. E Vera conseguiu seu gozo com as lambidas... o que permitiu a ele levantar, colocar Mary inclinada sobre a mesa e meter nela por trás, bombando bastante até os dois gozarem também.
Os encontros dos três tornaram-se corriqueiros. 

Até na lua de mel..

E nem precisam me perguntar se a Vera hospedou-se no mesmo hotel em que eles foram passar a lua de mel. Ela deixou a primeira noite e o primeiro dia só para os dois, chegou no segundo dia e aí ficaram fazendo ménages por cinco dias. Até na praia eles fizeram, aproveitando que estava bem deserta.

Quando Vera arrumou um namorado e veio a se casar também, tudo mudou, o marido dela não era chegado a coisas modernas... aí eles pararam de fazer os ménages. Que deixaram saudade! As fotos que eles tiraram na lua de mel tiveram de ficar escondidas na casa de Mary e Jacques. Se o marido da Vera descobrisse... ia ser o fim do mundo!


Ela tesou e ganhou uma bela trepada

Se não ganhasse...

(escrito por Kaplan)

Inventaram agora essa moda de “mulheres empoderadas”. Aliás, palavra horrível, né? Eu sempre soube que as mulheres tem mais poder do que os homens. No campo sexual, então... coitados dos homens que acham que seduzem as mulheres. Mal sabem eles que são elas que se deixam seduzir, porque já resolveram que aquele cara vai ser delas.
E elas exercem seus plenos poderes de muitas maneiras, uma delas é o exibicionismo discreto, mas que deixa os caras alucinados.

Sei que eu sou bonita e poderosa!
Este é o caso da Evelyn, que conheceu um vizinho, o Marcelo e com pouco tempo de conhecimento entusiasmou-se com ele. Ela era solteira, adorava a vida e vivia da maneira mais livre que podia ser. Não era de se prender a homem algum. Mas aqueles que ela cobiçava... conquistava! 

E no caso do Marcelo não foi diferente. Ela passou a cuidar mais das roupas que usava quando sabia que ele estaria por perto. Nas reuniões de condomínio, sentava-se sempre ao lado dele e quando a reunião acabava, fazia questão de ficar comentando com ele as coisas que tinham sido decididas e o papo ia longe. Às vezes, se a hora não era muito adiantada – pois ambos trabalhavam e tinham de levantar cedo -  tomavam um cafezinho no apartamento dela. E ela foi notando que, aos poucos, seduzia o Marcelo direitinho...

A confirmação veio numa sexta-feira, em que ele a convidou a ir ao apartamento dele para conversarem, ouvirem música, tomarem um vinho... ela adorou e se preparou de forma conveniente. Um short e uma blusa com um decote pra lá de indecente, que mostrava tudo a qualquer movimento que ela fazia. 
Com esse decote eu termino a conquista (foto: Kaplan)


Sorridente, já sabendo que ele não iria escapar, bateu a campainha e foi recebida por um Marcelo sorridente, que achava que iria finalmente conquistar aquela gata... tadinho, mal sabia ele!

E ela, mais sorridente ainda, comentou sobre o “tanquinho” dele, que retrucou falando do dela, e mais do que isso, levantando um pouco a blusinha, quase pondo a mão nos seios dela.

Fingindo-se assustada, ela correu e sentou no sofá, ele sentou ao lado dela e colocou a mão na coxa dela, que deixou.

(Pensamento dele: ela não reclamou, isso é bom sinal! – Pensamento dela: Oba, tá no papo!)

E ela já foi dirigindo o papo para onde queria.

- Posso saber por que você olha tanto para minha blusa?
- Estou tentando ver por completo o que vejo por pedaço...
- Mesmo? Tem interesse em ver? Olha que eu mostro!

Ouvindo-a falar assim, ele já pegou numa das abas da blusa e afastou-a para o lado, vendo por completo o seio esquerdo. Ela sorriu e afastou a outra aba. Os dois seios, lindos, ficaram expostos e Marcelo começou a acariciá-los e beijá-los. E a mão dele continuava sobre a coxa dela, alisando-a e chegando perto da xotinha.

- Achou bonitos meus seios?
- Lindos, você é toda linda!
- Meu bumbum recebe muitos elogios também.
- Posso ver?
- Claro, há muito que queria mostrá-lo a você! 

Já viu tudo? Agora me come!
Tirou o shortinho, calcinha não tinha. Ajoelhou no sofá e mostrou a bundinha pra ele que alisou-a e beijou-a. Ela tirou a blusa e ficou totalmente nua. Passou a mão no pau dele, sobre a calça, viu que estava ereto.
Ele começou a chupar a xotinha da Evelyn, que gemeu loucamente.

- Escuta, é só eu que vou ficar pelada?
- Não...

Ele se despiu também, vendo-a se masturbar de alegria pela conquista que tivera. E aí ela chupou o pau dele, lambeu tudo. E sentou nele, cavalgando-o bastante até gozar.
Estava feliz. Mais uma “vítima” havia sido conquistada. Marcelo achou que iria repetir todo dia, mas se decepcionou. Ela voltou lá, sim, mas só quando queria... poderosa!


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Minha amiga italiana tinha duas medalhas de basquete, mas não era jogadora!

Ué... como ela conseguiu as medalhas?

(escrito por kaplan)  

Presenciei muitas coisas diferentes, exóticas, bizarras em minha vida. Uma delas foi com minha amiga Rossana, italiana, e que se mudara para o Brasil.
Visitando-a, observei que numa estante na sala havia duas medalhas e em ambas estava inscrito “campeonato de 1984”. Achei que aquilo era, no mínimo, curioso, pois eram medalhas que tinham ou deveriam ter sido distribuídas em campeonato de basquete. Não podia ser... ela mal tinha 1.60m!
Tive de perguntar e ela me respondeu com uma gargalhada.

- Não acredita que eu possa ter sido vitoriosa?
- Campeonato de basquete? Não acredito mesmo!
- Kakaka... faz bem, é claro que não fui eu que ganhei.
- E vai me explicar direitinho como conseguiu, não vai?
- Senta aí, vou te contar.       
      
Sentei, já preparado para ouvir algo bizarro. E não deu outra.

- Eu adoro basquete. Acho que por ser baixinha,ver aqueles homens de dois metros ou mais de altura me dá o maior tesão. Fico imaginando o que eles devem ter debaixo daqueles calções... assistir um jogo é batata: vou me masturbar depois... 

Faço isso imaginando o que eles tem lá...
- Tanto tesão assim?
- Demais, é algo irresistível. Uma loucura. E de tanto ir a jogos e a treinos do time para o qual eu torcia, acabei fazendo amizade com alguns jogadores, cujos nomes eu não vou falar, porque ainda estão na ativa, acabei dando bandeira e eles notaram que meu interesse não era tanto pelo basquete, mas pelos jogadores... E como vim a descobrir, eles eram deliciosamente safados, e planejaram tudo para me comer. E eu daria mesmo, com plano ou sem plano.

- E que plano foi o deles?
- Após o treino, um deles veio até onde eu estava e falou que teriam uma surpresa para mim, ele e o amigo. Que eu esperasse todo mundo ir embora que eles me levariam ao vestiário. 

Temos uma surpresa pra você... quer?
Fiquei eufórica e esperei. E quando vi que todo mundo tinha saído, comecei a caminhar em direção ao vestiário e logo vi um deles acenando pra mim, me chamando. Corri pra lá, vendo que não havia mais ninguém no ginásio. Eles me introduziram ao vestiário. O outro já estava com o calção arriado e com o pau duro. O que fora me chamar logo abaixou o calção também e os dois ficaram um de cada lado... era tudo o que eu queria! Peguei nos dois e chupei com emoção. Sabe aquela emoção de você estar com o pau de um ídolo seu na boca? Foi essa.

- Nunca tive essa emoção...
- Claro que não... a não ser que você tenha me enganado até hoje!

Ri bastante do comentário dela e me preparei para ouvir o resto da história. Que ela recomeçou a contar em seguida.

- Depois de chupar um e o outro, tentei colocar os dois na boca... não deu, era muito pau pra uma boquinha só... então eles começaram a tirar a minha roupa. Fiquei preocupada, podia chegar alguém, falei com eles que me garantiram que não teria problema. Ninguém iria aparecer lá, como, de fato, não apareceu.

E aí um deles sentou, me colocou sentada no pau dele e o outro trouxe o pau pra eu continuar chupando. Delícia completa! Amei aquilo! 

Meu sonho virou realidade... dupla!
Aí eles inverteram. O que eu estava chupando veio me colocar no pau dele e o que já tinha me comido ficou a postos para ser chupado.
Gozei loucamente com os dois... e aí falei com eles que estava de mudança pro Brasil e queria guardar uma lembrança deles. Me deram duas medalhas. Você viu que não eram de ouro, são de bronze. Pra eles não valia muito, mas pra mim... foram e são um troféu da minha conquista. Duas trepadas num dia só com dois de meus ídolos.

- Entendi o que elas fazem num local especial de sua estante. Mas me diga uma coisa... você só curte homens de dois metros?

Ela deu uma gargalhada, me puxou pelo braço e me levou pra cama. Tinha entendido a indireta!