terça-feira, 25 de junho de 2019

Ménage dos grandes amigos


Eram tão bons os reencontros!

(escrito por Kaplan)   

Meg me telefonou quando eu estava no Studio, conversando com um velho amigo que reaparecera, o meu antigo professor de fotografia, Arnaldo. Vocês, leitores e leitoras, já o conhecem de outros contos que colocamos aqui neste blog.
Como eu sabia que a noite ia ter muito sexo, não contei a ela que ele tinha aparecido. Só disse que estava com muita vontade e era para ela me esperar sem calcinha.

- Uau... já que é assim vou até abrir um vinho especial...
- Vou beber no seu copo especial, tá sabendo?
- Já tirei a calcinha! Venha logo!

Fechei o Studio e fomos os dois para meu apartamento. Falei com ele para esperar no corredor e depois de uns 5 minutos bater a campainha. 

Do jeito que eu pedi...
Entrei sozinho e vi Meg, com uma camisolinha, já sem a calcinha, como dissera. E ela, no sofá, se exibia toda pra mim, ajoelhando, mostrando a bunda e a xotinha, me chamando com o dedo... fui até lá e comecei a dar uns beijos na bunda, a morder, ela dava uns gritinhos. Aí ouvimos a campainha.

- Ah, não... não é possível que algum vizinho veio atrapalhar...
- Calma, eu vou ver e despacho logo.

Fui até a porta, abri e o Arnaldo entrou. Ela deu um grito de alegria ao vê-lo.

- Você sabia que ele estava aí fora! Aposto!
- Sabia sim, eu que o trouxe.
- E por isso me mandou ficar sem calcinha...
- Claro, imagina se você não vai querer transar com a gente...
- Vocês me conhecem... anda, paus pra fora, quero pegar e chupar os dois! 

Que delícia essas duas pirocas pra mim!

Tiramos as roupas e levamos nossos paus a ela, que, sentada no sofá, pegou os dois e foi chupando ora um, ora outro. E nossas mãos começaram a entrar dentro da camisola dela, pegando nos seios e fazendo-a estremecer toda.

Ela chupou demais... até que mandou o Arnaldo sentar e sentou no pau dele. Claro que ela iria transar primeiro com ele, e cavalgando, que era o que ela mais gostava de fazer. E meu pau continuou sendo chupado por ela enquanto cavalgava.
Parava de me chupar de vez em quando para comentar que estava adorando ter nós dois com ela.

- Sempre foram os parceiros que mais gosto para ménages.. amo vocês dois!

Aí, depois de alguns minutos, ela levantou e ficou de quatro chupando o Arnaldo e eu meti nela e fiquei socando. Ver ela trepando comigo e com outro era um espetáculo maravilhoso, que provocava um tesão incrível.

Outra parada, outra troca, ela voltou a cavalgar o Arnaldo e a me chupar. Não parava um minuto, gemendo, sorrindo, gozando. Os cabelos já estavam totalmente desarranjados, embaralhados, ela suava mas queria mais, muito mais!

Meti nela de frente... e o pau do Arnaldo de novo em sua boca.
Como o vinho que ela abrira estava na mesa ao lado, peguei a garrafa e derramei um pouco no copo especial, a xotinha dela, e fui beber tudo, dando uma chupada fenomenal nela.
De novo o Arnaldo a comendo, agora de cachorrinho e ela me chupando.

- Espera um pouco, Arnaldo.

Ele parou de socar, ela pegou o vinho, pôs na taça e mergulhou meu pau dentro dela para chupar/beber o vinho ao mesmo tempo. 

Mas isso é tudo de bom!

E o Arnaldo meteu no cuzinho dela, deixando a xotinha pra mim... a DP que ela tinha certeza que faríamos com ela.

E nós dois gozamos dentro dela.

Maravilhoso o início.
Inicio?

Claro... ele dormiu lá, nós três na mesma cama, ela no meio. 

E eu acordei duas vezes com o barulho dos dois trepando ao meu lado...



Marido viajando muito... vizinho a postos!


Ela não perdoava a ausência dele

(escrito por Kaplan)

O telefone tocou. Ananda atendeu. Era o marido dela. 

Não estou gostando dessas viagens...

- Querida, pepinos à vista, tenho de pegar o avião agora pra tentar resolver. Se der volto hoje ainda, tá? Te aviso!

Ela desligou o telefone. Não estava com uma cara muito boa.
“Essas viagens... sei não! Algo me diz que tem mulher nessa jogada!”
Ficou aguardando e à noite, devia ser umas 19 horas, ele ligou falando que não conseguira resolver os pepinos e iria dormir lá.

- De manhã eu tento resolver tudo e voltar à tarde.

Ela teve mais certeza ainda que os tais “pepinos” deviam ser do sexo feminino.
Como não se preparara para nada, tomou um banho, pôs um robe e foi ver televisão na cama. Passava um filme com algumas cenas bem eróticas e ela então pegou o vibrador e tratou de se acalmar com ele. 

Uau... este filme mexeu comigo...
Levantou de manhã, vestida apenas com o robe e foi à cozinha preparar um café.
Foi então que o Everton, vizinho de frente, bateu na porta.
Ela abriu e sorriu. Ele ia quebrar o galho! Não seria a primeira vez!

- Entra, rapaz. Que bom que apareceu!
- Humm... dormiu sozinha, marido viajando... acertei?
- Acertou. E nem o vibrador me ajudou a ficar calma.
- Vamos dar um jeito nisso!
- É tudo que eu imagino!
- Deixa eu adivinhar... debaixo desse robe não tem obstáculo nenhum para minhas mãos e minha boca...
- Não falo nada... veja para crer! 

Abra logo e me come, vizinho!
Ele se aproximou dela e foi abrindo o robe. Primeiro um seio, depois o outro. Viu como o coração dela batia forte. Ela suspirava.
Ele abriu o robe todo. Lá estava a xotinha peludinha que ele tanto gostava.
Antes que ele fizesse alguma coisa, ela tirou a calça dele e pegou no pau, por cima da cueca. Sentiu como ele já estava no ponto para ela colocar na boca e dar aquela chupada...

- Vamos para a cama...

Foram rapidamente e lá foi a vez de ele ajoelhar entre as pernas dela e dar-lhe uma chupada, enfiar um dedo, acariciar o grelinho... enquanto ele terminava de tirar a roupa, ela se masturbava, mostrando como estava querendo. Ele ficou admirando a masturbação dela e depois usou a sua mão para fazer o que a mão dela estava fazendo.

Já no auge da excitação ela desceu da cama, ajoelhou e fez outro boquete nele. Em seguida, deitou-se de novo, pernas abertas e ele foi chegando com o pau, fez com que ele entrasse nela e começou a fazer o vai e vem que a deixava alucinada. 

O corno mereceu... pode comer meu cu...

Frango assado, depois cavalgada. Era tudo o que ela precisava para ter seu gozo.
No auge da raiva contra o marido, ela deixou que o Everton comesse seu cuzinho, pela primeira vez.

Ele sentiu que ela dava para se vingar de possível traição do marido. Não se incomodou de ser usado. Trepar com ela era algo de muito bom!

Só tinha que esperar a próxima viagem do marido...


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Quando a mulher gosta de ver o marido com outra


Sim, isso também existe!

(escrito por Kaplan)  

Os costumes estão mesmo muito mudados. Em vez de violência, aceitação e por que não dizer, apelo a direitos iguais? Se maridos gostam de levar chifres, por que as esposas não gostariam também?
Acham absurdo?
Pois o casal Cláudio e Solana provam que não é absurdo não.

Num dia qualquer, os dois na cama, depois de uma bela trepada, ele confessou à esposa que a amiga dela, Angélica, era uma tentação. 

Que conversa maluca!
- Ué... e você me diz isso, assim, como se fosse algo bem comum achar minhas amigas uma tentação?
- Não confunda... uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
- Então me explica!
- Antes me responda, bem honestamente: você nunca olhou para um cara e o achou uma tentação? Seja honesta!

Pega de surpresa, Solana acabou confessando que sim, já vira vários homens que considerara tentações.

- Continuando com a honestidade: realizou o que sonhara com algum?
- Não, claro que não.
- Mas teve vontade.
- Tive, não vou negar.
- Pois então, eu acho a Angélica uma tentação. Isso é uma coisa. A outra coisa é que não tenho nada com ela.
- Tem vontade?
- Tenho, também não vou negar. 

Gosto muito disso...
Silêncio total depois desse diálogo. Ela pôs a mão no pau dele, murcho depois da transa.

- Gosto muito do seu pau. Não é gigante, cabe inteiro na minha boca. Sempre imaginei  que os caras que achei tentadores teriam paus gigantes. Tenho uma amiga que diz que o pau do marido dela tem 23cm.
- Ufff... deve doer, não?
- Ela diz que não.
- Tem vontade de experimentar um grandão assim?
- Está me deixando vermelha...
- Já vi que tem.
- E se eu experimentasse, você me expulsaria de casa?
- Não... por que? Se você experimentar e voltar pra casa, ótimo. Se experimentar e não me quiser mais, siga seu caminho, mas eu jamais te expulsaria. Te amo muito!
- Quer que eu fale com a Angélica que você é a fim dela?
- E se ela topar?
- Se você voltar pra casa, ótimo. Também te amo muito!

Já com sono, os dois se abraçaram e dormiram.
No dia seguinte o assunto não foi retomado, mas ela telefonou para a Angélica, chamou-a e falou tudo com ela. Ela toparia?
Angélica levou um susto. Não era careta, mas era a primeira vez que uma amiga oferecia seu marido assim, de supetão. Acabou aceitando a oferta. E aceitou o convite para voltar à noite.

Solana não falou nada com o marido. Mas recebeu-o à noite com uma lingerie nova e ele entendeu que a noite prometia. Nem desconfiava o que iria acontecer! 

Vamos logo pra cama!
Os dois ficaram se esfregando na sala, na cozinha, voltaram à sala, tomaram umas taças de vinho, ela fugindo um pouco dele, que já estava nu, com o pau duro, louco para penetrá-la. Ele tirou a lingerie dela, mas ela refugava. Estava esperando a Angélica que, finalmente, tocou a campainha.
Ele ia se vestir, mas Solana disse que não precisava. Abriu a porta e Angélica entrou.

- Ele é todo seu, amiga!
- Querido, ela é toda sua. Não me desaponte!

E ela sentou-se bem distante dos dois, mas ficou observando tudo que acontecia.

Como Cláudio já estava peladão, Angélica tirou a roupa, ficou nua também. Ele, então, ajoelhou-se atrás dela e deu-lhe beijos na bunda, no cuzinho e lambeu sua xotinha. Depois levantou e enfiou o pau na xotinha dela. E ficou dando umas estocadas. Ela, com as mãos na parede, gemia. Olhava para Solana que assistia a tudo sorrindo e se masturbando. Era algo inusitado o que acontecia naquela casa!

Angélica virou-se e acreditou que podia fazer tudo. Então beijou o Cláudio, pegou no pau dele, ajoelhou-se e fez um boquete. 

Ela ofereceu, os dois aceitaram!
Pediu que ele deitasse no tapete e sentou no pau dele, cavalgando-o. Depois foi virando o corpo até ficar deitada de lado, sem que ele tirasse o pau e ele continuou metendo. E ela gozou. E ele gozou na bundinha dela.
Ela se levantou, foi ao banheiro e se limpou. Voltou para a sala onde Solana já estava sentada no colo do marido, beijando-o.

- Gente, obrigada por isso. Mas Solana, eu ainda quero conversar com você a respeito, hoje não, amanhã ou depois.
- Venha aqui no sábado. Poderá ser comida de novo pelo Cláudio!

Ela saiu e o casal ficou se olhando. Os olhos dela brilhavam.

- Meu amor, foi lindo. Pensei que ia ficar enciumada, mas não fiquei não.
- Bem, eu gostei também. E imagino que você agora vai querer transar com alguém de pau grande. Já tem alguém em vista?
- Não. Estou pensando em conversar com aquela minha amiga que te falei. Vamos ver se ela me empresta o marido dela...


domingo, 23 de junho de 2019

Nada é mais sensual que ver sua esposa com amigas na cama

Nunca me cansei de ver!

(escrito por Kaplan)

Considero-me um privilegiado, porque sei de muitos amigos que gostariam muito de ver suas esposas transando com amigas e nunca conseguiram.
Dei sorte, a maioria das amigas da Meg que transaram com ela o fizeram em nossos apartamentos e não se incomodavam que eu visse. Claro que eu era bem discreto, não ficava no quarto, mas no corredor, só espreitando. Elas sabiam que eu estava lá, não era escondido que eu ficava.

Vou relatar alguns encontros de Meg com amigas.

Cláudia era um monumento de mulher. Morena, mesma altura que a Meg, seios tão bonitos quanto. A bunda era menor, mas linda também. Cheguei em casa um dia e notei que havia rumores no quarto, então fui olhar. Não era a primeira vez que elas estavam numa boa, eu já tinha visto e elas sabiam que eu via.

Vi Cláudia em cima da Meg. Ambas ainda estavam meio vestidas, só de calcinha e blusas. A voracidade dos beijos delas era algo fantástico. Corpos engalfinhados, ela roçando sua xota na da Meg. O que elas falavam eu não vou repetir aqui, era algo muito íntimo. Mas me deixava de pau duro. Agora Claudia estava com uma das pernas da Meg entre as dela e seu joelho friccionava a xotinha e Meg até fechava os olhos de tanto gozo.

As blusas começaram a ser abertas e tiradas. Mas tudo em meio a beijos e amassos. E com os seios descobertos, passavam a ser o alvo dos beijos e chupadas. Meg adorava quando ela mamava gostoso. E lá estava a amiga sentada, deitando sobre Meg, beijando, chupando, mamando...

Meg tomou a iniciativa. Colocou a amiga deitada de bruços e deitou-se sobre ela, esfregando sua xota na bunda dela que já estava sem calcinha. 

Que espetáculo divino!
Os gemidos das duas ecoavam pelo quarto, chegavam ao meu ouvido e me deixavam tão excitado quanto elas.
Claudia de quatro, Meg por cima dela e com a mão na xotinha, eu via ela enfiando os dedos na xotinha e depois colocou-a deitada de costas e foi chupar a xotinha, fazendo Claudia vibrar.  Claro que depois foi a vez de Cláudia fazer o mesmo com Meg e as duas encerraram aquela tarde com um 69 fantástico.

Rejane, a colega de faculdade que Meg ensinou tudo que sabia, volta e meia aparecia lá em casa, em muitas ocasiões trepava comigo também.
O dia que vou narrar, também peguei as duas logo no começo, ainda não tinham tirado as roupas, mas já estavam naquele frenesi de beijos, pegadas e amassos.

E Rejane, demonstrando que aprendera bem as lições, já fazia a professora de colega. Logo ela estava levantando a blusa da Meg e mamando nos seios dela, a melhor maneira de fazer Meg delirar e vibrar. E eu via a bundinha da Rejane, com uma minúscula calcinha, bem de frente para a porta do quarto, ou seja bem de frente pra mim. O que me excitaria mais? a visão daquela bundinha ou os gemidos da Meg? Dificil saber... 

Que chupada...
Mas não demorou muito para que a bunda à minha frente fosse a da Meg, que tinha colocado a amiga deitada, puxava a calcinha dela e chupava sua xotinha. Agora eram os gemidos de Rejane que impregnavam o ambiente.

E já nuas, elas se engalfinhavam, faziam 69, paravam, deitavam uma sobre a outra e se beijavam de forma alucinada.

O legal de ver as duas era saber que se estivessem comigo, estariam no mesmo frenesi. Como gostavam de sexo!
Teve uma hora que Meg praticamente sentou com a xotinha no boca da Rejane, que a chupava sem parar. E de chupada em chupada, as duas gozaram e ficaram deitadas, de mãos dadas, sorrindo uma para a outra.
Nesse dia eu apareci. E as duas, insaciáveis, me chamaram para brincar com elas.

Novidades e brincadeiras sempre faziam parte. Como no dia em que Silvia esteve lá em casa e as duas, de comum acordo, só para incrementar a transa, resolveram jogar cartas e ir tirando peças de roupas na medida em que perdiam. 

Até brincadeiras aconteciam...
E assim, as camisetas desapareceram, as calças também, e depois o sutiã da Silvia, o sutiã da Meg, a calcinha da Meg, a calcinha da Silvia... pronto: as duas nuas, rindo muito e juntando seus corpos e começando com os beijos.  E dos beijos passaram às chupadas, em posições dignas do Kama Sutra, até que conseguissem seu gozo. 69? Claro, não podia faltar!


Quando peguei a Simone lá em casa com a Meg, elas já tinham começado, não sei dizer há quanto tempo, mas as duas já estavam nuas, ajoelhadas na cama e se beijando. Simone era morena também, mais alta e mais magra que a Meg, mas era uma gostosura a toda prova!

Ela era talvez a mais calma no que tange a estar na cama com alguém, fosse Meg ou eu, como ela ficou várias vezes. Até quando tomava a iniciativa ela era de uma finesse a toda prova. A primeira coisa que eu vi naquele dia, após os beijos iniciais, foi ela descendo calmamente com seus beijos até chegar na xotinha da Meg e lhe dar uma chupada, que foi, em seguida, retribuída com uma dada pela Meg e que se transformou num 69. 

Esta foi sublime...

Estava tão excitante que acabei fazendo barulho e as duas olharam para a porta e me viram. Sorriram,mas não me chamaram, continuaram o que estavam fazendo até chegarem ao gozo esperado. 

Quantas chupadas e quantos beijos foram dados... impossível saber, mas uma punheta foi suficiente para que eu gozasse também!

Foram belos exemplos, não foram? Não fiquem tristes, outros virão...



sexta-feira, 21 de junho de 2019

O natal de Meg e sua amiga


  Não teve papai Noel não...


(escrito por Meg, no diário) 


Foi um natal antecipado, de três dias, já que Meg tinha o compromisso familiar e nunca o abandonara. Mas sua amiga Ariel estava a fim de ter um natal especial, ao que parece...

Gosto muito de Natal. É uma época em que consigo reencontrar toda a família e ver novas crianças, novas namoradas e namorados. Além da troca de presentes, sempre com agradáveis surpresas.

Mas, por outro lado, tenho amigas e amigos que não passam o natal com famílias, pelos mais diversos motivos. E eu gostaria muito de reunir todos eles e elas para uma bela confraternização, o que nem sempre é possível.

Por isso, foi com muita alegria que recebi um convite da minha amiga Ariel para curtimos um natal especial na casa dela, que mora sozinha. Só que eu disse a ela que no dia de natal mesmo não teria jeito, então ela resolveu antecipar  “nosso” natal para o dia 22. 

Olha: Mamãe Noel!!!
Então eu fui até lá, já sabendo que teria muita coisa, inclusive uma boa transa.
Ela me surpreendeu vestida de Mamãe Noel. Roupinha vermelha, gorro típico.

- Você sabe que nosso natal será na cama, não sabe?

Respondi que imaginava isso.
E lá fomos nós para a cama dela. Que fez questão de me tirar a roupa, deixando-me só de calcinha.

E começamos uma demorada sessão de beijos, sorrisos, beijos, carinhos... nossas mãos passeavam pelo corpo uma da outra, fazendo com que ficássemos arrepiadas de tesão, o que levava a mais beijos e carícias.
Falei que tinha levado um presente para ela.

- Mas o meu presente eu vou te dar agora, primeiro. Feche os olhos!

Fechei e notei que ela fazia movimentos na cama. Quando ela disse que eu podia abrir os olhos, abri um sorriso largo. Ela tinha tirado a roupinha e me exibia um belo e novo strapon, já devidamente preso na cintura, o que significava que eu seria a ceia de natal dela, ela iria me comer! 

O Natal prometia...
Mas não pude deixar de fazer um comentário que fez ela rir bastante.

- Ariel, sabe que você é o ser humano perfeito?
- Como assim?
- Olha só, você tem seios, buceta e pau. Pode agradar a todo mundo!

Enquanto ela ria, eu deitei entre as pernas dela e comecei a lamber sua xotinha. Ela parou de rir e começou a gemer. Seu corpo revirava todo com minhas lambidas e depois com meus dedos enfiando-se dentro dela e socando-a bastante.

Quase a fiz gozar e então ela pediu para que eu parasse porque queria me dar o meu presente.

Parei, nos beijamos mais alguns minutos e então eu deitei e abri as pernas. E ela, no papel de macho, me deu uns beijos na xota e depois enfiou o strapon.
Soltei um “ahhhhh....” que delicia que era aquilo! E ela começou a fazer o vai e vem e meus ahaaas, viraram belos gemidos. Ainda mais que um strapon não goza, então ela ficou mais de meia hora me cutucando com ele, me fez gozar duas vezes, a danadinha! 

Com aquele pau, ela podia me comer todo dia! Por horas!
Como ela me comeu gostoso! Confesso que foi melhor do que alguns homens com quem trepei... Até um papai e mamãe nós fizemos!

E foi uma trepada completa, até meu cuzinho ela fez questão de comer!
Falei que tinha gostado muito do presente, ela era fantástica. Meu presente para ela era mais simples, como eu sabia que ela iria passar o mês de janeiro numa praia, eu tinha comprado um biquíni para ela.
Ela adorou, fez questão de experimentar, tinha ficado certinho.

- Meu amor, agora eu vou dar uma boa limpada nesse meu pau porque é claro que eu quero que você me coma também!

Fiquei mais duas horas na cama com ela, insaciável!
Adoro ela!

Preparando o réveillon para dois


Entrou com tudo no novo ano

(escrito por Kaplan)

Enquanto Meg se divertia no natal com a amiga Ariel, outra amiga nossa já começava a preparar tudo para um réveillon especial.
Não, ela não pensava em ir a clubes ou a bares, seu réveillon seria em seu apartamento mesmo, mas contando com a presença de dois amigos, Guilherme e Nélio.

Os dois já tinham sido companheiros de cama da Lina. Porém, um de cada vez. E o réveillon seria especial porque ela tinha convencido os dois a ficarem só eles, ou seja, ela queria um belo ménage. Curiosamente, ambos tiveram um certo constrangimento para aceitar o convite dela. Ela logo entendeu a razão, homens não gostam de mostrar seus paus a outro, nem de ver o de outros. Claro que isso não é uma regra, mas tem rapazes que pensam assim.
Mas ela conseguiu.

E preparou bebidas e comidas para a ceia. Se bem que ela desconfiasse que eles iriam preferir come-la do que aos salgados e tortas que ela havia feito... 

Calma... ainda não é meia noite!
E os dois chegaram juntos. Na verdade, eles tinham combinado isso. Então, o Nélio, que chegara primeiro, ficou esperando o Guilherme chegar para subirem juntos ao apartamento dela.

E as suspeitas dela se confirmaram mal eles entraram. O Nélio já foi levantando a blusa dela e mamando nos peitinhos e o Guilherme a pegava pelas costas, beijando-lhe a nuca e logo ele começou a tirar a calça dela.

- Gente, não, pera aí! Calma!

Fez os dois pararem e levou-os à mesa, onde estava tudo que ela preparara com tanto cuidado. E entre risadas e bons papos, eles comeram alguma coisa, beberam muita coisa.

Aí ela subiu na mesa. Só de blusa e calcinha, que eles ainda não haviam tirado.

- Agora, amores, me bebam, me comam... quero que este seja o melhor réveillon da minha vida!

Com ela em cima da mesa, eles começaram a beijar-lhe as pernas, passar a mão na xotinha por cima da calcinha, pegar na bundinha, apertar, beijar. Ela curvou-se e levantou a blusa, do que o Guilherme se aproveitou para mamar nos peitinhos dela.

Tiraram Lina de cima da mesa. Abriram as calças e ela viu os dois paus duríssimos. Chupou os dois e depois ficou só com o pau do Guilherme, porque o Nélio afastou a calcinha dela pro lado e enfiou o pau.

- Uhhhhhh! Fez ela com a boca cheia de pau. 

Que beleza! dois paus na boca!
Depois ela fez questão de colocar os dois paus em sua boca. Não muito fácil, mas ela tinha visto isso num filme pornô e quis experimentar.

Arrancaram todas as roupas. Guilherme deitou no tapete e ela sentou nele. Nélio ficou em pé e ela voltou a chupá-lo enquanto cavalgava.
E depois aconteceu o que ela também desejava.

Falou com o Guilherme para colocar o pau no cuzinho e Nélio veio pela frente, metendo na xotinha. A primeira DP da vida dela rolou. Ela tinha feito anal com ambos, em outras ocasiões, estava acostumada. Mas dois paus dentro dela era a primeira vez. 

Isso é que é reveillon!

Guilherme gozou dentro do cuzinho e o Nélio quando sentiu seu gozo chegando, tirou e levou o pau à boca da Lina, que engoliu quase tudo que ele despejou nela.

Foram os três para o chuveiro, lá eles fizeram um sanduiche dela, mas sem penetração. Afinal, iam passar a noite toda lá. E eles a comeram mais duas vezes.

Realmente, foi o maior réveillon da vida dela!