sexta-feira, 20 de julho de 2018

Encontraram com a turma, mas foram sozinhos pro mato.


Ninguém pensara em sexo grupal

(escrito por Kaplan)

Ibraim e Sheila estavam indo no carro com um colega. O destino? Um belíssimo local perto da capital mineira, conhecido como Macacos. 

A paisagem convida... (foto: Kaplan)

Muita vegetação, cachoeira (pequena, mas linda) e um belo riacho faziam as delícias dos apaixonados. Era difícil andar por aquelas bandas e não ver jovens casais nadando, banhando-se na cachoeira ou aventurando-se pela mata, à procura de coisas interessantes para se fazer.

Iam encontrar com uma turma da faculdade. Tinham combinado de irem todos para a cachoeira, mas aqueles dois estavam pensando em não ficar muito tempo com os colegas... não falaram com ninguém, mas o plano deles era dar um sumiço, desaparecer sem ninguém ver, transar e depois voltar para a cachoeira.

Com a vontade que estavam, já no carro a mão dele percorria as pernas dela, chegando até a xotinha, mas ela tirava, pois não queria dar show para o colega que os levava.
O colega perguntou se ela estava levando biquíni, ao que ela respondeu que não.

- Se for nadar, vai ser pelada. Adoro nadar nua, é tão gostoso!

O namorado protestou.

- Comigo não, violão... Nadar nua na frente desse povo todo? Nem pensar!
- Hi... agora vai dar uma de machão, é? Claro que vou nadar e você também. Não me incomodo que as meninas vejam seu bumbum e seu pau. Fica frio... é só nadar, não é fazer orgia não!

O Ibraim parece que não tinha gostado da história, mas resolveu esperar pra ver. 

A turma toda, feliz... aventuras mil!
Quando chegaram ao ponto onde tinham de deixar o carro e continuar a pé, já encontraram alguns colegas lá. E resolveram ir caminhando, os que faltavam conheciam o caminho e vendo que os carros estavam ali, logo iriam alcançá-los.

Ali já estavam quatro casais de namorados.
Quando chegaram na cachoeira, Sheila mostrou que tinha brincado. Estava de biquíni, como as outras. Na verdade, ela gostava mesmo de nadar nua. Os colegas não a intimidavam. Mas... poderiam aparecer pessoas desconhecidas e aí não ficava bem. Para sorte do Ibraim, ela estava de biquíni. Todos entraram na cachoeira e nadaram bastante. Depois, cada um foi saindo e ficando nas pedras ao redor, ou no gramado. Tinham levado cervejas e sanduiches.

Foi o momento em que Sheila e Ibraim “desapareceram” e caminharam em direção à mata, à procura de um bom local para transar.
Encostaram em uma árvore e começaram a se beijar, a dar aqueles amassos gostosos...

Ele abaixava o sutiã dela e mamava gostoso nos peitinhos. Ela já segurava o pau dele, pois enfiara a mão dentro da bermuda, e logo a calcinha dela desceu.
Ela apoiou na árvore, ficou curvada e ele meteu por trás. E tome vara... ela gemia, sem preocupação de alguém ouvir.
E depois de ele meter bastante, ela se virou, ajoelhou e foi chupar o pau dele.

E recebeu mais vara, em pé, de frente pra ele e com as costas na árvore, para não correr o risco de cair.
Depois estenderam as roupas no chão e ela o cavalgou.
Estava no bem bom quando apareceu um casal de colegas.

- Olha só quem está aqui...
- Puta merda... sai pra lá, cara...
- Saio nada, aqui é um bom lugar... nós vamos fazer a mesma coisa que vocês...

E ficaram trepando ali, ao lado deles.
Rindo, Sheila continuou pulando, mas... não dava para esperar o gozo... não com aqueles dois ali ao lado. Então pararam, se vestiram e foram para a cachoeira, deixando o outro casal fazer as coisas que queriam. 

Ela queria nadar nua... e nadou!
Ao chegarem lá... não tinha ninguém. Sabiam que não teriam ido embora. Deveriam estar na mata, trepando também. E Sheila então... nadou nua. Para desespero do Ibraim.

Mas por sorte ninguém chegou antes que ela saísse e colocasse o biquíni de novo.

- Você é louca!
- Sou, mas quem não é?

Ela passou as roupas, depois veio pro fuck fuck


Passar roupa daquele jeito...

(escrito por Kaplan)

Namorados sem dinheiro para fazer bons programas... o jeito é se encontrarem nas próprias residências...
Foi o que aconteceu com Silvia e Jerônimo.

Sexta-feira, final de mês, bolsos vazios.
Ele telefonou pra ela avisando que não daria para sair. Estava duro. Ela falou a mesma coisa e o chamou para o apê em que morava junto com uma colega. 

Ela quer me enlouquecer...
Quando ele chegou, Silvia estava passando roupa. Do jeito mais gostoso possível: só com uma blusa e calcinha. Mas tinha lhe dado uma péssima notícia. A colega também estava sem dinheiro e ficara em casa...
Conformaram-se. Iriam ficar batendo papo, dando uns amassos. Fazer o quê?

Ele ficou admirando a beleza da bundinha e das pernas dela passando roupa de costas pra ele. Depois de passar várias peças, ela passou um shortinho e o vestiu.
Teve um lampejo e antes de ir abraçar o Jerônimo, ela foi ao quarto da colega. Fez sinal a ele para fazer silêncio, abriu a porta do quarto bem devagar. A luz do abajur estava acesa. Será que a colega estaria lendo ou estudando?
Não... ela tinha dormido e não apagara o abajur. Silvia foi até onde ela estava e apagou. Cobriu-a e saiu pisando leve.

Chegou até onde o Jerônimo estava e falou que a colega estava dormindo. E conhecia-a bem: ela não acordaria com qualquer barulho.
Os dois ficaram felizes, pois poderiam transar sem sustos. 

Vamos aproveitar que ela dorme...
Ela subiu no sofá onde ele estava sentado e já foi procurar o objeto de seus desejos... o pau dele. Só de pegar nele o bicho ficou duro que nem pedra. Ela sorriu e comentou com ele:

- Uau... quando você fica duro, ele também fica... e como está duro hoje!
- Só de saber que sua boquinha vai engolir ele... tem de ficar duro!
- Humm... será que vou engolir ele hoje?
- Eu aposto que vai... sei que você gosta!
- Acertou, gosto e gosto muito...

E ela mandou brasa no boquete.
Deu uma paradinha depois de alguns minutos.

- Olha, Jerônimo... dos quatro namorados que já tive, eu confesso... seu pau é o mais gostoso...
- Então aproveita!

Ela sorriu. Tinha planos de aproveitar bastante!
E continuou com o boquete.
Deu outra parada.

- Vou fazer um strip pra você, quer?
- Querer eu quero, mas sem música?
- Tem de ser, meu anjo... se não ela acorda. Faça de conta que está ouvindo uma música apropriada...

E ela começou a dançar a música imaginária. Bem lasciva. Tirou a blusa e jogou em cima dele, continuou a dançar e tirou o shortinho, sempre com movimentos bem lentos, virando de costas, mostrando o bumbum pra ele. 

Ela é tudo de bom...
Tirou o sutiã e a calcinha. Ele babou. Silvia era realmente muito gostosa. Tudo em cima. Pesava 52kg, tinha seios médios, um bumbum de 94cm. Xotinha depilada e sempre cheirosa. E aquelas marquinhas de biquíni... que delícia!

Nua, ela avançou sobre ele. Sentou no pau dele e começou a cavalgar.
Ela sempre gemia e gritava quando estavam num motel ou na natureza. Mas naquela noite, não gemeu nem gritou, teve de morder o shortinho, pois não poderia acordar a colega. Elas tinham um trato de não transarem com namorados no apartamento. E ela estava descumprindo o trato, mas não podia deixar de aproveitar aquele momento.
E foi em silêncio que ela e ele gozaram.

- Toda vez que você estiver sem dinheiro, duro mesmo, traga esse pau durão pra mim, viu?

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ela se masturbava, tive de ajudá-la


E como ajudei...

(escrito por Kaplan) 

Tentem imaginar a cena: cidadão abre a porta, que não estava trancada, entra na sala e se depara com uma amiga com a calça e a calcinha no meio das pernas, a blusa abaixada e os seios aparecendo, e ela com a mão na xotinha, se masturbando pra valer. 

O que poderia fazer tendo visto essa cena maravilhosa?
Interessante? Excitante? Ou tudo isso?
Resposta? Letra C... tudo isso.
E não foi sonho nem é fantasia.
Isso aconteceu comigo e a colega/amiga/amante era a Simone.
Éramos colegas na faculdade. E transávamos periodicamente.

Aí, um dia, eu passando pela república em que ela morava, resolvi entrar, sem ter avisado que ia passar lá. Mas como as repúblicas nunca ficavam com as portas trancadas... entrei e me deparei com aquela cena que descrevi no início.

Fiquei extasiado vendo ela se masturbando. E fiquei parado um bom tempo olhando. Parecia que ela não tinha me visto entrando. E pela expressão do rosto dela, estava quase gozando. Pegava nos seios com a mão esquerda, pois a direita estava ocupada invadindo sua xotinha.
Até que ela me viu. Acho que ficou meio envergonhada...
Fui entrando, até chegar ao sofá onde ela estava.

- Oi, Si... acho que cheguei numa hora boa... ou foi inapropriado?
- Claro que não... vem me ajudar aqui... estou pegando fogo!

Sentei no sofá ao lado dela e minha mão substituiu a dela, ela então usou as duas mãos para acariciar os seios e começou a me beijar também.

- Você quer só minha mão?
- Claro que não... tira essa calça e me come, cara!

Enquanto eu tirava a calça, ajoelhado, pedi que ela levantasse as duas pernas e fiquei lambendo a xotinha dela. Ela gemia loucamente.

- Anda, Kaplan... enfia este pau em mim logo...
- Calma... vamos fazer direito, como sempre fizemos...
- Tá certo, mas abrevia...

Continuei lambendo a xotinha, enfiando a língua lá dentro. Ela continuava com a calça no meio das pernas. Por que não tirava? Não tirou. 

Me come! ela pediu, e comi...
Então só me restou come-la daquele jeito. Pernas pra cima, visível pra mim só a bunda e a xotinha. Ajoelhei no sofá e meti. Ouvi um Ahhhhhhhhhhhhh... realmente, ela estava precisando de um cacete dentro dela. Os olhos ficaram até vidrados quando comecei a dar as estocadas; e meu corpo entrava entre as pernas dela, eu beijava os seios e a boca, ela agarrava minha cabeça...

Não aguentei esperar, eu mesmo tirei a calça e a calcinha dela. E a meteção continuava, firme, e os gemidos dela continuavam, fortes...
A gente pensava que alguém poderia entrar? Claro que não... e se entrassem não falariam nada, iriam para os quartos ou ficariam olhando... isso era tão normal naquela época!

Dei uma parada e  ela ficou ajoelhada no sofá, eu também e fizemos a tradicional posição de cachorrinho. Vi que ela gozou e continuei metendo até gozar também.

Não perguntei a razão daquela masturbação que eu presenciara. Ela devia ter os motivos dela. Só dei-lhe um beijo na boca, me vesti e fui embora. Da porta eu me virei e olhei. Ela continuava deitada no sofá, nua, sorrindo. Me mandou um beijo. Deliciosa Simone!


Viram a amiga esperando ônibus, deram carona e ela deu


Todo mundo dando...

(escrito por Kaplan)

Pegar carona já foi algo tranquilo, hoje em dia é muito perigoso. Elaine, universitária, sem carro, vivia pegando carona com os colegas. E de vez em quando uns beijinhos para agradecer viravam um sarrinho... eles riam, e ficava por isso mesmo. Mas ela bem que gostaria que eles fizessem alguma coisa a mais do que uns sarrinhos... 

Pode me dar uma caroninha?
E deu sorte, porque teve um dia em que ela saía da faculdade e ficou esperando para ver se passavam alguém que pudesse lhe dar a carona, quando viu chegar o carro do Aloisio, com quem ela já dera os tais sarrinhos. Só que ele estava com um outro colega, o Trajano.

Mas pararam o carro, ela conversou, perguntou se ele poderia dar a carona, o Aloísio falou que sim, mas se ela estivesse com pressa não poderia, porque tinha de deixar o Trajano na chácara em que ele morava e que era um pouco distante.

Ela disse que não teria problema algum, então entrou atrás e eles foram conversando, rindo, e o Aloísio entregou-a direitinho para o amigo.

- Dar carona pra ela sempre é gostoso... precisa ver como ela agradece!
- Para com isso, Aloisio... não estraga minha reputação não!

Todos riram e ele continuou contando e falou dos sarrinhos que já tinham dado. O clima começou a esquentar e quando ele entrou numa estradinha de terra para ir à chácara, acabou parando o carro e perguntando se ela não queria dar uns sarrinhos ou alguma coisa mais com os dois.
Ela não estava acreditando no que ouvia. Seus sonhos seriam, finalmente, realizados?
Não respondeu, mas deu um sorriso que valeu como resposta. 

A carona que sempre desejei!!!
Abriram as portas do carro, saíram os três, o Aloisio já foi ficando pelado e o Trajano só abriu a braguilha e mostrou a ela o pau. Ela, só de calcinha, pegou nos dois paus e começou a chupar e a punhetar. Chupava um, punhetava o outro, depois invertia. Estava adorando! Sempre pensou em transar com um e agora tinha dois à disposição.

Aloísio foi o primeiro a comer a Elaine. Colocou-a de quatro e meteu por trás, e o Trajano ofereceu o pau dele a ela que ficou chupando prazerosamente enquanto recebia as bombadas do colega.
Depois ela sentou no pau do Trajano e foi a vez de o Aloisio ser chupado. 

Isso é que é agradecer uma carona!

E ainda liberou o rabinho pros dois, que gostaram muito da oferta e aproveitaram bem, gozando dentro do cuzinho.

Dali levaram o Trajano à chácara e na volta, ela na frente, conversando com ele, contou de sua vontade finalmente satisfeita.

E ele passou a dar carona pra ela todo dia!!!


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Com dois, na lancha e na ilha


Era tudo de bom...

(escrito por Meg – em seu caderno)  

Numa das vezes em que estivemos de férias na praia, ficamos conhecendo dois amigos, Valdir e Alfredo que, para variar, se encantaram com a Meg. Eles moravam lá, nos viram quando estávamos na praia e não tiveram receio de chegar, se apresentar e querer saber de onde éramos.
Pareciam pessoas muito legais, tomaram cerveja com a gente ali na barraca da praia, bateram um longo papo e depois se retiraram.

Comentei com a Meg que eles não tiraram os olhos dela. Ela disse que tinha notado isso também.
Comecei a pensar que ela iria querer algo mais... mas como eles foram embora, parecia que tinha sido apenas um encontro cordial. 

Será que ela esqueceu mesmo do sutiã?
Só que, no dia seguinte, lá estávamos nós, Meg com o sutiã desabotoado (para não ficar marquinhas nas costas...) e eis que os dois aparecem novamente, nos cumprimentando de forma bem jovial. E eu notei que Meg tinha “esquecido” que estava com o sutiã desamarrado, levantou o corpo para cumprimentá-los... e os olhos deles brilharam ao ver os seios dela. Ela se tampou rapidamente, mas eles já tinham visto...

Bem, essa história eu conheci toda, mas quando lia o diário dela, vi que ela tinha escrito sobre isso, então vou deixar que vocês saibam de tudo da maneira que ela escreveu. Vou começar exatamente dessa cena que acabei de descrever.

Quando ouvi a voz dos dois, eu percebi logo que eles tinham ficado interessados em mim. Então fiz de conta que esqueci que tinha desamarrado o sutiã e virei o corpo,ficando sentada, de frente pra eles que babaram vendo meus seios. Fingindo surpresa, logo peguei o sutiã e coloquei, mas tive certeza de que eles haviam gostado do que tinham visto.

Então ficamos de novo batendo papo, tomando cerveja e eles perguntaram se nós gostávamos de passear de lancha. Eles tinham uma e podiam nos levar para conhecer outros locais muito bonitos por ali. Eu manifestei na hora o interesse, o Kaplan também falou que gostaria. Depois de horas de papo, marcamos para nos encontrar ali no dia seguinte e iríamos em direção ao local onde eles deixaram a lancha.

Mas o Kaplan é esperto e sacou que eu gostaria de ir sem ele. Então, no dia seguinte, ele amanheceu “indisposto” e falou comigo para ir só com eles. Tive de beijar ele muito!
Então fui e os dois ficaram admirados de eu ir sozinha. Mas tenho certeza, pelo que aconteceu depois, que adoraram! 

Topless na lancha... claro que ia rolar!
Enquanto o Alfredo levava a lancha para alto mar, o Valdir ficou conversando comigo, que estava deitada, tomando sol. E conversa vai, conversa vem, falei que já tinha ido a praias naturistas e que era gostoso demais ficar nua o dia inteiro, nadar no mar nua. Ele perguntou se o Kaplan ia comigo, eu não menti, falei que quase sempre ele estava junto, mas houve umas duas ou três vezes (na verdade foram dezenas de vezes...) que fui com amigas e amigos.

Ele perguntou, e eu já sabia das intenções dele e do Valdir, se eu sempre ia com muita gente. Eu disse que muitas vezes sim, outras vezes não.

- Mas já foi com um amigo? Só vocês dois? Ele perguntou. E eu, quase estourando de vontade de rir misturada com tesão... falei que sim.
- E esse amigo seu aguentou ficar o dia inteiro pelado com você na praia? E não aconteceu nada?

Eu entendi que tinha de encerrar logo o assunto e respondi que rolava sempre alguma coisa.

- Uau! Disse ele. Aí passei ao ataque. Perguntei se podia fazer topless ali na lancha.
- Claro! Pode sim...

Tirei o sutiã e vi os olhos dele ficando arregalados. Olhei discretamente para o Valdir que também olhava sem parar.
Mas parou, parou numa ilhazinha perdida, que não tinha nada a não ser uma areia belíssima.
Nadamos até lá eu já imaginando tudo que podia acontecer, e doida pra acontecer.
E nem precisamos falar nada. Eu só disse que aquela praiazinha parecia com as praias que eu frequentava nua. E eles tiraram as bermudas, eu dei um sorriso e tirei a calcinha. O sutiã já tinha ficado na lancha...

Eles ainda estavam meio sem jeito, tive de começar. E comecei pelo gostoso pegar em dois paus, vendo-os endurecer em minhas mãos e depois em minha boca. 

Dar pra dois numa praia deserta... delícia total!
O Valdir foi o primeiro a me comer. Me pôs sentada no pau dele. E eu pulava e o Alfredo, em pé ao nosso lado... puxei-o para ficar chupando o pau dele enquanto cavalgava o Valdir.
E o Alfredo, quando chegou a vez dele, preferiu me comer em pé. Eu tive de me apoiar numa pedra grande que tinha na praia e lá veio o Valdir me oferecer o pau dele. Em todas sempre foi assim, um me comia o outro eu chupava. Tudo de bom!

Valdir me comeu de novo, em pé. E a boca cuidou do pau do Alfredo.
Depois cavalguei o Alfredo chupando o pau do Valdir.
Foi uma bela farra.

Ficamos umas três horas na ilhazinha. E é óbvio que antes de irmos de volta pra lancha... uma DP.
Bom que os paus dos dois eram normais. Nada de gigantismo. Eram como os do Kaplan. E o premiado com meu cu foi o Valdir. 

Dois paus e uma lancha... perfeito!
Nadamos de volta pra lancha, carregando as bermudas e a calcinha. E voltamos nus. Mas antes de chegarmos à civilização, pedi que o Valdir desligasse a lancha, chamei-o e agradeci o belo dia com uma chupada nos dois paus.

Quiseram saber se poderíamos sair de novo no dia seguinte, mas eu falei que não. 

Disse que o Kaplan talvez não gostasse, e eles entenderam. Mas o motivo era outro... é que na noite anterior eu tinha ficado conhecendo um hóspede que chegara e achei que valia a pena tentar alguma coisa...

E valeu!!!


A secretária e o filho do patrão.


Os dois rapidamente se acostumaram

(escrito por Kaplan)

Creio que vocês devem estar lembrados da primeira parte dessa história: é a continuação de Ela seduziu o filho do patrão no primeiro dia de trabalho dele! Silvia era a secretária safadinha e Elson o filho do patrão, que havia pedido para Silvia ensinar tudo pro filho. E como ela ensinou! E aprendeu algumas coisas também com ele...

Pois bem.
Já devidamente instalado em sua sala, volta e meia ele chamava a Silvia para ajudá-lo em alguma coisa. Ela adorava isso, pois a cada vez que entrava lá, ganhava beijos, amassos... e ao final do expediente sempre ganhava uma bela trepada. Como nesse dia que vou narrar.

Quando se aproximava a hora do fim do expediente, ele a chamou e disse que precisavam fazer serão. Ela entendeu o recado, então foi ao toalete e tirou o sutiã e a calcinha, pois ele já havia demonstrado que gostava disso. 

É sem nada por baixo que ele gosta...
Então, quando todo mundo foi embora, inclusive o pai dele, eles trancaram o escritório, ele sentou-se na cadeira que sempre ocupava e ela foi chegando, andando como uma miss, para tesá-lo. Chegou perto e a primeira coisa que ele fez foi dar uma abaixada no decote do vestido dela, conferindo se ela estava sem sutiã. Ela sorriu, abriu a bolsa e mostrou sutiã e calcinha, que já tinha tirado.

Então ela agachou entre as pernas dele e começou a abrir-lhe a calça. No que ele ajudou e logo ela viu o pau dele, duro, olhando pra cima. Ficou olhando para ele.

- Seu pau é tão lindo, Elson... não falo pra te agradar, é o mais lindo que já vi.
- Mais lindo do que o do meu pai?
- Você sempre fica insinuando isso... nunca transei com seu pai não...
- Tá bom, vou acreditar como se fosse a maior verdade do mundo.

Juro... é o pau mais lindo que já provei!
Ela tinha de se segurar para não rir, porque transava com o pai dele sim, foi por isso que ele a escolhera para ensinar tudo da firma para o filho.
Ela pegou no pau dele, reclamando que ele era um chato, e começou o boquete. Chupou muito porque sempre gostou de chupar o pau dele.

Depois, sentada na cadeira que ele ocupara antes, ela abriu as pernas e ele enfiou o pau e começou a bombar. Em seguida, ele a colocou ajoelhada, com os braços apoiados na cadeira, ajoelhou-se também e tornou a meter e castigá-la com mais uma série de bombadas que levaram Silvia a gemer. Como ela gostava quando ele a comia daquele jeito... sempre gozava e naquele dia não foi diferente, ela gozou também. 

Minha posição preferida... gozo sempre!
Então ela sentou na cadeira de novo e ele tornou a meter e quando ela sentiu que ele ia gozar, pediu para tomar o leitinho.

Rapidamente ele tirou o pau da xotinha dela e nem teve tempo de colocá-lo na boca, já foi soltando o leite que ela procurou pegar o máximo possível.

- Hmmm... que delícia... mas temos de ir agora, né?

Ele levantou e começou a colocar a roupa, no que foi seguido por ela.

Ela ainda ganhou um belo aperto na bunda quando trancava a porta do escritório. Ainda bem que não havia ninguém nos corredores!



terça-feira, 17 de julho de 2018

Cecília e namorado


Sempre aprontando...

(escrito por Kaplan)

E lá vamos nós com outro relato das aventuras da garota mais linda que conheço, minha sobrinha Cecília, 27 anos de puro tesão!
Pois ela me arrumou outro namorado (acho que ela arruma um a cada semana, nunca vi tantos!), o Wellington. E ele é todo amante à moda antiga, daqueles que abrem a porta do carro para ela entrar e sair, que vive mandando flores... ela, acho, nunca teve um namorado assim e estava curtindo bastante esse.

Ele demorou um pouco a “resolver” se pegava ela ou não, o que era outra novidade, porque ela sempre namorou caras que já no primeiro encontro queriam tudo...
Conversou comigo a respeito, eu falei com ela que deixasse rolar no tempo dele.

- Vai ver que ele foi educado assim, é legal, você está vendo que ele respeita você. Mais cedo ou mais tarde ele vai encarar.

E ontem ela veio, feliz da vida, me contar o sucesso. 

Finalmente ele resolveu transar com ela...

Ele a levou à casa dele e ela já achou legal que não tinha ninguém lá.
Na biblioteca do pai dele tem, além dos livros, lógico, um barzinho, ele disse que o pai adora receber os amigos lá para ficarem bebendo e conversando sobre literatura.
Ela ficou encantada com o barzinho e sentou-se num dos tamboretes, e foi aí que ele chegou com rosas e entregou a ela.

E aí a coisa aconteceu. Ela acho que o vestido decotado que ela usava contribuiu, porque ele, em pé, abraçou-a pelas costas e as mãos dele já foram percorrendo os seios e entrando bem ousadamente dentro do vestido e pegando nos seios dela.

Pensou na hora que ia acontecer algo de bom. E se beijaram bastante enquanto as mãos dele trabalhavam nos seios e depois ele, mais ousado ainda, levou a mão direita à xotinha dela. Melhor dizendo, à calcinha dela. Ela arrepiou. E mais ainda, quando ele deu um puxão na calcinha pro lado e o dedo dele começou a esfregar a xotinha dela, e entrando dentro dela, e cutucando bastante. E para surpresa dela, ele, depois de ficar com o dedo molhado, colocou na boca e chupou gostosamente.

A surpresa dela era tanta que ela quase gozou só com essa preliminar... E fez questão que ele voltasse com o dedo para dentro da xotinha e ele continuou cutucando bastante... e beijando-a sem parar.
Então ela disse que queria fazer umas coisas com ele também.

Levantou do tamborete e foi conferir a temperatura do pau do rapaz, que ela ainda não conhecia. Adorou, era de bom tamanho e estava na temperatura certa, ou seja, bem duro e pulsante.
Ele insistia em beijá-la, em pegar nos seios, em enfiar o dedo na xotinha e ela só punhetando ele...
Pediu para ele esperar. E aí fez um boquete, queria saber o gosto daquele pau que estava conhecendo. 

Precisava conhecer o instrumento dele...

Aí ele disse que era melhor irem para o quarto dele. Ela concordou e o seguiu, eles foram tirando as roupas no meio do corredor e ao chegarem ao quarto já estavam nus, deitaram na cama, fizeram um 69, depois ele pegou camisinha, enfiou e deitou-se sobre ela, penetrando-a com suavidade, mas logo aumentando o ritmo das estocadas.

Ela fez questão de cavalgá-lo, e só achou estranho o colchão de molas que afundava quando ela descia com o corpo ao pular. Mas fora isso, correu tudo bem e ela gozou, antes dele gozar e encher a camisinha com o leitinho.

- Foi pena, viu tio, eu queria provar aquele leitinho dele...