terça-feira, 27 de setembro de 2016

A calcinha do biquíni era pequena para tanto pelo, mas ele gostava muito



Dizem que gosto não se discute... e ele realmente não discutia!

(escrito por Kaplan) 

Algumas cenas eróticas acabam por ser engraçadas. Tudo bem, o humor faz parte da vida e rir, achar graça em certas coisas é muito legal. Divertido mesmo!

Tatiana, amiga da Meg, nos visitava e, a certa altura, comentou algo que a incomodava. Seu namorado, Túlio adorava mulheres peludas. E ela tinha deixado crescer, só dava umas pequenas aparadinhas, porque ele curtia ficar passando a mão nos pelinhos, colocava-os entre os dedos, beijava... era fanático por xotinhas bem peludas.

- Mas, Tatiana, isso não é problema. Eu, por exemplo, também prefiro. A Meg é que já gostou, hoje não gosta mais. Quando muito, pra me agradar ela deixa um “bigodinho de Hitler”...

Meg deu uma gargalhada.

- Ô, querido... acha ruim comigo não... esta é a única coisa em que discordamos...
- Eu sei, mas...
- Nada de mas... vamos aos fatos. Tem trazido problemas pra você, Tati?
- Ainda  não, mas com certeza vai trazer. Ele me comprou um biquíni e no domingo me fez vesti-lo para “estrear”. Gente, o biquini é maravilhoso, mas... não cobre tudo... e eu achei horrendo... olha aqui a foto que ele tirou. 

Seu namorado é louco... você não pode usar isso!
Pegou o celular e nos mostrou. Eu achei fantástica a pelugem dela, mas a Meg deu total razão à amiga.

- Você não pode ir à praia desse jeito... vão te prender, te apedrejar... o Túlio é doido? Só pode estar brincando, Tati, ele não vai querer que você seja o alvo de olhares e comentários na praia...
- É disso que estou com medo. Aliás, medo, não. Estou apavorada!

Eu já até sabia a resposta que ela daria à pergunta, mas fiz:

- E me diga, você experimentou, estavam só vocês dois... e ele ficou tresloucado e transou com você da forma mais selvagem possível, não foi?
- Credo... você estava lá?
- Não, mas é o que eu faria se Meg estivesse usando um desses perto de mim!

Ganhei um tapa na perna, que quase atingiu a zona do agrião. 

- Fica brava com ele não, Meg. Foi exatamente isso que aconteceu. Quando ele me viu com o biquíni, falou para eu fazer um desfile, me olhou de costas, de frente e endoidou. Pirou o cabeção, aliás, os dois cabeções! Me pôs deitada na espreguiçadeira, abaixou a calça, me mostrou que já estava com o pau prontinho pra me fazer feliz!
- Tô falando... pelos na xotinha são muito sensuais! 

Nunca chupei com tanta vontade!
Ganhei um olhar atravessado da Meg. Gargalhei intimamente... aquele papo estava muito divertido... e aquela foto... que coisa de louco!

- Gente, ele transou comigo de um jeito que nunca tinha transado... saí de lá tropeçando nas minhas próprias pernas... fiquei o resto do dia em êxtase! Me pôs o pau na boca, eu senti ele tão duro que chupei até dizer chega, fiquei até com a boca doendo um pouco, porque vocês sabem, o pau dele é bem grosso.
- Aí arranquei o biquíni, ele tirou a roupa toda, deitou na espreguiçadeira e eu sentei em cima e nunca cavalguei com tanta vontade como naquele dia. E um detalhe, eu tenho de cavalgar sempre virada pra ele, pra ele poder ver os pelinhos... e depois de eu pular até cansar, ele me pôs sentada na espreguiçadeira, ajoelhou na minha frente e tome vara... lá veio o pauzão entrando dentro de mim de novo e ele me socando, e eu gozei e ele continuou socando até gozar, puxar o pau e deixar meus pelinhos lambrecados de porra. Que que eu faço, gente? 

Eu notei que ela estava muito preocupada mesmo. E tirando o lado engraçado da história, falei com ela:

- Olha, Tati, realmente, eu concordo com você e com a Meg. Não dá para você usar isso na praia, a não ser que seja numa praia deserta, e estejam só vocês dois lá. Ou nós quatro, o que não seria má ideia... Não converse, apare os cabelinhos até que eles caibam dentro da calcinha. Ele vai chiar, mas não tem conversa. Está passando dos limites querendo te expor dessa maneira.

E Meg completou:

- Aliás, eu vou fazer isso pra você. Vamos ao banheiro! 

Uau.. ainda está maravilhoso... ele tem de gostar!
E levou-a lá, eu fiquei na sala  e depois de pronto, vieram me mostrar. Ela não estava com o biquíni lá, mas tinha a certeza de que daria certo. Caso sobrasse algum, ela mesmo tiraria.

- Olha, realmente eu concordei com vocês que não daria pra usar o biquíni com tanto pelo. Mas que você tem uma xoxota linda, lá isso tem!
- Você é um chato, Kaplan... mas como eu adoro vocês dois, não ligo pra sua chatura. Aliás, tem tempo que não fazemos nada juntos, hein? Que tal marcarmos qualquer dia desses?
Meg não perdeu a chance de querer...
- Pelo visto podemos marcar, mas dá um tempo... deixa meus pelinhos crescerem, se não o Túlio não vai gostar nada de mim!


Ela gostava muito de transar no meio do mato

Transar em contato com a natureza é algo muito belo!

(escrito por Kaplan) 

Meg fez muitos amigos quando esteve no cursinho, preparando-se para o vestibular. E aproveitou bem as amizades que fez. E transou bem com todos que quis. Tínhamos descoberto um belo local perto de nossa cidade, um verdadeiro bosque e ela adorou transar comigo lá e era para lá que ela levava os novos amigos. Estudavam muito!!! Principalmente anatomia!!!

Alguns casos:

Carlo tinha 19 anos, mas uma grande experiência sexual, pois começara bem cedo. Quando se envolveu com Meg, ela o levou, em nosso carro, para o tal local que tínhamos descoberto. Mas a sofreguidão dos dois era tão grande, que ela parou o carro antes do bosque. Estava de minissaia e camiseta, e o Carlo já vinha passando a mão nas pernas dela enquanto ela dirigia. Até enfiar a mão dentro da camiseta e pegar nos seios ele fez, em plena rodovia. Assim, quando ela saiu da rodovia e entrou numa estradinha de terra, os dois já estavam a mil por hora! 

Não aguento esperar... vai ser aqui mesmo!
 Desceram do carro, ela se encostou nele e o Carlo levantou-lhe a camiseta, pegou nos seios e beijava-lhe a boca. E ela enfiou uma das pernas entre as dele e ficou roçando o pau dele. Enlouquecido, Carlo suspendeu a minissaia, afastou a calcinha, colocou Meg sentada no capô e lambeu e chupou sua xotinha, fazendo com que ela gemesse sem parar.
Foi a vez de ela abrir a calça dele, pegar no pau e fazer um boquete que atiçou o Carlo a colocá-la de novo sentada no capô e meter de frente. Escorregando muito, ela preferiu descer, curvar-se sobre o capô e ele continuou metendo.

Tinha um pano velho dentro do porta-malas, que ela pegou e estendeu no chão, fazendo o Carlo sentar e ela sentou em cima, cavalgando-o, de costas para ele. A visão da bunda dela com o cuzinho abrindo e fechando na medida em que ela pulava, deixaram Carlo maluco e ele pediu:

- Me dá seu cu?
- Dou, dou tudo que você quiser...
Ficou de quatro e ele a penetrou no cuzinho, bombando e gozando aos berros...

Segundo caso:
Com o Marcial, apesar de no carro já andarem passando as mãos, ela conseguiu chegar ao local que desejava, era uma clareira. Ali é que fizeram a festa, ela fingindo correr dele, ele indo atrás, a pegando, carregando e logo tirando a camiseta dela e mamando nos seios. Fizeram uma espanhola antes de ela chupar-lhe o pau, deliciosamente. 

Aiii.... mete, mete... muito!

Nua, ela se encostou a uma árvore, mostrando que queria ser comida por trás, e em pé, o que ele atendeu com prazer.

Deu o cuzinho também para o Marcial, sentada no pau dele. Mas o gozo dele veio com uma nova espanhola, inundando os seios dela.

Terceiro caso:
Com o Francisco, outro desesperado, também não conseguiu chegar ao local, teve de parar antes que ele a fizesse provocar um acidente, pois não parava de pegar nos seios dela e de enfiar a mão dentro da saia, cutucando a xotinha.
Parou o carro, em meio a exuberante natureza, desceram, ele encostou no capô e ela veio por cima dele, abraçando-o e beijando-o. Ele abaixou a camiseta dela e mamou nos seios, coisa que a deixava pronta pra tudo. 

Isso... chupa meus biquinhos... adoro!
Colocou-a curvada sobre o capô, levantou a saia, tirou a calcinha e enfiou um dedo na xotinha, por trás, com o dedão encostado no cuzinho. Deu-lhe uma boa chupada na xotinha em seguida, com ela ainda curvada sobre o capô. Depois virou-a, ela ficou deitada de costas no capô e ganhou mais uma chupada e, em seguida, o pau dele enfiou-se na xotinha.

Ela pensou que, devido à pressão do dedão no cuzinho, ele iria querer também, mas enganou-se. Ele continuou metendo e após ela gozar, ele preferiu gozar no corpo dela.
São três exemplos, mas houve muitos mais...


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Meu colega levou quatro para o mato e deu conta, porque duas eram bissexuais



Só assim para um cara dar conta...

(escrito por Kaplan)  

Férias na faculdade, as repúblicas se esvaziavam, porque a maioria dos estudantes residia em outras cidades e para lá se dirigiam. Eram pouco os que permaneciam e como pude comprovar em algumas vezes que fiquei, não tinha nada melhor, porque as meninas que ficavam adoravam ir para as cachoeiras ali perto, nadavam peladas e transavam loucamente. Era muito bom!

Mas não vou contar nada de mim dessa vez. E sim de um colega que morava na mesma república que eu, o Luiz Henrique, que combinou com quatro meninas de saírem por aí, irem em cachoeiras, frequentar os bosques, essas coisas interessantes... E elas toparam e foram com ele uma manhã, com propósito de voltarem antes do anoitecer, porque havia uma festa já programada. 

Elas se chamavam Núbia, Maria Paula, Márcia e Mariza. Estas duas últimas eu já apresentei aos leitores e leitoras. Eram bissexuais, as primeiras que conhecemos e que não deixavam de ser pioneiras ao assumir essa condição, isso nos anos 70 do século passado.

Portanto, o Luiz Henrique teria a companhia das quatro, mas teria de dar conta apenas de duas, porque Márcia e Mariza se contentavam entre si. Claro que se sobrasse alguma coisa, elas aceitariam, mas não faziam questão absoluta disso. 

Vamos passear na floresta que o lobo já vem!
Levaram uma toalha que estenderam no capim perto de uma cachoeira. De cara pularam no lago formado pelas águas que caiam montanha abaixo. Pelados, todos eles. Nadavam, brincavam, as duas hetero davam um bom tratamento a ele e Márcia e Mariza se deliciavam uma com a outra.

Nem é preciso dizer que ver as duas trocando carícias, beijos, chupadas, tudo isso deixava o Luiz Henrique com mais tesão ainda.
Mas ele tinha duas para se preocupar, duas deliciosas colegas que não o deixavam em paz, passando as mãos no corpo dele, chupando-lhe o pau, beijando seu corpo todo. Ele tentava, na medida do possível contentar as duas, mas sem deixar de olhar para o lado, onde Márcia e Mariza se acabavam em carícias e beijos. 

Vem cá, meu bem... junte-se a nós!....
 Depois de muito se acariciarem, as duas voltaram para dentro d’água e ficaram nadando e olhando o Luiz Henrique com a Núbia e a Maria Paula. Naquela altura, já com os três devidamente chupados e lambidos, já começavam os finalmentes, com a Maria Paula sentada no pau do Luiz Henrique e a Núbia agachada com a xotinha na boca dele.

Quando Maria Paula se deu por satisfeita, foi nadar junto com as duas e Núbia pôde usufruir do cacete do Luiz Henrique. Ela adorava dar de quatro, eu mesmo já havia transado duas vezes com ela e sempre desse jeito. E foi assim que ela transou com ele.

Eles também voltaram a mergulhar e, por um bom tempo, limitaram-se a conversar, a contar casos de outros colegas. As duas bi foram as primeiras a sair da água e voltaram para a toalha, onde se entregaram a mais um festival de beijos, lambidas, chupadas, dedos nas xotinhas. Núbia e Maria Paula eram amigas delas, mas não curtiam essa bissexualidade. De fato, naquela época isso não era considerado normal. Aliás, até hoje tem gente que não considera!
Férias... sinônimo de paraíso!!!

Quando os três saíram da água, então, mais uma vez elas foram dar um bom trato no Luiz Henrique, chupando-lhe o pau e entregando suas xotinhas para a penetração do cacete dele.

Férias... bons tempos aqueles da faculdade!