sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Paulinha levou o namorado para seu quarto, mas sua irmã estava dormindo nua...



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(escrito por Kaplan)

Aproveitando que os pais tinham viajado, Paulinha levou o namorado para sua casa, pensando em passar bons momentos com ele. Só não imaginava que iria acontecer algo insuspeitado. A casa deles tem dois andares e mal entraram, os amassos começaram. 


Que fogo...quero dar muito!!!
Subiram o primeiro lance de escada, ele já a puxou, beijou e as mãos dele percorreram boa parte do corpo dela. No segundo lance, idem, ele a agarrou, abriu sua blusa e mamou em seus peitinhos. 

Ela conseguiu se desvencilhar e correu para seu quarto, ele foi atrás e quando abriram a porta, a surpresa. Helena, sua irmã mais velha estava deitada, nua, dormindo. O Ângelo, este o nome do namorado, assustou-se e excitou-se, afinal Helena é muito gostosa.

Não sei qual das duas é mais gostosa...





Fazer o quê, naquela circunstância?
Paulinha não titubeou. Não era egoísta e resolveu compartilhar o namorado com a irmã. Sabia que ela tinha o sono bem leve e mal passou as mãos nas pernas dela, Helena acordou. Olhou para o rapaz que já começava a tirar a roupa, sem entender direito o que estava acontecendo.
Paulinha deu-lhe um beijo.

- Quer compartilhar meu namorado?
- Se vocês querem, eu quero!

Assim, Ângelo, que já tinha tirado a camisa, aproximou-se dela e a beijou, enquanto Paulinha passava as mãos nas costas dele, beijava-o na nuca e logo as duas o colocaram deitado e começaram a desabotoar a calça. As duas entremeavam o que faziam com beijos, o que deixava Ângelo animadíssimo. 

 Enquanto ele era despido, procurava despir a namorada, e Helena aproveitava para pegar em seu pau e começar a chupá-lo. Paulinha deixou a irmã fazer o que queria e ela foi beijar o namorado, que acabou de tirar a roupa dela.
Helena estava deliciando-se com o pau do Ângelo . Lambia-o todo e adorou quando Paulinha começou a beijar-lhe a bunda e enfiar o dedo em sua xotinha.

Estou no paraiso com dois anjos... tudo que eu queria!

As duas amavam uma à outra e de vez em quando transavam divinamente.
Paulinha voltou a beijar o namorado e Helena não tirava a boca de seu pau. Mas como tinha sido acordada, achou-se no direito de ser a primeira a ser comida, então sentou-se no pau dele para cavalgá-lo. A mão de Paulinha ajudava-a, pois fazia carícias em sua xotinha enquanto ela pulava. Depois Paulinha começou a mamar nos belos seios da irmã, mas o namorado a puxou para continuar a beijá-la, apertar-lhe a bunda. Estavam todos os três se deliciando!

E Ângelo colocou Helena deitada de costas e meteu nela. Vendo aquilo, Paulinha resolveu aproveitar, sentou-se, praticamente sentou-se na boca da irmã que lhe lambeu a xotinha. O trio estava perfeito. Helena era comida, lambia a irmã que, por sua vez, beijava o namorado.

Ele preferiu puxar Paulinha para ficar deitada ao lado da irmã porque assim ele podia lamber-lhe os seios enquanto metia. E logo Paulinha ficou debaixo da irmã, e elas se beijavam enquanto ele continuava a bombar na xotinha de Helena, que já estava a ponto de gozar, seus gemidos diziam isso.

Ângelo estava admirado. As duas irmãs eram muito gostosas, difícil saber se tinha uma melhor que a outra! E como eram legais, compartilhando daquele jeito... 

Que bela gozada!
Vendo que Helena já tinha gozado, ele tirou o pau de dentro dela e gozou em sua bunda e costas. Helena beijou Paulinha, agradecendo o que ela tinha feito.

Mas... Paulinha só tinha sido uma coadjuvante, então os três ficaram ali na cama, conversando, rindo, se acariciando até que Ângelo se mostrasse em condições de mais uma “batalha”, quando os papeis se inverteram e Helena foi a coadjuvante de uma bela trepada dos namorados.

Essa farra se repetiu por mais três dias, aproveitando a ausência dos pais.

Secretária fogosa, atendia o patrão em tudo o que ele queria



Assim devem ser as secretárias...

(escrito por Kaplan)

Ah... Melinda... será que deveria ser chamada de Amélia? Acho que não, Amélia sempre identificou uma mulher submissa. E Melinda era tudo, menos submissa. Fazia tudo o que queria e só o que queria. Estou me referindo à vida pessoal dela. Pois, como secretária de um executivo, ela recebia ordens e as cumpria, com rara eficiência.

Mas ela tinha seus momentos pessoais com o executivo Luiz Gustavo, de quem gostava muito. E por gostar muito foi que ela o seduziu. Tadinho dele... achava que ele é que a havia seduzido...

Melinda não era fácil. Muito fogosa, tanto no trabalho quanto no amor.

Quando percebeu que estava a fim do patrão, começou a caprichar mais no visual (afinal, os tolos homens sempre olham isso primeiro... né?) e ele respondeu direitinho ao que ela desejava. E logo começaram a transar, no escritório mesmo, porque ele era casado e não tinha como levá-la a moteis ou a viagens. 

Como é boa essa secretária...
Espiemos um fim de tarde lá no escritório, só os dois. O telefone toca e ela atende, é a esposa dele. Ela conversa com a “rival” educadamente. A esposa quer saber se o marido está. Ela olha pra ele, já tinha dito o nome da fera, ele faz sinal de que está na rua.

- Será que ele demora?
- Acredito que não, estamos já no final do expediente e ele precisa assinar uns papeis ainda hoje, já me comuniquei com ele e ele disse que viria.
- Assim que ele chegar, me avise, ok?
- Pode deixar, avisarei sim!

Teve que desligar rápido, mesmo porque o Luiz Gustavo estava brincando com o fio do telefone, enrolando no corpo dela.

- Que você está fazendo? Me aprisionando?
- Não, mas é uma boa ideia que você me deu...
- Esquece, sabe que nunca serei prisioneira sua... quem manda ser casado com esta fera? Aliás, pediu para você ligar pra ela assim que chegar. Não se esqueça disso, pois ela pode ficar brava com... 

Um beijo cala minha boca...
A última palavra foi pronunciada dentro da boca do patrão, que juntara seu corpo ao dela e lhe dava beijos e mais beijos.

Ela ainda estava com o telefone nas mãos, toda enrolada no fio, quase caindo da cadeira. E para cúmulo do desespero, Luiz Gustavo ajoelhou-se na frente dela, levantou-lhe a saia, puxou a calcinha pro lado e mandou a língua...e ela fechou os olhos... como gostava de ser chupada por ele...

Depois de deixá-la molhada, ele se levantou, abriu a braguilha e mostrou o pau pra Melinda.

- Se não pedir direito...
- Eu sei, sacaninha... por favor, me dê uma chupadinha...

Ela riu, mas fazia questão que ele pedisse, não bastava só insinuar. Então pegou no pau dele e o chupou, fazendo-o endurecer totalmente dentro de sua boca.
Aí... nada mais os impedia. 

Patrão come direitinho...

Tirou a calcinha, a saia. Ele não tirou nada, apenas abaixou um pouco a calça e sentou-se na cadeira. 

Não precisou pedir. Ela gostava daquilo e tratou de sentar no pau dele e começar a pular, gemendo como sempre gemia.

Depois ele a colocou deitada na mesa e meteu de frente. Bombadas fortes, que a levaram ao gozo e ele também. 

Arfando, ela levantou e foi ao sanitário se arrumar. 

De lá gritou pra ele telefonar para a esposa.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Na festa a fantasia, sobraram dois casais e eles tiraram as máscaras



Sem máscaras é melhor, muito melhor!

(escrito por Kaplan)

No réveillon de 2006/2007. Um grupo de casais amigos, oito pessoas ao todo, resolveram comemorar o final do ano com uma festa à fantasia. Na verdade era mais uma festa de máscaras. Essas não faltaram, as fantasias... faltaram. Poucos foram fantasiados, eu e Meg inclusive. O outro casal fantasiado era o dono do apartamento. Murilo e Kênia estavam bem à vontade em suas fantasias. 

Olha o rabinho dela...
 Kênia estava de coelhinha da Playboy, com um simpático rabinho branco e Meg foi de Bat-Girl. Os outros todos só de máscara. Mas isso é o de menos.
... e quem será essa gata gatíssima?
Importante é que passamos bons momentos ali e lá pelas 2 horas, Meg e eu nos retiramos. 

Ficamos sabendo depois que um outro casal também foi embora logo após a nossa saída. E assim, ficaram os donos da casa, Murilo e Kênia, e o outro casal, Baltazar e Cinara.

Kênia ligou para Meg no dia seguinte, estava quase na hora do almoço. Ainda estávamos na cama... Meg levantou e foi atender de camisola. 

Ah.. não... melhorou depois que saímos?
- Meg, que pena que vocês foram embora... O trem ficou bom demais!
- É mesmo? Me conta!

- Ah... no final só ficaram o Baltazar e a Cinara. E continuamos dançando, bebendo e você sabe o que acontece nessas horas... não é só o cu de bêbado que não tem dono não...

Deram uma gargalhada, e Meg já estava imaginando o que tinha acontecido.

- Teve de tudo, então... ménage, swing, DP... foi isso?
- Foi, menina... uma delícia... acordei agora, os três ainda estão lá na cama...
- Conta, conta!

- Foi assim... eu já estava completamente bêbada, aí virei pra Cinara e propus: “vamos fingir que não sabemos quem são nossos maridos? Você agarra o Murilo e eu o Baltazar?” – Ela morreu de rir e topou, então fomos nós duas, ainda de máscaras, catar os dois, abaixamos as calças deles e começamos um boquete. Era a primeira vez que eu chupava o Baltazar, a Cinara já conhecia o pau do Murilo...
E aí, como se fosse uma surpresa enorme... tiramos as máscaras e fizemos um “Oh....” e continuamos a chupar. Os dois entenderam a brincadeira e aí começamos a trepar. Na sala mesmo foi a primeira!

- Ah... teve uma segunda!
- Tá brincando comigo? Teve até a terceira! E ainda acho que vai ter a quarta, assim que eles acordarem! 

E está rolando a festa...
A primeira foi na sala, as outras duas na nossa cama. Arrastamos eles pra lá e cavalgamos, chupamos, demos o cu... foi uma maravilha!

Fomos tomar banho, os quatro dentro do boxe, imagina a esfregação que estava lá dentro, e aí os pauzinhos dos nossos maridinhos subiram de novo, corremos pra cama e nós duas fomos contempladas com duas DPs... claro que meu rabo ficou pro Baltazar, assim como o da Cinara ficou pro Murilo. Eram as novidades, né? porque as bucetas, minha filha... todos eles já conheciam!!!

- Vocês deviam ter nos segurado aí... a gente achou que com oito pessoas não ia rolar nada... mas seis até que dava...
- Pois é, não entendi a pressa de vocês saírem, mas eu já não estava raciocinando direito, não me passou pela cabeça falar com vocês para ficarem.
- Então trate de providenciar outra festa, e rápido...