quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Meg e duas amigas na cama


Ela gostava mesmo de tudo!

(escrito por Meg, em seu diário)

Meg nunca decidiu se gostava mais de transar com homens ou com mulheres. Na dúvida, vivia transando com ambos. Aqui ela relata um encontro com suas duas amigas queridas, Rejane e Lúcia.

Estávamos só nós três dormindo na mesma cama. Ou seja, bem juntinhas, eu no meio das duas. De repente eu sinto uma mão com unhas compridas passando nas minhas pernas.
Perguntei: de quem é essa mão boba?
Lúcia riu e respondeu... É minha, mas não tem nada de boba.

Com nossas vozes, Rejane acordou, e ficou mamando em mim, enquanto a Lúcia continuava com aqueles carinhos gostosos com as unhas.
E aí começamos a nos beijar. E a sapeca da Lúcia tirou a calcinha da Rejane, e depois de nós passarmos bastante as mãos na xotinha da Rejane, ela tirou o sutiã. Foi a primeira a ficar totalmente nua e eu fiquei beijando-a e mamando nos seios gostosos dela. E a Lúcia foi chupar a xotinha dela.

Ai eu brinquei, falando com a Rejane: você já reparou que eu estou só de calcinha, você peladinha e a safada da Lúcia que iniciou isso tudo, continua sem tirar nada? 

Finalmente as três nuas... deliciosamente nuas!

Ela riu e nós duas pulamos em cima da Lúcia e a despimos. E minha calcinha também sumiu. Agora sim, as três peladinhas, eu fui chupar a xotinha da Rejane e a Lúcia foi beijá-la e mamar nos seios dela. A gente gostava de pegar a Rejane assim, porque ela quase desfalecia de tanto prazer. Mas sabíamos que depois também seríamos beneficiadas... sempre era assim, e a gente curtia muito esses nossos encontros.

Aí a Lúcia largou os seios da Rejane e veio me ajudar na chupação da xotinha. Foi uma bela chupação, duas línguas numa xotinha só e de vez em quando a  gente se dava beijos em cima da xotinha dela. Mas a Lúcia preferiu voltar aos lábios e seios da amiga, me deixou a xotinha inteira só pra mim. Como eu gosto de chupar uma xotinha... gosto de chupar um pau também, tudo é bom demais quando a gente está com quem a gente ama.

Enfiei um dedo também, eu sei que ela adora isso. E ouvi os gemidos dela enquanto eu cutucava.
Ela brincou: - Gente, eu não sou apenas passiva não... sou ativa também e quero pegar vocês!

Então deixamos que ela escapulisse de nossas mãos. E as duas me pegaram. 

Agora foi a vez dela ser atacada pelas duas

Primeiro me enchendo de beijos. Imagina só que delicia, as duas me beijando ao mesmo tempo e se beijando também... e a sacana da Rejane, sabendo que meus biquinhos são hiper super sensíveis, já foi puxando-os e chupando-os. Nossa, como aquilo foi gostoso!
Elas me deitaram e ficaram uma de cada lado. Beijos, chupadas nos seios, mãos na minha xotinha. Me alisaram toda, me fizeram ficar arrepiada, beijei-as e de repente estava a Rejane alisando minha xotinha, eu alisando a da Lúcia e a Lúcia alisando a da Rejane. 

Alisando é modo de dizer, estávamos nos masturbando e era delicioso ouvir as três gemendo sem parar. A Lúcia estava molhadinha e eu lambia os meus dedos molhados por ela.
Eu ainda tinha forças para comentar com elas que o que a gente fazia era algo divinamente maravilhoso. Elas só faziam hum hum, concordando comigo.
E não é que a Lúcia veio me chupar de novo? A Rejane se masturbava vendo as lambidas que Lúcia me dava e os gemidos incontroláveis que eu emitia. 

Um bom velcro não podia faltar...

Fiz a Lúcia deitar de costas, e sentei em cima dela, xotinha com xotinha. E lá veio a Rejane com seus dedos mágicos acariciar as nossas xotinhas, lamber as duas, enquanto nos beijávamos mais umas vezes.

Não podia faltar um 69. O primeiro foi da Rejane comigo e a Lúcia nos acariciando sem parar. Depois foi da Rejane com a Lúcia e eu beijando os corpos das duas, e finalmente da Lúcia comigo e a Rejane nos lambendo.

Já quase sem forças, Rejane e eu pegamos a Lúcia, que foi atacada por todos os lados: beijos nos seios e na boca desferidos por mim e dedos na xotinha enfiados pela Rejane.

Que dia foi aquele! Minhas duas amigas amadas amantes me fizeram muito feliz. E tenho certeza de que elas também ficaram muito felizes.


Me lembro do dia em que você me pegou...


A primeira vez nunca é esquecida   

(escrito por Kaplan)

Paulinha me contou, muito tempo depois do acontecido, do primeiro encontro dela com Lucy. As duas tinham sido colegas no colégio e depois de terminado o curso, cada uma foi para um canto, mas não esqueceram uma da outra.
Lucy se formou, montou apartamento. Paulinha continuava morando com os pais e passando a maior parte dos dias em meu apartamento. Me contava tudo, mas isso ela não me contara na época, veio a contar bem depois. 

Que alegria foi rever minha amiga!
- Tio, foi algo indescritível. Olha, já tinha 8 anos que a gente não se via e de repente nos encontramos na fila de um cinema no shopping. Não imagina a alegria que foi aquele encontro! Fomos ver o filme, e no meio de uma cena bem erótica, eu sinto que ela está me olhando. 

Olho pra ela e ela fala baixinho: “Você não tem ideia de como eu te desejava quando a gente estudava!” 

Estremeci por inteiro! Lucy era a garota mais bonita da turma. Desejada por todos os colegas e eu via que ela nunca dava bola pra eles, não saía com eles. Mas não tive a condição de perceber, naquela época, com 16, 17 anos, que o interesse dela não eram os homens e sim as mulheres.

E agora, no escurinho do cinema, ela me confessa aquilo! Fiquei louca e olhei para os lados e para trás de onde a gente estava sentada. Não havia ninguém. Então a beijei. E o resto do filme, que nem me recordo mais qual era, foi um tal de mãos passando nos seios uma da outra, e as mãos entraram dentro da saia e do short, nossas xotinhas foram afagadas. O filme acabou. Olhamos uma para a outra e sabíamos o que ia rolar.

- Vamos ao meu apartamento, Paulinha!
- Vamos sim. Estou de carro e você?
- Também, então me siga e quando chegarmos lá, eu tenho duas vagas e só um carro, então você guarda o carro atrás do meu. 

Foi uma loucura quando ficamos a sós...
Foi o que fizemos. Não fizemos nada no elevador, porque tinha câmera. Mas quando entramos no apartamento e ela trancou a porta... nossa, foi um furor de beijos, amassos, ela foi me encaminhando para o quarto e no corredor já fomos nos atracando, arrancando nossas roupas, quando chegamos lá já estávamos nuas.

Pulamos na cama e nos amamos de um jeito louco, maravilhoso. Deu até sono,  e dormimos nuas, abraçadas.
Acordei primeiro que ela. Não conseguia parar de olhar para aquela mulher, corpo lindo, a mais desejada por todos no colégio, ali, ao meu lado, me amando e eu a amando sem parar.

Fiquei passando minhas mãos nas costas, nas pernas, no bumbum dela. Unhas grandes, fiquei arranhando bem de leve, beijando os ombros, as costas, até que ela acordasse. Me viu, deu um sorriso enorme. “Não foi sonho, eu te encontrei mesmo”, disse ela e ganhou um beijo na boca. Virou o corpo e os beijos continuaram, e minha mão chegou à xotinha dela, alisei e enfiei um dedo. Ela deu um suspiro prolongado. 

Meu dedo na xotinha dela... ela adorou!
E ai falou, brincando, é claro:

- Sabe que te odeio?
- Me odeia? Por que?
- Porque você nunca me deu entrada quando a gente estudava...
- Eu nunca reparei nisso... mas te garanto que foi melhor.
- Como assim?
- Naquela época eu era bobinha, não tinha a menor ideia de que mulheres podiam se amar. Hoje eu já sei de tudo.
- Sabe mesmo... está uma delícia essa sua mão na minha xota...
- Que tal a gente parar de falar e usar a boca para coisas mais nobres?
- Concordo... eu primeiro, tá?

E aí ela me chupou. Divinamente. Maravilhosamente. Espetacularmente. Todos os adjetivos possíveis e imagináveis.  E quando eu menos esperava, ela com língua lá dentro, o dedão dela entra em meu cu. Até retesei o corpo, de tão gostoso que foi aquilo. E depois ela enfiou dois dedos em minha xotinha e ficou bombando igual como você bomba quando me come...

Nossa... que língua, que dedos... eu não conseguia parar quieta com meu corpo, corcoveava o tempo todo e ela não parava... no final, dei um suspiro, consegui ficar parada, agarrei-a pelos cabelos e ela me chupava, não parava, eu já estava gozando... e aí ela veio pra cima de mim, me beijando com uma fúria inaudita, a mão na minha xotinha, os beijos na minha boca, nos meus peitinhos... e ainda sentou de forma que a xotinha dela encostasse na minha e ficou fazendo o velcro... gozei, nunca tinha gozado com tal intensidade em minhas relações com meninas.

- Você é muito má,  Lucy, vou acabar com você!

Joguei-a deitada na cama, abri as pernas dela e fui dar uma chupada que eu queria que fosse melhor do que a que eu tinha recebido, acho que não consegui não, mas ela gostou, porque gemia sem parar. 

Delícia roçar minha xotinha na dela...
E rocei minha xotinha na dela, fizemos outro velcro, e ficamos depois nos masturbando uma em frente à outra e depois eu a ataquei de novo, beijei-lhe os seios, beijei-lhe a boca, que beijos gostosos a gente dava!

E ela me falou que queria me chupar mais, então eu sentei nos seios dela e fiquei cavalgando a língua dela, ela adorou aquilo, e eu mais ainda!
E nos enroscamos na cama, e eu fui chupar a xotinha dela de novo, e ela subiu em mim, como se fosse fazer um papai e mamãe ai eu falei para ela virar e fizemos um 69. E depois eu fiquei beijando-a e enfiando o dedo na xotinha e a fiz gozar também.

E ela, insaciável, também sentou nos meus peitinhos e cavalgou na minha língua, e aí nem uma nem outra aguentava mais. Ficamos deitadas, agarradinhas, e dormimos, acredita?
De manhã tive de ligar pra casa, minha mãe estava preocupada, eu disse a verdade, que tinha dormido na casa de uma amiga e ainda ficaria lá um tempo. Fiquei foi o dia todo!
Tiramos o atraso de oito anos de tesão. Foi bom demais, e continuou por muito tempo. Volta e meia a gente se encontrava e passava momentos deliciosos na cama dela.

- E ainda continuam?
- Não, tivemos de parar porque a empresa em que ela trabalha abriu uma filial por ai, não sei onde, e a mandou pra lá. Já estamos três meses sem nos falarmos.
- Que pena! Mas escuta, esse negócio de sentar no peito e cavalgar na língua... você nunca fez isso comigo, que tal a gente experimentar agora?
- É impressionante o seu grau de safadeza, tio, mas vamos lá, eu te ensino!


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A vizinha chegou numa hora complicada...


Mas acabou participando, foi bom!

(escrito por Kaplan)       

Um sábado tranquilo, e era aniversário de casamento meu e da Meg. Imaginava eu que ela iria preparar alguma coisa e, de fato, assim que acordei, vi que ela não estava na cama. Mas não demorou muito para entrar no quarto, só de lingerie, sorrindo e me dando os parabéns.
Subiu na cama e já foi jogando longe as cobertas, abaixando minha calça de pijama, pegando em meu pau, acariciando-o.

- O seu presente hoje sou eu. O dia inteiro a seu dispor. 

Os boquetes dela eram deliciosos...
Tornou a me vestir com a calça, e ficou passando o pé no meu pau, antes de tirar o sutiã e a calcinha e ficar toda oferecida, me deixando pegar nos seios, passar a mão na bunda e na xotinha. Fazia questão de colocar o bumbum bem perto do meu rosto.
Apalpou meu pau e o sentiu duro.

Então fez o que se imaginava: começou um belo boquete. Sabe aqueles boquetes bem demorados, porque tínhamos todo o tempo do mundo? Pois é, foi um desses que ela começou a fazer. Lambeu meu pau todo primeiro, a língua dela deslizava na cabeçorra, depois o engoliu e ficou ponto e tirando ele de sua boca. Lambia a cabeçorra de novo, me olhava, sorria, lambia o tronco, pegava nas bolas, punha na boca e voltava a engolir.

Brinquei com ela:

- Se você ficar demorando muito, eu vou gozar na sua boca.
- Pode gozar, não me importo. Vou engolir tudo e depois vou te beijar, cachorrão. Fazer você engolir sua porra toda!

Quando ela se preparava para me cavalgar... escutamos a campainha tocando. Era alguém do prédio, já que o interfone não tocara.

- Que chato...

Tocaram de novo.

- Vou lá ver. 

Levantou-se e foi caminhando nua.

- Ei, coloque um robe.
- Dane-se, vou assim mesmo.

E foi. Fiquei ouvindo e era uma voz de mulher. Saquei que devia ser alguma vizinha e era, uma que de vez quando fazia festinhas com a gente.
E dali a pouco escuto a porta fechando, mas ouvi barulho de sapatos no corredor. E eis que entra a Gisele, essa vizinha. E Meg me fala:

- Olha quem chegou! Acho que ela vai fazer parte do seu presente!

E antes que Gisele falasse qualquer coisa, Meg tirou a blusa dela e ofereceu meu pau pra ela chupar.

- Gente, eu acho que vim numa hora ruim...
- Ruim nada, hora ótima! Tira tudo e vem!

Ainda parecendo meio constrangida, ela se despiu por completo, e Meg, enquanto isso, retornara ao boquete, sendo, então ajudado por ela.
Mas aí a Meg bolou algo.

- Vamos bater uma punheta pra ele, com os pés? 

Ela inventava de tudo!
Rindo, as duas começaram. Um pé de cada uma pressionando meu pau. Depois a Meg tirou o pé e colocou os dois da Gisele para fazer o que estavam fazendo e voltou-se com o rosto pro meu pau e lambia.
Já estávamos todos muito excitados.

- Gisele, como eu seria o único presente pra ele, vou dar primeiro, tá?
- Claro!

Então Meg sentou em meu pau e ficou me cavalgando, mas como as duas se entendiam muito bem, Gisele sentou em minhas coxas, atrás da Meg e ficou pegando nos seios dela. Meg virou o rosto e as duas deram um beijo bem gostoso. Gisele saiu de lá e ficou ajoelhada ao nosso lado, mamando na Meg enquanto ela pulava.

Meg pulou bastante, mas antes que gozasse, levantou e deu o lugar para a Gisele. Ela sentou e começou a cavalgar e aí a Meg foi pegar nos seios dela, beijá-la, passar a mão na bundinha.

Depois Meg veio passando um óleo em meu pau e eu entendi o que ela pretendia.
Esperou a Gisele terminar a cavalgada dela e voltou a sentar em meu pau, mas dirigindo-o para seu cuzinho.

E a Gisele também quis, então tive o prazer de comer os dois naquela manhã.
Em seguida, ela deu um tchau, pegou as roupas e saiu.

- Você combinou isso com ela, não foi?
- Juro procê que não. Eu tinha pensado que seríamos só nós dois hoje. Ela chegou sem avisar, eu não combinei nada com ela.
- Não estou acreditando muito não, mas, enfim, foi legal a presença dela. Só que de tarde e de noite, não quero saber de vizinhas nem de vizinhos por aqui!


Ela adorava homens mais velhos!


E ele ganhou-a sem fazer muita força...

(escrito por Kaplan)          

Não é a primeira vez que o tema aparece por aqui. Eu mesmo já fui beneficiado por esse interesse de garotas mais jovens gostarem de homens maduros.
Mas não é nada sobre mim o que vou narrar hoje. É sobre um amigo meu, já cinquentão, o Sidney, por quem uma jovem de 23 anos, Flávia, se apaixonou. E daí surgiu um tórrido encontro. Ele me contou, acho que não esqueci nenhum detalhe. Apreciem!

Ele era músico e tinha em sua casa um quarto enorme cheio de instrumentos. Tocava quase todos, compunha, passava o dia ali se divertindo enquanto trabalhava.
E eis que um dia aparece lá a Flávia, com seus 23 aninhos, linda, querendo saber se ele poderia ensiná-la a tocar algum instrumento.

- Como assim, algum? Não sabe o que quer? De qual instrumento gosta?
- Para ser franca, não sei. Gosto tanto de tantos! Eu estou precisando de uma orientação mesmo. Posso contar com você?
- Olha, eu normalmente não faço isso não. Costumo orientar quem já vem sabendo alguma coisa, nunca tive uma pessoa como você, tão indecisa. Não sei se seria a pessoa mais indicada para te ensinar.
- Por favor...

Ele deu um suspiro. Bem, talvez pudesse descartar a moça rapidamente, alegando que ela não tinha jeito pra nada.

Deixou, portanto, que ela ficasse lá algumas manhãs, ouvindo-o tocar sax, piano, violão, guitarra, tambores... e vários outros instrumentos.
O que ele não percebeu, desde logo, que o interesse dela não era bem os instrumentos musicais do Sidney, mas um “instrumento especial”, aquele que ele carregava entre as pernas. E como ele não dava o menor sinal de interesse quando ela ia com roupas bem provocantes, ela resolveu dar um basta. Falar abertamente o que queria e se ele topasse bem, se não topasse, amém. Sumiria dali, não iria perder tempo.

Num dos dias em que foi lá, ela, ao sentar no banco do piano, deu um gritinho. Ele assustou. 

Tá vendo alguma coisa?
- O que foi?
- Não sei, acho que alguma coisa me espetou, tá doendo... olha pra mim o que é?

E abaixou a calça e a calcinha, mostrando o belo bumbum a ele. Que foi olhar e não viu nada, então ele entendeu tudo. Começou a passar a mão no bumbum e viu que ela ficava toda arrepiada. Levantou e foi para a frente dela.

- Flávia, você está vindo aqui para aprender alguma coisa de música?
- Não, Sidney, o que eu quero mesmo é este instrumento aqui.

E pôs a mão no pau dele, por cima da calça. Encontrou algo mole, mas de bom tamanho.

- Garota, eu tenho o dobro de sua idade. Você devia procurar alguém de uma faixa etária mais nova...
- Só tem gente ruim de cama. E eu já experimentei e gostei muito mais de homens mais velhos. Por isso te quero!

E sem esperar qualquer fala ou reação dele, ela começou a abrir a braguilha e pôs o pau dele pra fora. Pegou nele, o que o levou a endurecer rapidamente. E mandou ver num boquete, que desarmou completamente o Sidney.  

Paus maduros são mais experientes...
Ele se rendeu, não era de ferro.  Tirou a roupa toda e sentou-se num sofá. Ela ajoelhou entre as pernas dele e continuou a chupar aquele pau gostoso.
Ele estava admirado de ver como ela chupava. Era uma expert. O que os rapazes estavam perdendo...

E ela não parava. Teve uma hora que ele entendeu que precisava terminar com aquela chupação, afinal ele também gostava de chupar uma xotinha.
Então fez ela parar, sentou-a no sofá e foi a vez de ele ajoelhar entre as pernas dela e retribuir o boquete com uma bela chupada, que fez a Flávia virar os olhos e gemer profusamente.
E ele também chupou por muito tempo, até que ela, louca para ser penetrada, pediu que ele a comesse.

Simples. Foi só virá-la no sofá e ele meteu na xotinha por trás. 

Ela ouviu músicas quando ele a penetrou.
- Uau... este é o melhor instrumento que você toca, Sidney... que profundidade você alcançou!

Qual homem mais velho não tem seu ego nas alturas quando escuta um elogio desses, murmurado por uma jovem de 23 anos? Sidney estava encantado com aquela trepada que ele estavam fazendo!

E ele ainda a colocou de quatro no chão e continuou metendo. Levantou-a, fez ela encostar na parede e a comeu em pé. Ela nunca tinha sido comida em pé, achou bem interessante!

Quero mais, não pare!
Tão interessante que quando ele ameaçou mudar, ela insistiu em que ele continuasse mais um pouco, afinal, o que ela sentia quando ele dava uma estocada mais firme era algo impossível de se descrever! O que mais aquele homem queria fazer com ela? Já estava ótimo, já tinha gozado, ali, em pé, algo que nunca pensara !

Pois não é que ele inventou algo mais? Quer dizer, não que ele tivesse inventado, mas inventou no sentido de comê-la de outra forma, essa mais conhecida. Sentou-a no sofá e meteu pela frente. E mais uma saraivada de bombadas que levaram Flávia quase ao desmaio. Ela tinha razão, homens maduros eram os melhores!
Socorro! Ele não parava!
Agora deitou-se no sofá e a colocou sentada em seu pau. 

Este homem me mata de tesão!
- Pula, minha jovem... pula!

E ela pulou, ah! Como ela pulou! Seus cabelos esvoaçavam, ela suava, seu corpo tremia todo ao pular desenfreadamente naquele pau gostoso. E nem preciso falar que ela teve um segundo gozo.
O que mais ainda?

Nada mais, vendo-a ter o segundo gozo, ele entendeu ser a hora de encerrar o expediente. Colocou-a deitada no chão, ajoelhou perto dos seios dela e bateu uma bela punheta, até gozar e ver sua porra cair no corpo dela, que ria, ria muito. Que coisa maravilhosa tinha sido aquela!

Ele a levou ao banheiro para ela se lavar. Tinha esperma até nos cabelos dela!
Quando ela retornou à sala, ele já estava vestido.

- Sidney, essa foi a melhor lição que você poderia me ensinar. Posso voltar para repeti-la de vez em quando?
- Pode, claro, mas só de vez em quando mesmo, viu?

Ela sorriu, deu-lhe um beijo e se mandou. Mas voltou, ele me disse que já tinha voltado 4 vezes e sempre prometendo que voltaria mais!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Depois da festa... sexo no motel


Tesão primeiro, trepada depois      

(escrito por Kaplan)

Daquelas coisas gostosas que acontecem, surpreendendo, e se mostrando realmente divinas. Umberto e Andrea. Dois universitários, colegas de sala, já no quarto período, muito amigos. Iam a festas juntos, ao teatro, ao cinema, estudavam juntos. Mas somente amigos. Nada havia acontecido de especial. 

Eles ainda não tinham demonstrando o tesão que sentiam.
Até o dia em ambos foram a uma festa e como estava meio chata, ficaram conversando num canto e bebendo. E os dois sentiram, mas nada comentaram, sentiram algo diferente. Ela entendeu primeiro que era tesão. Ele também veio a pensar a mesma coisa.

Resolveram ir embora da festa. Despediram-se e foram para o carro dele.
Entraram. Em silêncio. Um olhava para o outro e vinha aquele sorrisinho estranho. E Umberto animou-se a ousar.

- Andrea, será que você pode adivinhar o que estou pensando agora?
- Posso, com certeza.
- Então...?
- Você está pensando que gostaria de me levar a um motel.
- Caraca! Como você adivinhou assim, de primeira?
- Porque é exatamente nisso que estou pensando.
- Jura?
- Sim, vamos, please!

Com ela desse jeito... tudo pra dar certo!
Ele não pensou duas vezes em direcionar o carro para a região dos motéis e entraram no primeiro. Ambos tremiam de emoção. Ele tirou a camisa, ela tirou o vestido, ficou só de lingerie. Sentaram-se na cama, sem saber como dariam início. Não que nunca tivessem ido a um motel. Claro que já tinham ido. Mas os dois... nunca tinham pensado nisso e agora estavam ali. 

Ela tomou a iniciativa de beijá-lo. E aí as coisas rolaram como deveriam rolar.
Com a voz rouca, ela pediu para ele tirar a calça. Ele tirou e a cueca foi junto. Ela viu o pau dele, ainda meio mole, meio duro.
Ele tirou o sutiã dela e depois puxou a calcinha. Os dois estavam totalmente nus. Se olhavam, se admiravam.

- Por que nunca pensamos nisso, Umberto?
- Não sei e agora não importa mais. Não precisamos pensar, temos de agir.

E agiu. Deitou-se entre as pernas dela e começou a beijar-lhe os seios, desceu com os beijos até encontrar a xotinha e chupou-a, arrancando suspiros e gemidos.
Ansiosa, ela escapuliu dele e foi fazer um boquete.

- Eu queria te chupar mais, Andrea...

Ela entendeu, virou o corpo e ficou chupando o pau dele, mas sua xotinha agora estava na boca do Umberto. Fizeram um 69 bem legal, bem demorado, primeiro com ela em cima dele, depois com ele em cima dela. E ele chupava e enfiava um dedo, fazia vai e vem e ela chupava o pau e pegava na bunda dele, nas bolas.

Não era a primeira vez que faziam isso, já haviam tido namorados e namoradas, mas havia algo de especial, de diferente, era o amor que os dois tinham um pelo outro.

Papai e mamãe foi a primeira trepada deles. Ele deitou sobre ela, ela ajudou-o a colocar o pau dentro da xotinha e ele começou com o vai e vem que fez Andrea fechar os olhos, com um sorriso nos lábios.
Como ele bombou! E como ela gostou!

- Do que mais você gosta, Andrea?
- Vou te mostrar. Deita aqui. 

É disso que eu gosto mais...
Ele deitou e ela, sorrindo sempre, sentou no pau dele e cavalgou-o.

- Isso é uma delícia! Me dá a sensação de que eu é que estou te comendo e não você a mim...
- Olha só, minha amiga gosta de se sentir poderosa! Mas eu já sabia disso. E sabe qual o jeito que mais gosto?
- É pra adivinhar?
- Consegue? Vou achar que você é uma bruxa, se acertar.
- Essa é mais fácil do que a primeira. Você gosta de comer de cachorrinho, dog style.
- Puta merda, Andrea... tenho de tomar muito cuidado com você!
- Precisa não, bobo. Todos os namorados que eu tive gostavam assim. Essa posição faz vocês se sentirem poderosos, não é? Olha, te confesso que gosto também, mas cá pra nós... você não acha que fico parecendo uma cadelinha no cio, né? Porque se for é muito desrespeitoso.
- Não, eu não penso nisso não. Mas tenho certeza de que quando a humanidade começou, era assim que as pessoas trepavam. Aliás, tem até um filme que mostra isso. É um filme, mas foi baseado em obras de arqueólogos e historiadores. E tem uma coisa que os antigos não faziam.
- O que?
- Isso.
E mamou nos peitinhos da Andrea. 

- Que bom que você não é um homem antigo, é moderno!

Ela deu pra ele de cachorrinho, depois que ele parou de mamar.

- E você, Umberto, é capaz de adivinhar como eu gosto de terminar a trepada?
- Gozando, é claro!
- Sim, mas e depois?
- Anal?
- Não, não curto muito.
- Tomando um leitinho para ficar bem forte e saudável?

Ela deu uma gargalhada.

- Adivinhou... manda ver!

Ele bateu uma boa punheta até gozar e ela poder tomar o fortificante.

Isso aconteceu há cinco anos atrás e hoje eles estão casados e voltam sempre àquele motel em que estiveram a primeira vez. Sempre no mesmo dia, faça chuva ou faça sol, melhor, com lua ou sem lua!


A visita das duas patricinhas ao tio


Elas ainda iam matar aquele tio...   

(colaboração de Julia)

E nossa amiga Julia nos manda mais uma bela colaboração. Uma visita que ela e a irmã fizeram ao tio, o famoso tio que as seduzira  e elas nunca mais o largaram!

Meu querido, não consigo resistir. Tenho de te contar o que aconteceu esta semana. Adoro te contar, porque sei que você vai publicar no seu blog e eu vou ler e vou ficar excitada. Que é o que você quer que todas as leitoras fiquem, né, safadinho lindo?

Pois então, o tio convidou a Lilian e a mim para irmos a um casamento. Era um amigo dele, que nós não conhecíamos, mas como desconfiamos que o convite tinha segundas ou terceiras intenções, nos produzimos e fomos.

De fato, havia outras intenções, porque o casamento se esgotou na cerimônia da igreja. Não ia ter recepção.

Casamento chato... vamos pro apartamento!
Vai daí, ele nos convidou a visitá-lo, em seu apartamento. Nós duas rimos muito. Ele nem disfarçava o que pretendia. Mas como a gente adora trepar com ele, fomos “visitá-lo”. 

E já fomos diretamente para o quarto. Ele elogiou muito os nossos vestidos. Nós duas sentamos e a Lilian segredou em meu ouvido, que deveríamos mostrar o resto de nossas vestimentas. Eu ri, porque sabia o que era aquilo. Então ajoelhamos na cama e levantamos nossos vestidos. E o que ele viu? Duas bundas e duas pererecas livres de qualquer pano. Nós fomos ao casamento sem calcinha, entende? 

Somos loucas! Pode falar que somos, porque somos sim.
Quando ele viu, endoidou!

Chegou perto da gente e começou a alisar nossas bundas, beijar, dar uns tapinhas e depois mandou a língua na minha perereca, chupou e enfiou dois dedos. A noite prometia!

Passou para a Lilian e fez a mesma coisa. E aí a gente fez aquilo que deixa ele doido, aliás, quando fizemos perto de você, você também ficou maravilhado, lembra? Ficamos nos beijando, nos lambendo e ele  continuava chupando a Lilian, alucinado com o que via. 

Só nos lamber? Não! Mostra o pau!
Parei tudo.

- Pera aí tio, nós queremos ver o dito cujo... vai
 ficar aí de terno? Não... tira isso!

Ele riu e começou a tirar o paletó, a gravata, a camisa e nós duas tratamos de tirar a calça dele e começamos a chupar o dito cujo. Cada hora era uma que engolia tudo e a outra ficava nas bolas e apertando a bunda dele.
Aí eu falei:

- Lilian, da última vez ele te comeu primeiro, então hoje é minha vez.
- Fique à vontade, irmã.

Deitei na cama e ele veio enfiando a pica na minha xotinha. E a Lílian, muito da sem vergonha, foi para perto da minha cabeça e colocou a perereca dela em minha boca. Eu gosto muito de chupá-la e ela também curte minhas chupadas.
Levando bombadas e chupando a perereca dela, eu não demorei muito a gozar. 

Dando e chupando. Quer coisa melhor?
Aí foi a vez de Lilian ser comida. Só ficou de quatro na cama e ele já veio enfiando e bombando. E eu aproveitei a posição dela para me deitar com meu rosto embaixo dos peitinhos dela e fiquei mamando enquanto ela levava as bordoadas do tio.

Depois eu sentei com minhas pernas abertas, na frente dela e ela voltou a me chupar. A língua dela repetia o ritmo das bombadas dele. Muito gostoso!
Como ela aprecia o cachorrinho, como você sabe, e ele também sabe, só ficou nisso, por quase vinte minutos, até ela gozar.

E eu, já recuperada e vendo que ele continuava durão, sentei e fui cavalgar. E a Lilian levou a perereca para ser chupada por ele e ele continuava me segurando para pular bem à vontade. Acredita que eu gozei de novo? Pois gozei.

E passamos a noite com ele, dormimos os três na mesma cama, todo mundo pelado e brincando sem parar, até que o sono começou a chegar.

Como o domingo já começara, não tivemos pressa em voltar pra casa... mas vou te contar em outra ocasião, porque foram muitas trepadas e tenho certeza de que seu pau já deve estar estourando!

Beijão nele e em você também.
Julia e Lilian