sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Fotografar a viúva foi o primeiro passo para come-la

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O fim justifica os meios? Parece...

(escrito por Kaplan)

Então... a história é meio estranha. Um amigo meu, fotógrafo como eu, era vidrado na Diva, que morava no mesmo prédio que ele. Coroa bonita, seios fartos, do jeito que ele gostava. 

Que seios... mas é casada e fiel... que pena!
Só tinha um porém... era casada e fiel. Extremamente fiel. Resistiu a todas as cantadas que Fausto (este o nome do meu amigo) lhe dava.

E aí aconteceu o lance mais triste da história, o marido dela morreu em um acidente de carro. Novo ainda, às vésperas do 56º aniversário. Era dez anos mais velho que a esposa.

E ela começou a sentir que Fausto iria, mais cedo ou mais tarde, se insinuar pra ela. Gostava dele, eram amigos, ria muito das cantadas que ele lhe dera, e sempre recusara polidamente. Só que agora, o motivo da recusa que ela sempre fizera não existia mais. Estava viúva.

Ficou muito abatida logo após a viuvez. Com toda razão, convenhamos. O único filho que tivera já era casado, não residia mais na mesma cidade. Mantinha sempre contato, mas... era só isso.

E o Fausto, um dia, encontrou-se com ela no elevador e como estavam só os dois, ele comentou que estava observando que ela precisava de dar um “plus” na vida. Não podia se deixar abater do jeito que estava demonstrando.

- Mas Fausto, é terrível perder o marido do jeito que perdi...
- Eu sei, Diva, imagino que sua dor é muito grande. Mas... seu marido se foi. E você continua aqui, e precisa de recuperar sua energia, voltar a ser a Diva que todos nós aqui do prédio conhecemos, sempre dinâmica, sempre à frente das festas...
- Eu acho que algum dia eu estarei de novo em forma.
- Diva, já se passaram seis meses... está demorando! Olha, vou te dar um presente para levantar seu astral.
- Mesmo? E que presente é esse?
- Vou te dar um álbum de fotos. Vamos fazê-las no seu apartamento mesmo. Vamos lá, vou te ajudar a selecionar as roupas para usar, quero te ver bonita como sempre você foi.
- Ah, Fausto... deixa isso pra lá...
- Não, não deixo não... por favor, não recuse, vai ser bom pra você!
- Bem, prometo que vou pensar. Te falo depois.
- Depois quando? Quero uma data certa, e não pode demorar cinco anos pra me dar essa resposta!
- Credo... está bem, me dê este fim de semana que eu pensarei, prometo que vou pensar com carinho na sua proposta.

Despediram-se quando o elevador parou no andar dela. Ela saiu, ele continuou, e começou ali mesmo a torcida para ela concordar com as fotos.

E deu sorte, ela concordou com ele. Então ele a visitou, viu os locais da sala do apartamento que seriam mais interessantes para fazer as fotos, ajudou-a a escolher as roupas que usaria.  E no dia que combinaram, ele apareceu lá, levando os equipamentos para fotografá-la. 

Sem sutiã a foto fica muito mais bonita!
 Escolheu a primeira roupa, um vestido com um decote acentuado. Como o sutiã ficou aparecendo, ele sugeriu que ela o tirasse. A princípio ela não queria, mas acabou se rendendo à opinião dele. Foi ao quarto, tirou o sutiã e voltou à sala. Fausto adorou, dava para ver um bom lance dos seios dela.

Bateu várias fotos, com aquele vestido, depois pediu que ela usasse outro, e assim ficaram quase uma hora fotografando.

- Vamos dar uma parada pra você descansar.
- Boa ideia... quer beber alguma coisa? Suco, refrigerante, cerveja...
- Você divide uma cerveja comigo?
- Divido, você sabe que nunca recusei uma cerveja...
- Beleza, quer que ajude?
- Não, pode deixar, trago já, já.

Fausto observou que ela começara muito nervosa, mas já estava mais relaxada ao tirar as fotos. Imaginou que com a cerveja ela ficar mais relaxada ainda, e foi o que aconteceu. A nova série de fotos foi feita no meio de risadas, piadas... ao ponto de, em dado momento, ele pedir que ela usasse um robe e ela tirou o vestido que estava usando e colocou o robe... ali na sala mesmo. Tudo bem que foi de costas para o Fausto, mas ele a viu de lingerie e admirou a bela bunda que ela tinha. Resolveu arriscar mais.

Ela ia amarrar um cinto no robe, ele pediu que ela deixasse solto. 

Safado... quer ver meus peitos? vou mostrar!
- Não amarre, vamos fazer umas fotos mais sensuais... até agora fizemos fotos muito sérias!

Ela deu um sorriso. Estava começando a entender o que Fausto pretendia. E deu corda, afinal, já estava há seis meses sem marido... e sem sexo... e ela gostava muito!

Então notou como ele ficou entusiasmado com o lance de seios que viu.

Pensou: “acho que vou  querer... o Fausto é gente boa, sempre me cantou... acho que vai ser bom...”

Então, quando ele perguntou se ela toparia fazer uma foto de topless, ela se fingiu de envergonhada, mas acabou concordando em tirar uma foto com uma camisola um pouco transparente.

Foi ao quarto e a colocou e voltou à sala. Fausto admirou-a. Ficou pensando que, se ela usasse aquela camisola o marido deveria come-la todinha... ele comeria, se fosse com ele! Muito sexy, e ela ainda colaborou, dando uma inclinada no corpo... 

Nossa. que maravilha... meu pau vai endurecer...
E o sorriso dela foi instigante...
Ela entendeu que não precisavam mais de foto alguma.

- Fausto, guarda a máquina, já chega de fotos... eu estou percebendo que você está louco para me ver nua, não está?
- Sim, estou sim...
- Vou te satisfazer, desde que você concorde em me satisfazer depois...
- Sempre quis isso, não é, Diva?
- Eu sei e sempre neguei, mas hoje já não preciso negar mais..

Então ela tirou a camisola e se mostrou inteiramente nua para ele. Ele ficou embasbacado... ela era muito gostosa mesmo. Seu pau já estava indócil, mexendo-se, e ela notou.

- Liberte-o! Também gosto de ver...

Ele tirou a roupa e ela olhou fixamente para o pau dele. Já sabiam que tudo ia acontecer.
Ela caminhou até onde ele estava, pegou no pau dele e o chupou... ah... matou a saudade, tinha muito tempo que ela não sabia o que era colocar um pau na boca... 

Que delicia... há quanto tempo não sinto este prazer!

E chupou tanto que levou o Fausto ao gozo, que ela recebeu sorrindo, vendo a porra cair em seu rosto, em seus seios.

Ele ficou desapontado. Aquilo não poderia ter acontecido, mas ela o tranquilizou.

- Fausto, não tem problema, eu adorei, tinha tanto tempo que não fazia isso que fiquei muito alegre de ver que não perdi a forma... adorei sua porra caindo em cima de mim. Daqui a pouco você vai estar em condições de me dar mais prazer ainda... tem algum compromisso?

- Se tivesse, ia pegar o telefone e desmarcar. Não saio daqui hoje sem te proporcionar um gozo tão intenso quanto o que você me proporcionou!

Ela sorriu. Sabia que aquele dia seria o primeiro do resto das trepadas que daria com ele!

Meg gostou de receber o vizinho de lingerie, na cozinha

Imagina se não iria gostar!

(escrito por Kaplan)

É verdade. Tercio foi um vizinho que tivemos num dos muitos apartamentos em que moramos. E, apesar de casado com uma bela loura, assim que encontrou uma morena – Meg – encantou-se e começou a paquerá-la. 

E ela não colocou qualquer obstáculo às investidas dele. Pelo contrário, tinha achado o Tercio uma pessoa muito interessante e ficou feliz com as investidas. Só teve o cuidado de conversar muito com ele antes que qualquer coisa acontecesse, pois tinha ficado amiga da esposa dele e não queria complicações.

E assim que tudo foi resolvido, ela concordou em recebê-lo em nosso apartamento. E sabendo que ele teria pouco tempo. Sim, pouco tempo para fazerem as safadezas. 

Ele trabalhava em um banco e tinha de estar lá às 9 horas. Por sorte o banco não era longe, dava para ele ir a pé, coisa de umas três quadras apenas. A esposa era professora e saía mais cedo, pois as aulas no colégio começavam às 7.

Portanto, o horário de que ele dispunha era esse: das 6:30, quando a esposa saía, às 8:30, quando ele tinha de sair.

O problema é que eu saía de casa às 8... então sobravam apenas 30 minutos. Muito pouco...

Como ela era cara de pau, o dia que resolveu transar com ele, me pediu para sair às 7:30, para eles terem pelo menos uma hora...

Já sabendo que era inevitável, atendi ao pedido dela e saí às 7:30. Deu para ver que ele estava grudado na porta do apartamento, me vendo pelo olho mágico. E tão logo entrei no elevador, ouvi a porta do apartamento ser aberta e fechada rapidamente. E passos me indicaram que ele já estava correndo para nosso apartamento. Meg tinha combinado com ele que deixaria a porta da cozinha destrancada e deveria estar lá esperando-o. 


Está gostando?
O que ele não imaginava é que ela estaria só de lingerie... e ele babou quando a viu.

- Gostou dos meus trajes?
- Amei! Que lingerie linda... e o recheio dela é divino!
- Pois, então, aprecie melhor!

E sem ela, fica melhor?
E fingindo uma dança sem música, ela se exibiu para ele, tirando logo o sutiã. Viu que ele segurava o pau, que já devia estar bem duro. 

Continuando o show, ela ficou de costas pra ele, apoiando-se na bancada e foi retirando a calcinha, bem lentamente, deixou-a parada no meio das pernas, balançou o bumbum... e quando olhou pra trás, viu que ele já tinha tirado a roupa toda e exibia, orgulhoso, um pau de 19cm, duro como pedra.

Ela desvencilhou-se da calcinha, andou rápido até onde ele estava, pegou no pau, ajoelhou-se e colocou-o na boca, fazendo um belo boquete, porém mais breve do que o normal que ela fazia. Tinha consciência do pouco tempo que teriam. 

Levantou-se, apoiou-se de novo na bancada da pia, arrebitou o bumbum. Convite estava feito e ele tratou de aproveitar, chegando junto, abrindo as pernas dela e metendo firme na xotinha. E tome bombadas! 

Nossa... que pegada este homem tem... minha bunda agradece!

Estava muito bom, mas ela queria o de sempre, então fez ele sentar numa cadeira e sentou-se por cima, e começou a cavalgá-lo, bem de frente, e sentindo a firmeza das mãos dele em sua bunda...

Não demorou para gozar e ele, vendo que ela conseguia, deixou de segurar e soltou-se, gozando dentro dela.

- Tercio... que legal que foi...
- Também achei... pena que só tenho mais 5 minutos pra ficar aqui, preciso ir em casa e vestir o terno para ir pro banco.
- Um dia nós teremos mais tempo, acredite. Mas enquanto esse dia não chega, podíamos combinar de você voltar aqui de vez em quando para essas trepadinhas mais básicas, que tal?
- É só você combinar com seu marido...
- De vez em quando ele viaja a trabalho... aí teremos mais tempo e saberemos aproveitar. 

Durante quase um ano, pelo menos uma vez por semana o Tercio apareceu por lá... ela gostava muito e lamentou quando ele se mudou para outro bairro...


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A arrumadeira do hotel gostava de transar com os hóspedes



Surpresas de viagens. Muito boas!

(escrito por Kaplan)

Emiliano era o tipo de pessoa que podemos considerar um sortudo. Representante comercial, viajava muito e sempre que retornava, ao nos encontrar no clube, tinha alguma história interessante para nos contar. 
Vale dizer, alguma transa sensacional!

Sábado passado, quando ele chegou, pela cara de alegria, já sacamos que iríamos ficar sabendo de mais uma proeza, e foi o que ele nos contou.

- Gente, comigo acontecem coisas que se me contassem, eu não acreditaria. Mas como aconteceu comigo, eu tenho de acreditar! 

Gosto muito do hotel.. e das camareiras também! (foto: Kaplan)

Imaginem que eu estive, semana passada, mais uma vez em São Paulo. Sempre são viagens a negócios, vocês sabem, e lá eu sempre fico no mesmo hotel, já sou conhecido do pessoal da recepção, do rapaz que leva a mala pro quarto (e sempre espera e ganha uma gorjeta), do pessoal do restaurante e até das arrumadeiras de quarto.

Sempre trato muito bem a todos e recebo sempre muita atenção de todos. Isso é muito legal.

Pois bem, na quarta-feira, quando eu estava saindo, vi a arrumadeira chegando perto do meu quarto. Perguntei se ela queria que eu deixasse a porta aberta para ela entrar, ela disse que não precisava, e que, inclusive, iria arrumar um quarto vizinho, cujo hóspede acabara de sair.

Ela se chama Liziane, é uma moça simpática, sempre a vi por lá e também sempre deixava uma gorjeta. Ela até já sabia meu nome!

E naquele dia ela me perguntou se eu iria demorar, eu disse que não, estaria de volta na hora do almoço. Fiquei curioso pela pergunta dela e ela explicou que estava sozinha e que dava preferência a quem fosse chegar mais cedo. Alguns hóspedes que só voltariam à noite, ela ia deixar para a parte da tarde a arrumação.

Tudo bem, saí, fui resolver meus negócios e, como havia calculado, por volta de 11 horas retornei ao hotel e me dirigi ao meu quarto para guardar minha pasta e me preparar para o almoço, no hotel mesmo. 

Ela ficou nua...
E aí, a surpresa! A Liziane estava dentro do meu quarto, com os cabelos soltos e um sorriso nos lábios. Assim que entrei, ela fechou a porta e me encarou. 

Poxa... eu conhecia aquele tipo de olhar... e aí vi que ela abriu o avental e se mostrou totalmente nua pra mim. Debaixo do avental não tinha nada, nem calcinha, nem sutiã. Só o corpo dela e era um belo corpo. Seios bonitos, xotinha depilada... e ela sentou na cama e ficou me esperando, com as pernas abertas. 

... então tenho de ficar também!
A princípio eu fiquei cabreiro. Mas logo percebi que ela não estava para brincadeiras... me chamou com o dedo, eu me aproximei e ela começou a tirar a minha calça, camisa, me deixou peladão também. Meu pau ainda estava meia bomba, pois, apesar de estar excitado com ela nua na minha frente, eu ainda estava em dúvida se devia ou não aceitar a sedução dela...

Mas quando ela colocou a boca no meu pau e começou a me fazer um boquete, esqueci de tudo e me entreguei. Meu pau endureceu dentro da boca da Liziane, que olhou satisfeita e pulou na cama, ficando de costas. Subi na cama e fiquei por cima dela, enfiei o pau e toma vai e vem, vai e vem...

Ela gemia baixinho, sabia controlar o volume para que ninguém que passasse pelo corredor viesse a saber do que acontecia dentro do quarto. 

Mete muito... como se fosse a sua última trepada!
Virei-a e coloquei-a de quatro e tornei a meter e meter bastante e logo ela desmontou em cima da cama. Tinha gozado e a expressão do rosto dela era linda, nem conseguia falar direito.

Assim que sua respiração voltou ao normal, ela tornou a pegar meu pau e colocar na boca e ficou me chupando até que eu também gozasse. Engoliu tudo. 

Depois ela se levantou, vestiu o avental e me falou que tinha sido demitida, era o último dia de trabalho dela, e como ela não gostava do emprego, queria comemorar e aquela trepada foi a comemoração que ela quis.

Uma pena, nunca mais vou encontrá-la quando me hospedar lá!