sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Semana temática 1 - Aventuras da Meg parte 10

E então, amigos e amigas? Gostaram da novidade? Uma semana inteira com contos tendo um tema só. Pois agora, comentem se gostaram ou não, e sugiram novos temas. Por enquanto só surgiu um tema sugerido, e em breve publicaremos a Semana temática 2. Aguardem!



Vocês vieram me fotografar ou me comer?

(escrito por Kaplan)

Logo depois que apresentei Meg ao Arnaldo, que tinha sido meu professor de fotografia, ele ficou doido para fotografá-la, o que aconteceu, inclusive, comigo dentro do Studio com os dois. Mas dali a coisa evoluiu sexualmente falando e eles começaram a transar e algumas vezes eu participava também.

Mas Meg era excelente modelo e Arnaldo gostava muito de fotografá-la. Claro que a cada sessão de fotos se seguia uma sessão de sexo...

E às vezes eu ia também. Vou narrar uma dessas vezes.

E, curiosamente, foi a vez em que ela quis que nós a fotografássemos. Os dois. Será que queria comparar? Nunca soubemos, mas o fato é que ela quis isso e aí nós atendemos a seu pedido. Foi no Studio dele. 


Olha o lance... (foto: Kaplan)

Maravilhosa... (foto: Kaplan)






E começamos. A princípio ela usou pequenas peças de vestuário, mas logo desnudou-se completamente e aí ficou fazendo poses e mais poses, que mexeram com os fotógrafos e não deu outra: avançamos na direção dela e fizemos um belo ménage ali mesmo. Foram mais de quarenta minutos que ela aguentou nossas picas... a gente revezava, um comia e o outro era chupado, e ela se deliciou.

Quando terminamos, foi aí que ela perguntou se nós tínhamos ido lá para fotografá-la ou para comê-la.
 

E nós dois respondemos a mesma coisa. Fotografar e comê-la.
Então, voltamos às fotos. 

 Ela colocou uma blusa transparente e pediu que déssemos closes nos seios dela, depois tirou a blusa e continuamos focados nos seios.

Transparente.... (foto: Kaplan)
Vou mamar.... (foto: Kaplan)














Depois, closes na bunda...
Fabulosa... 102 cm...

 
Depois, closes na xotinha...
Molhadinha... vou lamber...

 
Depois... tivemos de comê-la de novo...


 
Ela adora duas picas...

E ai foi uma DP e, como sempre acontecia nessas ocasiões, o Arnaldo fazia questão de meter no cuzinho...

Foi uma bela sessão aquela. Até que podíamos programar mais algumas...

Semana temática 1 - Aventuras da Meg parte 9



Meg e o amante poeta

(escrito por Kaplan)

E teve uma vez que um poeta se apaixonou pela Meg. E desandou a enviar trovas para ela, gastou um dinheirão colocando cartas no correio, todas endereçadas a ela, e em todas algumas trovas, as vezes poesias inteiras... e aquilo foi amolecendo a nossa Meg...
E o mais interessante é que ela não sabia quem era ele. As cartas vinham com um endereço falso e apenas as iniciais, ou pelo menos supúnhamos que eram as iniciais dele. Chegamos até a pensar que não fosse ele, mas ela... tal a sensibilidade que se podia verificar nos poemas. 

Nossa... esse cara me ama de verdade!
Ela guardava todas e só se desfez de todas depois que o caso acabou, ele sumiu e ela, com raiva do sumiço dele, queimou tudo. Se não tivesse feito isso, eu poderia hoje colocar algumas trovas que ele enviou.

Mas o fato é que as cartas chegavam, quase todo dia, e em pouco tempo ela tinha uma pilha enorme, e sem saber quem poderia ser. Sondou com todos os nossos conhecidos e conhecidas e nada...

Até o dia em que ele se revelou. Foi num dia em que eu estava viajando, o que demonstra que ele seguia nossos passos. Quando eu voltei, encontrei Meg numa felicidade plena, ela me abraçou, beijou muito.

- Uau... ficou com tanta saudade assim de mim? Nunca me recebeu de forma tão esfuziante!
- Não fique triste, mas ainda estou comemorando...
- O que há pra comemorar?
- Descobri quem é o poeta que me manda essas cartas lindas!
- É mesmo? E quem é? Eu conheço?
- Não vai acreditar! Nós conhecemos o poeta há muito tempo!
- Fiquei curioso... anda, conta quem é...
- Terceiro andar!
- Como assim? O Gean?
- Ele mesmo... estava aqui do nosso lado o tempo inteiro.
- E como você descobriu?
- Ante ontem, assim que você saiu para viajar, eu estava aqui, ainda de camisola, quando bateram na porta. Olhei pelo olho mágico, vi que era ele, pensei em colocar um roupão, mas achei que era bobagem e abri a porta. 

Camisola transparente seduz qualquer um...
- Se bem me recordo, sua camisola era um tanto ou quanto...digamos... transparente...
- Sim, era e eu não estava de sutiã nem de calcinha porque você me comeu de noite, esqueceu? Mas abri assim mesmo, ele arregalou os olhos e me entregou um papel dizendo que a visão que ele teve ia merecer outro poema.
- Aí quem arregalou os  olhos foi você!
- Adivinhou! Ah... como a minha angústia acabou! Saber que era ele, de quem a gente gosta muito, foi demais. Fiz ele entrar, abracei-o, fiz questão de encostar meus seios nele, mandei ele sentar e fui lá dentro pegar as milhares de cartas que ele tinha me enviado. E estava tão feliz e com tanta vontade de agradecer que tirei a camisola e vim pra sala com as cartas e sem roupa nenhuma. Ele ficou louco, acho que não prestou atenção em nada do que eu falava. 

Você me poetou tanto... agora quero você!
E aí falei que eu já tinha preparado um agradecimento para quando eu descobrisse quem era o autor daquelas poesias lindas. Sentei no colo dele e falei que ele já tinha escrito tanto sobre meu corpo, meus seios, minha bunda... que o agradecimento seria deixar ele provar tudo aquilo. 

Levei o Gean pra nossa cama, tirei a roupa dele e chupei, cavalguei, trepamos demais! Ele só saiu daqui na hora do almoço, já tinha dado pra ele umas quatro vezes.

E o obriguei a voltar e quando ele voltou, repassei todas as poesias e trovas com ele, perguntando de onde ele tinha tirado a inspiração para escrever tudo aquilo. E trepamos de novo, mais algumas vezes, não sei ao certo quantas. Ele só foi embora à noite, apesar de eu querer que ele dormisse aqui, mas ele falou que não poderia, pois a mãe dele, que mora com ele, não iria gostar de saber que o filho dormia com uma mulher casada...

- E ontem... ele voltou...
- Mas é claro... e vai voltar sempre, tá? Ele trepa tão gostoso quanto escreve. E eu quero aproveitar bem, porque ele me disse que ele e a mãe estão de mudança para outro bairro.

E assim, fiquei sabendo do poeta poetando quase todo dia lá em casa. Eles demoraram ainda uns 20 dias para se mudarem. E o infeliz não deixou endereço e nunca mais Meg o viu. Por isso ficou furiosa e queimou tudo.

- Não quero guardar essas lembranças dele. Só reter na memória as trepadas boas que demos!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Semana temática 1 - Aventuras da Meg parte 8



Meg e Lucia visitam Rejane

 (escrito por Kaplan)

Como já faz tempo em que narrei a visita das duas à amiga, preciso recordar que elas foram colegas de faculdade e de farras imensas, muitas das quais narradas aqui. Mas depois Rejane se casou com um empresário e mudou-se para o litoral do Nordeste, indo morar num condomínio e vendo o marido ficar ausente o dia inteiro, pois ele saía bem cedo e só voltava ao anoitecer.

Quase enlouqueceu nos primeiros tempos, e teve a felicidade de conhecer alguns homens que moravam no mesmo condomínio e que a beneficiaram com muitas horas de sexo. Era o que garantia a ela permanecer ali.

E de vez em quando Meg e Lúcia iam fazer uma visita a ela. E essas visitas eram tudo de bom para Rejane. Também já contei aqui algumas dessas visitas.

E hoje vou narrar, tal como Meg me detalhou quando voltou, outra visita que as duas fizeram à amiga, e foram dias em que elas se amaram muito.

Como sempre, as duas tinham de dormir num quarto e esperar a saída do marido para poderem brincar com a amiga. E não foi diferente. Quando elas viram que Rejane descia as escadas para ir com o marido até o carro, abriram uma garrafa de vinho e ficaram bebendo, no alto da escada. E já tinham enchido a taça da Rejane que logo veio a estar com elas.
Brindaram, beberam um gole e se beijaram.

- Vamos entrar, algum vizinho pode nos ver...

Ai, amigas... nem comecem... eu morro de tesão com vocês!

Entraram e já foram arrancando as roupas. Todas as três nuas, Rejane sentou-se no sofá, Meg ajoelhou ao lado dela e começou a beijá-la e a massagear sua xotinha, e Lúcia sentou-se no chão e ficou lambendo a bundinha da Meg, a xotinha...
Estava um ménage de três garotas... lindas, e gemendo de tesão e prazer por aquele reencontro.

Mas  importante era o prazer da Rejane e assim as duas mudaram de posição. Meg sentou-se, Rejane deitou com a xotinha bem perto dos seios da Meg e Lúcia ficou ao lado, oferecendo sua xotinha para a língua da Rejane. E Meg e Lúcia enfiando seus dedos na xotinha da Rejane...

Que trio era aquele! Elas se amavam muito, e as duas nunca esqueceram que fora Meg que as ensinara a ter prazer com mulheres.

E logo Meg estava lambendo a xotinha da Rejane, que continuava a chupar a xotinha da Lúcia... e aquele frenesi que tomou conta delas só se extinguiu quando as três tiveram um orgasmo que era diferente daqueles que elas tinham com seus homens. 

Vocês são deliciosas demais... sinto falta o tempo todo!

Aí puseram seus assuntos em dia, sempre com a taça de vinho nas mãos. E sempre nuas, e sempre com as mãos deslizando pelos corpos uma da outra.

Fizeram a maior zorra na cozinha, preparando uma macarronada e aproveitando o molho para se lambuzarem e se lamberem sem parar.

As duas ficaram mais dois dias com Rejane, e fazendo as maiores farras enquanto seu lobo trabalhava longe dali.