segunda-feira, 31 de março de 2014

Ela estava chorosa porque o namorado a traiu, aí o amigo apareceu

Das mil e uma maneiras de sair de um namorado traidor...





(escrito por Kaplan)

Começamos nossa história vendo Beatriz, uma linda universitária, sentada  à beira de uma lagoa. A lagoa fazia parte de uma fazenda, que ela e vários colegas estavam visitando naquele sábado. Era mais uma das intermináveis festinhas que se organizavam para angariar dinheiro para a formatura, que seria dali a dois longos anos. 

Mas Beatriz se afastara do grupo, andara “por aí” e acabara descobrindo aquele banco. Ficou mirando a lagoa e seus pensamentos voavam longe. E lágrimas desceram de seus olhos. 

Ela estava triste porque na terça-feira seu namorado a traíra e ela descobriu, porque viu o carro dele na rua, achou estranho, e viu quando ele saiu de um prédio acompanhado de uma morena. Seguiu o carro e viu que ele entrara num motel.

Nunca imaginara que isso aconteceria. Sempre fora fiel, fiel até demais, porque, bonita como era, recebia cantadas e mais cantadas. E resistira a todas, algumas até com dificuldade, porque encarava a fidelidade como algo essencial numa relação.

Era essa a razão de sua tristeza naquele sábado. Enquanto os colegas se divertiam, bebendo, nadando, brincando, ela preferiu se isolar. Nem deveria ter ido, mas eles insistiram tanto!

O que ela não sabia é que um dos colegas, Cláudio, estava preocupado. Não a via há muito tempo, indagou dos colegas, ninguém a tinha visto. Então ele saiu à procura dela. E demorou a encontrá-la. Chegou perto e perguntou o que ela estava fazendo ali. 

- Ah, Cláudio, não estou no clima de festa... preferi vir aqui e ficar pensando na vida.
- Na vida ou no sem-vergonha do seu namorado que te traiu daquele jeito?
- Como você sabe disso?
- Um passarinho me contou, não importa quem, mas estou sabendo de tudo. E não chore, Beatriz, eu aprendi há mais tempo que só devemos chorar por alguém que mereça nossas lágrimas. Ele não as merece! Então não chore!

Ela o abraçou, comovida.

- Você tem outros caras que gostam de você, abra-se! Você sempre foi tão fechada!
- Quem gosta de mim assim, Cláudio?
- Eu, por exemplo!
- Você? E por que nunca me disse isso?
- Eu não queria estragar sua felicidade. Você era uma pessoa que curtia tanto seu namorado que fiquei com receio de te falar alguma coisa e te perturbar, talvez até te perder como amiga... mas agora posso falar: amo você, Beatriz!

E ao falar, já que continuavam abraçados, ele a beijou. A primeira reação dela foi evitar o beijo, mas não conseguiu. Alguma coisa inexplicável passou pela cabeça dela como um raio: Você não tem namorado mais! Aproveita que tem um cara legal te abraçando e beijando!

Foi ele quem falou isso? Ou um diabinho dentro da sua cabeça? Não importava, ela retribuiu o beijo e os beijos rolaram, cada vez mais intensos e ela sentiu que a mão do Cláudio apertava sua bunda, depois subia e segurava seu seio direito, por cima da camiseta que ela usava.
Que loucura! Estava seduzida! Seja o que Deus quiser! 

Não se opôs quando ele levantou sua camiseta e expôs os seios dela, que foram beijados e sugados com intensidade. Também não se incomodou quando viu ele descendo o shortinho e a calcinha dela, tirado a própria camisa e forrado o chão com aquelas peças de roupa, para ela sentar e ele se ajoelhar à sua frente e lamber sua bucetinha.

Era a primeira vez que um outro homem a tocava. E a sensação era ótima, misto de prazer e de vingança pelo que o namorado tinha feito. Estava decidida, ia fazer sexo com o Cláudio e queria um sexo bem gostoso. Ela tinha esse direito!

- Cláudio, me faça gozar muito! Por favor!
- Como você gosta de transar?
- Nunca de um jeito só! 

Eles sorriram. Ele a fez ficar de quatro e começou comendo-a por trás, ao que ela respondeu com gemidos e mais gemidos. Colocou-a deitada de lado e comeu-a assim e concluiu com ela cavalgando-o. Foi quando ela gozou.

Ele se admirou da beleza do rosto dela quando ela conseguiu seu orgasmo. Os longos cabelos dela estavam desalinhados, os corpos dos dois estavam suados. E logo ele masturbou-se à frente dela para gozar em seu rosto.

Depois que se vestiram, retornaram para onde o grupo estava. No caminho, Beatriz veio pensando: “como eu ainda não terminei o namoro, isso que fiz foi uma traição... acabo de descobrir que trair é muito gostoso... será???)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Bons frutos de uma exposição – no alto de um morro, com o mundo lá embaixo

Esta exposição deu o que falar... e o que Meg deu depois... nem é bom falar!




(escrito por Kaplan)

Já faz tempo que postamos alguns relatos de aventuras que Meg teve depois de uma exposição de fotos que fiz e na qual duas fotos dela, bem sensuais, chamaram a atenção de um punhado de personalidades, a começar do gerente do banco onde a exposição foi feita.
Nós aproveitamos que a maioria das cantadas os caras sugeriam que se pudesse fazer fotos em suas casas, sítios, fazendas, lanchas, casas de campo, casas de praia... ganhamos centenas de cenários espetaculares e fizemos fotos a granel.

Tínhamos um acordo. Enquanto eu fotografava, ela conversava com o sujeito. Se o papo fosse legal, se ela ficasse seduzida, ela ia tirando a roupa. Se ela mostrasse os seios significava que tinha começado a se interessar, se tirasse a calcinha, estava a fim e eu deveria terminar o serviço logo e desaparecer. Sempre eu pedia para ir ao banheiro e me demorava para que o sujeito pudesse dar a cantada final, que era convidá-la a ficar, depois ele a levaria embora. Assim, quando eu saía do banheiro, ela me dizia que ficaria mais um pouco, já que o senhor X fora gentil em convidá-la para um lanche ou coisa parecida. Então eu me despedia e ia embora. 

Teve um empresário que viu a exposição, pegou o telefone dela com a moça que ficava tomando conta das fotos, ligou e perguntou se ela queria posar na casa de campo dele, que ficava num desses condomínios que são muito comuns por aqui. Ela aceitou e fomos. A casa era maravilhosa, e ainda por cima ficava no alto de um morro, de modo que se tinha uma visão deslumbrante das montanhas e das casas mais abaixo e ninguém via nada que acontecia na casa dele. 

Ele nos recebeu muito bem, era uma pessoa educada, e prá variar, estava sozinho em casa, a esposa havia – providencialmente – viajado. Nos mostrou a casa, para escolhermos os locais adequados e preferimos fora da casa, uma piscina num andar e num andar superior um deck com poltronas de plástico para que as pessoas pudessem sentar ou deitar mesmo estando molhadas.

Meg levara alguns biquínis, pois ele dera a dica da piscina. Alguns biquínis eram maiores, muito bem comportados e outros eram de fazer arrepiar qualquer cristão. Dependendo do tamanho do biquíni eu já sabia se havia ocorrido uma empatia, sinal de que a coisa poderia fluir. 

Fiquei conversando com o empresário enquanto ela vestia o biquíni. Quando ela apareceu, o empresário arregalou os olhos e eu sorri, intimamente, porque percebi que a primeira impressão que ele passara fora favorável.  Tirei uma foto dela apoiada na grade e dando uma visão das montanhas ao fundo. Depois ela fez outras poses e foi trocar de biquíni.

O empresário já estava inquieto. Não sabia que ela era minha esposa e fez alguns comentários sobre a gostosura “daquela modelo”.

O biquini seguinte também era bem diminuto. Ela chegou perto dele e perguntou se ele podia amarrar o sutiã, que era daqueles que se amarram no pescoço. Tremendo de emoção ele atendeu o pedido dela e ficou aguardando as fotos. 


Meg era bem sacana nessas horas. Ficava posando e conversando com o empresário, mas na hora em que ela recostou numa das espreguiçadeiras e abriu as pernas, notei que ele teve de ficar de costas, porque o pau dele estava duro e ele estava de sunga, seria visto facilmente por ela.

Várias fotos foram feitas e ela sempre conversando. O papo estava bom, se não estivesse ela já teria descartado. Faltava apenas a confirmação conforme combinado comigo. 

Mais um biquíni, o menor de todos e ela entrou na piscina. Fiz fotos dela nadando e depois subindo as escadas para sair. Quando passou por mim para pegar uma toalha, como o empresário estava um pouco longe, falou que ia matá-lo do coração em seguida. Eu fiquei rindo, já sabendo que ela ia tirar o sutiã e exibir os seios para ele.

E foi o que ela fez e deixou o empresário indócil. Ele mal se aguentava nas pernas vendo ela desfilar sem sutiã perto dele. E como ela já havia decidido, o passo seguinte foi tirar a calcinha também, ficando totalmente nua. Eu via o empresário tremendo ao pegar um copo de cerveja, só faltava babar. Então fiz muitas fotos dela nua na piscina e no deck inferior. Ainda não havíamos ido ao deck superior, aliás, eu não fui, só ela, depois que eu tinha ido embora.



 Bem, o fato de estar nua significava que estava afim do cara. Então dei por terminado o trabalho, pedi licença para ir ao banheiro e quando voltei, vi a Meg, ainda nua e o cara com a sunga quase explodindo.

- Kaplan, ele me pediu para ficar mais um pouco, para conhecer melhor o condomínio. Você se importa? Ele disse que me leva em casa depois.
- Não é trabalho para o senhor?
- De forma alguma, eu ia voltar hoje mesmo, não será trabalho algum!

Então me despedi e fui embora. Quando ela chegou, cinco horas depois, me contou que ele havia chamado ela para nadarem juntos.

- Mas eu estou nua e você não! Acha justo? 

O empresário quase enlouqueceu quando ela falou isso, então tirou a sunga. Ele tinha um belo pinto, foi o que ela me disse. Foram nadar e começaram os toques de corpos, de mãos, os beijos. Saíram da piscina e foram ao deck superior, ele recostou-se num estrado e ela veio em seguida, pingando água, ajoelhou-se no estrado e foi de gatinhas até onde ele estava e colocou a mão em seu pau. Na mesma hora ele começou a passar a mão nas costas dela, ia até a bunda, ela começou a fazer um boquete nele e ele até espichou o corpo de tão gostoso que estava.

E depois ele é que foi chupar a xotinha dela, e chupava muito bem, como ela disse. Gostou que ele estava com a barba por fazer, ela adora isso!

Depois de chupar bastante, ele só levantou as pernas dela e enfiou o pau na xotinha já bem molhada. Ela estava adorando principalmente porque estavam ao ar livre e vinha aquela dúvida se alguém estivesse de longe com um binóculo vendo tudo.

E o empresário metia sem parar, era daqueles que não variavam muito a posição mas seguravam o gozo por muito tempo, dando chance a ela de gozar e só depois é que ele gozou, derramando o esperma na barriga dela. 

Tinha sido legal. Ela tomou uma chuveirada para tirar o esperma do corpo, voltou a nadar e ele foi junto. E a segunda trepada foi logo em seguida, ele a abraçou, segurou em sua bunda e enfiou o pau e de novo, só gozou depois que ela o fizera.

Foi uma tarde e tanto. E quando chegou em casa teve de transar de novo, dessa vez comigo!

Com os amigos paulistinhas, lá em Sampa!

Esses paulistinhas... dupla do barulho... e quando se juntavam com a Meg... trio ternura?





(escrito por Kaplan)

Gostaram das aventuras de Meg com seus amigos em nosso apartamento? Eles todos adoraram e a convidaram para ir em Sampa no mês seguinte. Nenhuma dúvida: claro que ela foi! Passou um fim de semana com eles, pois eles trabalhavam e durante a semana não poderiam dar atenção a ela. Chegou no sábado, foi no primeiro vôo. Eles a esperavam em Congonhas e a levaram direto para o apartamento deles. Estava muito frio, o que não é novidade para quem mora em Sampa.

Levaram-na para o quarto deles. Haviam juntado as duas camas e feito uma de casal. Ela sorriu, entendeu que iria dormir no meio dos dois naquela noite. Deixou a mala lá e foram para a sala, bateram um papo, querendo saber das novidades e logo eles começaram a fazer o que era mais interessante: tirar a roupa dela e prepará-la para ser comida pelos dois.

Deixaram-na só de calcinha, tiraram as roupas deles e sentaram-se, com ela no meio. 

Os paus ainda estavam molinhos, ela os segurou e começou a fazer com que endurecessem. 

Primeiro com as mãos, depois com a boca e assim eles ficaram do jeito que ela sempre gostou.

Com eles no ponto, ela foi escolher quem seria o primeiro. Beijou um, depois o outro e gostou mais do beijo do Renato. Então ele seria o primeiro comilão daquela manhã. Sentou no pau dele e ficou cavalgando. Chamou o Fernando e ficou chupando o pau dele. Depois de um tempo, ela saiu do pau e foi dar para o Fernando, cabendo ao Renato ter o pau chupado por ela. Mais cavalgadas que a fizeram gozar.

Ela foi tomar um banho. Os dois foram ao outro quarto e ligaram o computador. Quando ela saiu do banho, apenas enrolada na toalha e foi até onde eles estavam, viu que eles procuravam alguma peça de teatro ou show para levá-la naquela noite.

- Gente, não precisam se preocupar com isso. Acho que nós podemos fazer belas peças aqui mesmo e eu garanto fazer um showzinho para vocês!-
- Meg, assim você nos coloca com opções difíceis para resolver... deixa a gente te levar em algum lugar? Jantamos, vemos um show e depois você faz seu show  aqui...
- Vocês é que sabem. Estou por conta de vocês hoje e amanhã! 

Ao falar isso, ela sentou-se no colo do Renato, que era quem estava procurando na internet. O Fernando estava sentado em uma cadeira ao lado. E como é que eles iriam resistir? Começou a pegação e ela se inclinou para fazer um boquete no Fernando e isso fez com que a bunda dela ficasse à mercê do Renato, que não perdoou. Beijou, deu tapinhas, mordeu, lambeu.
E de pronto se engalfinharam. Ela ficou de quatro e o Renato comeu o cuzinho dela, e quando ele terminou, o Fernando a colocou sentada em seu pau, mas comendo o cuzinho também.

- Pôxa, vocês hoje estão demais!

Foram almoçar num self-service ali perto, deram umas voltas e logo estavam em casa de novo.
Ela foi ao quarto, colocou um short e uma camiseta e voltou à sala, onde os dois ouviam um CD.

- Não, não, você está proibida de vestir qualquer peça de roupa enquanto estiver aqui em casa! Pode tirar tudo!

Ela achou graça, mas obedeceu. Tirou tudo e ficou sentada no tapete com eles, ouvindo música... até que eles se animaram a come-la novamente. Levaram-na para o quarto e foi lá que aconteceu. 

E foi de quatro que o Fernando a comeu, enquanto ela chupava o pau do Renato, que se posicionara na frente dela. Ela não sabia o que era mais gostoso: chupar aquela pica ou receber a outra dentro de sua xotinha. Tratou de aproveitar o máximo que os dois podiam fornecer.

Depois de gozar, ela chupou os dois paus novamente e eles quiseram inverter, como sempre, então, ficando de quatro, ela recebeu o pau do Renato em sua xotinha e o pau do Fernando em sua boca. E novamente eles gozaram em sua boca e em sua bunda.
Continuaram a ouvir músicas. Pegaram no sono e dormiram por umas duas horas ali mesmo no tapete da sala. 

Quando acordaram, foi para mais um round. Ela pediu e eles fizeram uma DP caprichada, que permitiu a ela gozar novamente. E eles também a encheram com seu leite quentinho.

À noite, choveu e o plano de sair se frustrou. Mas ela tinha prometido que faria um show para eles e cumpriu.

Pediram uma pizza. O show começou na entrega. Quando o rapaz bateu a campainha, ela disse aos dois para ficarem escondidos vendo o que iria acontecer. E foi, só de calcinha, receber a pizza, que o entregador quase deixou cair no chão quando se deparou com aquele monumento de mulher seminua à sua frente. Ficou parado, estatelado, olhando ela pegar a pizza, levar para a mesa e voltar com o dinheiro para entregar a ele.

- Quando precisar, pode telefonar que eu trago para a senhora, viu, dona?
- Você é uma gracinha! Claro que vou pedir sempre!

O rapaz foi embora e os três rolaram no chão de tanto rir. O show começara bem. Mas antes foram comer a pizza e ela colocou o vestido de novo. Estava um pouco frio aquela noite. 

Ela subiu na cadeira e começou a fazer um striptease para os dois, que aplaudiam, assoviavam, até parecia que estavam numa boate de strippers mesmo. E quando ela ficou totalmente nua, o Fernando não esperou mais nada. Foi até onde ela estava e começou a agarrá-la, carregou-a para a sala, colocou-a no sofá, tirou a roupa, sentou-se e mostrou-lhe o pau duro. Ela entendeu e fez um belo boquete nele. O Renato só assistia, não quis participar daquela vez.

Do boquete passaram à tradicional cavalgada e em seguida ao não menos tradicional cachorrinho, quando os dois atingiram o gozo ao mesmo tempo e caíram deitados no sofá, ele por cima dela.

Dali os três foram para a cama, dormiram pelados mas debaixo de um pesado edredom. 

Quando acordaram... não teve jeito, ela teve de dar para os dois novamente, ali  na cama mesmo.

Depois do almoço eles a levaram a um motel. Ela tinha reclamado que eles não tinham hidro em casa, então fizeram a vontade da Meg e a levaram ao motel, com o quarto com hidro e os três tomaram banho lá dentro e a comeram de novo.

Foi com muita tristeza, dos três, que ela pegou o vôo na manhã seguinte. Nem deu tempo para uma saideira!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Meg e seus amigos paulistas bi

Grandes amigos, grandes trepadas...




 (Escrito por Kaplan)

Já escrevemos aqui a respeito dos dois amigos paulistanos que Meg conheceu em Paris. Só para recordar, eles eram bissexuais e Meg transou com eles várias vezes, em Sampa e em nossa cidade, eles vieram aqui algumas vezes.
E é sobre essas visitas dele que irei tratar aqui, baseando-me nas anotações que ela fez.
Uma das vezes eles avisaram que vinham, ela fez questão de que se hospedassem conosco. Chegaram quando eu estava no trabalho, ela os recebeu com um vestido curto, tomara que caia, pois tinha certeza de que iria rolar alguma coisa. E como rolou! 

Mal chegaram, colocaram as mochilas no chão, perguntaram se eu estava em casa e como ela respondesse que não, foi no sofá mesmo que eles a agarraram. Tiraram as camisas, colocaram ela entre eles e começaram a alisar as pernas dela, subiram o vestido, tiraram a calcinha, ela tirou as calças deles, ficaram só de cuecas. 

Ela já foi logo observando o grande volume na cueca do Fernando, o que tinha o pau maior. Ordenou que tirassem as cuecas, eles obedeceram e ela pode contemplar os dois paus duros que já tinham dado tanto alegria a ela em outras ocasiões. 

Mas não pode ficar contemplando, porque eles foram logo colocando-a de modo que um a comesse enquanto ela chupava o outro.
E ficaram trocando o tempo todo, então ela foi comida pelos dois e chupou os dois o tempo todo.

Ela estava doida para ver os dois se beijando e se comendo, mas eles, ao que tudo indica, não estavam afim de fazer isso naquele momento. Só queriam dar um trato nela e era o que estavam fazendo, e muito bem, pois ela já estava suando e gozando horrores.
Até que o Renato, que a estava comendo por trás, gozou nas costas dela e o Fernando, vendo aquilo, acabou gozando na boca da Meg.

- Meninos, vocês me matam... que delícia que foi essa chegada! Nem quero imaginar o que vai acontecer nas próximas!
- Pode aguardar que temos muito leite para te dar! 

Naquela manhã foi só isso que aconteceu, exceto uns agarrões e amassos enquanto ela preparava o almoço. Preparou pelada, a pedido deles, pedido que ela atendeu prazerosamente.
Quando cheguei, eles pareciam ser muito sérios. Mas era só brincadeira, eles sabiam que eu sabia das transas deles e não me incomodava.
Já voltei ao trabalho sabendo que mais coisas iriam rolar naquele apartamento.

Meg havia vestido, para o almoço, uma calça jeans e um top. E mal terminara de arrumar as coisas do almoço, foi chamada à sala novamente pelos dois. 

E já teve o prazer de ser agarrada por eles. Eles a beijaram, o Fernando na frente dela, o Renato nas costas. Boca, nuca beijados ao mesmo tempo. Era uma experiência fascinante para Meg, que sentia para breve um novo gozo. Mal podia esperar  para ser comida de novo. Mas eles fizeram tudo bem devagar. Afinal, tinham tempo, eu ainda demoraria umas cinco horas para voltar e eles não tinham mais nada a fazer a não ser devorar minha esposa!

As roupas foram tiradas lentamente. Primeiro eles abaixaram o top que ela usava e o Fernando começou a mamar nos peitinhos. O Renato desabotoou a calça dela e começou a descê-la, vendo apenas o fio dental de uma calcinha preta que ela estava usando.

Passou as mãos nas nádegas dela que sorria para ele enquanto era beijada nos seios pelo Fernando. Eles eram deliciosos, carinhosos, sabiam tesar uma mulher. Ter dois desses em casa, à disposição dela era tudo de bom. Precisava retribuir tantos carinhos e o fez da maneira que mais gostava. 

Tirou as calças e cuecas dos dois, mandou o Fernando sentar no sofá, ajoelhou-se no sofá na frente dele e começou a fazer-lhe um boquete daqueles que fazem os homens gemer sem sentir dor. E dadivosamente ofereceu sua xotinha para que o Renato a comesse, ali mesmo, enquanto ela se deliciava com o pau do Fernando.

Depois de ser bem comida por um... o jeito era dar para o outro! Apenas inverteram as posições e o pauzão do Fernando penetrou em sua xotinha enquanto sua boca se encarregava de devorar o pau menor do Renato.

Gozou. Sorriu para os dois, levantou-se, foi buscar bebidas, era preciso afastar aquele calor fenomenal que ela estava sentindo. E eles também! 

Beberam sucos e ela então, enfiou os dois paus dentro do copo, ajoelhou-se entre eles e foi continuar a beber, chupando os dois. Chupava ao mesmo tempo, fazendo uma cabeçorra encostar na outra e deixando os dois bem animados. Tanto que acabaram gozando em sua boca e ela bebeu o leite misturado com suco de abacaxi. Muito gostoso, segundo ela me disse à noite.

Os dois sentaram no sofá e ela deitou com a cabeça no colo de um e a bunda no colo do outro, sinal mais que evidente que queria carinhos. E eles fizeram muitos, demorados, e o resultado que é o tesão bateu forte novamente, os dois paus endureceram e ela sentou-se no pau do Fernando, cavalgando-o e beijando  ao mesmo tempo o Renato. 

Dos beijos ela passou às chupadas no pau dele, sem sair de cima do pau do Fernando.

- Nossa! O que mais vocês querem de mim?

O Renato retrucou que ela fora comida só pelo Fernando, ele também queria.

- Está certo, tudo tem de ser compartilhado por igual. 

Colocou o Fernando sentado na extremidade do sofá, deitou-se e foi chupá-lo, deixando a bundinha e a xotinha aos cuidados do Renato. E ele, depois de beijar e lamber bastante, enfiou o pau na xotinha e comeu-a com a competência de sempre.

Todos gozaram, todos felizes, foram tomar banho e se vestir para esperar a minha chegada. No banho ela foi muito clara com eles. 

- Olha aqui, seus safados. Deixei vocês abusarem de mim à vontade hoje. Mas amanhã, vocês não escapam, vou querer ver vocês dois se comendo. Se não fizerem isso, podem dar adeus a esse corpinho aqui, viu?

Eles riram. O que ela pedia era do agrado deles também! 


E a presentearam logo de manhã. Esperaram eu sair, ela ainda ficara na cama, só de calcinha como dormira, os dois chegaram correndo, peladões, deitaram-se ao lado dela e começaram a transar. E era um tal de pegar no pau do outro, e chupar, e ela foi ficando louca de tesão. Aquilo ela já tinha visto e adorava, sentia um frêmito percorrer todo seu corpo quando via os dois transando. E não resistiu, entrou no jogo, foi chupar o pau do Fernando junto com o Renato, e aí se beijavam, lambiam o pau dele.

- Quem vai comer quem?
- Você decide, Meg!
- Hum... está bem, Fernando, come o Renato, então. Mas já fiquem sabendo que, em outra ocasião, faremos o contrário, tá bem? 

Ficou olhando embevecida, a pica enorme do Fernando entrar pouco a pouco no cu do Renato e esperou até que ele gozasse. Agradeceu, beijos os dois e chamou-os para a cozinha, para o café da manhã. Eles falaram que iriam tomar um banho antes. Enquanto ela preparava o café, eles se banharam e já chegaram na cozinha pelados. Ela também estava pelada, esperando eles chegarem.

Naquela manhã transaram de novo no sofá e, tal como da primeira vez, o Renato foi comer por trás, o Fernando ofereceu a pica para ser chupada, depois inverteram, depois a chuparam, um na xotinha o outro no cuzinho e finalmente um gozou na boca e outro na bunda dela. 

- Mas vocês tem muito leite, mesmo... olha só como fiquei lambrecada!
- Não seja por isso, nós vamos te limpar.

Carregaram Meg para o banheiro e deram-lhe um banho demorado, com amassos e mais amassos.
De tarde saíram, passearam um pouco. De noite, nada, quem disse que eles se aventuravam a alguma coisa comigo presente? Despediram-se de mim, porque iriam voltar a Sampa no dia seguinte às 11 horas. Fiquei imaginando o que eles iriam aprontar para a despedida. E acertei, fizeram o que ainda não tinham feito, uma bela DP.
Meg dormiu a tarde toda. A farra tinha sido muito boa!