Grandes amigos, grandes trepadas...
(Escrito por
Kaplan)
Já escrevemos aqui a respeito dos dois amigos paulistanos que Meg
conheceu em Paris. Só para recordar, eles eram bissexuais e Meg transou com
eles várias vezes, em Sampa e em nossa cidade, eles vieram aqui algumas vezes.
E é sobre essas visitas dele que irei tratar aqui, baseando-me nas
anotações que ela fez.
Uma das vezes eles avisaram que vinham, ela fez questão de que se
hospedassem conosco. Chegaram quando eu estava no trabalho, ela os recebeu com
um vestido curto, tomara que caia, pois tinha certeza de que iria rolar alguma
coisa. E como rolou!
Mal chegaram, colocaram as mochilas no chão, perguntaram se eu estava em
casa e como ela respondesse que não, foi no sofá mesmo que eles a agarraram.
Tiraram as camisas, colocaram ela entre eles e começaram a alisar as pernas
dela, subiram o vestido, tiraram a calcinha, ela tirou as calças deles, ficaram
só de cuecas.
Ela já foi logo observando o grande volume na cueca do Fernando,
o que tinha o pau maior. Ordenou que tirassem as cuecas, eles obedeceram e ela
pode contemplar os dois paus duros que já tinham dado tanto alegria a ela em
outras ocasiões.
Mas não pode ficar contemplando, porque eles foram logo colocando-a de
modo que um a comesse enquanto ela chupava o outro.
E ficaram trocando o tempo todo, então ela foi comida pelos dois e
chupou os dois o tempo todo.
Ela estava doida para ver os dois se beijando e se comendo, mas eles, ao
que tudo indica, não estavam afim de fazer isso naquele momento. Só queriam dar
um trato nela e era o que estavam fazendo, e muito bem, pois ela já estava
suando e gozando horrores.
Até que o Renato, que a estava comendo por trás, gozou nas costas dela e
o Fernando, vendo aquilo, acabou gozando na boca da Meg.
- Meninos, vocês me matam... que delícia que foi essa chegada! Nem quero
imaginar o que vai acontecer nas próximas!
- Pode aguardar que temos muito leite para te dar!
Naquela manhã foi só isso que aconteceu, exceto uns agarrões e amassos
enquanto ela preparava o almoço. Preparou pelada, a pedido deles, pedido que
ela atendeu prazerosamente.
Quando cheguei, eles pareciam ser muito sérios. Mas era só brincadeira,
eles sabiam que eu sabia das transas deles e não me incomodava.
Já voltei ao trabalho sabendo que mais coisas iriam rolar naquele
apartamento.
Meg havia vestido,
para o almoço, uma calça jeans e um top. E mal terminara de arrumar as coisas
do almoço, foi chamada à sala novamente pelos dois.

As roupas foram
tiradas lentamente. Primeiro eles abaixaram o top que ela usava e o Fernando
começou a mamar nos peitinhos. O Renato desabotoou a calça dela e começou a
descê-la, vendo apenas o fio dental de uma calcinha preta que ela estava
usando.
Passou as mãos nas
nádegas dela que sorria para ele enquanto era beijada nos seios pelo Fernando.
Eles eram deliciosos, carinhosos, sabiam tesar uma mulher. Ter dois desses em
casa, à disposição dela era tudo de bom. Precisava retribuir tantos carinhos e
o fez da maneira que mais gostava.

Depois de ser bem
comida por um... o jeito era dar para o outro! Apenas inverteram as posições e
o pauzão do Fernando penetrou em sua xotinha enquanto sua boca se encarregava
de devorar o pau menor do Renato.
Gozou. Sorriu para os
dois, levantou-se, foi buscar bebidas, era preciso afastar aquele calor
fenomenal que ela estava sentindo. E eles também!
Beberam sucos e ela
então, enfiou os dois paus dentro do copo, ajoelhou-se entre eles e foi
continuar a beber, chupando os dois. Chupava ao mesmo tempo, fazendo uma
cabeçorra encostar na outra e deixando os dois bem animados. Tanto que acabaram
gozando em sua boca e ela bebeu o leite misturado com suco de abacaxi. Muito
gostoso, segundo ela me disse à noite.
Os dois sentaram no
sofá e ela deitou com a cabeça no colo de um e a bunda no colo do outro, sinal
mais que evidente que queria carinhos. E eles fizeram muitos, demorados, e o
resultado que é o tesão bateu forte novamente, os dois paus endureceram e ela
sentou-se no pau do Fernando, cavalgando-o e beijando ao mesmo tempo o Renato.
Dos beijos ela passou
às chupadas no pau dele, sem sair de cima do pau do Fernando.
- Nossa! O que mais
vocês querem de mim?
O Renato retrucou que
ela fora comida só pelo Fernando, ele também queria.
- Está certo, tudo tem
de ser compartilhado por igual.

Todos gozaram, todos
felizes, foram tomar banho e se vestir para esperar a minha chegada. No banho
ela foi muito clara com eles.
- Olha aqui, seus
safados. Deixei vocês abusarem de mim à vontade hoje. Mas amanhã, vocês não
escapam, vou querer ver vocês dois se comendo. Se não fizerem isso, podem dar
adeus a esse corpinho aqui, viu?
Eles riram. O que ela
pedia era do agrado deles também!


- Quem vai comer quem?
- Você decide, Meg!
- Hum... está bem,
Fernando, come o Renato, então. Mas já fiquem sabendo que, em outra ocasião,
faremos o contrário, tá bem?
Ficou olhando
embevecida, a pica enorme do Fernando entrar pouco a pouco no cu do Renato e
esperou até que ele gozasse. Agradeceu, beijos os dois e chamou-os para a
cozinha, para o café da manhã. Eles falaram que iriam tomar um banho antes.
Enquanto ela preparava o café, eles se banharam e já chegaram na cozinha
pelados. Ela também estava pelada, esperando eles chegarem.
Naquela manhã
transaram de novo no sofá e, tal como da primeira vez, o Renato foi comer por
trás, o Fernando ofereceu a pica para ser chupada, depois inverteram, depois a
chuparam, um na xotinha o outro no cuzinho e finalmente um gozou na boca e
outro na bunda dela.
- Mas vocês tem muito
leite, mesmo... olha só como fiquei lambrecada!
- Não seja por isso,
nós vamos te limpar.
Carregaram Meg para o
banheiro e deram-lhe um banho demorado, com amassos e mais amassos.
De tarde saíram,
passearam um pouco. De noite, nada, quem disse que eles se aventuravam a alguma
coisa comigo presente? Despediram-se de mim, porque iriam voltar a Sampa no dia
seguinte às 11 horas. Fiquei imaginando o que eles iriam aprontar para a
despedida. E acertei, fizeram o que ainda não tinham feito, uma bela DP.
Meg dormiu a tarde
toda. A farra tinha sido muito boa!
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