quinta-feira, 13 de março de 2014

A garota de programa era sua colega de faculdade!

Surpresas da vida... quem podia imaginar que Jaime iria encontrar uma conhecida!!!





(escrito por Kaplan)

Jaime era um cara boa pinta, mas extremamente tímido. Com mulheres, então! Mal sabia como devia começar um papo com elas. E perdia inúmeras chances de se dar bem, porque todas o achavam bonito e interessante, mas desistiam, porque ele era difícil de se conversar.

Bem, para satisfazer seu apetite sexual, que era muito, ele apelava para os jornais, onde garotas se ofereciam em troca de dinheiro. Ele achava ótimo, afinal, não precisava conversar. Telefonava, combinava o preço, elas vinham ao seu apartamento, transavam, ele pagava e elas iam embora. Todos felizes, ele em especial, porque não precisava expor sua timidez.
Ele já conhecia várias garotas, mas não gostava de repetir. Com medo de não ter agradado na primeira vez e alguma se recusar a voltar, ele sempre tentava com novas. E foi assim que um dia ele viu o anúncio de uma tal de Magali. Os atributos físicos dela, se fossem verdadeiros como ela os descrevia, significavam algo parecido com uma deusa. Ele resolveu telefonar e pagar para ver.

Pegou o telefone, ligou. Uma voz muito sensual atendeu, ele perguntou pela Magali, era a própria. Disse que havia visto o anúncio e que queria saber da agenda dela, que dia ela poderia atendê-lo? Antes de responder, ela disse o preço, bem salgado, mas ele era bem de vida e não se incomodou. Pagaria sem problemas. Então ela marcou para dali a três dias. 

E chegou pontualmente ao edifício onde ele morava. Não havia porteiro, ela chamou pelo interfone, ele atendeu, abriu e ficou esperando que ela chegasse ao seu andar. Quase caíram duros, os dois, quando se viram. A tal da Magali era colega de faculdade dele! 

Sentavam-se até próximos, ela já admirara as belas pernas dela, pois ela ia sempre vestida com shorts ou vestidos bem curtinhos.
Passado o momento do susto, os dois ficando vermelhos, sem saber o que dizer, coube a ela a iniciativa.

- Bem, Jaime... era fatal que um dia eu fosse chamada por pessoa conhecida. Ainda bem que não foi meu pai que me telefonou...
- Eu não sei o que dizer...
- Não precisa dizer nada. Ou melhor, diga: ainda quer ou posso ir embora? Se não quiser, eu vou entender, sem problema algum. Só te peço encarecidamente que não me entregue na faculdade.
- Não, fique tranquila. Pode entrar, quero sim. 

Entraram. Era uma quitinete, sala, quarto, cozinha e banheiro. Na sala havia um amplo sofá, uma televisão e uma mesinha com computador. Estava tudo limpinho, bem arrumado. Sentaram-se no sofá e ele com toda a timidez não sabia o que falar. Ela se antecipou e foi dizendo o motivo de fazer programas.

- Olha Jaime, a vida não me sorriu muito não. Muita dificuldade para tudo, meu pai só tem grana para pagar aluguel e comida. E eu não consegui passar no vestibular da Federal, só passei na particular e as dificuldades para pagar as mensalidades sempre foram muitas. Meu salário no banco mal dá para pagar a mensalidade, não sobra para mais nada. Então acabei me convencendo de que precisava arrumar grana de outro jeito e achei esta. Você viu, pelo preço que eu cobro, que se eu fizer dois programas por mês, eu pago a faculdade e ainda tenho troco.
- Mas você não faz só dois programas por mês...
- Não, claro que não, eu faço pelo menos uns três por semana. Por isso que tenho roupas boas, pude alugar um apezinho como este seu, porque não dava para ficar atendendo telefonemas em minha casa, né? Meus pais nem imaginam, pensam que o banco paga bem... Bem... mas chega de papo, eu sei que você não é de muita conversa... vamos agir?

Ainda meio sem graça, ele deu um sorriso e ela tomou a iniciativa, tirou a camisa dele, achou o tronco do Jaime bonito, passou a mão no peito dele, desceu com a mão até a coxa, alisou-a e viu que ele ficava excitado. E ele logo desceu as alcinhas da blusa dela e admirou os belos seios da colega. Pegou neles, beijou-os, acariciou-os. Ela sempre perguntava antes do que os clientes gostavam, mas havia esquecido. Então interrompeu os beijos dele nos seios para perguntar se ele gostava de sexo oral. Com a resposta afirmativa, ela abriu o cinto da calça dele e puxou o pau dele para fora e iniciou uma bela chupada. 

“Ela chupa muito bem”, pensou ele enquanto se deliciava com a boca da Magali em seu pau. Quando ela parou, ele tirou a calça, ficou peladão, e tirou a minissaia dela, a calcinha. Parou, olhando admirado o belíssimo corpo da colega. Os seios, divinos, muito proporcionais ao corpo, as pernas muito bem torneadas, a bucetinha não totalmente depilada, pois ela deixava um pouco de pelinhos. Realmente, era um mulherão!

Deitou-a no sofá, levantou a perna direita dela, ajoelhou-se na frente dela e enfiou o pau na bucetinha. Bombou alguns minutos, depois criou coragem para falar com ela.
- Magali, queria te pedir uma coisa. É que eu já transei com muitas garotas de programa e sempre vejo que elas fingem que estão sentindo o maior orgasmo do mundo. Queria te pedir para não fingir. Se não gostar, pode dizer, se gostar se manifeste, mas não finja!
- Jaime, de fato, você tem razão. A gente cria um escudo protetor, procuramos não gozar porque não se trata de uma relação amorosa, entende? É uma relação comercial, o cliente está pagando e precisa ficar satisfeito. Por isso que o fingimento faz parte... mas se você tem clareza disso e me pede para não fingir, tudo bem, eu não vou fingir.
- Obrigado! Então, deixo que você tenha a iniciativa, vamos transar do jeito que você gosta, não vou pedir nada que te desagrade. Eu gosto de tudo, então você dá as cartas... 

Era algo diferente, sem dúvida. Magali ficou até sem saber como deveria proceder, tal a diferença daquele “cliente” em relação a todos que já atendera. Bem, já que ele queria que ela fizesse do jeito que gostava, tudo bem... fez ele deitar e sentou no pau dele e cavalgou. Era o que ela gostava. Cavalgou até ficar com as pernas doendo, então, sem deixar o pau dele sair, ela foi deitando o corpo até que eles pudessem continuar transando de ladinho. Ele gozou dentro dela e ela percebeu que se ele continuasse por mais alguns minutos ela também iria gozar. Sem fingir. Mas não disse nada a ele.

Levantou-se, pediu para ir ao banheiro e de lá já voltou vestida e pronta para ir embora. Ele a pagou, aliás, entregou a ela mais do que ela havia pedido.

- Com uma gorjeta boa dessas... eu entendo que você gostou. Se quiser bis, é só me ligar, virei com prazer!
- Gostei sim, foi muito legal. Senti que foi diferente, sabe como? Obrigado por não ter fingido.

Levou-a até a porta. Surpreendeu-se, ela o beijou na boca ao se despedir.

- Nunca beijo um cliente, Jaime. Mas... me deu vontade. Pegou o boi, viu?
- Obrigado, de novo!
- Temos o nosso trato de silêncio?
- Serei um túmulo! E semana que vem, pode me agendar de novo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário