sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Parecia que os vizinhos eram gays, mas Meg descobriu que não eram



(escrito por Kaplan)

Outro lance interessante com vizinhos aconteceu naquele mesmo prédio onde conhecemos Neto e Tânia. Dois sujeitos, bem apessoados, se mudaram para um apartamento lá. Meg logo ficou curiosa a respeito deles. Me falava que eram bonitos, simpáticos, educados, sempre a cumprimentavam cortesmente.

- Acha que eles são gays?
- Realmente, não sei. É uma hipótese. Mas difícil saber. Já sondei com todo mundo que conheço e todos ficam em dúvida.
- Acho que o jeito é você ir lá e perguntar pra eles...
- Que linda ideia! Ficou louco? Vou bater, eles abrem a porta e eu pergunto: oi, estou curiosa, vocês são gays? Levo um soco na cara!
- Bem, então, continue na sua curiosidade...

Bem, o final da historia era previsível. Ela não ia descansar enquanto não tivesse a resposta. Começou a tentar encontrá-los – casualmente! – pelos corredores, no hall, puxava conversa. A chance surgiu num dia de muito calor, eles chegavam do trabalho, ela estava – casualmente! – no hall e, ao reclamar do calor, recebeu um convite para tomar uma cerveja bem gelada. Aceitou no ato e lá foram eles para o apartamento deles.

Mas não foi apenas uma cerveja, foram várias, muitas mesmo. E um clima alegre tomou conta daquela sala onde os três estavam sentados, ela no meio. Ah, esquecia de dizer, por causa do calor ela estava com um top e uma saia curtinha. Quer um traje mais ideal do que esse? Não demorou muito e ela sentiu que um deles punha a mão em sua perna. Mesmo já meio alta, deu para ela perceber que aquela mão não era de um gay... resolveu ser direta nas perguntas.

- Sabe de uma coisa? Eu acho meio estranho vocês dois morando aqui sozinhos, nunca vi alguma namorada ou amiga entrando à procura de vocês...
- É o seguinte, Meg, nós não somos daqui. Trabalhamos num banco e fomos transferidos para cá e o banco alugou este apartamento para morarmos até nos estabelecermos direito. Você é a primeira pessoa com quem conversamos, com exceção do pessoal que trabalha no banco. Ainda não nos enturmamos direito por aqui.
- Ah, entendi...
- E demos sorte de você, tão bonita, ser a primeira pessoa que recebemos em nosso modesto lar...
- Isso foi muito meigo... então me acham bonita... bom saber! 

- Sim, desculpe o que vamos dizer, mas já ficamos observando você na piscina, daqui de cima se tem uma visão muito boa!
- Hum.... sei.... e o que mais vocês observaram?
- Olha, com sinceridade, nós só ficamos de olho na piscina quando você está lá. Já comentamos entre nós como seria bom conhece-la e aqui estamos nós! Muito legal!
- Gostaram do que viram?
- Muito! E ficamos imaginando como seria o que não vimos!
- Que atrevidos! Ficam me imaginando nua...
- Não é um pecado nem um crime grave, é?
- Claro que não, é muito lisonjeiro... mas sabem, eu sou meio tímida, precisaria de ajuda para ficar nua na frente de vocês!

Falou o que eles queriam ouvir. E como não eram nada bobos, foram ajudá-la... Um tirou o top, o outro tirou a saia e levou a calcinha junto. E ela ficou pelada no meio dos dois, que começaram a pegar nos seios dela e a brincar com eles. Para felicidade dela, que assim confirmava que eles não eram gays. E se preparou para receber um tratamento especial deles. Viu o volume na calça de um deles e foi abrindo a braguilha, puxando o pau dele para fora e chupando-o. O outro ficou passando a mão na bunda dela, nas costas, nas pernas.

Ela largou aquele pau, virou-se e fez a mesma coisa com o outro vizinho, chupando-o bastante. O que já havia sido chupado foi tirando a roupa, ajeitando o corpo dela e metendo em sua xotinha por trás.

Eles trabalhavam em conjunto. Assim que o primeiro tirou o pau de dentro dela, o outro virou o corpo dela para ele e a comeu de frente. Meteu bastante e depois cedeu o lugar para o companheiro que fez ela cavalgá-lo e ele ofereceu o pau para ser chupado. Era uma farra só e ela estava vibrando com tudo aquilo. Não apenas porque descobriu que eles não eram gays, mas sorria pensando no que poderia rolar depois daquela noite! 

O final passou a ser previsível. Uma DP com todas as honras, ela gozando como louca enquanto as duas picas entravam em seus buraquinhos e bombavam sem parar. 

Cansada, suada, feliz da vida, ela se vestiu e foi para casa.

- Querido, acabei de confirmar... definitivamente eles não são gays!

Alguns vizinhos são chegados num swing!



(escrito por Kaplan)

Tania e Neto, dois grandes vizinhos que se tornaram grandes amigos e grandes amantes. Ela era uma graça. Baixinha, mas com um corpinho lindo, todo proporcional, ele tinha 1,76m, era musculoso. Quando nos mudamos para aquele edifício, eles já residiam lá por dois anos, estavam esperando ficar pronto um outro edifício onde tinham comprado um apartamento. A construtora demorava e isso foi ótimo, porque permitiu que nos conhecêssemos e vivêssemos grandes momentos amorosos. 

Como quase tudo na vida, a gente não se lembra direito como a coisa começou. Creio que foi ela que conversou com a Meg sobre isso em primeiro lugar. Desabafou com ela, se não me engano, quando estavam na piscina, num dia de semana. Estavam praticamente só as duas na piscina e Tania, visivelmente incomodada, confessou que eles tinham um casamento aberto e naquele prédio nunca conseguiram parceiros.

Encantada com o que ouviu, a Meg disse a ela que nós também tínhamos um casamento aberto o que deixou Tânia muito feliz. Creio que foi assim e naquela noite ela e o Neto estiveram em nosso apartamento. Meg já tinha me contado da conversa das duas.

Sentamos, Meg e eu num sofá, os dois em outro e a conversa começou a fluir, falamos de muita coisa que já tínhamos vivido e isso esquentou o clima. A Meg tomou a iniciativa de se levantar, ir até  o sofá em que eles estavam, puxar a Tânia pela mão e levá-la até onde eu estava e em seguida ela se sentou ao lado do Neto. E tomou a iniciativa. Estava de shortinho e blusinha. Ajoelhou no sofá e uma de suas pernas ficou sobre as pernas do Neto. Ela começou a levantar a blusinha. 


Eu não conseguia ver direito o que rolava lá porque a Tânia me pegou de beijos e mais beijos. Como gostava de beijar a baixinha, e como beijava gostoso! Aproveitei e fui puxando o vestido dela pra cima até tira-lo totalmente. Que gracinha! Já tinha ido sem sutiã e sem calcinha, ai eu pude admirar os peitinhos e a bucetinha toda depilada. Deitei-a no sofá e comecei a chupar aquela bucetinha. Ela gostou tanto que empinava a bundinha e gemia. Olhava para o lado e via a Meg só de calcinha chupando o pau do Neto, já peladão.
Logo o Neto puxou a Meg para o sofá e foi chupar a bucetinha dela. Aí foi a vez da Tânia começar a chupar meu pau.

Depois desse momento de preliminares chupativas, acho que nem o Neto nem eu conseguíamos segurar nossa vontade de comer nossas parceiras. Ele, aproveitando sua estatura e físico, levantou a Meg pela bunda e trouxe a bucetinha dela direto para seu pau. Meteram em pé mesmo, já eu preferi deitar a Tania e subir em cima dela e depois a comi de ladinho. Posição boa para a gente poder observar as loucuras que o Neto e a Meg aprontavam. Depois de come-la em pé, ele sentou e ela cavalgou nele. Dali a pouco ele a colocou de quatro no sofá e a comeu de cachorrinho. Eu e a Tânia continuávamos de ladinho, só metendo e vendo os dois. 

A Meg, ajoelhada no sofá e se apoiando no braço lateral, era quase esmagada pelo Neto, que metia nela feito louco. A baixinha estava gozando, ali, de ladinho, gemendo baixinho. 

No outro sofá era uma barulhada de gemidos, urros e das pernas dele batendo na bunda dela.

Dava um tesão danado ver aquilo, mas a baixinha já tinha parado, então continuei metendo até gozar também. A ponto de assistir, no outro lado, a Meg ajoelhada no chão receber na boca e nos seios o gozo do Neto.

Tinha sido muito bom aquele primeiro encontro nosso e muitos outros se repetiram, nem sempre com os quatro juntos. Houve muitas vezes em que Meg e Neto transaram sem a nossa presença e nós também sem a presença deles. Numa das vezes em que eu e Tânia transamos sozinhos, ela me confessou o que eu já tinha percebido. Que o sexo dela com o Neto não era maravilhoso, pois ela gostava de uma trepada mais calma, mais delicada enquanto ele era aquele estupor todo que eu tinha presenciado na primeira noite. Eles se davam muito bem, se amavam, mas na cama existia aquele problema. De difícil solução...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Meu marido me incentivou a dar... então dei!



(escrito por Kaplan)

Encontro com minha amiga Fátima. Notei que ela estava mais radiante, sorridente, falando pelos cotovelos. Na minha intuição... tinha coisa ali! E nós dois éramos conhecidos há décadas, então não hesitei em perguntar o que estava acontecendo. Ela ficou vermelha, mas acabou me confessando. 

- Olha, Kaplan... se você tivesse a chance de me ver há dez dias atrás, às oito horas da noite... ficaria abismado! Eu estava com essa saia que estou usando agora (era uma minissaia jeans) e uma camiseta amarela que meu marido comprou pra eu usar naquela noite. E sabe por quê? Porque eu ia realizar o sonho da vida dele desde que nos casamos: eu ia transar com outro homem, na frente dele!

- Verdade? Bem, devo te confessar que uma vez ele me falou que isso seria o máximo...

- Pois é, eu tenho negado para ele desde que nos casamos, e olha que já tem mais de 15 anos! Naquela época eu tinha um corpo ajeitado, hoje nem tanto, mas ele continuava insistindo. Aí resolvi, falei que ia dar pra outro cara. Escolhemos na internet, nestes sites de acompanhantes, ele fez questão de selecionar alguns para eu escolher, cada um com o pau maior do que o outro.

- Escolhi um tal de Fabiano, me pareceu muito simpático. E foi há dez dias atrás que ele esteve lá em casa. Minhas pernas tremiam, Kaplan, eu pensei que ia desmaiar, mas o maridão maluco estava lá ao meu lado, me dando a maior força.

O Fabiano chegou. Era novo, devia ter uns 24 ou 25 anos. Aí é que tremi nas bases, eu tenho idade para ser a mãe dele, pensei! Mas ele levou tudo numa boa. Sentamos na sala, ele falou um pouco sobre ele, perguntou sobre a gente, se éramos mesmo casados, e por que o procuramos.... acho que era só para quebrar o gelo. Eu continuava tremendo... 

Ele começou a me elogiar... disse que eu sou muito bonita, mas isso eles devem dizer pra todas, né? Imagina se ele ia chegar e falar que sou feia... E foi chegando bem para perto de mim e levou a mão ao meu seio... Quase desmaiei, que toque mais gentil... e interessante, depois desse toque eu relaxei. E pude aproveitar melhor a situação. O maridão só olhando...

E você acredita que o safado me puxou e me tascou um beijo na boca? Ah, Kaplan, aí eu me esqueci que era casada, que meu marido estava ali quase gemendo de tanto tesão,me entreguei de verdade pro Fabiano. Beijei com vontade, com volúpia, beijo de língua, demorado, molhado... uma delícia! 

Ele não perdeu tempo, tirou minha camiseta e elogiou meus seios, ficou passando as mãos neles, fazendo questão de que meu marido visse tudo. Tirou minha saia, me deixou só de calcinha, aí tirou a camisa e a calça. O safado nem cueca usava! E que pau! Kaplan, o que era aquilo! Mole, balangando, era maior do que o do meu marido duro! Me deu uma vontade louca de fazer tudo que fosse possível. 

Claro que comecei chupando, que coisa maravilhosa!
Eu acho que ele atende a muito marido corno, porque sabia exatamente como deveria ficar para ele assistir tudo com detalhes. Nessa hora do boquete ficamos de lado, meu marido via o pauzão dele ser engolido pela minha boca, via eu lambendo o pau dele, via eu pegando nas bolas, via tudo. E não tirava a mão do pau, via-se que estava excitadíssimo com o que ele via.

E sabe o que o safado do Fabiano fez? Me deitou no sofá, eu fique com a cabeça no colo do maridão, permitindo que ele visse detalhadamente o pau dele entrando bem devagar na minha buceta...enfiou tudo e eu quase gozei só com a enfiada! 

Depois de meter bastante, ele me pôs de joelhos no chão, apoiando minhas mãos nos joelhos do meu marido, para que ele visse a minha cara enquanto ele metia por trás. Você não vai acreditar, mas eu gozei vendo que meu marido gozou nas calças, vi a mancha aparecendo e fiquei tão excitada que gozei também.

Acha que acabou? Nadinha... o Fabiano ainda me fez cavalgá-lo com a bunda virada pro marido, para ele ver o pau aparecendo e sumindo quando eu levantava a bunda e baixava...

E completou gozando na minha cara, bem perto do maridão, que viu aquela porra toda me inundando. Foi embora e meu marido me catou, me levou pra cama e me comeu também. Me agradeceu e agradece até hoje. O que ele não sabe é que gostei tanto que dei sem ele saber! Voltei  no site, peguei o telefone do Fabiano e o chamei para ir em casa na parte da tarde, ele me disse que não poderia, só trabalhava à noite, e me recomendou um amigo dele. 

Aceitei e o rapaz veio à tarde. Nem me lembrei de perguntar o nome dele, eu estava eufórica com a possibilidade de transar sem o marido ver. 

E fui muito ousada, Kaplan, nem eu estava me reconhecendo! Recebi o cara de saia e sutiã, desses meia-taça e lógico, mais da metade dos meus seios já à disposição dele. E ele não perdeu tempo, sentou numa poltrona, me puxou, me fez ficar sentada no colo dele e começou a mamar nos meus seios. Beleza pura!
Tirou minha saia e gostou de ver que eu estava sem calcinha. E me fez uma coisa que o Fabiano não tinha feito, me chupou a buceta. Chupada de qualidade, viu? Esses acompanhantes são realmente entendidos, sabem dar prazer prá gente. Estou virando freguesa deles! 

Fiz questão de chupar o pau dele também, acho que ele gostou, porque não interrompeu, deixou que eu fizesse o trabalho completo. Depois é que ele me comeu, e foi só de um jeito, eu cavalgando. Pulei bastante, o suficiente para gozar.
Foi muito bom. Já chamei ele outra vez, então já tenho contabilizadas três fodas com estranhos, uma com o marido vendo e duas sem ele saber. Não contei pra ele. Nem vou contar...

- Que tal mais uma? Olha como você me deixou.

Mostrei minha calça para ela, meu pau estava duro e o volume era grande.

- Kaplan, você é louco de jogar pedra... mas já que tocou no assunto e eu estou gostando muito disso, vamos lá pra casa. Agora, senão depois eu desisto!

Vizinhos... sempre os vizinhos!



(escrito por Kaplan)

Não, não era apenas a Meg que gostava dos vizinhos e era adorada por eles. Nossa amiga Leila também tinha uma queda por vizinhos, não importa se solteiros ou casados. E gostava de viver perigosamente, porque ao contrário lá de casa, o marido não sabia de nada...

Era só ele sair para o trabalho que ou um vizinho aparecia ou ela aparecia no apartamento de um. Leila era bonita, quarentona, magra, seios grandes, bumbum também. Sendo magra, os seios e a bunda se destacavam. Quando ela descia para a piscina do prédio, era hora das casadas começarem a implicar com os maridos. “Você está olhando demais para ela! Para de fazer gracinhas para essa perua!”

Os maridos não sabiam o que fazer. Como não admirar a Leila? Como fingir que não a viam? Os biquínis que ela usava destacavam mais ainda o que ela tinha de mais exuberante.

Os que já tinham comido, claro, ficavam mais calmos, não davam motivo para as esposas reclamarem. Mas os que ainda sonhavam comer a Leila ficavam indóceis e geralmente eram tirados de lá pelas esposas furiosas.

Vou contar um dos casos dela, porque o vizinho era amigo nosso e acabou contando. Pediu segredo, mas como já se passaram mais de 20 anos e estou mudando os nomes dos personagens, acho que não tem problema contar.

Ele era casado, ele e a esposa trabalhavam. Na época de tirarem férias, ele conseguiu marcar para o primeiro dia do mês, mas a esposa só conseguiu para o terceiro dia. E a Leila, claro, ficou sabendo disso porque ele contou a ela no elevador, como se fosse algo banal.

- Vamos ficar uns 15 dias fora, Leila, tá na época de férias que ninguém é de ferro. Só não vamos amanhã porque a minha mulher só entra de férias depois de amanhã. Então, para adiantar tudo, amanhã eu vou ficar em casa o dia inteiro, eu mesmo vou fazer as malas, deixar tudo pronto para podermos sair bem cedinho.

Leila entendeu o recado, se é que era um recado. Então, ficou na espreita, para conferir que seu marido ia trabalhar e que a esposa do nosso amigo também. Quando viu que os dois realmente já tinham saído, pegou o elevador e foi para o apartamento dele.

Ele abriu um sorriso muito grande quando a viu. Percebeu que o recado fora bem dado. Olhou bem a Leila. Usava um vestido bem curto, com um decote imenso, que valorizava tremendamente os seios fartos.

Sentaram-se na sala e começaram aquele papo tolo, de saber onde eles iam, etc e tal. Sentada meio de lado, encarando-o, Leila estava toda oferecida. Seu vestido curto deixava suas coxas praticamente visíveis na totalidade. E gostou de ver que o vizinho não era bobo. Logo ele começou a elogiar o corpo dela.

- Você tem seios que chamam a atenção... eu gostaria muito de ver!
- Pois veja!

O vestido era de alças, que ele abaixou na mesma hora. Os peitões surgiram em sua plenitude e ele os pegou, lambeu e beijou. Ela gostou de ver a iniciativa dele e sua mão procurou ver como estava a temperatura no meio das pernas dele. Hum.... bem quente e duro!
Abriu a calça dele e pegou na vara grande e duríssima.

- Não sou apenas eu que tenho o corpo bonito... que maravilha isso aqui! Eu imaginava exatamente isso!
- Você imaginava?
- Claro, meu querido... a sunga que você usa na piscina é bem reveladora... e usando óculos escuros eu posso ver sem ser percebida. Entendeu?
- Você é terrível...
- Isso você vai saber agora! 

E caiu de boca no pau dele, chupou do jeito que sabia que ele iria gostar. Deixou o vizinho maluco e pensando por que a mulher dele não aprendia com a Leila a fazer um bom boquete?

Mas além dos seios ela tinha o bumbum. E ele não via a hora de vê-la toda pelada, então tratou de tirar o vestido dela. 

Nossa... que coisa maravilhosa era a bunda da Leila. A calcinha não tampava nada mas de qualquer forma valia a pena arrancá-la. E foi o que ele fez para começar a lamber e apertar aquela bunda que tesava todos os homens do prédio.

Com ela de quatro, ele enfiou um dedo na xoxota e ouviu o gemido de aprovação dela. Não precisava esperar mais nada. Enfiou o pau e começou a bombar, vendo o corpo dela sacudir todo em cima do sofá. Em seguida, ela quis cavalga-lo e ele ficou impressionado com a velocidade, a rapidez com que ela subia e descia o corpo, gemendo sem parar e dando a entender que não demoraria a ter um belo gozo. 

O que de fato aconteceu poucos minutos depois. Como ele não tinha gozado, imaginou que poderia comer o cu da Leila, mas ela disse não. Mesmo safada como ela era, tinha por princípio nunca ser enrabada no primeiro encontro. Mas beber o leitinho dele, tudo bem, então ele levou o pau até sua boca, e ela o chupou até que ele gozasse e ela pudesse beber o leite revigorante.

A única dúvida agora era: quando eles teriam o segundo encontro, para que ele pudesse cobrar a promessa que ela fizera?