quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mais uma da sobrinha e do tio tarado

(escrito por Kaplan)



Júlia estava estudando para fazer um concurso público. Só que em sua casa havia muito movimento de pessoas, telefone tocando toda hora e ela ficava sem poder se concentrar. Pensando onde poderia ter sossego, lembrou-se que o tio com quem ela transava de vez em quando morava sozinho e ficava fora quase o dia inteiro. Ligou para ele, perguntou se podia usar o apartamento dele para estudar, ele concordou, claro.


Então no dia seguinte ela pegou as apostilas e anotações de aula e foi para a casa dele, logo depois do almoço. Ela tinha chave, dada por ele desde que eles começaram a transar. Entrou, o tio não estava, ela deitou-se no tapete da sala mesmo e ali ficou mergulhada nos assuntos das provas. Nem viu o tempo passar. Quando se deu conta, foi porque ele chegou, às 19 horas.

- Ora, querida, ainda está estudando?
- Sim, tio, tem muita matéria, se não se importa vou ficar mais um pouco.
- Tudo bem, mas você fez um lanche, comeu alguma coisa?
- Não, para ser franca nem notei o tempo passar.
- Tá bom, fica ai que eu vou buscar alguma coisa.

Levou um prato de biscoitos para ela, que não parava de ler. Ele deitou-se ao lado dela, admirando a sobrinha que achava deliciosa. Ela estava de shortinho e uma bata branca, dessas tomara-que-caia. Os ombros nus, as pernas à vista... o tio começou a ficar excitado. Começou a passar a mão nas pernas dela.

- Tio, por favor... deixa eu estudar...
- Você está há muitas horas estudando... isso não adianta muito, você fica cansada, dá umas paradinhas de vez em quando...

E ai deu um beijo nela. Ela se desarmou.

- Ai, tio... estou tão carente... acho que eu estou querendo...

Ele começou a abaixar a batinha que ela usava,os peitinhos dela começaram a aparecer e ele foi ficando cada vez mais doido... tirou a bata, tirou o shortinho, tirou a calcinha e com ela deitada no tapete, lambeu e chupou a bucetinha dela. Júlia fechou os olhos e suspirou... como era boa a língua do tio!

Mas além da língua ele também tinha um pau que ela adorava colocar na boca e fazer aquele boquete. Ela então agarrou a bermuda dele, arrancou-a e viu o pauzão já duro, que, mais que depressa, ela abocanhou.


Ai foi a vez do tio fechar os olhos e gemer sem sentir dor...

Colocou-a deitada, de ladinho e enfiou o pau na xotinha molhada da sobrinha. Meteu com vontade, sabia que ela gostava daquilo. Não satisfeito com o primeiro gozo dela, ainda a colocou de quatro e meteu novamente, até gozar.

Foram para o banheiro. Ela pegou um banquinho de plástico, fez ele ficar sentado, ligou a duchinha e veio lavando o corpo do tio. Por trás dele, ela segurou o pau e lavou-o por um bom tempo. Depois foi a vez dele lavá-la, demoradamente, chupando e beijando cada parte do corpo dela. Ela foi se excitando novamente e ele também, seu pau já começava a ficar duro de novo.

Vendo isso, ela o chupou novamente e deixou-o em ponto de bala. Foram correndo para o quarto, ainda molhados e lá ele mandou ela se apoiar na parede, levantou a perna direita dela e enfiou de novo o pau na xotinha. Depois de bombar por um tempo, ele se deitou e colocou-a com a xoxota na boca dele, para ele chupar bastante. Os gemidos de Julia se tornaram mais intensos. Ela voltou ao pau dele e tornou a chupar. Ele pegou as pernas dela e fez o corpo dela virar até ficar com a xotinha na boca de novo. Fizeram um 69 que Julia delirou. A língua do tio em sua xotinha e seu cuzinho faziam-na delirar de prazer.
Mais uma vez ela trepou no pau dele e ficou pulando até gozarem.

Nem é preciso dizer que ela não foi para casa, telefonou pra mãe e disse que ia dormir na casa de uma colega. Mas ficou foi ali mesmo e não deu para dormir a noite toda... teve que ficar acordada porque o tio, entusiasmado, não parava de querer trepar com ela...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Inaugurando um bar com uma trepada

(escrito por Meg)



Meu amigo ia inaugurar um bar que ele demorou mais de seis meses para construir e decorar. Pelo que ele nos mostrava de fotos, parecia que ia ser realmente um ambiente maravilhoso.
A inauguração estava marcada e uma semana antes ele me telefonou eufórico. Falou maravilhas e me pediu para ir fotografar tudo antes da inauguração.

- Mas Vladimir, você fotografa muito bem... por que não faz você mesmo as fotos?
- Eu sei, mas eu queria que você fotografasse...
- Está bem, vamos marcar então.
- Pode ser amanhã à tarde?
- Pode, não tenho nada marcado...
- Então te espero!

Dia seguinte, peguei o equipamento e fui até o novo bar. Já estava todo pronto. E fiquei maravilhada. O ambiente era acolhedor, confortável sem ser luxuoso demais, a adega era muito selecionada. Tinha tudo para emplacar.
Fui fazendo várias fotos conforme ele me pedia. Depois de dezenas de fotos tiradas, ele disse que gostaria de me fotografar ali.

- É prá dar sorte, entende?
- Rssss. Só você mesmo, Vladimir... me fotografar para dar sorte? Acha que eu tenho cara de amuleto, de coelho ou pior ainda, de ferradura?
- Claro que não, moleca... vamos lá, agora o fotógrafo sou eu. Senta ali próxima ao balcão.
- Calma... deixa eu me ajeitar primeiro.

Soltei o cabelo, joguei-o para a frente e para trás. Ainda bem que eu fora bem vestida. Estava com calça jeans e botas e uma blusa rosa tomara-que-caia. Sentei-me num desses bancos altos que se colocam nos bares, cruzei as pernas, apoiei o cotovelo no balcão, virei o rosto, sorrindo, para ele, que tirou a primeira foto.

Tirou várias, na verdade. Eu já estava sentindo que não ia demorar ele pedir para eu diminuir a quantidade de roupas que estava usando... e realmente não demorou. Ele me pediu para tirar a blusa.

Bem, leitores, esse pedido já dizia tudo. Ele me levara lá não foi apenas para eu fotografar. Ele queria transar comigo e usava essas fotos como subterfúgio. A questão era: se eu tirasse a blusa, acabaria pelada. E daí para os “finalmentes” não demoraria muito tempo.

Tirar ou não tirar?

Tirei.

Estava de sutiã aquele dia, então nas próximas fotos eu fiquei em pé, apoiada no balcão e ele as tirou me pegando de costas, apenas o rosto virado para ele.

- Meg, senta no balcão e tira as botas, quero destacar seus pés.

Fiz como ele pediu e novas fotos foram tiradas. As fotos seguintes eu estava deitada no balcão, com as mãos no sutiã. E ai ele sugeriu que eu tirasse o sutiã. Sorrindo, já com um misto de tesão, tirei. Ele me fotografou de pé, o braço direito apoiado no balcão e a mão esquerda segurando o seio.

Ai pediu para eu tirar a calça. E me fotografou tirando-a, eu de costas para ele e minha bunda em destaque, com a calcinha aparecendo inteira. Me pediu para eu sentar no balcão, só de calcinha, de frente para ele. Tirou mais um tanto de fotos.

- Meg... mostra a xaninha?
- Vladimir....
- Por favor...

Afastei um pouco a calcinha e ele fotografou a xaninha aparecendo... eu estava com medo de aparecer minha excitação, eu já estava com um tesão danado e ainda mais vendo que ele estava de pau duro. Era impossível ele esconder... resolvi provocá-lo, fazer poses sensuais mesmo sem ele pedir...

Ainda sentada, pus uma das mãos na cabeça e com a outra ameacei tirar a calcinha. Ele fotografou. Deitei-me no balcão, ergui e dobrei as pernas e puxei a calcinha até o meio das minhas coxas, olhando para ele com uma cara bem sexy.

Ai me virei, sentando no balcão, bem de frente para ele, com as pernas abertas. Minha xaninha toda exposta. Ele precisou se apoiar numa pilastra para conseguir fazer a foto sem tremer...coloquei as mãos na xaninha e fechei os olhos, como se estivesse me masturbando... pulei para o chão e fiquei de costas para ele.


Gosto de mostrar minha bunda, todos dizem que ela é muito bonita. Então me inclinei sobre o balcão, empinando a bunda.


O silêncio só era quebrado pelo clic da máquina e pela respiração ofegante do Vladimir.

Eu já estava doida de vontade de ele parar com as fotos e me pegar, mas ele insistia ainda em me fotografar. Fiquei em pé, apoiando os braços no balcão, com as mãos nos seios, de frente para ele, levantando e abaixando uma das pernas. Ele batia uma foto e mexia no pinto, batia outra e tornava a mexer... estava até engraçado...

Sentei no banco, pus as pernas em cima do balcão, uma das mãos apoiando a minha cabeça e a outra protegendo a xaninha. E ai deitei no balcão, olhando fixamente para ele.

- Vladimir, se você não largar esta máquina AGORA, eu vou embora... larga a máquina, tira a roupa e vem aqui pra cima. Vamos inaugurar este balcão!

Era o que ele queria, acho que apenas pensava que eu não iria topar. Quando viu minha decisão, mais que depressa colocou a máquina numa das mesas, tirou a roupa e veio, com seu pau duro. Não foi muito demorada, ele estava tão excitado, e eu também, que com umas trinta bombadas ele gozou. Me deixou na mão... eu reclamei e ele me prometeu demorar mais na próxima. Quem sabe eu não voltaria amanhã para novas fotos?

- Voltar eu volto, mas nada de fotos...entendeu?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CLUBE DE SWING - agora com ele !

(colaboração de Silvana e Carlos)



E alguém tinha alguma dúvida?!!!! Passadas duas semanas da visita ao Clube de Swing com minhas amigas, lá estávamos nós arrumando malas para o final de semana em São Paulo e curtir o Clube agora com meu Amor. Na mala levei dois corcelets. um branco e outro vermelho com pequenas flores pretas, essa era minha surpresinha para ele.


Chegamos ao hotel, nos acomodamos; preparei-me para desfilar os dois "modelitos" para que ele escolhesse qual seria usado para incendiar a noite! Primeiro vesti o vermelho e caminhei pelo quarto, ele me pegou pela mão e pediu mais uma volta enquanto me olhava, uiii adoro quando meu homem me olha guloso.

- "APROVADO, disse ele!"

Abraçou-me e foi tirando tudo, sapatos e meias primeiro, tirava e beijava as partes desnudadas, uiiii que CALOR, fiquei tarada! Quando terminou pediu-me que colocasse o outro. Quando voltei ao quarto com o corcelet branco e calcinha de amarrar ele pulou da cama e me pegou, dizendo:

- "Nossa! ficou lindo, está escolhido".

Puxou os lacinhos que seguravam a minúscula calcinha e nú com aquela pica enorme me jogou na cama penetrando-me sem dó ! Ahhhh! eu gemia de prazer. Ficamos horas nos devorando e acariciando quando assustados, vimos que era chegada a hora de ir ao Clube.

Vesti o corselet branco, calcinha de amarrar nas laterais, meias 7/8, sandália alta e um vestido de transpassar, fácil de tirar, o Carlos vestia jeans e camisa branca estava lindo com aquele sorriso safado.

Chegamos, fomos conhecer a casa e nos acomodamos para esperar a hora do show. É meia noite, as luzes se apagam e quando acendem, várias mulheres seminuas começavam a dançar nos puffs.... Agora será o Carlos a descrever o que vimos e sentimos naquela noite:

- "Minha Gata havia me deixado curioso para conhecer o Clube e lá estávamos naquele novo ambiente, passei olhos pelo salão e não encontrei ninguém conhecido, isso pode ser ótimo, mas também perigoso. A descrição feita pela Silvana já me deixara cheio de tesão, ela tinha razão, o lugar era muito agradável e totalmente liberal. Dançamos um pouco e logo fomos dar uma "rodada" pelos outros ambientes. No ambiente onde era permitida entrada de solteiros, um perigo!, rapazes vorazes, nos cercavam, passavam as mãos em minha Gata, não tinha como rolar um clima, saimos rapidinho. No ambiente para casais, onde havia também o aquário, as coisas estavam mais "calmas"; vários casais namoravam, uns em pé, outros sentados nos sofás com suas gatas no colo, na grande cama um casal fazia delicioso 69 enquanto em um canto escurinho uma mulher era acariciada por dois homens.


Enlouquecido por tudo aquilo sentei-me em um sofá colocando minha gata no colo; abaixei o vestido deixando seus seios expostos, chupei gostoso arrancando seus gemidos. Meu pau latejava, Silvana se esfregava em mim e jogando a cabeça para trás expunha ainda mais os seios, o ambiente exalava tesão, vários casais se "comendo" ahh!!....


Enquanto devorava aquele seio delicioso percebi um rapaz aproximar-se de Silvana, ele tocou-lhe o outro seio e com suavidade acariciou-o, minha Gata arrepiou-se toda e gemeu ainda mais forte...... durante algum tempo ficamos ali a acariciar e beijar aqueles seios lindos.... Logo retomamos nosso "passeio" pelos ambientes, ainda não havia ninguém no aquário e nós não queríamos ser os primeiros!

Fomos então a uma cabine de toques, logo que começamos a nos beijar percebemos alguém do outro lado, o rapaz colocou seus braços para dentro de nossa cabine e começou a acariciar o corpo da Sil enquanto ela me devorava em beijos. Desamarei-lhe o vestido e tirei também o corcelet, que delícia!!! Minha Gata agora seminua tinha seu corpo dedilhado por um desconhecido, ele corria as mãos por todo seu corpo e dedicava mais atenção à bunda e aos seios que eram amassados e apertados. Silvana estava enlouquecida, toda arrepiada, gemia e me devorava com seus beijos. Logo o desconhecido percebeu que a calcinha era presa apenas por lacinhos e soltou-os; agora nua, minha deusa estava entregue a quatro mãos, ela curvou seu corpo e abocanhou minha vara pulsante.

Acariciando aquele corpo delicioso eu assistia ao estranho a tocá-la, ele corria suas mãos pelo corpo todo até dedicar atenção especial ao "paraiso" passou pela bunda massageando-lhe o cuzinho e então introduziu-lhe os dedos na xana, neste momento a Gata gemeu forte e apertou meu pau entre os lábios e nesse ritmo despejei todo meu nectar naquela boquinha gulosa. O estranho continuou a introduzir-lhe os dedos enquanto com a outra mão batia punheta. Minha Gata gemeu e tremeu toda demonstrando gozo alucinante enquanto o estranho também atingia o ápice!


Em silêncio nos recompusemos e retornamos aos demais ambientes para ganhar "forças" e coragem para, quem sabe, ir ao aquário...??!! Mas esta é outra história.....

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CLUBE DE SWING - fui sozinha !

(colaboração de Silvana e Carlos)




Silvana e Carlos já nos enviaram alguns contos. Hoje nos brindam com mais um, que terá sequencia amanhã.

Divirtam-se, excitem-se! Vale a pena!

Ah... as fotos também foram eles que enviaram. Admirem a beleza da Sil...

Kaplan




Há alguns anos atrás fui escalada para fazer um curso em São Paulo, teria que passar uma semana sem meu homem, mas não tinha outra opção... Nas primeiras horas do curso, já estava enturmada com Clara e Mara, ambas do interior como eu. Já no happy-hour do primeiro dia Mara comentou que queria conhecer um clube de Swing que alguns amigos haviam recomendado.
Empolgadas, quando chegamos ao hotel ligamos para o clube para obter informações e fazer reservas, teríamos que
ir na quarta-feira, dia que permitiam pessoas desacompanhadas.


Telefonei ao Carlos, meu marido, ele todo animado disse:

- Gata vá sim. Será ótimo você conhecer e assim que tivermos oportunidade vamos juntos.

Eu e as novas amigas passamos horas conversando sobre o assunto imaginando que tipo de roupa usar, pois nossa intenção era somente conhecer o lugar.

Chegou quarta-feira, estávamos apreensivas e sem saber o que iríamos encontrar. Chegamos cedo ao clube, pediram que aguardássemos na ante-sala pois a Promoter do local iria nos mostrar todas dependências. Anny se apresentou, estava com um micro vestido branco colado que delineava seu corpo revelando que estava somente de calcinha. Muito agradável, contou-nos a história da casa e nos conduziu para os outros ambientes ainda com poucas pessoas. A boate muito bem decorada, pista de dança rebaixada, em cada um dos cantos e ao centro havia plataformas (chamadas de puff) com canos de apoio. No puff central ocorriam os shows. Nas laterais havia duas portas de acesso a ambientes restritos, uma delas levava a sala com vários sofás e ao darkroom.

Anny avisou:

- Só entrem ai se realmente estiverem dispostas a deixar rolar algo quente.

Neste mesmo ambiente havia várias cabines de toques e carícias, com buracos na parede. A outra porta levava ao ambiente restrito a casais, era uma sala com a cama enorme e por um corredor chegava-se ao "aquário", uma cama cercada de vidros onde se poderia observar casais em ação, e, por fim mais cabines de toques e carícias. Após esse "tour" nos acomodamos na boate e ficamos a tomar vinho, conversar e observar o movimento.

Via-se de tudo... pessoas bonitas, outras nem tanto, ... algumas chamavam atenção!
Uma mulher muito bonita chegou com o seu homem, vestia casaco e ao tirá-lo revelou seu corpo bonito em minúscula saia e top; três casais chegaram juntos, enfim, não demorou para o lugar ficar completamente lot
ado.

À meia noite, as luzes se apagaram avisando que a "festa" iria começar. Quando poucas luzes se acenderam novamente, algumas mulheres estavam nos puff dançando e aos poucos se livrando do "excesso" de roupa ficando apenas de sandália e calcinha. Os rapazes atacavam! passavam as mãos pelos corpos semi-nús das dançarinas... cobiçando-as. Outros se deliciavam vendo suas mulheres também semi-nuas a serem tocadas enquanto dançavam no puff..... Com o passar das horas o "clima" esquentou!! Eu e as amigas circulávamos para ver o que "rolava", na sala com sofás vários casais se amassavam, alguns no colo, outros em pé acariciando-se, na grande cama várias pessoas se tocavam, beijavam e faziam sexo ... uiii estava a flor da pele, tudo que queria era meu homem delicioso ali comigo... Quando estávamos saindo liguei para o meu Carlos e contei tudinho, pelo entusiasmo demonstrado por ele em breve visitaremos o clube para curtir a dois todos aqueles ambientes repletos de Tesão...

Minha sobrinha, o namorado dela e um amigo

(escrito por Meg)



Paulinha chegou toda sorridente em meu apartamento. Quis saber o motivo de tanta alegria e ela não se furtou a contar. Aliás, eu sempre fui a ouvinte preferida dela quando se tratava de aventuras. E eu conversava sempre com ela também sobre as minhas aventuras, que ela ouvia com os olhos brilhando.

- Senta ai, tia, vou te contar o que aprontei ontem, mas já adianto que você foi o modelo, viu? Se eu não soubesse de seus casos talvez não tivesse feito o que fiz...
- Sabia que ia sobrar pra mim... vamos lá, desembucha...
- Ontem eu estava na casa do Eduardo e tinha um amigo dele lá, o Juliano. Ficamos os três sentados num sofazinho, eu no meio dos dois. Como sempre, eu estava com uma minisaia e quando sento, minhas pernas ficam todas de fora, quase que a calcinha aparece...
- Eu sei, estou vendo aqui agora...
- Mas escuta... ai a gente falou de vários assuntos e acabamos falando de sexo também. E o Juliano contou que havia visto um vídeo com um cara comendo duas louras, e que ficara excitadíssimo com as cenas. Perguntou se já tínhamos visto e o que a gente achava. O Eduardo falou que já tinha visto sim e achara um tesão.
- E você...
- E eu disse que nunca tinha visto não, mas tinha uma amiga – que era você, evidentemente, mas não disse seu nome – que já tinha feito, tanto ela e mais uma com um cara como ela com dois caras. Tia...os dois ficaram ouriçadissimos. Queriam por que queriam saber quem era a amiga, mas eu disse que contava o milagre mas não dizia quem era o santo...ou a santa, né?

- Ainda bem...
- Bem, vai daí eu contei para eles algumas coisas que eu sabia dos ménages que você já me contou. E eles foram ficando de paus duros... e eu fui me divertindo muito com a situação. Falei que a minha amiga beijava a amiga dela, falei de dupla penetração quando eram dois caras e ela... e os paus só aumentando de tamanho...
- Vocês são de morte!

- Bem... ai, você já pode imaginar a vontade que deu neles... e em mim também, né? Sentei no colo do Eduardo, fiquei beijando ele e a mãozinha boba dele já foi entrando pela minha saia, encontrou minha calcinha, viu que ela já estava úmida... ai eu falei no ouvido dele: “ta pensando o mesmo que eu?” . “acho que estou...você topa?”. Fiz que sim com a cabeça. Ele então foi até o barzinho, pegou três copos de vodka e nós bebemos para tomar coragem.

Ai eles tiraram a minha blusa e começaram a mamar em meus peitinhos, um de cada lado. Tia, que coisa deliciosa que é, hem?
- Se é, se é...muito bom!
- Pois é, também gostei muito disso. Ai eu criei coragem e fiquei pelada. Os dois também ficaram. Continuei sentada entre os dois, segurando os dois pintos duros e resolvi chupar um de cada vez. Enquanto chupava um, batia punheta pro outro. Eles ficaram doidinhos também, depois me falaram que era maravilhoso ver o que estava acontecendo...
- Bem, eu tentei me lembrar das coisas que você já me contou. Então fiz o seguinte, deixei o Eduardo sentado, fiquei de joelhos no sofá, dando a bunda pro Juliano. Comecei a chupar o Eduardo e o Juliano entendeu...enfiou o pau na minha xotinha e começou a bombar, a bombar. Eu mal conseguia ficar com a boca no pau do Eduardo, de tanto que eu sacudia com as bombadas dele...

Ficamos um tempão assim. Depois eles inverteram. O Eduardo foi me comer por trás, o Juliano ficou em pé na minha frente e eu fiquei chupando o pau dele. O Eduardo acabou sentando de novo no sofá e me pôs sentada no pau dele, de costas para ele. Tive de virar o rosto para continuar chupando o pau de Juliano. Estava meio ruim a posição, então me virei e ele encaixou o pau em mim, ai deu para receber e chupar o pau do Juliano ao mesmo tempo.

Nova invertida. O Juliano deitou-se de costas no sofá e ai foi a minha vez de sentar na pica dele e chupar de novo o pau do Eduardo. Senti que os dois já estavam quase gozando e então coloquei-os um ao lado do outro, eu no meio e pedi para eles esporrarem em meus seios. E eles gozaram... foi lindo! Eles quase perderam o fôlego, mas tia... que delícia que é o tal do ménage, hem?

- Muito bom sim... eu sempre gostei!
- Agora o Eduardo ta pensando em transar comigo e com alguma amiga minha... você topa?
- Sai fora...tá pensando o que, garota???

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Eu, meu marido e nosso amigo no hotel

(escrito por Meg)






Kaplan e eu fomos a Floripa, nos hospedamos num hotel no centro, na rua Felipe Schmit, hotel que já conhecíamos de outras idas à belíssima capital de Santa Catarina.
Tínhamos um grande amigo que morava lá, o Samir, e ele veio nos ver no hotel logo na primeira noite, era uma sexta-feira. Jantamos ali perto e ele ficou de nos levar, no dia seguinte, a alguma praia.


Às 8 horas, pontualmente, ele estava na porta do hotel nos esperando. Como eu e o Kaplan já havíamos combinado, pedi para ele nos levar a uma praia de naturismo que tem lá. Ele deu um sorriso revelador, de que havia ficado muito satisfeito com o pedido. Com certeza não era porque ia ver o Kaplan pelado... rssss.
Nos levou à praia do Pinho. Lugar maravilhoso.



Chegamos, a praia não estava muito cheia, pelo contrário. Estendemos cangas na areia e tiramos as roupas. O safado do Kaplan, sabendo que eu não tinha passado protetor ainda, entrou no mar e lá ficou um bom tempo. Entendi o recado e pedi ao Samir que me ajudasse a passar o protetor. Ele tremia ao pegar o tubo. Deitei-me de bunda para cima e ele veio, com as mãos trêmulas, passando o protetor em meu corpo todo. Quando passou na bunda, eu pedi para ele passar bastante, porque tinha muito tempo que ela não via sol.

Ele deve ter adorado a ideia. Demorou-se bem mais do que eu pensava... e ainda abri um pouco as pernas para ele passar em todos os pontos, mesmo! O dedo dele chegou a encostar-se em minha bucetinha. Fiquei com vontade de rir pensando que ele deveria estar de pau duro e tendo dificuldade para esconder. Ainda mais que o Kaplan, nos observando, resolveu voltar para perto de nós. Ao chegar, ele brincou:

- Dando trabalho pro Samir, hem Meg? Por que não esperou eu voltar para passar o protetor em você?

Eu quase explodia de vontade de rir. Sai de perto e fui dar uma caminhada, só de óculos escuro. Ai observei o Samir, um pouco constrangido, tentando explicar ao Kaplan porque estava de pau duro... deve ter sido muito engraçado. O Kaplan depois me disse que falou com ele que não tinha importância nenhuma. E ainda mandou ele caminhar comigo, porque ele, Kaplan, já ia pro tomar umas cervejas e ler um pouco.
O Samir veio até onde eu estava e ficamos caminhando. Ele em silêncio, tive de puxar assunto.

- Sabe que o Kaplan fez isso de propósito, não é? Ele ficou no mar aquele tempo todo só para eu te pedir para passar o protetor em mim.
- Seu marido é completamente louco!
- Não é não... isso é normal, Samir.

E abracei-o. Pra que? O pau dele começou a endurecer e tivemos de correr para dentro da água.
Aproveitei que estávamos já bem longe da praia e peguei no pau dele.

- Não faça isso, Meg...
- Me deu vontade, seu pau é lindo. E afinal você pegou na minha bunda, é uma troca justa não acha?
- Vocês dois estão me deixando perturbado...
- Desculpa. Não era intenção nossa. Vou te falar francamente: a gente tem um casamento aberto, e como gostamos muito de você, queríamos que você passasse a noite com a gente no hotel.
- Como assim, passar a noite? Você diz... transando?
- É... mas fique tranqüilo, você não precisa comer o Kaplan nem dar pra ele... mas eu queria vocês dois me devorando... topas?
- Santo deus!!! Não consigo acreditar que você está me propondo isso...
- Acredite, é verdade. A não ser que você não queira...
- Meg, me belisca para eu saber que estou acordado...

Obedeci, dei-lhe um beliscão na bunda, mergulhei e agarrei o pau dele debaixo das ondas e o esfreguei em meus seios. Levantei e bem de frente para ele perguntei:

- Acredita agora?
- Claro que acredito... estou com uma vontade de te abraçar e beijar...
- Tá esperando o que?

Ganhei um abraço gostoso, com um pau duro me encostando e um beijo forte, molhado, salgadinho...
- Vamos voltar?
- Vai na frente...eu tenho de esperar o meu dileto amigo murchar, pega mal eu aparecer assim, tem crianças na praia.

Voltei para onde o Kaplan estava, me deitei ao lado dele que lia e disse que o Samir havia concordado. Ele gostou de saber. E ficamos loucos para a noite chegar logo. Saímos da praia lá pelas 16 horas, ele nos deixou no hotel e disse que voltaria logo. Quando chegou, descemos para jantar, eu estava com um vestidinho bem leve, e os dois de camiseta e bermuda.
Comemos um belo prato de camarão, tomamos algumas taças de vinho e voltamos pela avenida Beira Mar, caminhando até o hotel. Despistamos o pessoal da recepção falando que iríamos ao mezanino, onde havia um restaurante. E de lá subimos para o nosso quarto. Tirei os sapatos e pulei na cama, de vestido mesmo. Os dois tiraram as camisetas e apenas de bermudas, vieram para meu lado.

Meu vestido não resistiu a cinco minutos. Desapareceu completamente, então tratei de tirar as bermudas deles. Fiquei de calcinha e os dois só de cuecas. E as mãos deles começaram a circular pelo meu corpo, as bocas a sugarem meus seios ou a me beijaram... nossa.. é tão bom estar ao lado de quatro mãos e duas bocas...

Me colocaram de joelhos e desceram minha calcinha até o joelho. Kaplan estava atrás de mim, beijando e mordendo minha bunda, o Samir estava em minha frente, beijando meus seios e depois descendo com uma língua áspera até minha bucetinha. Eu segurava a cabeça dos dois, afagando os cabelos deles. Estava louca de vontade de chupar o pau do Samir, então me sentei, peguei-o e fiz-lhe um boquete. O Kaplan abriu minhas pernas e veio dar aquelas gostosas lambidas em minha bucetinha.

Criando coragem (ainda estava meio tímido), o Samir levantou minhas pernas, colocou-as em seu ombro e enfiou o pau dentro de mim. O Kaplan veio então ficar ajoelhado perto do meu rosto e eu comecei a chupá-lo.


Olhava para ele, agradecida por aceitar essa nossa vida, de partilhar comigo tantos momentos que ficarão para sempre gravados em minha mente...
Depois o Samir quis que eu sentasse em seu pau, o que fiz com o máximo prazer. Então o Kaplan ficou de pé na cama, para que seu pau ficasse na altura certa para eu continuar chupando-o. O Samir me tirou do pau dele e me fez sentar em sua barriga, e ficou me puxando e empurrando, para que minha bucetinha molhada se esfregasse nele. Achei interessante, era a primeira vez que acontecia algo semelhante... o Kaplan também ficou olhando, e eu já sabia que na primeira oportunidade ele iria pedir que eu fizesse isso com ele também.


O Samir deitou-se e voltei a chupa-lo, ajoelhada na cama o que permitiu ao Kaplan enfiar seu cacete em minha xota, por trás, outra posição que sempre adorei. Também me colocou sentada em seu pau, e o Samir ficou de pé na minha frente, para continuar a ser chupado. Fiz menção ao Kaplan que queria uma DP, ele entendeu e deitou-se, eu me inclinei sobre ele e ele meteu em minha bucetinha. Fez um sinal para o Samir e ele veio por cima de mim, enfiando seu pau em meu cuzinho. Uau... como eu gosto disso... meteram até eu cansar... então sai, me sentei na cama e eles despejaram suas porras quentinhas em meu corpo.

Ele me beijou, deu um abraço no Kaplan e foi embora. No domingo voltamos à praia com ele, mas não fizemos grandes coisas porque a praia estava mais cheia. Mas de noite... vídeo-tape da noite de sábado. Quando ele chegou, eu estava tomando banho, então ele e o Kaplan ficaram sentados no sofá tomando uma cervejinha do frigobar. Sai do banheiro com uma camisetinha e o shortinho do pijama, pois não sabia que ele já estava ali. Quando o vi, pulei no sofá, fiquei entre os dois, puxei as cabeças em minha direção e dei um gostoso beijo em cada um.

Mais que depressa eles tiraram minha camisetinha e começaram a me alisar...

- Ei, esperem... não vamos jantar primeiro?
- Não... a janta hoje será você! Depois a gente sai para comer a sobremesa...
- Tarados! Tarados! Socorro... estou num quarto de hotel com dois tarados!!!

Rindo, eles foram tirando meu shortinho e me beijando o corpo todo. Meus peitinhos foram sugados pelo Samir e minha bunda mordida pelo Kaplan. Depois foi a vez do Samir mandar a língua em minha bucetinha, e o Kaplan, atrás de mim, pegava meus seios com suas mãos e puxava os meus biquinhos, e me beijava... e eu comecei a ficar excitadíssima de novo. Arranquei as camisetas deles e eles foram tirando as calças. As cuecas apareceram e eu já via que os paus dos dois estavam do jeito que a morena aqui gosta... sentada no sofá, já nua, peguei nas duas picas por cima da cueca mesmo e apertei-as, para sentir a dureza, a firmeza... maravilha!

Tirei as cuecas deles e fiquei chupando os dois. Chupava o Samir e punhetava o Kaplan, depois invertia. Ai o Kaplan sentou-se no sofá, eu me ajoelhei para continuar a chupa-lo. Minha bunda estava empinada e o Samir enfiou a pica em mim. Estava delicioso tudo aquilo. Depois inverti, sentei o Samir e fiquei chupando-o, enquanto o Kaplan metia em minha bucetinha por trás.

Naquela noite não teve DP. Os dois meteram à vontade e quando já estavam cansados, e eu também, trataram de se punhetar e me derramar o leite no corpo. Que coisa... teria de tomar outro banho.

Depois fomos jantar, ou “comer a sobremesa” como eles tinham dito. Eu no meio dos dois, abraçada aos dois, feliz da vida.
Pena que na manhã seguinte voltamos...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Vendo minha mulher e sua amiga

(escrito por Kaplan)



Elisete, amiga de minha esposa, veio visitá-la, mas essa visita sempre terminava com uma transa legal, ela e Meg adoravam se beijar, se chupar...
Elisete é uma morena de quase 1,70m, de seios bem maiores que os da Meg (aliás, eu prefiro os da Meg... seios médios são ótimos!)

Eu estava em casa, ela achou que eu já devia ter saído, mas naquele dia não havia nenhum trabalho a fazer, eu tinha pensado em ficar em casa arrumando coisas. Mas quando ela chegou, a Meg me fez sinal e eu entendi que devia cair fora. Mas não cai. Fiz que fui e não fui, queria ver como as duas se amavam. Já tinha visto antes, mas sempre é um tesão danado ver duas mulheres transando.


Então me escondi e fiquei vendo e ouvindo o que elas conversavam na sala.

A Meg estava com a roupa que usa sempre em casa, um top e um shortinho. A Elisete veio com uma camiseta branca e uma saia verde, bem pequena. Quando sentava, dava para ver a calcinha.

Quando eu as vi pela primeira vez, já estavam todas amorosas, sentadas uma ao lado da outra. A Meg estava com uma das pernas em cima do sofá e a outra no chão, o que deixava suas pernas bem escancaradas. As pernas da Elisete também estavam bem abertas, mas ela estava com os dois pés no chão. Os rostos se aproximavam e beijinhos começavam a ser dados. Meg, com a mão no joelho da amiga, começou a alisar a perna dela...

Chegaram mais perto uma da outra e a mão da Meg já começou a passear pelo corpo da Elisete, parando nos seios. Falavam baixinho, tão baixo que eu não conseguia distinguir o que diziam. Tiraram a roupa, ficaram apenas de calcinha. E as mãos voltaram a percorrer o corpo uma da outra, e os beijos foram ficando mais ardentes, as respirações mais ofegantes... e meu pau só endurecendo de ver aquela cena maravilhosa...

Elisete se levantou e tirou a calcinha de Meg, que ai levantou-se também e abraçou a amiga por trás, massageando os seios dela. Mais beijos. A calcinha de Elisete também foi tirada e ela sentou-se, com as pernas bem abertas, no sofá. Mais que depressa, Meg ajoelhou-se no sofá e começou a lamber a bucetinha depilada de Elisete. Lambeu até a amiga dar sinais de que estava atingindo o orgasmo e ai foi a vez dela retribuir, beijando e lambendo a bocetinha de Meg.

Depois ela abriu a bolsa e mostrou um pinto de silicone, as duas se entusiasmaram e começaram a chupa-lo. Eu pensava: puxa, porque não me chupavam em vez de chupar um pinto falso? Mas as mulheres tem seus desejos, a gente deve respeitá-los...

Ficaram chupando aquela coisa e se masturbando. Eu via os dedos delas entrando e saindo de suas bocetas, esfregando seus clitóris... era enlouquecedor ver aquilo tudo e ter de ficar quieto, só observando.

- Enfia ele em mim...

Era Elisete pedindo para a Meg penetrá-la com o pinto de silicone. Ela ficou ajoelhada no sofá, abriu bem as pernas e a Meg foi enfiando, enfiando, até ele estar todo dentro dela. E ai foi metendo, metendo, até a amiga gozar novamente. Se beijaram de novo, ficaram abraçadas por um bom tempo, deitadas no sofá. Elisete quis saber se Meg também queria levar uma pintada, mas Meg desconversou. Dali a pouco ela se retirou.

- Pode sair agora, Kaplan... ela já foi!
- Você sabia que eu estava aqui?
- Claro... não te conhecesse eu! Você iria perder um show desses?
- E por que você não quis que ela enfiasse aquele pinto em você?
- Porque prefiro o seu... e vou ter ele agora, não vou?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Fetiche de pés

(escrito por Meg)



Sempre achei meio exagerada essa história de homens que adoram pés femininos. Não que não ache interessante. Eu mesma tenho pés muito sensíveis, posso dizer que são uma das zonas erógenas minhas. Mas nunca tinha visto alguém tão interessado em pés como Wellington.
Ele era o tipo de homem que todas as minhas amigas liberais eram doidas para levar para a cama, mas ele não se decidia por nenhuma. Acabei descobrindo o porque, no dia em que acabei transando com ele. E meus pés foram o elemento detonador do interesse dele por mim. Acredite, se quiser!

Foi assim.


Ele estava em nossa casa, não me recordo bem o motivo, mas estávamos apenas eu e ele, conversando animadamente. Lembro que íamos sair, eu estava bem alinhada, com uma saia jeans, curta, é claro, uma blusa branca, bem comportada, estava com um colar. E nos pés uma sandália, de salto não muito alto.

Wellington estava escornado numa das poltronas da sala, deitado mesmo. Eu estava sentada no braço da outra poltrona. As duas poltronas formavam um L. Eu me sentei perto de onde estava a cabeça dele. E foi ai que reparei que ele não tirava os olhos dos meus pés.

- O que você tanto olha?
- Tira a sandália, Meg...

Tirei e ai vi os olhos dele brilharem. Na mesma hora ele pegou meus dois pés e os levantou. Ele sentou-se e levou meus pés até sua boca, beijando-os com uma paixão incrível, que me deixou excitada. E,

claro, com essa levantada de pernas, minha calcinha ficou completamente descoberta...

Ele viu e mais que depressa, ajoelhou-se na minha frente, sem soltar os meus pés, abriu a minha calcinha e ficou me bolinando a bucetinha com uma das mãos. Enquanto isso, meu dedão era engolido pela boca dele... e pasmem, leitores... gozei!

Ai eu já estava louca para sentir o pau dele. Ele tirou a roupa e eu vi um pau grosso, não gigantesco. Ele me pediu para passar os pés nele. Colocou um dos pés no saco e o outro na cabeça e ficou esfregando... senti aquele liquidozinho sair e lambuzar meu pé... mas eu estava adorando... era algo novo para mim!

Ele me colocou de quatro no sofá, encostou o pau na sola do meu pé, enquanto beijava minha bunda, lambia meu cuzinho... eu já não agüentava mais de vontade e pedi para ele me comer... só então ele esqueceu os pés e enfiou seu pau em minha bocetinha. Mas logo se lembrou e enquanto metia, fazia massagens nos meus pés.
Me pôs sentada no pau dele e segurava meus pés, em vez de fazer como todo mundo, que me seguravam a bunda ou a cintura. E no final, em vez de gozar dentro de mim, me colocou deitada de barriga pra baixo, levantou minhas pernas, colocou o pau entre os meus pés e ficou friccionando, até derramar tudo em minha bunda.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Encontro via MSN

(escrito por Meg)




Olhando para trás, a gente percebe que fez algumas loucuras. Algumas deliciosas, outras nem tanto. Estava recordando aqui quando começou essa febre de internet e logo depois estava todo mundo se falando e se vendo pelo Msn. Nossa... quanta gente conheci!
E alguns eu acabei indo pra cama com eles. Claro que eu tomava todos os cuidados possíveis, mas eram irresistíveis... então eu acabava indo...

Lembro de um, Anselmo. Depois de nos conhecermos, nos vimos pela webcam, a princípio bem comportados, vestidos, depois as roupas foram ficando cada vez menores, até que desapareceram... e ambos gostamos do que vimos. Só que ele morava em outro estado, então ficamos curtindo a vontade de nos conhecer pessoalmente por um bom tempo. Até que um dia ele me avisou que iria passar por aqui, me deu o nome do hotel em que ficaria hospedado e me disse que gostaria muito que eu o procurasse lá.

Por mais loucura que fosse, eu acabei indo ao encontro dele. Ele marcara as 20 horas, iríamos jantar no restaurante do hotel mesmo e de lá, despistadamente, iríamos para o quarto dele. Me preparei! Depois de um banho demorado, coloquei uma saia curta, mas não muito, uma blusa azul claro com botões, dos quais os dois de cima não estavam fechados. E lá fui eu, toda perfumada!

Cheguei ao hotel, pedi que me anunciassem. Logo o Anselmo saia do elevador e vinha ao meu encontro. Meu coração estava aos pulos. Temia ter entrado numa fria, mas ele se mostrou um encanto de pessoa. Claro que me elogiou demais, mas isso eu já esperava que fosse acontecer. Subimos ao mezanino, onde ficava o restaurante, jantamos, conversando animadamente.

Depois de terminado o jantar, ele olhou para os lados, viu que não havia ninguém, então corremos para o elevador e ele marcou o andar 18. O corredor estava vazio, ele me abraçou e me levou até o quarto dele. Entramos. Estava todo arrumado. Ele sentou-se num sofá e ficou me olhando.

- Mal posso acreditar que finalmente estou com você num quarto de hotel...
- Mas está... demorou, mas aconteceu!

Me pediu para desfilar para ele. Achei graça, mas fiz o que pude. Quando passei perto do sofá onde ele estava, ele se levantou e ficou nas minhas costas, alisando meu cabelo e beijando minha nuca... ai... como isso é gostoso!!! Suas mãos passearam pelos meus braços nus, enquanto ele falava baixinho ao meu ouvido coisas que já tínhamos dito no MSN...
Me fez sentar no sofá e ficou em pé na minha frente.

- Sabe que tem alguém aqui doido pra te conhecer?
- Mesmo? Tem mais alguém aqui? Que história é essa?
- Calma... quem quer te conhecer é o Zezinho, esse cabeçudo aqui...

E abriu a braguilha, me mostrando seu pau, o Zezinho. Ver pela cam é uma coisa, ver na sua frente, pujante, é outra coisa...

- Você vai deixar o Zezinho te conhecer?
- Só depois que eu o conhecer direitinho... traga ele aqui...

Ele se aproximou e eu peguei no belo Zezinho. E o chupei, que outro meio de conhece-lo eu teria naquele momento, não é mesmo?
Chupei bastante. Depois falei para ele:

- Pronto... já conheci o Zezinho e o achei muito simpático... agora ele pode me conhecer inteirinha!

Mais que depressa ele tirou minha roupa e me deitou na cama. Tirou a roupa dele também. Era uma cena que já tínhamos programado virtualmente e agora ia acontecer na vida real. Abri as pernas e ele entrou com tudo dentro de mim. Levantou minhas pernas e encostou seu rosto na sola dos meus pés. Lambeu-os enquanto metia em minha bocetinha. Coisa nova para mim. Enquanto ele apoiava o rosto em meus pés e os braços na cama, ele conseguia pular com as pernas, quase tirando o pau de dentro de mim e voltando depois, caindo com todo seu peso, e enfiando cada vez mais fundo o seu pau.

- Me come com vontade... mete bastante... ta bom demais...aiiiiiiiiiiiiiiii......nossa... estou quase gozando.... mete mais....ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Quase desfaleci com o primeiro orgasmo da noite. Ele deu uma paradinha, tirou o pau de dentro de mim e como ainda não havia gozado, perguntou se o Zezinho podia me conhecer por inteiro mesmo... entendi a safadeza e disse que sim. Então ele enfiou o pau em minha boca e foi ali que ele gozou.

Claro que no banho que tomamos em seguida, o Zezinho conheceu meu terceiro buraquinho do prazer. Dentro do boxe ele comeu meu cuzinho e lá derramou seu leite quentinho.

Uma pena que foi só aquela noite!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Eu, meu marido e nosso amigo, num sitio

(escrito por Meg)

Eugênio era amigo nosso. Solteiro, boa pinta, morava com os pais. Um fim de semana em que os pais estavam na Europa, ele nos convidou a ir a um sitio da família. Tinha de ir para fazer pagamento dos trabalhadores, então aproveitou e nos convidou. Fomos, com prazer, já conhecíamos o sitio e sabíamos da beleza do lugar. Estava um tempo de muito sol e calor, lá tinha uma piscina maravilhosa.

No sábado ficamos eu e Kaplan na piscina, e ele foi se encontrar com os empregados para fazer os pagamentos, só voltou na hora do almoço. Eu e Kaplan já tínhamos nadado bastante e eu estava deitada, tomando sol.

Como ele era amigo e eu sabia que não haveria mais ninguém por lá, levei um biquíni bem pequeno, pois gosto de ficar sempre bem queimada. E havia desabotoado o sutiã, para queimar por igual em minhas costas.

Senti que Eugênio ficou me olhando mais do que o normal. Mas talvez fosse impressão minha. Dali a pouco a empregada avisou que o almoço estava pronto, eu tornei a prender o sutiã, nos servimos na cozinha e almoçamos na beira da piscina mesmo. Depois ficamos conversando por ali, tomando cerveja. Mais tarde fomos tirar um cochilo.
No quarto, o Kaplan observou que o Eugênio tinha ficado secando meu corpo o tempo todo.

- Você também notou? Eu pensei que estava, mas acabei deixando de lado...
- Meg, querida... acho que se eu não estivesse aqui ele já teria te dado uma bela cantada!
- Deixa disso... ele não iria me cantar... mas que eu senti que ele estava me observando mais do que o normal, isso eu senti.

Dormimos um pouco, depois nos levantamos e fomos para a sala. Eugênio já estava lá, ouvindo música. A tarde caia, voltamos para a piscina e nadamos mais um pouco. De novo eu reparei que Eugênio não tirava os olhos de mim, e, ao nadarmos, ele deu umas encostadas em meu corpo. Será que ele estava mesmo a fim?

De noite ele nos chamou para vermos filmes, havia levado alguns DVDs. Como eu sabia que ia acabar ficando com sono, já fui com meu pijaminha de seda: uma camisetinha de alcinha e um shortinho bem curto. Ele e Kaplan estavam apenas de bermudas. Recostados no tapete, começamos a ver um filme de ação, bem interessante, que nos manteve bem acordados. Depois ele colocou um outro, um drama que eu já havia assistido, então me desinteressei e acabei cochilando ali mesmo.

Quando o filme acabou, Kaplan me chamou e fomos para o quarto. Eugênio disse que tinha ainda mais dois filmes e que ficaria por lá.

Acordei bem cedinho, ouvi ruídos na sala e fui ver o que era. Eugênio já estava acordado, arrumando as coisas por lá. A sala era bem grande e tinha uma coluna redonda no meio. Fui até lá e fiquei encostada na coluna. Perguntei sobre os outros filmes, ele disse que dormiu no meio do terceiro.

- Eugênio, você ficou me secando ontem, não foi?
- Rsss... você notou? Eu realmente não sei ser muito discreto!
- Notei sim... e fiquei surpresa...
- É, Meg, não vou negar... você é grande amiga, mulher de meu grande amigo, mas é um tesão de mulher... te ver ontem, naquele biquíni minusculo... puxa... foi de enlouquecer...
- Chega aqui, Eugênio...

Surpreso, ele se aproximou. Eu o abracei e dei-lhe um beijo bem gostoso. Afinal, não sou de ferro, saber do desejo dele por mim me atiçou.

- Meg... você é louca? E o Kaplan?
- Esquece ele... agora somos só nós dois...

Depois que falei isso, ele esqueceu mesmo. Me beijou loucamente, abaixou as alcinhas da minha camisetinha de pijama, pegou nos meus seios, beijou-os. Voltou aos meus lábios, me beijou de novo com intensidade. Retirou minha camisetinha e voltou a beijar e a chupar meus seios. Enlouqueci... a boca e a língua dele eram deliciosas! Eu me segurava na coluna com uma das mãos, com a outra eu abraçava o pescoço dele. Ele me chupava os seios e levantava uma das minhas pernas, passando a mão em minha coxa... eu me contorcia toda de tesão...

Me virou de costas, fiquei segurando a coluna com as duas mãos, enquanto ele se abaixava e abaixava meu shortinho de pijama, amassava minha bunda e a beijava.

- Que bunda maravilhosa... que vontade eu tinha de fazer isso que estou fazendo!
- Pois faça tudo que quiser... sou toda sua!!!

E ele fez mesmo... tirou minha calcinha e caiu de língua em meu reguinho, em meu cuzinho.. nossa...que coisa deliciosa! Ficou de pé e encostou seu corpo em minhas costas... senti a firmeza do pau dele! Me beijou as costas enquanto suas mãos voltavam aos meus seios e me bolinavam de todas as maneiras possíveis e imagináveis.

Mas já que eu tinha sentido a dureza... tinha de vê-la, pegá-la, chupá-la... então me virei para ele, ainda encostada na coluna, me abaixei e vi como o pau dele já estava duro... baixei a bermuda e o segurei. E mandei minha boca lá, pois se existe algo que eu gosto muito de fazer é chupar um pau... ainda mais como o dele, bem parecido em tamanho e diâmetro com o do Kaplan... e gostoso tanto quanto, como pude perceber!

Ah...que delicia... como chupei com gosto aquele pau que ele me oferecia. Ele só segurava e de vez em quando o batia de leve em minha língua.

- Posso te comer, Meg?
- Claro que pode. Aliás, deve!!
- Venha aqui, então...

Me levou para o sofá, me deitou de ladinho, deitou-se atrás de mim e enfiou o pau em minha xotinha. Me beijava, segurava meu peito enquanto me socava com vontade e eu quase desfalecia de prazer. Me fez gozar ali mesmo, mas, não satisfeito, ainda se sentou e me colocou sentada em seu pau, isso depois de eu ter chupado o pau dele e nos beijado novamente. Cavalgando com todas as minhas forças, eu gozei novamente, junto com ele. Ficamos deitados ali por um tempo, depois me levantei e falei que ia tomar um banho.

Eu tinha certeza de que o Kaplan vira tudo... e acertei! Ele me viu saindo do quarto, e ficou espiando... o banho teve mais uma trepadinha sensacional!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Quatro num sofá

(escrito por Meg)

Minha amiga Ruth me apresentou a seu namorado, Dirceu. Apesar de ele ter me despido e comido com os olhos, revelou-se uma pessoa simpática e acabamos por nos tornar amigos. Um dia a Ruth me falou que ele morava com um outro cara, o Pedro Paulo, o PP, como todo mundo o chamava. E que o Dirceu tanto me elogiara para o amigo que ele ficou interessado em me me conhecer.

- Hum... conhecer, é? Solta ai, que que ta rolando?
- Kakaka, você sempre desconfiada... mas dessa vez você tem razão, a gente ta planejando um encontro a quatro, que você acha?
- Ah... Ruth... quer me colocar em fria, né?
- Não, imagina... que isso?
- Olha, vou te falar com sinceridade. Eu posso até ir, mas se o cara não for legal eu me mando, ta?
- Tranquilo, você vai gostar dele...eu gostei!
- Não diga... já rolou algo?
- Claro, né, querida! Ménages fazem parte de nossa vida... e se estou te chamando, é porque te conheço, te gosto muito e sei que você vai gostar sim, pode ir preparada!

Então estamos combinadas... eu iria. Seria no apartamento dos dois. Eu me demorei um pouco para aprontar, fiquei sem saber o que usar, acabei optando por uma camiseta e uma minissaia jeans. Quando já estava a caminho, o telefone toca, era a Ruth querendo saber por que eu estava demorando, se havia desistido.

- Não desisti não, maluca, só atrasei um pouquinho... mas to chegando!

Quando cheguei, a Ruth é que veio abrir a porta. Os dois ficaram sentados no sofá, cada um em um canto. A Ruth, de shortinho e camiseta, sentou-se logo ao lado do Dirceu e eu me inclinei para dar os dois beijinhos nele, que sequer se levantou! Quando fiz isso, notei que o PP já abaixara a cabeça para ver um lance da minha calcinha... safado, o PP!
Sentei-me ao lado dele e ficamos conversando um pouco, tomamos um vinho e logo depois já senti a mão dele encostando-se em minha coxa. E o Dirceu, vendo que a coisa se encaminhava bem com a gente, já foi colocando a Ruth de pé, levantando a camiseta dela e chupando os biquinhos. O PP era mesmo bem afoito.


Ajoelhou-se, abriu minhas pernas, afastou a calcinha pra um lado e caiu de língua em minha bucetinha. Uau... que maluquice era aquela! Arrepiei todinha com a ousadia do cara.
Olhei para o lado e vi a Ruth ajoelhada e chupando as bolas do Dirceu. Gente, aquele pessoal era mesmo muito apressado... e vi logo que o PP era ainda mais do que os dois, pois já foi tirando a calça e a cueca, me mostrando um pau grosso e duro e sem conversar muito, já foi enfiando ele em mim, sem tirar a minha calcinha, só abriu minhas pernas e enfiou e ficou dando estocadas e mais estocadas.

Para acalmá-lo, fiz ele sentar no sofá e comecei a fazer uns carinhos nas pernas dele, no pau, só que ai o Dirceu colocou a Ruth recostada no sofá e começou a meter nela também, cuja cabeça estava praticamente no colo do PP e ela, mais que depressa, agarrou também o pau dele e começou a chupar. Custei a tirar a boca dela de lá para que eu pudesse chupar a rola grossa do PP...

Depois de chupar bastante, tirei a calcinha e a minissaia e sentei na tora. E via o Dirceu continuar a meter na Ruth. Essa proximidade me excitou e eu acabei gozando, como ela também já havia gozado. Mas o Dirceu continuava firme bombando na bucetinha dela e ela, de olhos fechados, só gemia de prazer.

O PP me colocou sentada ao lado da Ruth e desceu ao chão para me chupar de novo. Acabei beijando a Ruth, nossos rostos suados, nossos cabelos molhados se encostando o tempo todo. Os dois deliraram ao nos ver assim e subitamente mudaram de parceiras. O PP sentou-se, a Ruth sentou na barriga dele, eu me inclinei sobre os dois e fiquei chupando o pau dele e a bucetinha dela, enquanto o Dirceu me comia por trás.

Ai o Dirceu sentou-se no sofá e me levou para sentar em seu pau, menos grosso do que o do PP. E este passou a comer a Ruth. A reunião terminou com a Ruth e eu fazendo um 69 e os dois batendo punheta e derramando tudo em cima da gente.

Fomos tomar banho, nós duas e eu confessei a ela que não havia curtido tanto assim não... tinha sido meio animalesca a coisa. Não iria querer repetir com os dois não. Ela entendeu, ficou meio desapontada, mas entendeu. E continuou a fazer os ménages com eles. Quem sabe um dia ela conseguiria encontrar outra amiga disposta a dividir o sofá com eles?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Eu tive de dar pra ele!

(escrito por Meg)

De vez em quando a gente conhece pessoas que nos provocam um tesão imediato. São vários os motivos que levam a isso, mas a educação, a fineza, são elementos importantes que me atraem em um homem. Nem sempre esse conhecimento leva ao sexo, mas muitas vezes leva.
Conheci vários assim, felizmente, em minha vida. Um, em particular, me tirou do sério e não sosseguei enquanto não o tive dentro de mim. Seu nome era Fabiano. Na época eu tinha 34 anos e ele 38. Meio grisalho, olhos verdes, alinhadissimo, em suma, 1,78 m de puro tesão. Era arquiteto e morava num edifício próximo ao que eu morava. Foi graças à profissão dele que consegui o pretexto para vê-lo seguidas vezes.

Fui procurá-lo no escritório dele um dia, ficamos nos conhecendo, batemos papo, eu disse a ele que gostaria de uns palpites sobre a cobertura na qual eu residia. Ele ficou de ir lá, foi, discutiu comigo o que poderia ser feito e ficou de apresentar o projeto.
Como quem está muito ansiosa para ver a obra, passei várias vezes no escritório dele para sondar se o projeto já estava pronto. Mas eu sabia que não estaria, ele me alertara que estava sobrecarregado e que não poderia me atender de imediato. Então, toda vez que eu passava lá, era recebida com toda a educação, mas... nada de projeto.

Depois de umas cinco vezes, acho que ele ficou sem graça e me prometeu que trabalharia no final de semana para dar conta. Mais que depressa perguntei se eu podia pegar no domingo na casa dele. Ele me autorizou a ir lá, dizendo que faria tudo para que eu saísse de lá com o projeto na mão.

No domingo à tarde, me produzi toda. Tomei um banho delicioso, demorado, depois passei hidratante no corpo todo, fiquei super cheirosa, pus uma camiseta rosa com um decote escandaloso, uma calça jeans e uma sandália de salto bem alto, para eu ficar mais ou menos da altura dele.
Com o coração aos pulos, bati a campainha da porta do apartamento dele. Ele veio me receber, com a toda a educação de sempre, vestido como um nobre. Calça social cinza riscadinha, camisa social preta, gravata cinza. Nossa! Será que ele ficava sempre assim em casa?

E que casa. A decoração era sublime, com peças muito caras, importadas. O sofá parecia com aqueles que a gente vê nos museus europeus e que eram usados pela nobreza do século XIX.

Quando ele me recebeu, com um sorriso enorme, consegui reparar que seus olhos pararam em meu decote. Ponto prá mim, pensei.

Sentamos no sofá. Com a maior cara de pau do mundo passei o braço pelo espaldar, como se eu fosse abraçá-lo. Ficamos muito pertos e toda vez que ele se virava para me explicar algum detalhe, nossos rostos ficavam muito próximos e ele tinha condição de sacar que meus olhos e minha boca estavam dizendo: por favor, me coma!

Para minha sorte, ele era especialista em decifrar as linguagens dos olhos e das bocas. Não demorou muito para ele sacar o que eu tinha ido ali fazer, então chegou-se bem perto de mim e me beijou. Um raio percorreu meu corpo, dos pés à cabeça, meus biquinhos se intumesceram e ao ver isso, ele não conversou: subiu minha camiseta e começou a beijar meus biquinhos, a lambe-los, a dar verdadeiras chicotadas com a língua neles.

Sem nada dizer, Fabiano tirou minha calça, depois a calcinha, tudo isso com eu ainda sentada no sofá. Por minha conta, eu abaixei a camiseta e meus seios ficaram totalmente à disposição dele. Já toda nua, eu me ajoelhei no sofá e pedi que ele se sentasse. Na mesma hora, abri a braguilha dele e coloquei o pau dele para fora. Ainda não estava totalmente ereto, mas uma boa chupada o fez ficar como um pedaço de ferro em brasa.

- Deixa eu tirar minha calça, pediu ele.

Desci do sofá, ele tirou a calça e eu, me ajoelhando no tapete, voltei a abocanhar aquela maravilha de pau grosso, agora totalmente duro. Ele deitou-se de lado no sofá, me colocou na frente dele, levantou minha perna direita e cravou seu pau em minha bocetinha, já molhada e doida para conhecer aquele mastro. Meteu bastante, e depois ficou deitado no sofá e me colocou sentada no pau. Pude cavalgar bastante, gozei duas vezes e já estava ficando sem forças para continuar cavalgando. Vendo que eu diminuía o ritmo, ele me pôs deitada no sofá, escancarou minhas duas pernas e, ajoelhado no sofá, tornou a enfiar o pau dentro de mim.

Fui socada mais um bom tempo, mas ele era insaciável... ainda me colocou ajoelhada no sofá e me penetrou por trás.

Eu já não agüentava mais, então sai e comecei a chupá-lo, pedindo que ele gozasse. Não sei se contrariado, porque pretendia continuar metendo, ele acabou gozando em minha boca. Com as mãos nos seios, eu o encarei e deixei que ele visse um pouco do seu gozo escorrer de meus lábios e cair em meus seios.

- Estou muito feliz, Fabiano...
- Eu também... foi ótimo!
- Mas voltando ao projeto...parece que não ficou pronto... posso voltar outros dias para terminarmos tudo?
- Volte sempre que quiser... com projeto ou sem projeto...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ela era ele... e me comeu!

(escrito por Meg)

Conheci Rosana por acaso. Estávamos na fila para comprar ingressos para um show e como havíamos chegado antes da bilheteria abrir, ficamos conversando. Era uma pessoa linda, cabelos castanho-escuro que chegavam quase à bunda. Usava um vestido bem decotado, que deixava entrever belos e grandes seios. Conversamos aquelas amenidades que se conversam nas filas. Fiquei sabendo que ela iria sozinha, eu também, então combinamos de comprar cadeiras lado a lado. Foi o que fizemos e no dia do show lá estávamos nós duas, cantando e vibrando com nosso artista preferido.

Saímos do show suadas, descabeladas e abraçadas. Eu tinha ido de taxi, porque detesto ficar à mercê de flanelinhas. Ela tinha ido de carro e me ofereceu carona, que aceitei prazerosamente. Eu adorava a voz rouca de Rosana. Senti que poderíamos virar grandes amigas!

Ao me deixar em casa, ela pediu meu telefone, me deu o dela e disse que gostaria muito de fazer outros programas como os daquela noite comigo. Eu disse que adoraria também, e quando fui dar os dois beijinhos tradicionais... ela me beijou a boca. Apesar de isso não ser problema para mim, foi uma surpresa, arregalei os olhos.

- Desculpa...
- Não há o que desculpar...
- Você não horrorizou? Seus olhos ficaram arregalados!
- Não, não horrorizei... foi só a surpresa. Quer ver?

E ai dei-lhe um beijo na boca, bem demorado. Sorri para ela e desci do carro.
Dois dias depois ela me ligou.

- Oi, tudo bem com você?
- Tudo ótimo? E com você?
- Tudo bem também. Escuta, você gosta de nadar, tomar sol?
- Uau!!! Adoro!!! Por que?
- Estou com a chave de um sítio de um amigo meu, se você estiver livre e quiser ir passar a tarde comigo lá, é só colocar o biquíni que já estarei te esperando ai na porta.
- Beleza, adorei a ideia. Me dá 20 minutos, tenho de terminar de arrumar algumas coisas e te espero lá na portaria.

Arrumei tudo rapidinho. Adoro tomar sol e aquela tarde estava particularmente agradável para isso. Pus meu biquíni, uma sainha, uma rasteirinha e desci. Ela já estava lá me esperando. Entrei no carro, demos um selinho e ela dirigiu até o tal sítio do amigo.

- Seu amigo vai estar lá também?
- Não, ele trabalha, coitado!
- Kakakaka..igual meu marido...
- Você é casada?
- Sou, te contei não?
- Não, não contou, mas isso não tem a menor importância.

Observei Rosana. Ela estava com um top preto, que deixava metade dos seios à mostra e com um shortinho branco. Os cabelos estavam soltos, lindíssimos!

Quando a gente parava em um sinal, alguém sempre dava uma cantada, a gente apenas ria. Chegamos ao tal sítio, uma beleza de lugar! Estava vazio, então fomos direto para a piscina. Deixamos as bolsas numa varanda ao lado, onde havia uma mesa de quase dois metros de comprimento e bancos do mesmo tamanho, um de cada lado da mesa. Sentamos num dos bancos. Ela cruzou as pernas e quis saber mais de mim e de meu casamento.
Não me furtei a falar tudo que ela queria saber. E depois brinquei:

- Não me diga que ficou com ciúme do meu maridinho!
- Não... não é isso...
- Então venha aqui!

Puxei-a para mim, ela ficou sentada e eu nas costas dela. Coloquei as mãos nos seios, ela suspirou, virou o rosto para mim e nos beijamos longamente. Era um beijo gostoso o dela. Abri as cortininhas do sutiã dela e vi dois seios realmente grandes, mas dava para perceber que ela tinha colocado silicone.

- Os seus são naturais, não são?
- Sim...

Ela desamarrou meu sutiã e examinou meus seios.

- São lindos! Os meus eram muito pequenos, por isso coloquei silicone. Mas Meg, eu preciso te confessar uma coisa, muito importante mesmo, e precisa ser agora.
- Nossa... o que é de tão sério assim?
- É que... bem... eu não sou uma mulher completamente...
- Como assim?
- Veja você mesma.

Abaixou o shortinho e ai, dentro da calcinha preta do biquíni eu vi que ela tinha um pau...e grande... aí sim, é que arregalei os olhos mesmo!

- Te decepcionei, não é? Seus olhos não mentem... estão arregalados de novo!
- Não é questão de decepcionar... é a surpresa do inusitado.
- Pois é... eu devia ter te contado antes, não devia?
- Não, não iria fazer diferença. Eu gostei de você e não vou desgostar porque você tem um pintão... Mas me diga... o seu “amigo” que mora nesta casa não é apenas um amigo, não é? Vocês vivem juntos.
- Sim, você é bem perspicaz... a gente mora junto sim, já tem 6 anos.
- E... por que razão você se interessou em me trazer aqui?
- Porque eu adorei te conhecer. Aquele dia do show, depois do seu beijo, eu cheguei em casa alucinada, com um tesão enorme... quase matei meu companheiro de tanto exigir que ele me comesse...
- Puxa...
- Em outras palavras, Meg, você me excita, ta vendo aqui? Ele está começando a ficar indócil...
- Pois então, liberte-o dessa calcinha...

Ela (ou ele?) tirou a calcinha. Deitei-a na mesa, tirei minha calcinha também e me posicionei para um 69, chegando minha xotinha perto do rosto dele, enquanto eu punha aquele pauzão em minha boca, ainda meio duro, meio mole, e chupei-o até deixá-lo duríssimo!

Fiquei deitada de ladinho e ele foi enfiando o pau dentro de mim. Teve o cuidado de colocar uma camisinha, achei muito simpático da parte dele. Depois eu me sentei no pau dele e cavalguei-o. À exceção dos seios dela balançando, não havia outra diferença em relação a uma trepada com um homem. Gozei como gozaria se homem completo ele fosse. Ainda me comeu de frango assado, ou seja, comeu meu cuzinho e depois, na volta, comentou comigo que não havia diferença entre os cus masculino e feminino.

Fomos nadar, nos divertimos muito. Depois voltamos para aquela mesa e eu chupei o pau dele de novo e fui contemplada com uma esporrada em meu rosto. A tarde caia, resolvemos voltar.

No carro ela voltou a me perguntar sobre meu marido o que me levou a desconfiar que ela queria que ele participasse de nossos encontros. Como sou muito franca, perguntei se era isso.

- Não, Meg... quer dizer, acho que eu gostaria sim, mas meu namorado é ciumento demais! Ele jamais aceitaria, aliás, ele nem pode saber o que fizemos hoje, ta? Se algum dia você conhecer, somos apenas amigas! Nunca deixe ele saber de nada!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Casais que se tocam... e se trocam

(escrito por Meg)

Denilson e Lais, Meg e Kaplan. Amigos de longa data, curtíamos cada momento possível, sempre em busca dos prazeres que a vida nos proporciona. Denilson tinha uma aparência séria, usava óculos, tinha 1,78m e 19cm de um belo pau. Lais era miúda, lourinha, seios pequenos, bunda lisinha, linda linda!

A primeira vez que transamos os quatro foi interessante, porque até aquele momento ninguém havia pensado nisso. Eu e Denilson já tínhamos saído várias vezes, o mesmo ocorrendo com Lais e Kaplan. Mas sempre cada um para um lado. Foi em nossa casa mesmo que aconteceu, a partir de brincadeiras que se tornaram deliciosamente sérias.

Estávamos os quatro, conversando, sentados num amplo sofá. O Denilson estava mais à esquerda, depois eu, depois o Kaplan e finalmente a Lais. Não me recordo bem da razão, mas em um dado momento eu coloquei minha perna esquerda sobre a perna direita do Kaplan. Ai, a Lais, brincando, colocou a perna direita dela sobre a perna esquerda do Kaplan.

- Ah, não... (brinquei) se você vai abusar do meu marido eu também vou abusar do seu!

E coloquei minha perna direita sobre a perna esquerda do Denilson. No meio das risarias que todos estávamos dando, acabou que como eu e Lais estávamos de mini saias, elas subiram e nossas calcinhas ficaram à mostra. Senti que Kaplan e Denilson engoliram em seco ao nos ver. E ai é que a coisa rolou.

Não lembro quem deu o primeiro passo, mas logo eu percebi as mãos do Denilson percorrendo minhas pernas. Olhei para o lado e vi o Kaplan e a Lais aos beijos e logo as mãos do Denilson chegavam aos meus seios, ele afastava a minha camiseta e pegava neles e o Kaplan já tinha levantado a camiseta da Lais e mamava nos peitinhos dela enquanto a mão dele já se aventurava na boceta dela.

- Gente, vamos fazer tudo igual?
- Vamos nessa!
- Todo mundo nu!

Nem precisava ter falado isso...já estávamos arrancando nossas roupas. Expulsei o Kaplan e a Lais do sofá, eles foram para o tapete. Coloquei o Denilson deitado e fiquei por cima dele, chupando o pau dele e esfregando minha bocetinha na cara dele. Começamos um 69 divino, maravilhoso, sensacional, principalmente porque o Kaplan e a Lais começaram a fazer a mesma coisa.

Nós duas engolíamos os cacetes deles e as línguas deles entravam dentro de nós, provocando arrepios, gemidos. Só se ouvia o barulho das línguas trabalhando nos sexos um do outro.

Depois dessa chupação toda, os dois sentaram-se no sofá, um ao lado do outro e Lais sentou-se no pau do Kaplan, de costas para ele. Fiz a mesma coisa com o Denilson e ambas começamos a pular. Não sei como o sofá agüentou tanto movimento!

- Levanta as pernas da Meg, Denilson.

Foi o Kaplan que falou e mostrou o que ele queria. Com as duas mãos, suspendeu as pernas da Lais, sem tirar o pau de dentro dela. E ficou segurando-a, enquanto continuava a bombar...o Denilson conseguiu fazer o mesmo comigo, mas a posição, apesar de deliciosa, era difícil, então eles desceram para o tapete e ficaram trepando de ladinho, o que o Denilson e eu também fizemos em cima do sofá. Tanto eu como ela já tínhamos gozado bastante, mas eles continuavam ainda com os paus em riste.

Me recostei em cima do sofá e o Denilson veio me comer. A Lais preferiu ficar ajoelhada no sofá e o Kaplan a comeu pelas costas. Já estávamos ensandecidas de tanto gozar, mas eles continuavam firmes.

- Me chupa mais, Meg?
- Hum hum...

Denilson sentou-se no braço do sofá e eu, ainda recostada, voltei a chupar o pau dele. A Lais me surpreendeu. Como estava ajoelhada, a cabeça dela ficou perto de minha buceta e ela começou a me chupar. Eu não sabia que ela gostava de mulheres também, como eu. Mas ai é que fui ao delírio, mesmo!

Pensei em retribuir o prazer que ela me proporcionou, mas não deu tempo. Urrando muito, o Kaplan encheu a bucetinha dela com sua porra quentinha e logo depois o Denilson derramava tudo em meu peito e em meu rosto.

Foi fantástico aquele dia. E repetimos na semana seguinte, no apartamento deles.

Dessa vez não precisou de brincadeiras para esquentar o clima. Já quando chegamos os dois estavam pelados nos esperando e rapidamente nos desfizemos de nossas roupas também e fomos para a área privativa, que eles haviam fechado com vidro e persianas, então tínhamos total liberdade para fazer o que bem entendêssemos, ninguém nos veria ali.
Usamos uma mesa redonda, ampla. Deitei-me nela, a Lais deitou-se com a cabeça em meu ventre. O Denilson, mais que depressa, puxou um banquinho, sentou-se e começou a me chupar, e ai, claro, o Kaplan fez o mesmo com a Lais.

Fui comida em pé. Ele me puxou da mesa, segurei em seu ombro e com a outra mão me apoiei na mesa, ele levantou minha perna esquerda e enfiou bonito o cacete em minha buceta.


foto:cortesia Voluptatis

O Kaplan preferiu deitar-se na mesa e a Lais sentou-se no pau dele e ficou cavalgando. Não demorou muito e ele colocou a Lais deitada na mesa e ficou em pé comendo-a com estocadas firmes e rápidas. Já o Denilson optou por sentar-se no banquinho e me colocou sentada no pau dele, com os dois pés em cima de suas coxas. Delicia de comida, para ambas! Dali já saiu o primeiro orgasmo da noite...

Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me fez inclinar sobre a mesa, onde Kaplan já estava sentado e sendo chupado pela Lais. Pude ajudá-la... enquanto ela engolia o pau dele eu lambia e chupava as bolas... ele até fechou os olhos para curtir bem aquele momento...
Vendo como o Denilson me comia, o Kaplan resolveu fazer igual, colocou a Lais apoiada na mesa e penetrou-a por trás. Não sei como a mesa resistiu a tantas estocadas que levamos...
Eles nos perguntaram se topávamos DP. A Laís refugou, disse que tinha certeza que não agüentaria. Como eu já tinha feito, não me opus. Então o Kaplan deitou-se na mesa, eu sentei com minha buceta enfiada no pau dele e me inclinei, deixando meu cu para o Denilson se deliciar... a Lais ficou observando e acabou por me beijar. Ai é que realmente eu delirei.


Imagina só, ser beijada por uma amiga enquanto o marido enfia o pau em sua buceta e o marido da amiga come seu cu... uma loucura!!!

Vendo que a Lais estava por fora, o Kaplan me deixou apenas com o pau do Denilson no cu e foi come-la. E assim os dois gozaram, nos deixando mais uma vez prostradas.

Depois dessa iniciação, a gente se encontrou várias outras vezes. E sempre foi muito legal!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Tia e sobrinho seduzidos

(escrito por Kaplan)

Eustáquio era um rapaz de seus 18 anos, mas muito inexperiente ainda em matéria de sexo. Órfão, vivia com sua tia Rita, solteirona, de 42 anos. Solteirona por opção. Já tinha conhecido vários homens, ocupara a cama de muitos deles, mas nunca quis saber de se envolver a ponto de casar, ter filhos, essas coisas.

Ela praticamente tinha um filho. Eustáquio vivia com ela desde que sua irmã morrera, ele tinha 13 anos na ocasião. Ela o viu crescer, agiu como mãe, obrigando-o a estudar para ser alguém na vida. E agora se sentia realizada, pois ele terminara o ensino médio e ia prestar vestibular. Estava bem encaminhado, sua irmã com certeza aprovava tudo que ela fizera por ele.

Ele fez vestibular em outras cidades também. E foi aprovado em três! Agora vinha a decisão mais difícil: continuar a morar com a tia e estudar ali mesmo, ou mudar-se para outra cidade, longe de tudo e de todos? Ele estava bem confuso e aconselhava-se muito com a tia. Rita torcia para ele continuar ali, mas ao mesmo tempo sabia que não poderia obrigá-lo. Se ele quisesse alçar vôos... era a hora e ela não podia impedir.

Mas estava angustiada.

Uma tarde ela se encontrava sentada na sala de sua casa. Acendeu um cigarro e ficou a pensar sobre o que poderia acontecer. Sorriu quando viu Eustáquio chegar. Ele olhou para ela, pegou um de seus cigarros e acendeu. Mas se via que não sabia fumar. Nem pegar direito no cigarro ele sabia...

Rita o chamou para perto de si. Eles ficaram assentados juntinhos, apertadinhos na cadeira de vime. Ela o abraçou e perguntou se ele já havia se decidido. Ele respondeu que não...ainda estava na dúvida.

O perfume da tia era inebriante e Eustáquio aspirou-o, virando o rosto para ela, cheirando sua nuca. Algo que a tia Rita nunca suspeitara aconteceu. Ela ficou arrepiada da cabeça aos pés com a cheirada do sobrinho. Sem querer uma de suas mãos pousou sobre a perna dele e, entre surpresa e assustada, ela sentiu algo muito duro ali...

- Tatá...
- Sim, tia?
- Você está excitado?

Viu que ele ficou vermelho como um pimentão, viu que ele abaixou a cabeça e balbuciou um “sim” quase inaudível...

- Eu te excitei, querido?
- Sempre, tia... sempre!
- Sempre????
- Desde que vim morar com você... tem cinco anos que bato punhetas homéricas pensando em você.
- Eu já havia notado manchas em suas cuecas, nos lençóis... sei que isso é normal, mas nunca pensei que você estivesse pensando em mim ao se masturbar.
- Sempre foi você que me inspirou, tia... nunca notou que eu ficava te secando quando te via de camisola? Ou de robe, após o banho? Eu via cada lance de seus peitos que me deixavam doido...
- Tatá...você está me excitando também falando assim...Nunca pensei...

Naquela hora Rita esqueceu que era tia dele. Fez ele ficar de pé e suas mãos começaram a percorrer o corpo de Eustáquio, entrando por dentro da camiseta dele e vendo que o pau dele só crescia dentro das calças... Totalmente enloquecida pela revelação dele, ela começou a beija-lo, a passar suas mãos pelo corpo dele. Timidamente, ele passou as mãos nos seios da tia, por cima do vestido mesmo. Ele foi ao ponto certo... ela tinha nos seios uma zona erógena fantástica... e ai ninguém mais a segurava.

Abriu a calça dele, abaixou-a um pouco, junto com a cueca. O pinto que saltou em sua frente era duro, grande. Fez com que ela pensasse porque nunca tinha reparado no corpo dele... virou-se de costas para ele e sentiu a dureza do pinto roçando sua bunda...e as mãos dele continuavam a massagear seus seios. Meio desajeitado, mas ela estava curtindo muito aquele momento.

Colocou a mão dele em sua xoxota e ensinou o que ele tinha de fazer. Ele aprendeu rápido e ela teve de cruzar as pernas para não gritar de prazer. Tirou o vestido e apareceu nua, só de calcinha, para o sobrinho.

- Mame em mim, Tatá... por favor!

Ele começou e não queria mais parar...estava também curtindo muito e a tia quase enlouquecendo tendo seus seios sugados. Mais que depressa ela o colocou “pregado” na porta da sala e começou a fazer carícias com as mãos e a boca no rapaz, até que não agüentou mais esperar, passando a fazer um boquete nele. Para Eustáquio aquilo era algo que ele nunca podia esperar. Ter seu pinto dentro da boca da tia, ver ela engolindo, lambendo, chupando suas bolas... fechou os olhos e deixou que ela fizesse tudo o que queria com ele.

Depois foi a vez de ele se ajoelhar e começar a lamber a bunda da tia. Pegou o jeito e o gosto logo. Beijou aquela bunda que ele sempre imaginara em suas bronhas... e a xoxota, então? Quase ficou doido quando a tia se virou e pediu que ele chupasse... tirou a calcinha e começou, sempre orientado por ela como deveria fazer.

Não agüentando mais de tesão, ela pediu que ele se assentasse e mergulhou o pinto dele dentro de sua buceta.

- É sempre assim que você transa, tia?
- Não... tem outros jeitos também...
- Me ensina...

Ela saiu de cima dele, apoiou-se na poltrona e disse a ele para penetrá-la. Ajudou-o a colocar o pau em sua buceta.

- Faça de conta que sou uma cachorrinha... me come!

Ele aprendeu rápido também como se fazia. Mas como ainda não sabia se controlar direito, logo ele gozou dentro dela.

Mesmo sem ter chegado ao orgasmo, a tia estava feliz, satisfeita.
Abraçou o sobrinho, beijaram-se novamente.

- Hoje a noite você vai dormir na minha cama, viu? Quero te ensinar mais coisas. Muitas coisas!!!
- Tia, acabei de resolver... não vou para outra cidade não... vou ficar aqui mesmo!