(escrito
por Kaplan)
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foto: Kaplan |
Numa das vezes em que estivemos em Paris, nos
hospedamos no hotel L****, um hotel simples, mas limpinho, com banheiro, café
da manhã. Ele fica na rua Taylor, perto do Boulevard Saint Martin.
Coincidiu que ficamos conhecendo lá um
brasileiro que tinha chegado há três dias. Quando, no café da manhã, ele nos
ouviu falando em português, logo se apresentou, veio para a nossa mesa e
ficamos conversando. Era a quinta vez que ele ia a Paris, já conhecia bem a
cidade, chegou até a alugar um carro e andava tranquilamente lá. Chamava-se
Murilo, e era muito educado, gentil. E nos carregou para alguns locais que
queríamos visitar. Nos deixava lá e voltávamos de metrô.
À noite, saíamos para comer alguma coisa,
havia alguns restaurantes por perto, ele já conhecia vários e nos levou. Não
demorou para eu notar que Meg ficou caidinha por ele. Ela se apaixonava muito
facilmente.
No hotel, a gente transando, eu perguntei se
ela tinha ficado mesmo afim, ela me confessou que sim e a nossa transa, naquela
noite, foi divina! Isso porque ela sabia que, me contando, eu ia facilitar para
eles. E isso aconteceu exatamente no dia seguinte, melhor, na noite seguinte.
Perto do hotel ficava uma casa de espetáculos, desses para turistas. Nós fomos
lá e eu falei com ela que, se quisesse, poderia fugir com ele, eu ficaria lá
bastante tempo e iria a pé para o hotel, era perto.
Ele nos tinha levado no carro, então, assim
que ela disse que estaria disponível, eles me deixaram lá, pegaram o carro e
ele a levou ao hotel. Apesar do curto trajeto, o estar no carro só com ele já
foi suficiente para uns amassos gostosos, umas pegadinhas no pau... essas
coisas!
Chegaram ao hotel e pegaram as chaves, mas
correram para o quarto dele. E mal fecharam a porta, naquela sofreguidão toda
que antecede um primeiro encontro, eles se abraçaram, se beijaram, ele tirou a
blusa dela e pôde admirar a beleza dos seios e ela abaixou a calça dele e foi
chupar o pauzão.
Ele preferiu levá-la até a cama, lá ele
deitou, só de camisa e ela continuou o boquete, fazia de tudo: engolia o pau,
lambia de alto a baixo, punha as bolas na boca, masturbava-o e o Murilo foi
ficando enlouquecido.
Tirou a camisa e, em seguida, despiu-a
completamente e a trouxe para a cama e fizeram um 69 que ela considerou
sensacional, porque ele chupava divinamente bem.
Depois ela virou o corpo para sentar no pauzão
dele e cavalgar. Como gostava disso! Ela pulava, ele apertava sua bunda,
chupava os biquinhos dos seios, ela já estava suando e os cabelos, molhados,
grudavam-se no rosto.
- Transar em Paris é muito bom! Ainda mais com
um brasileiro de pau gostoso!
- E quem diria que aqui, nesta cidade
maravilhosa, com tantas gatas belíssimas, eu ia encontrar uma brasileira que
põe as francesas no chinelo! Você é muito gostosa, está se vendo que adora
sexo... e seu marido entende isso e sabe que você nunca será mulher de um homem
só.
- Para de falar e me come!
Ele tirou-a de cima dele, colocou-a deitada na
cama, ajoelhou-se entre as pernas dela e enfiou o pau novamente. Ela estava
curtindo adoidado a transa com ele, levantava as pernas, colocava os pés nos
ombros dele, acariciava seu grelinho... estava toda entregue àquele homem
sedutor.
Ele deitou-se sobre ela – imaginem! Um papai e
mamãe na cidade do amor! – Ah! Ela gozou bonito quando ele a comeu assim. Mas
ele continuava metendo, ela enroscou suas pernas na cintura dele, seu calcanhar
encostava na bunda dele, ele a beijava, ela sentiu que ele derramava seu leite
dentro dela.
Sorriu, encantada. Como ela me falou depois
que eu cheguei e ela voltou ao nosso quarto, transar com o marido em Paris era
algo sensacional, mas transar com outro homem... era demais!
Ficou triste na manhã seguinte. Descemos para
o café e ele não apareceu. Perguntamos na recepção e ele tinha ido embora.
Quando saímos para pegar o metrô e ir visitar
o Louvre, vi a tristeza dela e tentei consolá-la.
- Não se preocupe, querido, estou aqui
pensando que um amor de viagem deve ser assim mesmo, acontece uma vez, é
maravilhoso e, como nos filmes, um dos dois desaparece. Não vou chorar por
isso, estou com você e isso basta!
Me deu vontade de retornar ao hotel e transar
com ela, mas já estávamos dentro do metrô!
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