Desse caso
eu fiquei sabendo...
(escrito por
kaplan)
Mais um caso que Meg deixou registrado no caderno onde tinha
colocado várias transas que não me contara. Mas este eu me lembrava muito bem,
e nem tinha como eu não saber, porque acabei dando uma participação, pequena,
discreta...
Vejamos como ela narrou:
Estava eu
voltando do supermercado, quando paro num sinal de trânsito e logo vejo um
carro parar à minha esquerda. Como sempre faço, olho para ver se são pessoas
conhecidas. E me assustei: era um velho conhecido, de cama, mesa e banho: o
Arnaldo, fotógrafo nosso amigo que sumira no mundo. E ali estava ele. Por sorte
ele olhou para meu lado e me reconheceu também. Sorriu e mandei um beijo pra
ele. Vi que ele levantava um pouco para tentar ver como eu estava vestida e o
ajudei, já sabendo que dali podia rolar alguma coisa interessante.
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Olha aqui... eles morrem de saudades de você! |
Abaixei
minha camiseta e mostrei os seios pra ele, não estava nem aí se mais alguém
via, e devem ter visto, porque ouvi algumas buzinas e vi que o sinal continuava
fechado, logo, as buzinas não eram para eu andar...
Mas aí o
sinal abriu e ele me fez um gesto para acompanhá-lo.
Eu não
perderia isso por nada deste mundo, lá fui eu atrás dele e vi que ele pegou a
rodovia. Fiquei imaginando onde ele estaria me levando e logo fiquei sabendo,
era para um dos condomínios fechados que havia logo na saída da cidade.
Ele parou
na portaria e falou com o porteiro, apontando para meu carro. Devia estar
dizendo que eu estava com ele, porque o porteiro não colocou qualquer
dificuldade para eu entrar, só pediu meu nome e o número do RG.
Entramos,
por ser dia de semana o condomínio estava bem vazio e logo ele parou na frente
de uma casa. Parei também e vendo que ele descia, também desci, corri até ele e
nos abraçamos bem forte.
- Que
saudades de você, Arnaldo! Por que você some assim?
- Ah...
longa história, um dia te conto!
- E está
morando aqui agora? Nesta casa linda?
- Não...
estou aqui só por uns dias. A casa é de um primo meu, que está na Europa e me
pediu para tomar conta. Não sei porque ele pediu isso, com tanto segurança que
tem aqui, a casa fica bem segura, mas... estou aqui!
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Uau.. que bela piscina! (foto: Kaplan) |
Entramos e
vi que por dentro a casa era tão linda quanto por fora. E ainda tinha um belo
quintal com piscina, toldos... muito chic.
Sentamos
lá e ficamos batendo papo, ele queria saber de tudo e eu também, mas logo bateu
uma vontade!!! E como eu estava bem perto dele, não resisti a passar a mão na
coxa dele... e logo cheguei lá... e fiquei alisando e só vendo como ele
endurecia...
- Já vi
que você está a fim de ver, pegar e fazer aqueles boquetes maravilhosos, né?
- Como
você adivinhou?
- Tira a
roupa!
- Aqui
fora? Não é melhor irmos pra dentro?
- Tira
aqui mesmo... ninguém vê não, todo mundo sai de manhã e só volta à noite.
Bem, eu
nunca fui medrosa. Tirei. Tirei a camiseta e ele pegou nos meus seios... ah,
que saudades daquelas mãos neles... tirei o shortinho, a calcinha e lá veio ele
se ajoelhando na minha frente e me dando uma bela chupada.
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Me mostra o caminho... |
Mas eu,
definitivamente, não queria transar ali. Puxei-o para dentro e lá, ainda
segurando o pau dele, perguntei qual o quarto. Ele me indicou um e fui
puxando-o até lá. E aí pulamos na cama e começamos uma bela trepada.
Só que...
quando eu estava pulando desenfreada no pau dele, quase gozando... meu celular
tocou e o toque era o que me indicava ser o Kaplan quem estava ligando.
Peguei o
telefone.
- O que
foi, querido?
- Nossa,
que voz é essa?
- É que
encontrei o Arnaldo e estou na cama com ele!
- Ah...
entendi... depois te falo então, manda um abraço pra ele!
Desliguei
e continuei pulando até conseguir meu gozo.
Tinha sido
inusitado aquilo, mas o gozo foi bom. Claro que tive de dar o cuzinho pra ele
em seguida, ele nunca se contentava só com minha xotinha.
Bem, daquela vez o Arnaldo não apareceu em nosso apartamento. Pelo
que eu soube, dois dias depois desse encontro deles, ele desapareceu de novo.
Sem ninguém saber para onde ele teria ido!
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