quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A culpa agora foi dela.



Continuação do conto anterior... continuo pensando que não houve culpa de ninguém... houve prazer para os dois!


Os fatos que serão narrados a seguir de certa forma são uma continuação do anterior. Essa quem está narrando é a Denize.
Durante aquele ano tanto o Fernando como o Fred, ligaram várias vezes nos convidando para um final de semana em BH, coisa que devido aos contratempos não pode ser aceito, apesar de que toda ligação era comemorada com rodadas de sexo maravilhosas lembrando-se daquela tarde que foi única até aquele momento.
Poucos dias depois do fim do ano letivo daquele mesmo 2012, fui escolhida pela Secretaria de Educação, junto com outros funcionários a passar 5 dias em Minas para um curso. Quando contei a novidade para o Léo, a 1ª coisa que ele me perguntou é se eu iria me encontrar com eles.
Eu:
“Se você não ficar zangado!”.
Ele:
“Mas você quer?”.
Eu:
“Quero sim. Posso? “.
Ele:
“Poder pode, mas cuidado e não vai dar bandeira para os outros que estiverem lá”.
Três dias depois já estávamos no curso e fiquei hospedada num hotel diferente dos demais, e disse que estava na casa de uma prima, pois já estava arquitetando um plano. Durante a semana o Léo me ligou todos os dias me perguntando como estava o curso, mas na realidade sabia muito bem o que ele queria saber, rsrsrs.
Para não atrapalhar o curso e gerar comentários, apenas na noite do penúltimo dia liguei para o Fred dizendo que estava na cidade. Percebi que na hora ele ficou louco, queria ir ao meu encontro, mas eu não deixei. Expliquei-lhe o que estava fazendo lá e que havia pessoas conhecidas comigo, ele entendeu e me convidou para passar o fim de semana com ele, mas disse gostaria sim e que pediria ao Léo.  

Meu bem... eu quero dar de novo...
 Quando o Léo ligou contei o convite e levei uns minutos ouvindo recomendações até ouvir um sim. Radiante, liguei para o Fred e perguntei onde ele me levaria.
Fred:
“Se você não se importar gostaria de te levar a uma chácara de um amigo. Pode ficar tranquila que te tratarei bem.”.
Ele me disse que o Fernando estava viajando para o exterior e que ficaria louco quando soubesse. Depois de desligar fiquei um pouco triste, pois na minha mente eu queria os dois novamente.
No fim do último dia ao chegar ao hotel que estava o Fred já me aguardava no hall de entrada, com um lindo buque de flores e já pediu para fechar a conta que iriamos viajar a noite mesmo. No caminho ele me perguntou se eu me importava se tivesse outras pessoas lá.
Eu:
“Mas quem são essas pessoas?”.
Fred:
“São dois casais de amigos. Pessoas muito confiáveis e que você vai gostar!”.
Pensei:
“Agora não tem como voltar atrás.”.
Por volta das 21h, chegamos à chácara e fiquei admirada com a beleza do local. A casa principal tinha uns 5 quartos, todos com suíte, nos fundos uma piscina com churrasqueira além de um campinho de futebol. Tudo cercado por muros altos. Ou seja, privacidade total.
Perguntei pelo restante do pessoal e ele me disse que já eram para estar ali. Instalei-me em um dos quartos e ele me perguntou se ele poderia ficar ali comigo.
Respondi:
“Hoje não. Se você for um bom menino, quem sabe amanhã”.
Estava muito cansada do curso e da viajem e mal entrei no banheiro, ouço vozes, pensei:
“Acho que chegaram!”. 

Nossa... que prazer em te conhecer!
Coloquei uma roupa leve, short e blusinha e ao abrir a porta do quarto, no corredor, dou de cara com um homem alto, cerca de 1,80m, branco, com um sorriso lindo, devia ter uns 45 anos. Lindo, charmoso, com os cabelos já começando a ficar grisalhos.
Ele estendeu a mão e me disse:
“Então você é a famosa Denize?”.
Na hora senti um arrepio na espinha.
Perguntei:
“Famosa, eu?”.
Passando mil coisas na cabeça.
Caio era seu nome continuou:
“Há algum tempo que ouço o Fred dizer que você é a mulher mais bonita que ele conheceu! E vejo que ele tem razão!”.
Senti meu rosto corar e nesse momento chegou o Fred:
“Vi que vocês já se conheceram”.
Apresentações feitas, fomos para sala e perguntei ao Fred se ele havia contado para alguém sobre o carnaval, e ele me garantiu que não.
O Fred me disse que a namorada do Caio, tinha que trabalhar naquele fim de semana e não viria. Fiquei sabendo depois que ela é modelo e que estava fora do país. Perguntei do outro casal e Caio e disse que estavam tomando banho.
Estávamos bebendo um vinho e preparando uns petiscos quando a Paula chegou. Moreninha, devia ter uns 25 anos no máximo, mais baixa que eu, rosto bonito, mas corpo normal. Já entrou dizendo que o Diego apagou na cama. Apresentamo-nos e ficamos ali até quase às três da manhã de bate-papo. Fomos cada um para seu quarto e deitada, fiz algumas analises daquela situação.
1º: Estava meio decepcionada, pois queria o Fred e Fernando, e parecia que não teria nenhum dos dois;
2º: Qual era a do Caio, e da Paula e do Diego, que eu nem tinha visto ainda;
3º: Será que eles eram casais liberais, que faziam trocas entre eles, sendo que naqueles primeiros minutos não parecia.
Acabei adormecendo com esses pensamentos.

Esta é a Paula... Gostosa!

Acordei por volta das 10h e encontrei apenas a Paula tomando café. Começamos a conversar e logo depois ela me chama para aproveitar a piscina. Quando voltei para o quarto foi que me dei conta, que tinha levado apenas um minúsculo biquíni branco que tinha comprado com a finalidade de deixar aqueles dois doidos.
E agora? De frente para o espelho vi que parecia ainda menor do que quando tinha colocado na loja. Não tinha nem como regular, pois não era modelo cortininha. Aliás quando escolhi minha intenção não era regular mesmo, rsrsrs. Na parte de cima apenas um triangulo que só cobrias as aureolas. E a calcinha. Ah, aquela calcinha. Atrás um triangulozinho bem pequeno e na frente dava para ver que minha bucetinha não tinha pelo nenhum. Quando molhasse então...
Fui despertada de meus pensamentos, com batidas na porta da Paula me chamando. Abri e quando ela me viu daquele jeito, foi logo falando:
“Denize, que corpo lindo, os rapazes vão ficar loucos, principalmente o Diego!”.
Perguntei:
“Não está muito pequeno e indecente não?”.
Ela:
“Ah, Denize, deixa de bobeira. Você está muito bonita. Queria eu ter um corpão desse e poder usar um biquíni igual.”.
E me pegou pela mão e foi me puxando, daquele jeito mesmo, só de biquíni. Quando chegamos ao fim do corredor, ouvi barulho na porta e uma voz:
“Paula!”.
Olhei e finalmente pude conhecer o Diego. Parado na porta, nos olhando. Moreno, devia ser um pouco mais baixo que o Caio, olhos esverdeados, corpo muito bem definido. Paula voltou, deu um estalinho nele e disse que estaríamos na piscina.
Meu Deus! Que lugar era aquele. Eu e mais uma desconhecida e três homens, sendo que dois deles que também nunca tinha visto, porém lindos. Parece até um sonho.
 
Eu e meu biquini indecente... rssss
Na piscina, depois de um mergulho e deitarmos nas espreguiçadeiras, a Paula foi rápida em me contar os detalhes de cada um ali. A chácara pertencia ao Diego, dono de uma academia de musculação e filho de ricos empresários da região. Eles dois não eram namorados, apenas ficavam de vez em quando. Eles se conheceram na academia e ele foi o Personal dela durante um bom tempo. O Caio, também empresário, separado há pouco tempo, e namorando uma modelo que já apareceu em algumas capas de revista, apesar de eu não lembrar dela. E o Fred, que eu já conhecia.
Quando o Diego chegou, foi muito engraçado quando a Paula nos apresentou e ele segurou minha mão, me fez levantar e dar aquela tradicional volta no corpo, coisa que me deixou vermelha de vergonha e disse:
“Gata. Onde você esteve escondida esse tempo todo?”.
Estávamos conversando quando o Fred e Caio chegaram da rua trazendo carnes e bebidas para o churrasco, quando me viram não conseguiram disfarçar a admiração e o Caio voltou a repetir:
“Fred mentiu quando disse o quanto que você é bonita. É muito mais.”.
Conforme o dia passava, tentava controlar na bebida, para não dar bandeira, mas percebia que o clima ia ficando cada vez mais erótico. Vi a Paula por duas vezes sumir pela casa adentro, uma hora com Fred e outra com o Caio. Nessa hora me bateu aquela pontinha de ciúmes, característico feminino. Com certeza tinha rolado algo.
Teve uma hora que o Fred chegou perto de mim e me disse que se eu não estivesse a vontade poderia falar que ele me levaria embora. Perguntei o do porquê da pergunta.
Ele disse:
“Poxa, Dê. Aqui somos todos adultos. Você já percebeu o que está rolando aqui. Não gostaria que você fizesse nada a contragosto. Mas detestaria que você saísse daqui com uma visão errada a meu respeito ou dos outros. Além de quê, gosto muito e respeito tanto você como seu marido que confiou em mim.”.
Perguntei de novo:
“Você falou com Léo? Quando? O que ele te disse?”.
Ele:
“Ontem à noite, enquanto te esperava no hotel. Disse para onde estaríamos vindo e com quem. Inclusive o convidei a vim também. Mas ele recusou e pediu para eu tratar bem de você!”.
Acho que após aquela conversa, fiquei mais solta e já andava mais à vontade entre eles, só de biquíni sem canga como no início. Quando já começava anoitecer é que os hormônios foram aflorando. Teve um momento que entrei na casa e ao me dirigir ao meu quarto para pegar algo, ouvi uns gemidos vindos de uns dos quartos e ao passar em frente a porta pude ver que a Paula estava sentada na cama pagando um boquete para o Diego. Quando passei, ele deu uma olhada para trás e viu que eu tinha visto.  

Você nunca vai esquecer este banho, Fred...

Resolvi tomar um banho e enquanto estava embaixo do chuveiro, ouvi leves batidas na porta e era o Fred, pedi que entrasse.
Ele:
“Vim te ver!”.
Resolvi entrar de vez na brincadeira:
“Vem cá!”.
Ele entrou no Box e já foi me beijando e apertando minha bunda. Soltei um forte gemido reprimido há meses. Virei-me e senti aquela pica se alojar bem no meio de minha bunda, ficou roçando por alguns minutos. Ele foi se abaixando, abriu bem as bandas e passou suavemente a língua no meu cuzinho e quase tive um troço. Saímos dali e puxei-o para cama, o empurrei e comecei a chupar sua pica e estava com minha bunda virada para porta e torcendo que alguém passasse e me visse. Não demorou muito ele me puxou e deitei sobre ele já direcionando a pica para entrada da bucetinha que parecia um lago. Durante quase uma hora transei como há muito não fazia. De quatro, em pé, de ladinho. Chupei e fui chupada. Gemia alto, torcendo que outros machos daquela casa me ouvissem e entrassem naquele quarto também.
Após gozar duas vezes acabei adormecendo abraçada naquele amante gostoso. Acordei por volta das 23h e Fred ainda dormia. Tomei uma rápida ducha e sai enrolada de toalha fui beber uma água. Quando passei pela porta de uns dos quartos ouvi gemidos e vozes e parei por uns segundos tentando entender quem eram e o que diziam. Mas só consegui entender que eram as outras três pessoas que estavam naquela casa. Enquanto bebia água, senti um pouco de inveja da Paula, que naquele momento estava sendo comida por dois homens gostosos. 
Na volta, parei novamente em frente da porta do quarto e aqueles gemidos pareciam que estavam me chamando. Pensei comigo:
“Deixa de ser boba e entre nesse quarto e faça o que você tem vontade.”.
Fui empurrando a porta lentamente o suficiente para entrar apenas a cabeça e a cena que vi me deixou fascinada. Caio estava deitado de barriga para cima, com Paula deitada de costa sobre ele e Diego ajoelhado entre as pernas dos dois. Pensei:
“Danada, ela está fazendo uma DP!”.
Minha presença ali não demorou a ser percebida, primeiro pelo Caio, que abriu um largo sorriso e depois pelos outros.
Se ainda existia algum pingo de serenidade e pudor, eles sumiram naquele instante. Entrei no quarto de vez e ao chegar ao lado da cama, Diego me puxou e saindo de dentro de Paula, tirou minha toalha e me deu um longo e selvagem beijo. Colocou-me sentada na cama, levantou uma de minhas pernas e meteu a língua bem no fundo de minha buceta. Joguei minha cabeça para trás e senti mãos alisando minhas costas e bunda. Sabia que eram mãos diferentes. Na hora ainda tive um pequeno momento de lucidez e pensei:
“Meu Deus. Estou sendo acariciada por outra mulher!”.
Mas não demorou muito, Paula cochichou no meu ouvido:
“Amiga, me deixa descansar um pouco. Aproveita que eles estão doidos para meter em você desde ontem.”.
Aquelas palavras levantaram mais ainda meu ego, que já se encontrava nas nuvens.
O Caio levantou e foi tomar uma ducha rápida. Ao voltar já se ajoelhou ao meu lado e disse:
“Toma, gostosa, chupa!”. 
 
Se tiver mais um eu chupo também... adoro!
Encostou uma pica grossa e, com certeza a maior entre os homens daquela casa, em meu rosto. Apressei-me em segurar naquela maravilha e antes de colocar na boca, bati uma rápida punhetinha, que fez ele fechar os olhos, aprovando o que eu fazia. Nesse momento, o Diego também se posicionou do outro lado também colocando sua pica para eu chupar. Ajoelhei-me na cama e segurando uma piroca em cada mão comecei a fazer um revezamento, ora chupava uma, ora a outra.
Mulheres que estiverem lendo isso. Se nunca fizeram, façam um dia. Você ver as expressões dos homens ao serem chupados é incrível. Multiplique essa sensação, numa situação dessas.
A partir daquele momento perdi completamente a noção de quanto tempo fiquei ali naquele quarto transando com aqueles dois homens gostosos. Novamente só não fiz DP, coisa que foi tentada várias vezes. Quando fui penetrada pelo Caio, tive a certeza que aquele era o maior pau que já tinha entrado em minha bucetinha. Trataram-me como uma verdadeira puta, principalmente quando eu ajoelhada na cama, num ato quase que sintonizados, após, uma interminável sessão de estocadas do Caio e enquanto eu chupava e punhetava o Diego, os dois gozaram e direcionaram os jatos para meu rosto. Caímos os três exaustos e rindo.  Tomei uma ducha e voltei para cama e acabei adormecendo entre eles dois.
Ao abrir os olhos na manhã seguinte, tive aquela sensação de “onde estou”, “será que foi um sonho” que foi acabando conforme fui sentindo a presença deles ao meu lado. Já era perto das 10h e os dois ainda dormiam. Levantei-me tentando não fazer barulho e fui até o quarto onde estavam minhas coisas e lá estavam Paula e Fred, também dormindo, pelados, mostrando também que a noite deles foi agitada. Não quis acordá-los e fui fazer um café.
Naqueles poucos minutos que fiquei ali sozinha, pensei como minha vida tinha mudado nesses últimos dois anos. Ri para mim mesma e pensei se algum vidente tivesse me dito que eu estaria num local, longe de casa, nua e que na noite anterior tinha transado com dois homens (que menos de 24h antes nunca tinha visto na minha vida) e mais que tinha sido de três homens diferentes nas últimas 12h, eu zombaria dele e diria que era um louco. Mas era real, tinha acontecido, e apesar do corpo e principalmente, minha buceta, estarem doloridos, eu estava gostando daquela sensação.
Fui despertada dos meus pensamentos pela chegada do Caio, que me abraçou pelas costas, encostando aquela picona na minha bunda, que mesmo flácida, era gostosa. Disse-me:
“Adoraria acordar todo dia e ter essa visão.”.
Continuou:
“Você é a mulher mais bonita e gostosa que já tive na vida!”.
Ia me dizendo isso e me virando, fazendo com que eu ficasse de frente para ele. Estava nas nuvens. Naquele momento esqueci de novo onde estava e fui me abaixando e coloquei novamente aquela pica na boca e mal dei umas lentas chupadas, fomos interrompidos pela chegada de Fred e Paula que falou:
“Isso deve estar muito gostoso!”.
Todos riram e fomos tomar café.
Durante todo o dia o clima erótico estava na fisionomia e atitudes de todos. Apesar de que às vezes ainda me recriminava, pois estar ali com aquelas pessoas. Às vezes me esquecia do que havia feito na noite anterior. Paula sempre mais solta, se aproveitando do forte calor e da piscina, ficou quase que o dia todo, apenas com a parte de baixo do biquíni, mostrando os belos seios, porém bem menores que os meus. Eu fiquei mais na minha, com aquele biquininho do dia anterior.
Rolou sexo naquele dia? Claro que rolou, e muito, transei com cada um daqueles três homens. E de novo gozei gostoso cavalgando na pica de Caio. Teve uma hora, que com certeza vale o registro, foi tipo uma despedida, quando todos estavam na sala conversando e contando suas aventuras, já por volta das 22h. Eu trajava uma camisa até o meio das coxas e mais nada. Estava sentada na poltrona e todos estavam espalhados pela sala e Paula estava deitada num colchonete no meio da sala com a cabeça nas pernas do Diego quando ali na frente de todos ela colocou a pica de Diego para fora e começou a chupar e me olhando me chamou. 
Adorei esta novidade!!! Muito!!!

Não pensei duas vezes me aproximei dos dois e juntas, começamos a lamber e chupar a pica dele. Foi inevitável nossas bocas se tocarem e gostei. Não demorou muito o deixamos de lado e aos poucos os beijos entre nós duas foram ficando mais intensos e rapidamente ficamos nuas e dos beijos passamos a fazer tudo. No início só ela me chupava, mas quando ela deitou de pernas abertas e direcionou minha cabeça para o meio delas, o gozo dela veio rápido. Os homens a nossa volta estavam extasiados com a cena. 

Teve mais, mas agora chega. Imaginem o restante.

No dia seguinte desembarquei no RJ e meu lindo me aguardava. À noite na cama contei tudo. Que momento gostoso. Compartilhar com quem a gente ama essas situações. Só posso dizer que ele foi recompensado.

Beijos e até a próxima.

Um comentário:

  1. As imagens retrataram muito bem a história
    Obrigada

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