A única
vantagem do tempo frio: namorados juntam seus corpos e acontece o que todo
mundo imagina!
(escrito por Kaplan)
Minha sobrinha Helena estava de férias do trabalho e volta e
meia aparecia em meu apartamento.
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Sim, entendi... pode vir com seu namorado... |
Num dos muitos meses de julho em que tivemos invernos
pesados, com muito frio, ela me telefonou para perguntar se haveria algum dia
em que poderia levar um namorado lá. Isso queria dizer: tio, que dia você vai
ficar fora bastante tempo, para eu e ele aproveitarmos?
Realmente, eu não tinha nada a fazer, ainda mais com o frio
que estava fazendo, mas não iria atrapalhar o que ela desejava. Então arrumei
algumas visitas a bancos e falei com ela que o apartamento estaria disponível
no dia seguinte, após o almoço. Ela agradeceu.
Então, quando cheguei de volta, tiritando de frio, eram 18
horas. Imaginei que eles não deveriam estar lá mais. Mas errei num ponto. Ele,
o namorado, não estava, mas ela continuava lá. Estava deitada no sofá, coberta
com um edredom, via televisão.
- Uai, ainda por aqui?
- Se eu pudesse nunca sairia debaixo desse edredom, tio...
que frio... desculpa ter tirado você de casa...
- Nada, querida, não foi nada. Frio está fazendo mesmo... se
a gente pudesse ir a uma praia, com muito sol, hein? Mas no país inteiro tem
frio... Bem, vou fazer um café, está servida?
- Aceito sim... quer ajuda?
- Precisa não, fica aí esquentando o sofá pra mim...
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Está frio... mas sei como me esquentar! |
Acabei de entrar, guardei as contas pagas, troquei de roupa,
já pus o pijama e fui fazer o café. Quando estava pronto, avisei a ela e ela
foi para a cozinha, enrolada no edredom. Só que ela colocou o edredom numa
cadeira e sentou-se, nua, na outra.
- Menina, tá maluca? Está nua?
Ela riu e balançou a cabeça, afirmativamente.
- Pelo visto a farra foi boa, hein?
- Nem te conto!
- Acho que vai contar sim, vocês sempre me contam!
Ela riu de novo.
- Está bem, vou te contar. O nome da figura é Antônio
Carlos, gente boa, muito simpático. Tem coisa de um mês que estamos ficando pra
ver que bicho que dá. Já transamos e gostei, ponto positivo pra ele. Então ele
veio comigo e apesar do frio, eu estava de shortinho e uma blusa de moleton, de
manga comprida.
Aí sentamos no sofá, ficamos conversando, eu tomei a
liberdade de pegar um vinho seu para ajudar a esquentar e peguei o edredom
também. Ficamos cobertos, no sofá, bem juntinhos e logo ele começou a me
bolinar.
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Isso esquenta qualquer cristã... |
Como o meu short é bem largo, ele enfiou a mão dentro dele e
ficou esfregando o dedo na xotinha... ah, como eu gosto disso! E depois ele enfiou
a mão dentro da blusa e ficou pegando nos meus seios... e levantou a blusa e
mamou que nem gente grande... eu já estava em ponto de bala, nem frio sentia
mais e falei com ele para tirar a roupa. Ele só tirou a calça e a cueca, ficou
de camisa, mas o mais importante estava ali à minha disposição. Peguei no pau
dele e fiz um boquete.
Lambi a cabeça, ele adora isso... engoli, lambi as bolas...
adoro isso tudo... e aí trepamos no sofá mesmo, viu? Papai e mamãe, acredita?
Que gostoso foi ele deitado em cima de mim e metendo... eu nem sabia mais que
estava fazendo frio... tava bem quente!
Foi uma longa trepada... sentei no pau dele depois e
cavalguei e ainda tive de ficar de quatro para ele me comer por trás... eita
que gozo gostoso que eu tive... Mas quase que esculhambamos seu sofá, porque
ele gozou nas minhas costas e começou a escorrer. Tive de aparar com a mão e
ele saiu correndo pro banheiro pra pegar papel higiênico e me limpar antes que
atingisse o sofá.
Eu acho que ele estava preocupado com sua volta, e saiu
logo. Eu não tive forças nem para me vestir, só puxei o edredom e fiquei
deitadinha lá... até você chegar. Obrigada, viu tio? A gente não sabe como te
agradecer essas gentilezas.
- Precisa agradecer não, querida. Acho ótimo quando vocês
precisam dele para suas aventuras... afinal, vocês me contam, eu publico e
muita gente aprecia o que vocês fazem...
- Eu to com uma preguiça de ir pra casa... acho que vou
dormir aqui, posso?
- Que pergunta! Claro que pode...
Mas você é mesmo uma gata... (foto: Kaplan) |
Ela saiu da cozinha, arrastando o edredom e eu lavei os
talheres. Ao chegar à sala, lá estava ela deitada, ainda nua, me
esperando. Sentei ao lado, ela se
ajeitou e me falou para deitar.
- Vem me esquentar, tio, to morrendo de frio!
Vou deixar à imaginação de vocês pensar o que aconteceu em
seguida naquele sofá...
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