Acho que o
título ficou trocado... ele é que nunca a deixava na mão!
(escrito por
Kaplan)
Era difícil encontrar dois primos que se davam tão bem
como Meg e Paulo. Desde as brincadeiras de infância, passando pela adolescência
e continuando depois que ela se casou comigo...muito amigos. Mas o envolvimento
sexual deles aconteceu depois de ela casada, conforme já foi narrado aqui há
muito tempo atrás!
E volta e meia eles se encontravam, ele vindo até
nossa casa ou ela indo visitar a tia, mãe dele, sempre um ótimo pretexto para
encontros amorosos com ele. E transavam na casa, no mato, no rio, todo lugar era
bom.
E, de fato, nenhum dos dois jamais deixou o outro na
mão. Sempre foram trepadas ótimas, como ela me contava depois. Já narrei
várias, mas não custa narrar mais algumas, certo? É sempre um prazer recordar o
que de bom acontece na vida da gente.
Eita solzinho gostoso.... (foto: Kaplan) |
Comecemos por uma das vezes em que ele veio e se
hospedou em nossa casa. Foi uns três ou quatro anos que tínhamos casado e
morávamos numa casinha muito simpática que ficava ao fundo de um grande lote
todo plantado. Quando ele chegou, de manhã cedo, eu já tinha saído para
trabalhar e ela estava tomando um sol, vestida, sentada num banco que tínhamos
lá. Quando o viu, foi aquela festa e ela o chamou para dentro, foi ao quarto,
tirou o vestido, colocou shortinho e camiseta e foi à procura dele, encontrando-o
na sala. E ele não perdeu tempo, foi logo levantando a camiseta dela e mamando
nos peitinhos que tanto gostava. Depois tirou o shortinho dela, a calcinha
desceu junto... e ele beijou e lambeu a bundinha, a xotinha.
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Isso.. bem de frente é como eu gosto! |
Baixou a calça e a cueca, ela viu o pau já endurecido,
pegou-o com os pés e ficou massageando-o. Paulo adorava essas novidades que ela
inventava. Mas logo a colocou sentada na mesa e ficou de frente pra ela, o pau
foi entrando devagarzinho... e entrou todo e ele começou a estocar e ela a
gemer...
Depois a virou, ela ficou de costas pra ela, curvada
sobre a mesa e ele enfiou de novo o pau na xotinha, e tome mais bombadas que a
levaram ao orgasmo. Não podia ser de outra forma o final: bebendo o gostoso
leite rural do primo!
Em outra ocasião, alguns anos depois, quando tínhamos
deixado aquela casinha e nos mudado para um apartamento, ele veio ajudar na
mudança, porque ela aconteceu quando eu tinha um trabalho complexo e não podia
deixar Meg ficar carregando coisas e mais coisas. Perguntei a ela quem eu
poderia chamar e ela escolheu o Paulo.
Ele veio, na maior boa vontade. Claro, sabia que teria
prêmio pela sua atuação de carregador de móveis e caixas!
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Tá gostando do prêmio? |
E o prêmio aconteceu quando ela estava arrumando as
coisas no banheiro. Ele a viu lá, toda compenetrada e não teve dúvida, chegou
por trás dela já pelado e começou a tirar toda a roupa dela. Ela ameaçou
protestar, mas quando viu que ele já estava com a barraca armada, mudou de
ideia, ajoelhou e foi chupar o pauzão do primo. E ganhou uma bela chupada
também, antes que ele sentasse no chão para que ela o cavalgasse.
- Foi por isso que escolhi você para me ajudar...é uma
ajuda em todos os sentidos, gostoso!
- Gostosa é você, priminha... pula, pula que quero ver
você gozar!
- Tô quase... quase...ahhhhhhhhhh... que delícia..que
delícia!
Ria, feliz da vida com o desempenho dele que lhe
trouxera aquele gozo ótimo.
- Obrigada, primo... mas vamos voltar ao trabalho?
- Acho que você precisa tomar um pouco de leite para
se fortalecer!
- Você é mesmo adorável... pensa em tudo, de fato fico
muito fraca depois de uma trepada dessas, dá cá o leite...
E bebeu todo o leite que ele derramou em sua boca
sedenta!
Depois destes dois acontecimentos em nossa casa, vamos
a mais dois, na casa dele.
Ela foi passar um fim de semana lá, como eu disse
antes, a pretexto de visitar a tia. Mas à noite, ela é que era visitada pelo
primo, depois que a tia dormia, eles a ouviam roncando, era a hora certa de
irem para o quarto fazer tudo que queriam.
Sempre iam para o quarto dela, que ficava a uma
distância maior do quarto da tia. Como ele ainda ia trancar portas e janelas,
ela foi esperá-lo no quarto e ficou com a calça e a camiseta que usara naquela tarde.
Ele chegou, já foi olhando o que tinha embaixo da
camiseta... olhou, fez um gesto de aprovação, mas antes que fizesse outra
coisa, ela abriu a calça dele, pegou no pau e começou o boquete. Ele gostou,
como sempre gostava, aliás.
Depois ele a jogou de bruços, carinhosamente, mas
jogou na cama e foi abaixando a calça e a calcinha dela.
- Meg, sua bunda é algo inacreditável de bonita e
gostosa. Dá vontade de morder até arrancar pedaço!
- Ficou doido! Atreva-se que vai levar um chute no
saco que vai te tornar impotente pro resto da vida!
- É só vontade, sua doida... acha que eu faria isso?
Fica quieta, deixa eu pegar e beijar estas nádegas fantásticas!
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Isso é que é bunda... |
Fez isso e depois enfiou o pau, ela nem tinha tirado a
calça e a calcinha direito... E como bombou... ela teve de morder o travesseiro
para que seus gemidos não despertassem a tia.
E ele ainda a comeu na base do papai e mamãe, fazendo
ela gozar e até dormir em seguida.
Ele a deixou ali e foi para seu quarto. Tinha de ficar
lá porque a mãe, de vez em quando, acordava assustada e o chamava. Se não
ouvisse... ia ter problemas!
Da outra vez que ela foi, o motivo foi outro. Ela
precisava de sossego para estudar para o vestibular que seria na semana
seguinte. Estava nervosa, pois havia ficado muito tempo parada e apesar de ter
levado o cursinho bem a sério, na hora H dá aquela suadeira. Então achou que
valia a pena passar uns dias lá, teria sossego, ficaria longe do burburinho do
cursinho. E foi.
Sabia que ia rolar alguma coisa também, mas esperava
que apenas à noite, como era usual. Só que a tia deu uma saída e o Paulo
aproveitou. Foi até o quarto onde ela estava, compenetrada, estudando.
Ela o viu chegar, deu um sorriso e continuou lendo o
livro. Ele ficou alguns minutos ao lado dela, olhando fixamente. Ela sentiu a
presença dele e ficou inquieta.
- Que foi, Paulo? Parou aí por quê?
- Tá estudando, né?
- Sim, o vestibular está ai e preciso rever algumas
coisas.
- Dá uma estudada em mim primeiro...
Ela deu uma gargalhada. Ele tinha coisas bem
engraçadas, de fato!
- Jura que você quer isso? E a tia?
- Deu uma saída, vai demorar um pouco, vamos
aproveitar, aí você dá uma relaxada, vai ser bom procê!
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Por falar em estudo, adoro estudar essa bundinha sua! |
Ela nem respondeu, só fechou o livro e começou a tirar
a roupa, o que ele também fez e logo os dois, nus, se abraçaram, se beijaram. E
ele a colocou de quatro em cima da mesa em que ela estudava, e ali a comeu.
Foi
bom pra ela, sim, ela relaxou bastante com o gozo que teve naquela hora. Nos outros dias a tia não foi passear nem
visitar ninguém. Ficou por conta de levar alguns biscoitos, chá, para ela que
não saiu do quarto, estudando tudo que precisava.
E à noite, nem é preciso dizer, ele compareceu em
todas as noites em que ela esteve lá.
Ela voltou tão relaxada, tão calma! E passou no
vestibular!
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