A irmã e a
amiga numa boa... ele chega... qual o resultado???
(escrito por
Kaplan)
Aline estava sozinha em casa quando ouviu o interfone.
Correu para saber quem era e abriu um largo sorriso: era sua amiga Mary. Na
verdade, mais que uma simples amiga, as duas mantinham uma relação de sexo
fazia meses.
Como geralmente acontece, foi meio sem querer que as duas
descobriram. Eram daquelas amigas que parecem siamesas, pois viviam juntas, iam
ao shopping juntas, estudavam juntas... não se desgrudavam!
E como já eram maiores de idade, podiam pegar vídeos
na locadora, daqueles vídeos que ficavam mais escondidos... e um dia pegaram um
e quando foram assistir veio aquele comichão... as duas atrizes faziam uma cena
quentíssima, hot, muito hot. O frenesi das duas foi tão grande ao ver a cena,
que, sem perceber, se deram as mãos, que foram apertadas e dali surgiram
olhares fixos, sorrisos encabulados e um beijo. Não um beijinho... um beijo
como o que elas tinham visto no filme.
Ficaram vermelhas as duas. Nunca tinham imaginado tal
coisa.
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As duas jamais esqueceriam o primeiro beijo... |
- Mary... eu gostei, você gostou?
- Adorei...
- Vamos de novo?
E foram, se deram mais beijos e aí, talvez inconscientemente,
as mãos fizeram o que as atrizes do filme haviam feito: procuraram os seios,
ambas soltaram um pequeno gemido quando isso aconteceu. Tiraram as roupas. Não
era a primeira vez que ficavam nuas frente a frente. No clube tomavam banho juntas,
quantas vezes elas trocaram de roupa juntas... nunca haviam olhado para os
corpos uma da outra como olharam aquele dia.
Tocaram nos seios, percorreram todos os centímetros,
acariciaram as bundinhas, as xotinhas, sentiram aquele tesão todo percorrendo
suas veias e artérias.
- Será que somos lésbicas e não sabíamos, Aline?
- Não, eu sei que não sou e você sabe porque falo
isso...
- Sei, sei que você e seu irmão transam... e eu transo
com meu namorado... mas, então, o que é isso? É possível gostar de homem e de
mulher ao mesmo tempo?
- Eu acho que sim, pois estou amando você e o que
estamos fazendo, e amo meu irmão e o que eu faço com ele...
O fato é que, depois daquele dia, todos os encontros
das duas terminavam em carícias e mais carícias, beijos e mais beijos.
E naquele dia em que essa história começou, depois que
Mary entrou, foi recebida com beijos pela Aline e as duas foram para o quarto.
Sabendo que ninguém deveria aparecer naquele horário, as duas começaram a se
despir e se beijavam muito enquanto faziam isso. Aline já estava só de
calcinha, Mary ainda mantinha a minissaia, mas as carícias não paravam.
Aline ajudou a amiga a tirar a saia e a calcinha, ela
tirou a calcinha também e passaram a uma sessão de lambidas e chupadas nas
xotinhas, gemendo muito, pois adoravam aquilo.
Foi aí que Erasmo, o irmão de Aline apareceu.
Surpresas, Mary mais do que Aline, elas se cobriram com o lençol.
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Que coisa mais linda! Adorei ver vocês duas! |
- Olha... peguei vocês em ação... que lindo!
- Aline, ele sabe?
- Sabe, contei pra ele, sem grilo, Mary!
- Posso entrar ai no meio de vocês?
Aline olhou para Mary, queria um sinal de aceitação
dela e teve, Mary descobriu-se e foi beijar a barriga de Erasmo que tinha sua
camiseta erguida pela irmã.
Pau pra fora da calça, as duas foram chupá-lo e
aproveitavam para trocar beijos em cima da cabeçorra dele.
Então Aline sentou no pau do irmão e Mary ficou
ajoelhada com a xotinha na boca do Erasmo. Assim, as duas podiam se beijar
enquanto ele chupava uma e era cavalgado pela outra.
- Quer também, Mary? Perguntou Aline, querendo saber
se a amiga queria cavalgar o irmão. Ela disse que queria, então trocaram, Aline
foi colocar a xotinha na boca do Erasmo e Mary sentou-se no pau dele.
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Seu irmão é bárbaro, amiga... adorei! |
Depois Erasmo colocou Mary de quatro e ficou bombando
nela. Aline deitou-se na frente da amiga e ficou sendo chupada por ela. Os
gemidos das duas deixavam Erasmo cada vez mais excitado e ele virou Mary,
continuou comendo-a e fez sinal para Aline ajoelhar com a xotinha na boca da
Mary, o que possibilitava a ele beijar a irmã enquanto metia na amiga.
Mudaram. Aline virou o corpo, oferecendo sua xotinha
ao irmão e os seios à amiga. Viu estrelas e sinos badalando quando gozou e
Erasmo não conseguiu controlar mais, gozou também na bunda da irmã (ele nunca
gozava dentro dela), que, desfalecida, era beijada ardentemente por Mary.
Nem é preciso dizer que, depois daquele dia, os
ménages deles se tornaram constantes.
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