Um antigo professor e uma ex-aluna se encontram... e tem início um outro curso...
O pintor e a
modelo nua
(escrito por
Kaplan)
Sim, amigos e amigas, Meg foi chamada por um outro pintor para
posar. Não recusou, pois ele tinha sido seu professor na faculdade e um dos
grandes incentivadores dela naquela época. Encontrando-se com ela, casualmente,
na rua, elogiou, falou que ela continuava linda como sempre. Ela achou curioso,
ele nunca fizera elogios dessa natureza! Sempre elogiara os trabalhos dela, as
pinturas, mas nunca dissera nada a respeito dela. Sentiu-se lisonjeada.
Quis saber dele se ele continuava dando aulas. Foram conversando
até chegarem próximo à casa dele. Convidou-a a entrar e, sentados no sofá,
continuaram a conversa.
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Papinho pra lá, papinho pra cá... |
- Sim, continuo, acho que nunca vou parar. É muito bom! Pena que
nem todos os alunos são como os da sua turma, e, especialmente, como você!
- Professor, estou ficando encabulada...
- Não fique, estou sendo sincero, tenho muitas saudades de sua
turma. Onde andam seus amigos chegados? Lembro do famoso “grupo dos seis”. Eram
você, a Lúcia e aquela loura, como se chamava ela?
- Rejane.
- Isso, e os três colegas, lembro do Gabriel...
- Virgilio e Julio eram os outros dois.
- Isso. Turma excelente a sua! Deixou saudades! E você Meg, tem
feito muita arte?
- Professor, eu acabei me dedicando mais à fotografia, junto com
meu marido.
- É uma arte também!
- Sim, temos feitos belos trabalhos.
- E... me diga, seu marido se importaria de você posar para mim?
- Eu? Posar para o senhor? Nossa... quanta honra! Ele não se
incomodaria nem um pouco, ficaria tão feliz quanto eu estou agora.
- Que bom! Então me dê seu telefone, eu estou terminando uma tela
esta semana e te ligo para combinarmos para a semana que vem. Pode ser?
- Claro!
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Vai descer redondo... igual ao redondo que estou beijando... |
Meg passou o telefone dela e foi para casa, feliz da vida. Sentados
no sofá, tomando uma Skol geladinha, ela me contou o encontro e disse que
estava entusiasmada, nunca pensara em posar, ainda mais para a fera que era o
professor.
Ele, de fato, na segunda-feira, telefonou e perguntou se ela já
poderia ir na terça à tarde. Ela disse que sim. Perguntou se precisava levar
alguma coisa.
- Não, não precisa trazer nada. É... eu não te falei, mas eu
queria que você posasse nua... tem problema? Seu marido não vai criar caso?
- Não, nenhum problema. Estarei aí amanhã à tarde.
Ela desligou o telefone e à noite conversamos sobre isso.
- Será que ele quer que eu só pose mesmo? O que você acha?
- Bem, eu não o conheço, você é que poderia saber disso. Ficou
pensando que ele está querendo outra coisa?
- Confesso que me passou pela cabeça sim. Mas deve ser bobagem
minha. Bem, amanhã vou lá e vejo.
Na terça à noite, quando nos reencontramos, ela disse que,
aparentemente, era só para posar mesmo.
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É muito gostosa... preciso comer... |
- Cheguei lá, ele me mostrou a pose que queria, tirei a roupa e
fiquei posando, vendo ele dar pinceladas e mais pinceladas na tela. Não deixou
eu ver, falou que só depois que estivesse pronto. Não fez nada que me levasse a
pensar em segundas intenções...
- É, vai ver que ele só quer isso mesmo. Vai demorar muito para
terminar?
- Não sei, ele não me deixou ver. Pediu que eu voltasse amanhã.
Mas o tal professor, de fato, não estava pensando apenas em
pintar. E já no segundo dia ele deu mostras disso. Quando ela foi fazer a pose,
a mesma do dia anterior, ele fez questão de ajudá-la e ela sentiu as mãos dele,
trêmulas, tocar várias partes de seu corpo. Arrepiou, e ele viu...
Ele continuou a pintura e, ao contrário do primeiro dia, falou
muito e quase sempre elogiando Meg e seu corpo. Ela teve a certeza de que ele
queria algo mais. E não achou ruim, afinal o professor era uma pessoa muito
querida.
O telefone tocou e ele, contrariado, foi atender. Ela levantou e
foi ver como estava a pintura. Quando ele voltou à sala, viu-a olhando
atentamente.
- Ah, Meg... eu não queria que você visse ainda inacabado...
- Professor, mulheres são muito curiosas. Eu não aguentei esperar...
Me perdoa?
E como ela já estava a fim de rolar algo, falou o “me perdoa?” já
encostando o corpo nu no dele.
- Se fosse outra modelo eu não perdoaria. Mas você eu perdôo.
Ela deu um sorriso, agradeceu e atacou, passou as mãos na cabeça
dele e deu-lhe um sonoro beijo. Pronto. A tela ficou em segundo plano. Ele a
levou ao estrado onde ela estava posando, deitou-a de costas, ajoelhou na
frente dela e deu-lhe uma bela chupada na xotinha.
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Pé no pau, pau no pé... eu quero, professor! |
Levantou-se e ela viu o volume na calça dele. Apalpou com o pé,
sempre sorrindo para ele que, então, tirou a calça e mostrou seu pau para ela.
Ela se levantou do estrado, ele se deitou e ela caiu de boca no pau dele,
fazendo um boquete bem bacana.
Ai sentou-se no pau dele e pulou bastante. Depois eles ficaram
deitados, ele atrás dela, metendo de ladinho e dali ele foi virando o corpo
dela até deixá-la de quatro, sem ele tirar o pau de dentro dela e ficou
bombando até ela gozar. E ele gozou em seguida, derramando seu gozo dentro da
xotinha dela.
Pegou papel higiênico para ela se limpar e depois conversaram a
respeito do que tinha acontecido, quando ele confessou seu tesão por ela desde
que era aluna.
- Por que nunca me falou, professor?
- E o medo de você fazer um escândalo que me custaria o emprego?
- Eu nunca faria isso!
- Mas eu não sabia, Meg. Só sabia que era casada e isso era uma
barreira...
- E me pintar agora foi só um pretexto, ou queria mesmo me
imortalizar na sua tela?
- Não, nada de pretexto, eu queria mesmo pintar seu retrato.
- Ainda vai demorar muito pra acabar não vai?
Ela fez essa pergunta já dando aquele olhar que ele entendeu.
- Meg... vai demorar sim, principalmente se rolar mais vezes o que
rolou hoje. E sempre posso fazer outras pinturas...
- Assim é que se fala, professor! Sua aluninha virá quantas vezes
você quiser!
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