(escrito por Kaplan)
Cibele tinha sido convidada para o casamento de uma sobrinha, que
morava no interior. Como estava sem compromisso, aceitou o convite e mandou
avisar que chegaria três dias antes, pois tinha muito tempo que não via os
tios, os primos e primas e queria aproveitar a oportunidade.
Não deu para se hospedar na casa da noiva porque a casa estava de
cabeça para baixo, com parentes chegando, presentes sendo levados o dia
inteiro... um caos! Então Cibele ficou na casa de outro tio, que não iria
receber hóspede algum. Este tio tinha um filho, portanto, primo de Cibele,
chamado Abel, que era uns 5 anos mais velho do que ela. Eles se davam bem,
apesar de se encontrarem poucas vezes.
Logo no primeiro dia em que ela estava lá, resolveu visitar alguns
parentes e amigas. Os tios haviam saído para resolver coisas do casamento,
apenas o Abel estava na casa. Ela tomou um banho e foi com a toalha amarrada,
para o quarto. Abel viu-a passando e teve a curiosidade despertada. Foi atrás,
silenciosamente, viu que ela fechava a porta mas não escutou o barulho da chave
sendo usada para trancá-la. As fechaduras eram antigas, as chaves eram enormes
e o buraco da fechadura dava para se ter uma boa visão do quarto.
E Abel ficou ali, olhando, vendo a prima passar, ainda com a
toalha, depois a viu já de calcinha e sutiã, na frente do espelho, se
maquiando. Ele respirava, ofegante, e ela ouviu. Então abriu a porta de supetão,
ele quase caiu dentro do quarto.
- Sim, senhor, primo... que coisa mais feia! Me espionando pelo
buraco da fechadura!
- Prima, desculpe... eu confesso, estava sim...
- Posso saber por que?
- Prima, você é a prima mais bonita da família! Eu fiquei
encantado com sua beleza... por isso que vim olhar, mas prometo que não faço
isso mais. Não conte para meus pais, por favor!
Ela olhou bem para ele. Era um rapaz simples, estava apavorado ali
na frente dela, tinha medo dos pais ficarem sabendo... achou que podia tirar
algum proveito da situação! Safada como ela só, virou-se para ele e falou:
- Meu silêncio tem um preço, Abel...
- Eu pago, fala quanto é que eu pago...
- Não... não é desse preço que estou falando.
- O que é, então?
- Vem cá!
Puxou-o pela mão, foi até uma poltrona que havia no quarto,
ajoelhou-se nela, abaixou a calcinha. O Abel quase morreu de susto... o que a
prima estava querendo?
- Este é o preço, Abel, chupa minha perereca, mas chupa bem legal!
E puxou a cabeça dele de encontro à sua bunda, ele mergulhou o
nariz no reguinho dela. Começou a lamber a xotinha, o cuzinho, ela foi ficando
arrepiada e gemendo sem parar, o que o deixou preocupado, pois os pais podiam
voltar e ouviriam!
Depois que ele a chupou bastante, ela continuou estabelecendo o
preço do silêncio:
- Tira sua roupa, Abel!
- Prima...
- Prefere que eu conte?
- Não, pode deixar, eu tiro...
Apenas de sutiã, na frente dele, ela o ajudou a tirar a camisa e a
calça. Gostou de ver o pau dele, bom tamanho, boa grossura. Estava mole,
provavelmente por causa do susto que ele levara.
Ela ajoelhou na frente dele e continuou falando que era um absurdo
o que ele tinha feito, e deu uns tapinhas no pau dele. Mas ficou masturbando-o
suavemente e viu que ele começava a endurecer.
Levantou, ficou de costas para ele, encostou seu corpo no dele,
sentindo a dureza do pau.
- Tira meu sutiã... você não queria ver meus peitos? Então veja...
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foto: Kaplan |
Virou para ele e mostrou os seios. Abel ficou encantado... eram
pequenos, lindos! Não teve tempo de admirar muito, porque ela tornou a ajoelhar
na frente dele e aí falou:
- Você não anda merecendo não, mas estou achando lindo este seu
pau durinho...
E começou um boquete que deixou o Abel abismado.
- Prima, mas que coisa mais gostosa é essa...
E ela chupava, tirava da boca, masturbava-o, voltava a chupar.
Para Abel, aquilo era um sonho que ele estava vivendo. Uma prima linda, com
corpo magnífico, chupando seu pau... não demorou a gozar, e ela adorou ver seus
seios e barriga cobertos pelo leitinho do primo.
- Que delícia, Abel!!! Mas você ainda não pagou tudo que precisa
para eu ficar em silêncio. Então, amanhã, quando os tios saírem, venha aqui
para terminar de pagar, viu? Se não vier, eu conto!
No dia seguinte o Abel pagou com juros e correção monetária. Além
de ser novamente chupado, teve que comer a prima que ficou muito satisfeita com
o desempenho dele. Aproveitando que os tios ainda iriam demorar, ela conseguiu
fazer o pau dele endurecer de novo e deu o rabinho. Que maravilha era aquele
primo! E ele pensava a mesma coisa da prima!
- Abel, eu não tinha ideia de que isso poderia acontecer. E só te
falo uma coisa: virei aqui mais vezes, virei muitas vezes! E espero te
encontrar me espionando de novo, para eu te ameaçar de contar tudo pros tios!
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