Época
de natal, época de presentes, mas sem aderir ao consumismo!
(escrito
por Kaplan)
Ter uma namorada criativa
é sempre interessante. Melissa era assim, extremamente criativa e encantava seu
namorado Reinaldo com ideias que – às vezes – pareciam mirabolantes, mas no
fundo o deixavam profundamente excitado e isso contribuía para que as trepadas
dos dois fossem sempre espetaculares.
E quando chegava a época
do Natal, ela, que era toda paz e amor, combinou com ele que não comprariam
presentes. Mas deveriam se presentear com alguma coisa feita por eles.
- Sério, Reinaldo... vamos
deixar essa onda de consumismo pro lado... eu fico alucinada quando tenho de
sair na época de natal para ir ao shopping ou ao centro da cidade. As pessoas
parecem loucas querendo comprar tudo, carregam sacolas imensas... pra quê?
- É costume, você sabe
disso...
- Mas é um costume que foi
enfiado goela abaixo das pessoas só para o comércio vender mais. Você sabe
disso.
- Eu sei. Mas como fugir
disso?
- Pois eu tenho uma
proposta pra te fazer. Deixa eu dar uma chupadinha no seu pau primeiro, depois
te conto.
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Ela ficava inspirada quando chupava.. |
Ele gostou muito dessa
introdução. Abaixou a calça e deixou que ela chupasse à vontade.
- Nossa, amor... este seu
pau é um negócio de doido!
- Você vive dizendo isso,
vou acabar acreditando! Mas vamos lá, o que você sugere?
- Vamos fazer nós mesmos
os nossos presentes. Nada de coisa cara, complicada... algo feito de forma
artesanal. Pode ser até um cartão! Topa?
- Bem... eu não tenho
vocação pra artista, você sabe...
- Não tem problema,
querido. Faça com o coração, porque é o que eu vou fazer!
Reinaldo concordou,
principalmente porque não iria gastar dinheiro algum. Poderiam ter mais grana
para o ano-novo... quem sabe?
Mas estava muito difícil
pensar em algo que poderia fazer. Até que teve uma ideia, bem simples, e achou
que ela iria gostar.
Enquanto isso, Melissa
também pensava e acabou chegando a uma ideia que tinha certeza, o Reinaldo iria
adorar!
Então, no dia 24, à noite,
ele foi ao apartamento onde ela morava. Por sorte, morava sozinha. Apertou o
interfone, ela atendeu e disse que ele encontraria a porta da sala apenas
encostada, podia entrar para ver o presente dela.
Curioso, ele fez como ela
mandara. Ao começar a abrir a porta viu luzes coloridas acendendo e apagando.
Olha, pensou ele, ela fez uma árvore de natal... que legal!
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Como não gostar deste presente? |
Mas o legal não era bem a
árvore, era o que ele viu quando abriu a porta toda e entrou na sala. Lá estava
Melissa, praticamente nua, de costas pra ele, colocando enfeites na árvore.
Tinha um gorro de papai Noel na cabeça e meias com motivos natalinos.
- Gostou do presente,
querido?
- Você é o meu presente?
- Não... eu não... é a
Mamãe Noel... sabia que o Papai Noel é casado? E hoje a Mamãe Noel vai colocar
chifres de renas na cabeça dele!
Reinaldo gargalhava com o
que ela dizia. Chegou perto dela e beijou-a apaixonadamente.
- Muito bem, agora eu
quero ganhar o meu presente! O que você bolou?
- Isso aqui:
Tirou a roupa e mostrou a
ela um pau duro como ela nunca vira antes.
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Meu presente é uma noite com viagra... |
- Não entendi...
- Tomei um pouquinho de
Viagra, menos da metade, mas garanto que ele vai ficar duro por horas! Todo
seu!
- Jura? Maluco!
- Garanto que você vai
pular por mais de duas horas seguidas, sem interrupção. Quero ver você gozar
umas 10 vezes esta noite. Este é o meu presente!
- Então vamos começar!
Foi ali na sala mesmo,
deitados no tapete que eles começaram a trepar. Eram 20 horas e, como ele
imaginara, tomando só a metade do Viagra, seu pau aguentou ficar duro por duas
horas e meia.
Às 22 horas, ela, suando
loucamente, cabelos desgrenhados, olhos que quase não conseguiam piscar,
coração disparado, saiu de cima dele e deitou-se ao lado.
- Incrível, ele continua
duro. Olha, amor, eu não sei quantas vezes eu gozei. Só sei que seu presente me
fez ficar... nem sei dizer como. Vou querer este presente todo ano, no meu
aniversário e no natal, tudo bem?
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