quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Cumplicidade – capítulo 4



Vixe... foi bom demais!

Colaboração de Casada Sexy – autor: Gu

Capítulo IV – Prazeres
A viajem foi bem cansativa devido ao trânsito, mas super descontraída por causa da excitação que cada mente ali naquele carro deveria estar imaginando. De minha parte as palavras da LÚ gozando e dizendo o nome do JE não saíam de minha cabeça. O que será que os outros pensavam?

Chegamos por volta das 21h. A casa muito confortável e grande. A piscina estava bem cuidada. Todos muito cansados e após um banho fomos descansar.
Acordamos perto das 10h e decidimos conhecer Arraial do Cabo e foi difícil chegar e pior para ficar, após rodarmos paramos o carro numa ruazinha e tentamos a sorte na Praia dos Anjos. 

É.... (foto: Kaplan)

LÚ me surpreendeu, pois seu biquíni era bem maior que de costume. Estava bonita, porém bem discreta. Na hora até pensei que ela tinha esquecido toda conversa e nada iria rolar.

Mas não demoramos lá não. Devido à lotação tudo estava difícil. Lugar na areia, cerveja quente e cara, nada para comer e antes das 14h resolvemos voltar. Compramos uma carne e cerveja e decidimos ficar na piscina da casa.
Enquanto eu e JE nos revezávamos nos preparativos do churrasco ela foi tomar um banho e quando surgiu na porta e veio andando aos pulinhos por causa do chão quente me fez perder o fôlego e acredito que JE também. Ela trocou o biquíni e agora usava um minúsculo, amarelo, de cortininha que na parte de cima era bem estreito e conforme ela pulava os seios fartos subiam e desciam nos dando um visão deliciosa. A parte de baixo devia ser de um tecido bem fino já que víamos perfeitamente a rachinha da buceta. Atrás um triângulo mínimo que não escondia nada e essas partes amarradas por tirinhas finíssimas. Com certeza aquele era o menor biquíni que eu a vi usar.
Quando ela foi se acomodando e deitando na beira da piscina falou: 

- Que foi meninos? Nunca viram uma mulher de biquíni não? Falou isso rindo tirando nos dois daquele transe.
JE disse: - Que biquíni?
Todos rimos.
Eu completei: - Acho que vou acabar deixando a carne queimar.
Ela: - Até parece. Você já me viu mais nua do que de roupa.
Respondi: - Aí que está o problema. Nua é uma coisa e nesse biquíni é desconcertante.
O clima era muito descontraído e ela falou: - Se tiver incomodando eu tiro.
JE completou: - Está linda. 

Ela sabia que estava!
Ficamos ali conversando muito tempo e um determinado momento que eu estava dentro d’água e JE fora a LÚ pediu:
- JE. Passa protetor nas minhas costas.   

É assim que começa a farra...
Ela estava deitada de bruços e disse isso e já foi desamarrando a cordinha do biquíni no pescoço. JE me deu uma rápida olhada e já pegou o protetor e começou a colocar na mão.
Após os primeiros toques nas costas dela ela disse: 

- Desamarra o resto para mim.
Ele foi rápido e de onde estava via toda a lateral dos seios.
Ela: - A bunda e pernas também fazem parte das costas.

Quando ele começou a passar a mão na bunda dela senti um discreto sorriso nos lábios dos dois.
Eu estava dentro da piscina na lateral oposta e via tudo muito excitado. Quando ele terminou e ao se levantar não disfarçou a piroca dura e marcando a sunga.
Após pegar cerveja para nós três ele sentou na borda da piscina com as pernas dentro d’água.
Não demorou muito A LÚ disse: 

- Meninos vou me refrescar também.
Ela colocou as mãos sobre os seios, sentou na lateral e entrou na água.
Nós dois olhávamos para ela e assim que ela ficou com água no pescoço tirou a mão dos seios, e veio em minha direção me beijou e abraçou se colocou atrás de mim fazendo com que meu corpo fosse uma barreira entre seus seios nus e JE.
As palavras que foram ditas naquele momento já não vêm à cabeça apenas os fatos em si.
Sei que ela passou os braços pela minha cintura e levou a mão a minha pica por cima da sunga e sentiu toda a dureza.
Levei as mãos para trás e uma a uma fui desamarrando as laterais da calcinha do biquíni e vi quando ela tirou de vez e colocou aquela peça na lateral.
Ela estava completamente nua e só meu corpo impedia de JE vê-la e ele falou: - O negócio está bom aí.
Ela me beijou no ouvido e disse: - Se você não gostar fala.

Me olhe, me chupe.. me come!
E foi na direção de JE. Chegando até ele, ela segurou em suas pernas e já levou suas mãos na pica por cima da sunga. Ficou alisando por uns segundos e colocou para fora.
- Ele é muito grande! Ela disse isso enquanto deslizava a mão suavemente por toda extensão daquela pica.
LÚ me olhou e disse: 

- Olha. Veja como sua namoradinha chupa outra pica. Você não queria ver?
Ele continuou sentado na borda da piscina e LÚ tirou sua sunga e jogou longe.
Ela estava fazendo o que mais gosta e começou apenas passando a ponta da língua e aos poucos tentava colocar dentro da boca. Aquilo durou muitos minutos.
Ela intensificou os movimentos e a expressão no rosto de JE foi se alterando até que percebi que ele estava preste a gozar e ele disse: 

- Vou gozar.
Ela: - Enche minha boquinha, enche para ele ver o que a namorada putinha gosta de fazer.
A quantidade foi grande. Ele gozava e ela engolia, mesmo assim saia uma grande quantidade pelos cantos da boca. Ela saiu do meio das pernas dele e ainda com a boca suja de esperma veio até mim e perguntou: - Gostou? Me beijou. Fiz que sim com a cabeça sentido um gosto diferente em sua boca.
Após esse primeiro boquete na piscina fomos para dentro de casa e transamos praticamente a noite toda.
A LÚ já sabia dar prazer a um homem e rapidamente aprendeu que saciar dois não era difícil. 

Que maravilha... duas picas pra mim...
Eu e JE nos revezávamos em todos os buraquinhos daquela putinha.
Mas foi no primeiro anal dela com ele que Vi que o quanto ela era insaciável.
Eu estava deitado na cama com ela me chupando, de quatro, quando JE após meter a língua no cú e na buceta se posicionou entre suas pernas e segurou nos seus quadris e começou um vai e vem na buceta. Ela olhou para ele e disse:
- No cú! Mete no cú! Por favor quero VC todo dentro do meu cú!

Ele tirou da buceta e aproveitou a pica melada e apontou a cabeça para seu buraco.
Ela estava de frente para mim e eu via sua expressão de dor e prazer enquanto a cabeça não tinha entrado ainda. Quando a cabeça entrou senti ela dar leves reboladas tentando se acostumar com aquela coisa dentro dela e provavelmente quando a pica dele estava quase na metade dentro do seu cu ela num movimento brusco jogou os quadris para trás fazendo entrar tudo de uma vez me surpreendendo, pois ele estava colocando devagar para não machucar seu cuzinho.
Ele intensificou os movimentos e senti o corpo dela amolecer num claro sinal de que havia gozado.
Ela sorria com lágrimas nos olhos que provavelmente não era de dor e sim de prazer. 

Nossa... isso foi demais!!!

Invertemos a posição e agora com ele deitado ela começou a cavalgar de forma lenta e não resisti em ver aquele cuzinho a mostra e fui colocando meu pau. Ela sorria e colocou suas mãos para trás me puxando. Quando a pica entrou finalmente a primeira DP estava sendo realizada. Ela urrava. Se debatia. E gozou. E gozamos. Perdi a noção da hora que dormi.
Aquela foi só a primeira DP daquele carnaval. Transamos todos os dias. Estávamos insaciáveis. Não havia ciúmes entre nós. Era gostoso acordar a noite e ver ela cavalgando nele. Como também era quando ele acordava e me via comendo ela.
Não sei como aguentamos. 

Durante quase dois anos vivemos dessa forma. Um relação a três e após uma conversa decidimos dar um rumo em nossas vidas.
Eu e LÚ nos separamos.
LÚ e JE se casaram um ano e meio depois.
Eu fui padrinho de casamento e sou padrinho do primeiro filho deles, que tem o nome de GU.
Eles se mudaram para Cabo Frio. O sonho é ter uma casa no Peró. Minha esposa não sabe de nada.
Depois da separação nunca mais repetimos a dose.

Só para não passar batido. Eu tinha razão. A amiga gostosa da LÚ, a SI, participou de uma transa nossa uma vez e constatei que aquela carinha não me enganava.

Muitos podem achar que tudo isso é fantasia. É bom mesmo que pensem assim. É bom não ligar os fatos a determinadas pessoas.

Um comentário:

  1. Amei... As fotos retrataram muito bem o conto...

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