(escrito por
Kaplan)
Estava eu, numa bela manhã de sol, deviam ser umas 11 horas, deitado na
cobertura que tínhamos naquela época. Maura estava nos visitando e a noite
anterior tinha sido de uma beleza sem par, nós três na cama nos divertindo a
valer.
A lembrança do que acontecera me fez tirar a bermuda e ficar alisando
meu pau. As duas tinham saído cedo, eu não sabia se iriam voltar logo, então
fiquei ali, só curtindo as lembranças da noite. Aí, ouvi barulho de chave
abrindo a porta e logo as duas, não me vendo na parte de baixo do apartamento,
subiram as escadas e me pegaram com a mão no pau...
- Olha, Maura, que espetáculo maravilhoso! Será que podemos aproveitar
um pouquinho deste rapaz?
- Eu acho que sim... vamos até ele!
As duas se ajoelharam e Meg foi a primeira a pegar meu pau, masturbá-lo
levemente e levá-lo à boca, me dando aquela chupada que sempre me encantou.
Maura ficou olhando, sorrindo pra mim, e logo substituiu a Meg nas chupadas.
Também chupava divinamente bem. E então as duas ficaram se revezando, cada hora
uma me dava uma chupada e cedia o lugar para a outra. Meu pau já estava a ponto
de explodir, de tão duro!
Mas conseguiu ficar mais ainda quando as duas, antes de fazerem o
revezamento, se davam beijos na boca, daqueles estalados... e acabaram com as
bocas ao mesmo tempo no meu pau e quando elas se encontravam elas se beijavam
mais e mais. Eu já não via a hora de elas tirarem seus vestidos para que eu as
comesse.
Parece que meus pensamentos foram ouvidos. Elas se levantaram, Meg tirou
o vestido da amiga e ela tirou o da Meg. Ambas estavam sem sutiã. O espetáculo
dos seios era lindo, ainda mais que elas se beijaram de novo e os seios de uma
ficaram roçando nos da outra.
Aí tiraram as calcinhas, mais beijos, agora com as xotinhas se tocando e
eu ficando cada vez com mais tesão. Voltaram ao boquete, continuaram se
revezando e quando uma me chupava a outra ficava beijando-a, passando a mão nas
costas, nos seios... foram longos, intermináveis minutos...
Até que, finalmente, a Maura resolveu sentar em meu pau. Sentou de
costas para mim e de frente para a Meg, que segurou as duas mãos da amiga que
pulava. E depois de segurar as mãos, Meg começou a beijá-la, a segurar os seios
dela, a beijá-los, a passar as mãos nas costas e na bunda da Maura. Os gemidos
da Maura prenunciavam que seu gozo estava para acontecer e Meg ajudou-a a pular
com mais força... e ela gozou de verdade!
Então se levantou. Pensei que Meg iria sentar-se para substituí-la, mas
não. Meg disse que queria fazer como fizemos na noite anterior, que começou
como uma brincadeira, mas se revelou muito prazerosa. À noite, a Maura tinha
ficado de quatro, a Meg ficou por cima dela, então as duas bundas ficaram à
minha disposição e eu fui metendo ora numa, ora noutra. A Meg quis repetir, mas
invertendo, ela ficando por baixo e a Maura por cima.
Então meti na xotinha da minha esposa e, ao mesmo tempo, com o dedo eu
ficava esfregando a xotinha da Maura. Depois de muitas bombadas, eu tirei o pau
de dentro da Meg e o enfiei na Maura e assim ficamos bom tempo, agora quem
revezava era eu. Metia numa, depois na outra... e elas gemiam sem parar. Quando
vi que a Meg também tinha gozado e eu estava com o pau dentro dela, resolvi
terminar, acelerei e gozei, derramando o “leitinho” nas duas bundas.
- Ah... por que você não deixou a gente beber seu leitinho? Elas
reclamaram.
- Poxa... nem pensei nisso, mas vocês beberam ontem à noite... queriam
mais?
- Claro! Leite é uma bebida muito saudável! Você vai ser castigado por
isso! Aguarde, à noite te daremos um belo castigo!
Fiquei chateado, mas realmente eu nem imaginara que elas iriam querer
que eu gozasse nas bocas das duas... enfim... agora era esperar o castigo...
Mas o castigo que elas me deram, eu aposto que todo homem gostaria de
receber!
À noite, depois de tomarmos vinho na cobertura, aproveitando a bela
noite, com lua e estrelas brilhando no céu, entramos. Enquanto eu guardava os
copos e garrafas, elas foram para o quarto e, da cozinha eu ouvia os risinhos
das duas. Deviam estar tramando alguma coisa.
Quando entrei no quarto, vi as duas deitadas na cama, só de camiseta e
calcinha. Pensei que elas tinham esquecido do castigo e fui tirando minha
bermuda e caminhando na direção delas.
- Pode parar por aí mesmo!
- Como assim?
- Esqueceu do castigo? Vai recebê-lo agora! Fica sentado aí na cadeira e
não ouse se aproximar desta cama. Se quiser pode bater punheta, porque agora à
noite o senhor não irá comer ninguém!
E começaram a se beijar, os pés se tocavam, as pernas se cruzavam e elas
rindo bastante começaram a se amar. Meu castigo seria ver aquilo! Adorável
castigo...
E lá estava a Meg, já deitada por cima da amiga, beijando-a
sofregamente. Mas a Maura logo empurrou-a e deitou-se por cima dela. E, sempre
olhando pra mim, ela começou a beijar a barriguinha da Meg e levantou a
camiseta e foi mamar nos seios dela.
- Que delícia que são esses biquinhos, olha, Kaplan, como ela gosta
quando eu dou mordidas neles...

- Eu também gosto muito da boca da Meg me chupando...
E enquanto se chupavam e se beijavam, as xotinhas, ainda cobertas pelas
calcinhas, se roçavam, as duas estavam num frenesi só. E eu já quase gozava com
a mão...
A calcinha da Meg foi tirada, Maura virou a xotinha dela em minha
direção e começou a chupar. Gemendo, Meg levantou as pernas e a cabeça de Maura
mergulhou em sua xotinha, fazendo-a dar um pequeno grito de prazer.
Depois, Meg tirou a calcinha da Maura e retribuiu a chupada, deixando a
amiga prostrada...
- Gostou do castigo, querido?
- Adorei... vocês podem me castigar assim todos os dias!!!
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