(escrito por Kaplan)
Há momentos na vida de um
casal em que eles se esquecem do mundo e só olham para si mesmos, vem aquela
vontade de ficar na cama, brincando, conversando, trepando, tudo na maior tranquilidade,
sem pressa, sem telefone para atender. Nada para atrapalhar. Pelo contrário,
até uma chuva que cai é bem vinda, pois quem irá sair na chuva? Nada como
ficar em casa, curtindo bons momentos, contando casos, fazendo carinhos...
Estou falando isso porque me
lembrei, vendo algumas fotos antigas, de um dia em que Meg e eu estávamos em
uma pousada, e a chuva caiu de madrugada e ficou o dia inteiro. Tínhamos
planejado ir à praia, mas naquela situação, nem pensar.
Quando acordei, vi Meg só de camiseta
e calcinha, olhando pela janela. Não me pareceu que ela estivesse desanimada,
apenas olhava o tempo, via as pessoas passando na rua: para elas a vida
continuava, não seria a chuva que iria interromper seus afazeres.
- O que você está vendo? – perguntei.
Ela virou o rosto pra mim,
sorriu.
- Acordou, hein? Que bom. Não
estou vendo nada e ao mesmo tempo vejo tudo que se passa na rua.
- E eles estão te vendo,
também...
- Não teremos praia hoje,
está chovendo.
- Imaginei, acordei às 4
horas com uma chuva forte.
- Agora está fraquinha, mas é
daquela que fica o dia inteiro.
- Que programão, né? praia
com chuva é o fim do mundo.
- Não pense assim, já que não
sairemos, teremos o dia inteiro para nos curtir, nos amar, muito...muito...
sabe que acordei hoje com uma vontade daquelas?
- É mesmo? Vai me fazer
sofrer bastante, então?
- Você nunca sofre...
Continuava de pé perto da
cama. Tirou o sutiã, puxou o lençol e viu que eu estava apenas de cueca. Subiu
na cama, vagarosamente, puxou minha cueca e ficou muitos minutos brincando com
meu pau. Segurava, examinava tudo, levantava as bolas, passava os dedos com as
unhas compridas por ali, ia até próximo do meu cu. Sabia que eu gostava
bastante desse carinho.
Estávamos em completo
silêncio e ela brincava com ele, até que resolveu fazer um boquete. E foi
diferente do que ela fazia geralmente. Foi mais lento, dando muitas lambidas no
tronco, pondo as bolas na boca e me olhando sem parar. Sorria, mas não era
aquele sorriso safado, era um sorriso terno, meigo, amoroso...
Levantou-se, ficou em pé na
cama e começou a tirar a calcinha, também de forma lenta, sensual, sempre
sorrindo pra mim.
Eu nunca me cansei de ver Meg
nua. Tive muitas mulheres na minha vida, mas sempre a considerei a mais linda
de todas. Suas curvas eram perfeitas, seus seios inigualáveis, seu bumbum
delicioso... e ali estava ela, se desnudando lentamente para encanto dos meus
olhos.
Aí, nua, veio sentar-se em
meu colo e vi que ela ia me cavalgar, mas primeiro ela ficou segurando meu pau
e não sentava nele, ficava roçando-o na xotinha, parecia que ele queria entrar,
mas encontrava uma barreira. Até que, finalmente, sentou e cavalgou um tempo.
Depois saiu e deitou-se ao
meu lado, me abraçou, me beijou. Fiquei intrigado.
- Não quer ir até o final?
Não quer gozar?
- Não... não preciso de gozar
sempre, e nem você. Já gostei do que fizemos, só falta dar mais uma chupadinha
nele...
E me chupou o pau mais um
pouco. Depois voltou a ficar deitada, de conchinha comigo.
- Há quanto tempo não temos
tanto tempo assim só pra nós, sem amantes, sem ménages, sem swings...
- É impressão minha ou você
está nostálgica hoje?
- Não, não estou não, apenas
essa chuva me fez pensar uma série de coisas, principalmente isso, que quase
nunca estamos longe o suficiente para ficarmos sozinhos e podermos conversar.
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foto: acervo Kaplan |
Sentei-me, colocando as
costas na cama e ela sentou-se entre minhas pernas. Ficamos assim, eu a
abraçando, segurando seus seios e ela com o corpo encostado em meu peito.
Realmente, naquela hora não era preciso dizer nada, só curtir os corpos.
Com o silêncio quebrado
apenas pelos pingos da chuva, logo dormimos novamente.
Acordamos às 11 horas e a
fome avisou que estava chegando.
- Eu não queria sair agora,
será que aqui eles tem “delivery”?
- Vou perguntar para a
recepção.
Liguei e me informaram que
tinha sim, mas era uma pizzaria. Eles mesmos fariam o pedido. Agradeci e falei
com ela.
- Vão trazer uma pizza. Veja
bem: não é para comer o entregador, só a pizza, viu?
Rimos, ficamos na cama
brincando até que nos avisaram que o entregador já ia até nosso quarto levar a
pizza.
Ela deitou-se e cobriu todo
seu corpo, até a cabeça, eu coloquei rapidamente uma bermuda e atendi o rapaz,
paguei, ele se foi e então ela saiu do “esconderijo” e devoramos a pizza.
Cervejas havia no frigobar e todas as quatro foram tomadas.
Satisfeitos, continuamos na
cama, peladões. Falamos de muitas coisas, lembramos de amigos que sumiram, de
novos amigos que fizemos. Naquela praia, mesmo, vários casais se tornaram
amigos de uma semana e muitos até amantes de uns dias.
E então, lá pelas 15 horas,
ela me encarou.
- Sabe de uma coisa? Bateu
aquela vontade de novo!
- O que estamos esperando,
então?
Ela sorriu, pegou meu pau e
voltou a chupá-lo, deixando-o bem duro.
- Agora eu quero gozar, tá?
Fiz que sim com a cabeça e vi
ela sentando em meu pau e pulando como sempre pulava, freneticamente. Foram
longos minutos de pulação, até que a coloquei de quatro e a comi de
cachorrinho, para depois virar o corpo dela, ficar deitado atrás e come-la de
ladinho. E voltamos às cavalgadas, quando ela conseguiu o gozo que planejara.
Voltou a chupar meu pau até
que eu gozasse também e ela engoliu parte, outra parte escorreu pelo queixo e
caiu nos seios.
Vimos que a chuva tinha
passado.
Fomos tomar um banho, nos
vestimos e saímos à rua. Ficamos passeando até a hora do jantar, depois
retornamos à pousada. Ao entrarmos no quarto, nos despirmos e nos enfiarmos
debaixo do lençol, ela me disse:
- Estou para te dizer que
esse será o melhor dia desta semana que ficaremos aqui. Adorei tudo!
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