Beleza de lembranças
(escrito por Kaplan)
Quem
nasceu em cidade grande desconhece a vida no interior, com suas
particularidades. Uma delas são as brincadeiras de crianças nos quintais, o que
fazia todos ficarem sujos de barro e, quando chovia, sujos de lama.
E as mães
e tias davam banhos coletivos. Todo mundo enfileirado e uma delas vinha com a
mangueira, despejando água em cima, depois cuidando só das cabeças que eram
ensaboadas e lavadas. Era uma festa, com as crianças nuas. Ninguém punha
maldade naquilo, nem os padres, geralmente muito severos criticavam esse tipo
de coisa.
Vanda e
Avelino eram primos, que moravam em casas vizinhas, brincavam juntos com mais
um punhado de outras crianças e que, volta e meia, sofriam o “castigo” de serem
molhados com a mangueira, no meio de risadas.
As
crianças crescem, se tornam adultas. Muitas abandonam o interior, onde faltavam
faculdades e trabalho.
E acabavam
se reencontrando nas grandes cidades. Outros, nunca mais se ouvia falar deles.
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Conversa vai, conversa vem... |
Mas
aqueles dois acabaram morando no mesmo apartamento, que era do pai do Avelino,
na capital. O pai, fazendeiro, comprara o apartamento para que o filho morasse
ali enquanto estudava. E a Vanda acabou indo morar com ele, a pedido de sua
mãe, que era esposa do pai do Avelino.
A amizade
dos dois continuou, portanto.
E a
saudade das casas do interior, das brincadeiras, dos amigos e amigas que foram
deixados pra trás, de vez em quando levava os dois a sentarem na sala, abrirem
garrafas de cerveja e ficarem conversando enquanto bebiam, recordando o que
tinham vivido juntos.
Claro que,
num dia desses, os banhos voltaram à mente deles. Comentavam, riam.
E ela
ficou com vontade de reviver esses bons momentos. Então, um dia em que ele
entrou no banho, ela tirou a roupa, enrolou-se numa toalha e foi ao banheiro.
Eles não trancavam porta alguma no apartamento. Ela entrou e ele levou um
susto.
- Ei, você
não ouviu o barulho do chuveiro?
- Ouvi,
por isso que vim.
- Como
assim?
- Não
ficou com vontade de reviver nossos banhos de outras épocas?
- Não
tinha pensado nisso.
- Eu
pensei e fiquei com vontade. Posso entrar aí com você?
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Boas lembranças, mas com novidades! |
Ele não
disse nada. Estava pensando e quando deu pela coisa, ela tinha tirado a toalha
e estava ao lado dele.
- É claro
que poderemos fazer algumas coisas que não fazíamos na época. Aliás, nem
tínhamos ideia...
Pegou no
pau dele e fez boquete.
-
Gostoso... seu pau endurecendo dentro da minha boca foi muito gostoso...
Ele se
rendeu totalmente a ela. Pegou nos seios, pequenos, colocou na boca e sua mão
percorreu o corpo dela até chegar na bundinha que foi apertada e depois ele
chegou à xotinha, ela se curvou de prazer.
Ele sentou
na borda da banheira e ela sentou nele. Cavalgou.
Desceram
para o tapete, ele a comeu de ladinho. Foi muito bom.
Não
disseram nada. Mas no dia seguinte, quando ele ia entrar no banheiro,
procurou-a no quarto e falou.
- Estou
indo tomar banho...
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E mais novidades que eles inventaram... |
Ela abriu
um sorriso de todo tamanho. Foi com ele para o banheiro, ele a beijou e tirou
sua roupa, e ela começou a despi-lo, parando para outro boquete quando a calça
dele já descia.
O banho
ficou para o final.
Depois do
boquete, ele a colocou curvada e meteu bastante, depois foi sentando e
trazendo-a para ficar sentada nele, sem tirar o pau de dentro.
E então
ela cavalgou e gozou. Aí tomaram o banho, com muitos amassos, beijos, chupadas.
Daquele
dia em diante, banhos só aconteciam quando era possível os dois juntos.
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