Local diferente que ela escolheu...
(escrito por Kaplan)
Receber um
convite para um passeio de lancha numa grande represa é algo que não se pode
recusar, concordam?
Quer coisa
melhor do que desfilar pelas águias em velocidade, com o vento fazendo seus
cabelos esvoaçarem, e tudo isso na companhia de uma pessoa muito agradável, que
está louco para te comer...
Siomara
não recusou. De jeito algum recusaria, pois era vidrada no Belisário, o dono da
lancha que arriscou convidá-la, sem saber se ela aceitaria ou não. Afinal, os
dois ficariam boas horas a sós, sem ninguém os vendo...
A
felicidade dele quando ela aceitou, de pronto, foi enorme. E combinaram de, no
dia seguinte, saírem bem cedo.
- Preciso
levar alguma coisa? – perguntou ela.
- Nada,
querida. Pode deixar que eu providencio tudo. Leve apenas seu biquíni e o
protetor. Bebida, comida... tudo é comigo!
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Ela levou só o biquini... mas ia tirar ele logo! |
Ela
caprichou no biquíni, bem revelador. Encontrou-se bem cedo com ele e rumaram
para a lancha, que ele logo colocou em movimento, saindo rapidamente da vista
de qualquer pessoa. Ela delirava com o passeio mas estava interessada em outras
coisas, e achou que já era hora de começar a demonstrar seu interesse.
Como ele
fazia algumas paradas para mostrar coisas interessantes a ela, numa dessas, ela
tocou no assunto:
-
Belisário, eu não sei o que você acharia, mas sabe que sempre sonhei em fazer
topless? Morro de vergonha, mas com você eu não teria vergonha alguma, incomoda-se
se eu fizer aqui na lancha?
- De jeito
nenhum, pode fazer, eu faço também pra você ficar mais à vontade.
- Como
assim, você faz também?
- Ué, você
tira o sutiã, eu tiro a bermuda.
- Já que é
assim, porque não tiramos tudo?
E ficaram
nus, os dois e longe de todos e de tudo, com a lancha parada perto de um local
com muita vegetação, que poderia facilmente escondê-los caso algum intruso
aparecesse.
Eles não
precisavam falar mais nada. O fato de terem ficado nus já dizia do interesse
dos dois em ampliar o que a visão deles mostrava. Depois de ver, tocar, depois
de tocar... dar... era o que ela queria e via que iria conseguir colocar em
prática.
Então foi
chupar o pau dele. Que gostou e aproveitou para ficar passando a mão nos seios
e na bunda dela. Arrepiada, ela tinha a certeza de que teria uma bela trepada.
E ele a
comeu. De ladinho primeiro, de quatro em seguida e finalmente cavalgando e
gozando aos berros. Podia gritar à vontade ali naquele ermo.
Chupou-o
de novo e ele gozou em sua boca e seios.
Ela não
cabia em si de contente. Perguntou se ali poderiam nadar e a resposta dele foi
pular e a chamar. Ela foi atrás, nadaram um pouco, aos beijos e amassos.
Voltaram à
lancha e continuaram o passeio. Dali a algumas horas, ele tornou a parar num
local bem apropriado e ela teve a certeza de que ele carregava muitas garotas
por aquelas bandas. Que safado! Mas a trepada foi boa e, ao que tudo indicava,
a nova também o seria.
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E lá se foi o rabinho dela.. |
Só que
dessa vez foi no rabinho que ele quis colocar seu pau.
Ela não se
incomodou, dava de vez em quando e ali naquela circunstância, daria até a
orelha para ele comer.
E ele
meteu bastante e quando teve vontade de gozar, tirou e despejou tudo nos seios
dela.
Nadaram de
novo, ficaram limpinhos, voltaram para a lancha e ela pediu para voltarem. Já
tinha sido bom demais, mas ela nunca gostou de exagerar...
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