Belo encontro e melhor resultado!
(escrito por Kaplan)
Já se
passavam dois anos desde que Zuleica enviuvara. Seu casamento de mais de 20
anos tinha sido muito bom, particularmente no que se refere ao comportamento do
marido na cama, sempre pronto a satisfazê-la. E o fazia com brilhantismo. Ela
se casara aos 18 anos e estava agora com 42. O corpo modificara um pouco,
algumas gordurinhas aqui e ali despontavam.
Ainda dou pro gasto! (foto: Kaplan) |
Ela não
era fanática por academias ou malhações. Fazia caminhadas, frequentava o mesmo
clube onde nadava e às vezes jogava uma partida de peteca, mas sem muito
entusiasmo...
Mas queria
encontrar um alguém que pudesse substituir o marido.
A turma
masculina do clube era formada por pessoas muito legais, mas a maioria era
casada. Poucos solteiros Zuleica conhecia.
Pensou em
encontrar amigos na internet, algumas amigas haviam recomendado a ela, mas
ficou horrorizada com a pobreza de espírito dos caras que contatou. Todos
queriam, já no primeiro contato, que ela abrisse a webcam e se mostrasse nua
pra eles. Não apareceu um – um só! – com
quem pudesse levar um papo de 10 segundos.
Desistiu.
Acabou
tendo uma sorte danada. Um sábado em que estava nadando, no clube, um amigo, o
Arnoldo, entrou na piscina também e acabaram batendo um papo. Algo os aproximou
desde o primeiro momento: também era viúvo.
Só isso já
lhes permitiu uma longa conversa. E dali em diante, todos os dias eles ficavam
mais ou menos juntos na piscina, ou tomando uma cerveja nas mesas da
lanchonete/bar do clube.
E um dia,
ele a convidou para ir em sua casa.
- Construí
uma sauna, Zuleica, e estou convidando os amigos e amigas mais chegados para a
inauguração. Você gostaria de ir?
- Mas é
claro! Adoro sauna!
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Engraçado... mais ninguém chegou... |
Combinados,
ele deu o endereço e no dia marcado ela foi. O que ela não sabia é que o
Arnoldo só convidara a ela! Falou que iam mais pessoas para ela não ficar
constrangida de ser a única convidada.
Então,
quando ela chegou... só encontrou o dono da casa.
- Cruzes!
Fui a primeira a chegar?
- Foi! Mas
isso não impede que tomemos uma cerveja, que nademos, enquanto aguardamos os
outros!
E foi o
que fizeram. Nadaram, beberam, o tempo passava e nada de mais “convidados”
chegarem.
- Zuleica,
este povo tá demorando demais ou então não vem. Mas eu quero inaugurar a sauna
hoje, sem falta. Vamos nós dois? Se alguém chegar tocará a campainha e vai dar
pra eu ouvir.
Meio
desconfiada, ela foi com ele para a sauna. Não era muito grande, mas muito
legal. E os dois ficaram ali conversando e teve uma hora que ele falou com ela:
- Sabe de
uma coisa, Zuleica? Eu já vi em filmes e sempre pensei que poderia acontecer
comigo. Saunas mistas em que todo mundo fica nu... o que você acha?
- Nós dois
nus? Ah... não sei... acho que não quero não.
-
Vergonha? Ou o quê?
- Sei
lá... talvez seja vergonha. Pudor. Medo. Não sei!
- Medo?
Essa não entendi.
- Medo do
que possa acontecer.
- Mas isso
não é motivo para ter medo... e se eu disser que sou louco pra te ver nua?
-
Arnoldo... estou suando e não é por causa da sauna não...
- Posso
fazer você suar mais ainda... solte-se Zuleica... o que temos a perder? Somos
viúvos, não devemos satisfação a ninguém...
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Uau! Agora fiquei interessada! |
E falando
assim ele tirou a sunga e mostrou-se nu para ela. E ela viu o quanto ele estava
excitado!
Então,
mandou a vergonha, o pudor e o medo às favas! Tirou o biquíni e ele a viu nua.
Seios ainda bem em pé, pois não tivera filhos. Xotinha peluda, como ele
gostava.
Ficaram se
olhando e se abraçaram e um beijo gostoso foi dado.
- Arnoldo,
antes de qualquer outra coisa... você não convidou mais ninguém, não é? Me
atraiu para o covil do lobo com a mentira de que vinham outras pessoas. Foi ou
não foi?
Ele riu.
- Sim, foi
isso mesmo. Eu queria estar a sós com você para te falar da vontade de ter você
como estamos agora, abraçados, nus e podendo fazer tudo que temos saudade de
fazer.
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Ah... finalmente posso lembrar dos meus tempos!!! |
Ela se
derreteu toda e mais ainda quando ele a sentou e chupou sua xotinha. Ah... que
saudades daquilo! Deixou que ele a chupasse bastante e depois retribuiu,
fazendo um boquete demorado no pauzão dele. Que, aliás, era bem parecido com o
do falecido...
E depois
fizeram um 69, espanhola, ela o cavalgou, ele a comeu de cachorrinho e, de
quebra, ainda gozou na boca da Zuleica.
O resto
daquele dia foi um festival de trepadas, mas dentro da casa, ali na piscina não
podia porque não havia privacidade. Mas a cama dele ficou feliz em sentir de
novo o peso de duas pessoas.
E isso foi
definitivo. Duas semanas depois ela se mudou pra lá.
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