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(escrito por Kaplan)
Mais
uma bela historia de vizinho. Meg gostou demais da maioria deles. E eles, com certeza,
amaram conhecê-la... Este se chamava Adílio. Quando nós mudamos para o
edifício, ele já morava lá. E calhou de morar um andar acima do nosso.
Era
bem educado, quando nos viu chegando com a mudança foi até lá, se ofereceu para
ajudar no que fosse preciso.
-
Sei como é complicado, às vezes, adaptar a um novo edifício, com seus
regulamentos. O que precisarem, podem bater na minha porta, estou em cima de
vocês.
E
só nesse primeiro contato eu já notei os olhares gulosos dele para a Meg, que
estava com roupa de briga, ou seja, pouco vestida para fazer a arrumação do
novo apartamento. Ele olhou muito para as pernas dela, pois ela estava com um
short minúsculo. E também observou – nem tinha jeito de não observar – os
movimentos dos seios dela debaixo de uma camisetinha e, claro, sem sutiã.
Mas
naquele dia não estávamos pensando em nada a não ser em colocar as coisas no
lugar. Era um sábado e passamos todo aquele fim de semana ocupados. No domingo
ele tornou a aparecer, querendo saber se estava tudo bem, se precisávamos de
alguma coisa.
E
na segunda-feira, assim que saí para o trabalho, lá estava o Adilio entrando em
nosso apartamento, elogiando a rapidez com que arrumáramos tudo.
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Ela me oferece café... mas eu quero outra coisa! |
Educadamente,
Meg ofereceu a ele um café, que ele aceitou e aí começaram a conversar, ele
contando sobre os vizinhos, ela falando de mim e dela, ele gostou de saber que
ambos éramos fotógrafos. Aí prestou atenção em alguns quadros na sala e no
corredor, com fotos.
-
Essas penduradas foram vocês que tiraram?
-
Sim, todas são nossas.
-
Mas vocês são dois artistas! Nunca pensaram em fazer uma exposição?
-
Já fizemos. Quer dizer, na verdade foi o Kaplan que fez, eu fui apenas a modelo
em umas três fotos.
-
E por que elas não estão dependuradas aqui?
-
Ah... foram compradas. E não fizemos mais cópias.
-
Mas não tem nem em tamanho pequeno? Eu gostaria de ver!
-
Prometo que vou achar ainda esta semana e te mostro.
-
Ok. Vou deixar você trabalhando. Já falei, se precisarem de ajuda, podem contar
comigo, estou de férias até o fim do mês.
-
Obrigada, mas acho que não será necessário. Mas se precisar... sei onde te
encontrar!
Quando
ela me contou, à noite, eu já pressenti que daquele mato ia sair algum
cachorro... ela riu.
-
Ele é simpático, prestativo, mas com sinceridade, não pensei em nada não.
-
Ele, com certeza, pensou!
Rimos
muito e ela, pra me provocar, falou que na próxima vez que o encontrasse ia
prestar mais atenção!
Na
terça ele não apareceu, mas na quarta lá estava ele:
-
Então, conseguiu encontrar as fotos?
-
Consegui, entra, vou te mostrar.
Pegou
o álbum onde guardávamos as fotos em tamanho 9x12.
-
Olha, pequenas assim não parecem grandes coisas, mas na exposição elas mediam
40x60, era outra história.
Esta sou eu... (foto: Kaplan) |
E esta também sou eu... (foto: Kaplan) |
Ele
foi vendo, admirado. Eram fotos de belas garotas, nenhuma nua, mas todas em
posições bem sensuais. E as da Meg apareciam alguns lances dos seios e do
bumbum.
Os
comentários que ele fez levaram Meg a acreditar que ele estava interessado. E
discretamente, olhou para o meio das pernas dele e viu que estava meio estufado.
Aquilo
mexeu com ela, mas ela preferiu não avançar
o sinal.
Na
sexta-feira aconteceu.
Ele
chegou, encontrou-a, como sempre, de shortinho e camiseta.
Ela
o convidou a entrar, sentaram-se num
estrado forrado com uma bela manta e ele se mostrou bem direto:
-
Meg, não sei se você vai pensar mal de mim... mas não consegui tirar você e
suas fotos de minha cabeça. Me desculpe, mas você é maravilhosa!
Aí
ela provocou:
-
Mas só por aqueles lancezinhos? Se você visse outras mais explícitas então...
-
Você vai deixar eu ver, não vai?
-
Eu mostro, mas você sabe que estamos entrando num caminho sem volta, não sabe?
-
Quero caminhar até o fim, não pretendo voltar. E você?
Ela
só juntou seu corpo ao dele e deu-lhe um beijo que ele retribuiu e já foi
mandando a mão nos seios dela, levantando a camisetinha e pegando nos seios. A
região chave do erotismo... e ele mamou nos seios, beijou-os, tirou a
camisetinha, trocaram mais beijos. E ele mamou mais ainda, e ela gemeu.
Não
tinha volta mesmo. Ela queria, ele queria. E ia rolar bonito!
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Olha só...cueca transparente... adorei! |
Ela
tirou a camiseta dele. Ele levou a mão à xotinha, ela estremeceu ao toque.
Ajoelhou no estrado e deixou que ele tirasse seu shortinho. Só de calcinha ela
se entregou totalmente a ele, mas fez questão de tirar-lhe a calça, queria ver
o motivo daquele estufamento que ela vira anteriormente.
Que
gracinha... ele usava uma cueca transparente e seu pau já estava à vista. Mas
ela não queria saber de cueca. Tirou-a e foi fazer o que gostava: um belo
boquete, demorado, bem cuidado... e sentiu que estava agradando porque a
respiração dele estava arfante.
Colocou
o pau entre os seios e ficou friccionando e ele teve de fazer um bom esforço
para não gozar ali mesmo. Voltou a chupar.
E
foi chupada em seguida. Deitou-se no estrado, ele tirou a calcinha dela e
deu-lhe uma chupada magnífica. E vendo-a molhadinha, aproveitou para meter ali
mesmo. Ajoelhado, ele levantou o bumbum dela e enfiou o pau e começou com o vai
e vem... e ela gemia muito. Aquele vizinho era especial!
Depois
de meter bastante, ele levou o pau até a boca da Meg e foi virando o corpo até
ficarem na famosa posição do 69. E assim se chuparam mais um bom tempo.
Já
com os corpos suados, ele perguntou a ela qual a posição preferida e ela
sorriu. Como ele já estava deitado, ela só levou a xotinha até o pau dele e
começou a cavalgar, de costas pra ele, ele segurando os seios dela. Mas pediu
para ela ficar de frente, ela levantou, deu mais uma pequena chupada no pau
dele e sentou de frente e continuou pulando. Gozou, claro!
Ele
não, então colocou-a de quatro e voltou a meter, agora por trás, e ela já
estava enlouquecida. Tinha certeza de que ele iria querer enrabá-la e não deu
outra...vendo-a toda relaxada, ele enfiou o pau no cuzinho e meteu até
conseguir seu gozo também.
Esgotados,
ficaram deitados no estrado.
-
Por que eu tinha certeza de que essa nossa transa ia ser fantástica?
Ela
riu.
-
Não sei, mas você acabou comigo... e aí, vai querer ver as fotos que te falei?
-
Posso vir vê-las na segunda?
-
Claro que pode... todos os dias que você quiser!
Enquanto
duraram as férias dele, ele ia lá ver as fotos... mas sempre via uma de cada
vez!