Meg passeando de canoa...
tinha safadeza nisso!
(escrito por Kaplan)
De vez em quando Meg me
surpreendia com algumas saídas “estranhas”, sem falar nada. Na verdade, eu não
me preocupava muito, porque sabia que se fosse algum caso, mais cedo ou mais
tarde ela me contaria.
Mas fiquei intrigado
quando passamos uns dias na casa de um amigo nosso que tinha um sitio à beira
de uma grande lagoa. Ela cismou de passear de barco todo dia. Havia um
barqueiro lá, que transportava pessoas para o outro lado do lago e ficava muito
tempo a toa. Ela o conheceu, ele a levou a um passeio e ela quis todo dia.
Eu perguntei a razão, ela
me disse apenas que eram paisagens lindas, e, de fato, levava sempre a máquina
e fotografava bastante. Mas como não era máquina digital, que não existia na
época, eu só iria ver as fotos depois que voltássemos e mandássemos revelar os
filmes.
Então, no terceiro dia
resolvi investigar. Depois que ela saiu, fui atrás. Eu sabia onde o barqueiro
deixava o barco, então peguei um caminho diferente do que ela fazia e ao
chegar, vi os dois conversando.
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Hmmm... já vi que teremos uma excelente manhã! |
A cara de alegria do
barqueiro me dizia que havia “algo” na lagoa além do barco dele... eu já tinha
ficado grilado vendo ela ir de minissaia, o normal seria uma bermuda ou calça
comprida, por causa dos mosquitos. E vi o barqueiro, todo sedutor, ajudá-la a
entrar na canoa e em seguida ele beijou-lhe a mão, respeitosamente.
Mas aí... ela sorriu e
disse alguma coisa a ele que, então, ajudou-a a sair da canoa e eles se
abraçaram, se deram grandes beijos, ele tirou a camiseta dela e mamou
gostosamente nos seios dela.
Eu tinha certeza do que
viria em seguida, e apenas confirmei: ela tirou a bermuda dele e foi a vez de
ela mamar gostoso no pau dele, bem duro, dava pra eu ver de onde eu estava.
Depois desse início, a
continuação era óbvia. Os dois nus, ali mesmo, ele deitou-se no chão e ela
sentou com a bucetinha engolindo a pica do barqueiro.
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Ah..... é disso que eu gosto!!! |
E como ela pulou...
parecia que estava cavalgando um cavalo. Eu via os olhos dela fechados, a boca
entreaberta, o prazer intenso que ela sentia ali, ao calor do sol, sentada
naquela pica.
Ela pulou de costas para
ele, virou, pulou de frente, ele pegava nos seios, ela abaixava o corpo, eles
se beijavam...e eu já estava de pau duro vendo tudo aquilo.
Não parou por aí. Mesmo
com ela já com os cabelos desgrenhados, ele ainda a colocou de quatro e
mergulhou a pica na bucetinha dela de novo. E tome bombadas, uma série quase
infinita...e ela só gemendo, dava para eu ouvir de onde eu me escondia.
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Tenho sede! Me dá leite!!! |
Vi que ela gozou, porque
não aguentou ficar mais de quatro, seu corpo desceu todo. Sorrindo, fez o sinal
de positivo para algo que ele disse, ajoelhou e pegou no pau dele, colocando na
boca e chupando mais uma vez, até receber jatos no rosto, engoliu uma parte e
voltou a chupar o pau dele, deixando-o limpinho.
Só aí eles voltaram para a
canoa e saíram, pelados, pelo lago afora... Voltei para a casa e fiquei
esperando, o passeio demorou três horas.
Chegou sorridente, falando
que tirara belas fotos, eu iria gostar muito! Fui com ela até o quarto e abri o
jogo:
- Quantas mais?
- O que? Quantas fotos?
Ah, não sei, um punhado...
- Não estou falando de
fotos. Além daquela que vi antes de vocês embarcarem pelados na canoa, quantas
mais?
Envergonhada, vermelha,
pega no flagra, ela abaixou os olhos e confessou que tinham sido mais duas.
- E tem sido assim, todos
os dias?
- No primeiro dia foram
quatro, ontem e hoje três.
- E por que não me contou,
Meg? Nós vamos fazer segredos de nossas transas agora?
- Claro que não, você sabe
que eu iria te contar, mas eu pensei em contar só quando a gente voltasse, não
sei porque, mas me deu vontade de fazer assim. Desculpa! Não vai acontecer
mais.
- Não é isso, pode transar
com ele quantas vezes quiser se isso te agrada. Só fiquei chateado de não estar
sabendo.
- Te amo muito! Vou
conversar com ele a respeito de um possível ménage. Tá a fim?
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