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Encontros
fortuitos podem dar caldo..
(escrito por Kaplan)
Meg andando sozinha em Paris. Parecia uma ET.
Apesar de falar razoavelmente a língua francesa, ela se embaralhou quando procurava
uma determinada loja.
Mesmo com o mapa de Paris na mão, ela não
conseguia descobrir como chegar ao local que desejava. Teve que pedir
informações a várias pessoas, algumas delas ignoravam por completo o que ela
queria, outras diziam que era “ali, vire à esquerda, chega numa praça...” etc e
por mais que ela fizesse como eles falavam... nada.
Até que encontrou um rapaz que lhe pareceu
confiável, pois não só disse que sabia onde era o local, como se prontificou a
ir com ela até lá.
E lá foram eles, conversando, ela disse que
era brasileira, ele era dali mesmo. Curiosamente, nem um deles perguntou o nome
do outro.
Finalmente, chegaram ao local que ela queria,
agradeceu bastante ao rapaz que lhe deu dois beijinhos e disse que não
precisava agradecer, era algo simples e ele morava ali perto mesmo...
Ela entrou na loja, comprou o que queria e,
quando saiu, lá estava o francês.
- Não precisava ter me esperado, mas merci!
- Quero te mostrar outro local muito legal.
Já confiando plenamente nele, ela o acompanhou
até um edifício, ele digitou o código para entrar e subiram três lances de
escada até uma porta que ele abriu e a convidou a entrar. Curiosa, ela entrou e
viu que era um apartamento pequeno.
- É aqui que eu moro, este é o lugar legal que
te falei.
- É mesmo? E por que achou que eu queria vir
aqui?
- Porque... je t’aime, ma petite bresilienne!
Ela achou uma graça. O rapaz não estava mal
intencionado, via-se que não era um sujeito ruim. E ficara apaixonado com ela.
Amor à primeira vista? Parecia que sim.
Ela sentou-se numa cadeira, ele ajoelhou ao
lado e deu-lhe um beijo no rosto. Ela sorriu e virou o rosto para o lado em que
ele estava e aí o beijo aconteceu na boca.
Ele era mais novo que ela, devia ter uns 20
anos, se tanto, e ela já estava com 36. E ficou com vontade. Pelas maneiras
dele, pelo apartamento muito arrumado, ela sentiu firmeza.
- Quer me ver?
- Oui...
- Nua?
- Oui...
Meg achava o idioma francês o mais sensual do
mundo. E vendo o biquinho que ele fazia para dizer “oui”, resolveu que ia
deixar rolar.
Levantou a blusa, deixando os seios à mostra.
Ele arregalou os olhos!
- Uau... magníficos!
Ela tirou a calça jeans, mas permaneceu com a
blusa. Toda levantada, mostrando os seios e agora mostrava a calcinha também.
Sentou de novo, ele abraçou a cintura dela com uma das mãos, a outra ficou
apoiada sobre a coxa dela e ele mamou nos peitinhos. Parecia que ele sabia o
quanto ela se excitava com os seios...
Ele tirou a calcinha dela e, ajoelhado à
frente da cadeira, mandou a língua na xotinha. Meg gemeu, aquele francesinho
estranho sabia agradar uma mulher. Que língua poderosa ele tinha. Será que o
pau francês também seria apreciável?
Precisava ver, então tirou a calça dele. De
fato, poderia apreciar à vontade. Belo pau. Para saber o gosto só tinha um
jeito e ela o chupou ardorosamente.
E então ele a colocou em pé, curvada sobre uma
mesa, esfregou bastante o pau na xotinha dela, até ela virar o rosto e pedir:
- Enfia...
Ele enfiou e ficou bombando sem parar. Meg
gemia descontrolada. Que coisa mais fantástica tinha sido encontrar aquele
rapaz que trepava tão bem!
Dali foram para o chão onde ele continuou
socando o pau na xotinha dela, arrancando-lhe um belo orgasmo. Ele continuou
metendo até sentir vontade de gozar, tirou o pau e deixou que o “leite francês”
caísse na barriga da Meg.
Ficaram deitados, olhando um para o outro.
- Vem morar comigo!
- Não posso, querido, sou casada, meu marido
está no hotel me esperando.
- Por favor, não conte nada para ele, não
quero confusão pro meu lado, não sabia que você era casada, não está usando
aliança...
- Não tenho. Fique tranquilo, não haverá
confusão nenhuma. Não vou contar nada, viu?
- Ainda poderei vê-la?
- Vou tentar vir aqui de novo. Adorei você, de
verdade! Anote aqui seu endereço, telefone, eu te ligo se der para vir. Farei o
possível, porque gostei muito!
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foto: Kaplan |
Ela sabia que não poderia voltar, iríamos
viajar no dia seguinte.
Mas quando chegamos, ela escreveu uma carta para ele e
colocou no correio junto com uma foto.
Ele recebeu e disse que iria guardar
para sempre.
Mantiveram correspondência por vários meses, até que a coisa
esfriou.
Ela achou que ele devia ter arrumado uma namorada.
Única explicação
para o fim das cartas que ele mandava regularmente para ela.
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