(Escrito
por Kaplan)
Nossos amigos Lorenzo e Janaína tornaram-se
nossos parceiros habituais para ménages e swings.
E teve um dia que ele ligou lá pra casa, eu
atendi.
-Meu amigo, tudo bem?
- Jóia... e com você e Janaina?
- Também, tudo ótimo. Mas estou ligando pra
vocês para saber da disponibilidade de voltarmos àquela praia deliciosa... mas
só eu que posso, a Janaina não tem folga no trabalho este fim de semana. Topam?
- Sabe que não recusamos nunca, porém, eu não
posso também não. Tenho dois casamentos para fazer este fim de semana.
- Pô... que sacanagem... a Meg não vai querer
ir só comigo, né?
- Vou perguntar a ela.
Fui até o banheiro, onde ela tomava um banho
gostoso e fiz a proposta.
- Uai... eu topo. Você se incomoda?
- Não, você sabe que nunca me incomodo...
- Então diga a ele que iremos só nós dois.
Voltei ao telefone e disse que ela topava ir.
E lá foram os dois!
Saíram as 4 da madrugada e às 10 horas
chegavam lá. Como sempre, a praia estava deserta. Era muito bem escondida,
pouquíssimas pessoas deveriam saber da existência dela.
Já no caminho Meg mostrou que estava muito bem
disposta.
- Lorenzo, você se incomoda se os
caminhoneiros virem meus peitos?
- Eu não... o que você está tramando?
- Nada...
Mas o nada dela significava abaixar a camiseta
e deixar os dois seios expostos. Ela ria, e ele também, porque quando cruzavam
com um caminhão, só ouviam o som de uma buzina que se prolongava...
Foooooooooooooooooooooonnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn.... era o caminhoneiro
externando seu aplauso pelo espetáculo que vira de relance!
Os dois davam gargalhadas, mas o Lorenzo já
estava se excitando ao ver os seios dela. Ela notou e passou a mão lá, só para
conferir.
- Meg, calma... não quero provocar um acidente
aqui, espero te entregar ao Kaplan sã e salva...
- Eu sei, desculpa... é que saber que tem um
pau excitado por minha causa me dá um tesão danado...
- Guarda os peitinhos, então...
Ela não gostou, mas entendeu, e assim vestiu a
camiseta. Azar dos caminhoneiros que cruzaram com eles depois disso!
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foto: Kaplan |
Chegaram e ela, imediatamente, tirou a roupa
e, só de calcinha, correu para o mar. Ficou ajoelhada onde as ondas estouravam,
rindo, feliz da vida. Lorenzo olhava para ela, parecia uma criança. Logo foi
ter com ela, já devidamente despido e com a barraca armada, pronta para uso.
Eles se abraçaram, se beijaram e saíram da
água.
- Por que você ainda está de calcinha?
- Eu gosto de ser despida...
Ele ria sem parar, Meg era divertida demais.
Mas, já que ela gostava, tratou de tirar a calcinha dela e eles ficaram
esfregando seus corpos um no outro.
Ela se ajoelhou para fazer o boquete que ele
tanto apreciava. E ele apreciou de novo, com calma, com tempo, um boquete bem
demorado, do jeito que ela gostava de fazer, sem pressa nenhuma para acabar. Se
ele gozasse, sem problemas! Teriam muito tempo ainda pela frente, ali, naquele
momento, ela queria apenas curtir sua boca no pau do Lorenzo.
Quando ela, finalmente, descansou a boca, foi
a vez de o Lorenzo lamber-lhe a xotinha, também sem pressa, deixando-a ficar
louquinha, gemendo sem parar e quase implorando para que ele metesse. E ele
meteu. Colocou-a de quatro na areia e mandou lenha, conseguindo que ela gozasse
e quando percebeu o gozo dela, ele acelerou bastante as bombadas e também
gozou.
Foram até o carro e viram o que tinham para
comer e beber.
- É tão bom sair assim, não é Lorenzo? Sem um
marido chato e uma mulher ciumenta para impedirem a gente de curtir esses
momentos tão gostosos!
- É verdade. Nós demos muita sorte, não é Meg?
Casamos com duas pessoas que não se incomodam que a gente transe. Claro que se
os dois estivessem aqui, como naquela vez que viemos, seria ótimo também.
- Fico pensando, às vezes, que o mundo seria
muito mais interessante se todo mundo pensasse como a gente. Conheço tantos
casos de divórcios porque um traiu o outro... acho feio trair. Não conseguiria transar com você, nem com
ninguém, se o Kaplan não soubesse. E ele pensa exatamente como eu. E todo mundo
devia ser assim, as pessoas seriam muito mais felizes!
Por que essa exclusividade? Só porque um papel
foi assinado? Só por que tem aquela história de “até que a morte nos separe”?
Mas o fato de eu transar com você não significa que eu esteja anulando o papel
assinado nem anulando o que o padre falou. Vejo a vida de uma forma tão
simples... as pessoas complicam demais!
- Concordo com você, Meg. Confesso que, quando solteiro, nunca tinha
imaginado isso, mas depois que passei a viver essa relação aberta com a
Janaína, nós dois ficamos muito mais alegres, mais felizes, mais abertos ao
mundo e às pessoas.
- Bem, mas não viemos aqui para filosofar. Te
falei que gosto de ser despida, não falei? Então vou colocar esta saia e ficar
naquelas pedras ali, quando você terminar essa cerveja, vai lá para me despir!
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foto: Kaplan |
Colocou uma saia e foi, deitou-se nas pedras e
ficou aguardando. Não demorou muito para que ele chegasse e ficasse admirando
os seios dela. Então sentou-se ao lado e ficou passando a mão neles,
beijando-os, depois sua mão foi descendo pela barriguinha, encontrou a saia,
entrou dentro dela e achou a xotinha.
- Ahhhhhhhhhhh.... Lorenzo... o que você vai
fazer comigo, agora?
Ele nem respondeu, só tirou a saia dela e
deu-lhe outra chupada na xotinha. Ela deu um grito, e saiu correndo em direção
ao mar. Ele foi atrás, a agarrou e ficaram um bom tempo brincando dentro d’água,
até que resolveram partir para o mais interessante.
Eles saíram da água, e, lá perto das pedras,
ele a colocou de quatro, na areia, e bombou. E ficou bombando até que ambos
gozassem.
- O dia será maravilhoso se continuarmos
assim...
Deram uma trégua, ficaram passeando pela
praia, olhando detalhes que não haviam percebido da vez anterior. Viram,
inclusive, sinais de uma fogueira que alguém havia acendido por ali.
- Parece que não somos os únicos a visitar
essa praia...
- Com certeza, da mesma forma que vocês a
descobriram, mais alguém deve ter aparecido por aqui. Aliás, vamos voltar,
porque deixei o carro aberto e já que aparecem outros seres por aqui, é melhor
ter cuidado.
Voltaram, olhando em todas as direções, mas
não viram ninguém.
Ficaram por ali, sentados à sombra de algumas
árvores, porque o calor estava intenso. Conversaram muito, sobre tudo que cada
casal já havia vivido. Ele se espantou quando Meg lhe contou que ele era o
número 84 na relação dela.
- Você já transou com 84 caras? Meg... não
acredito nisso!
- Mas é verdade, mas estou contando com o
Kaplan e com você.
- Mesmo assim... 82... é muita coisa. E você
anota o nome de todos?
- Tudo anotado, com as datas. Gosto de
reviver, de vez em quando pego o caderninho onde anoto e fico lembrando das
transas... é gostoso!
Aquela conversa acendeu de novo o Lorenzo,
abraçou-a mas ela exigiu que fosse do jeito que ela mais gostava e ele sabia
que era cavalgar. Então sentou-se num pedaço de tronco, ela sentou nele e pulou
bastante, gozando ao final.
A tarde caía, eles arrumaram a barraca para
dormir. E tiveram o azar de, à noite, quando se preparavam para mais uma
trepadinha, a chuva cair e ela ficou a noite toda e quando eles acordaram, com
um pouco de frio, viram o céu escuro, sinal de que a chuva não iria acabar tão
cedo.
Anteciparam a volta, não havia remédio.
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