Chegamos aos 791.000 acessos... estamos quase atingindo os 800.000! Leitores e leitoras: animem-se, mandem seus contos para publicarmos na semana em que atingiremos a meta!
(escrito
por Kaplan)
Encontrei-me com Luciana, uma colega dos tempos da universidade
mas que, apesar de desejada por quase todos os colegas, jamais transara com
algum. Não que fosse virgem, não era, como confessou a mim e a outros que
tentaram levá-la para a cama, mas apenas porque era fidelíssima ao noivo.
Jamais admitiria traí-lo.
Eu e vários outros passamos quatro anos tentando. Ninguém
conseguiu, ela se manteve invicta durante todo o curso.
Depois de formados, cada um tomou seu rumo e inevitavelmente
algumas pessoas somem. Fui encontrá-la, pasmem, leitores e leitoras, vinte anos
depois de formados. O que significa que ela deveria estar com uns 42 anos. Era
minha idade também. Acredito que eu devia ter modificado minha aparência,
porque ela não me reconheceu de imediato.
Eu não tive a menor dificuldade em reconhecê-la. Por incrível que
pareça, ela continuava a mesma deliciosa colega que todos nós cantávamos. Me
pediu desculpas por não ter me reconhecido prontamente, sentamos num restaurante
e, enquanto comíamos, colocamos nossas conversas em dia.
- Você era a deusa da faculdade... linda, maravilhosa e
inatingível.
- E eu morria de raiva quando vocês vinham me cantar, mesmo
sabendo que eu já tinha dito que não iria transar com ninguém. Aliás, você foi
um dos poucos que respeitou isso.
- E aí? Casou com o noivo daquela época?
- Sim, claro, casamos no ano seguinte. E o casamento não durou
três anos.
- Só isso? O que aconteceu?
- Aconteceu aquilo que me fez odiar as negativas que dei a vocês
na faculdade... ele me traiu, e você não vai acreditar... ele me traía desde a
época da faculdade e continuou com a mesma moça até que descobri. Kaplan, que
raiva eu tive dele... e de mim também, que me privei de muita coisa boa. Não
quis saber de conversa, pus a mala dele no corredor e nem deixei ele entrar em
casa.
- Puxa, Luciana... que
coisa mais chata... e não tentou outro casamento?
- Não, não mesmo. Até hoje eu tenho raiva e não quero repetir a
fria em que entrei. Tenho meus namoricos, saio de vez em quando, não sou de
ferro, né? Mas compromisso sério? Nem pensar... Estou vendo, pelo seu olhar,
que você está pensando em coisas interessantes...
- Estou mesmo... será que agora você vai me dar bola?
- Vamos lá pra casa, moro aqui perto.
Nem acreditei direito no que ouvi. Mas era verdade, fui com ela ao
apartamento e tive momentos deliciosos. Quando ela tirou a roupa e ficou só de
lingerie fiquei pasmo... era o mesmo corpo que eu havia visto de biquíni.
Enxutíssima!
- Já que esperei 20 anos, que tal você fazer um striptease pra mim?
- Faço com o máximo prazer!
Diminuiu a luz da sala, colocou um CD bacana, amarrou uma echarpe
na cintura, por cima da calcinha, pegou uma outra que colocou em volta do
pescoço e começou a dançar, sensualmente.


A dança se tornou mais lúbrica, ela se agachava, passava a mão na
xotinha por cima da outra echarpe e da calcinha, levantava-se, erguia as mãos,
ficava de costas pra mim, levantava a echarpe me deixando ver as nádegas e a
calcinha atolada no reguinho. E fez algo que me deixou alucinado, sem tirar a
echarpe ela tirou a calcinha e a jogou em minha direção. E, dançando, levantava
a echarpe, e eu podia vislumbrar os pelos pubianos.
E quando ela se agachava, de frente pra mim, eu tinha a visão
completa da xotinha peluda. E quando, finalmente, ela tirou a echarpe eu pude
ver o belo corpo dela. Ela não jogou a echarpe como fizera com a outra, ficou
dançando com ela nas mãos, passava-a na bunda, nas costas, nos seios, tampava a
xotinha, até que, finalmente, colocou-a no chão, e ficou ajoelhada, mexendo
freneticamente com o corpo, imitando os
movimentos de uma relação.

Sorria pra mim, passava a língua nos lábios, punha o consolo entre
os seios... eu ficava pensando no privilégio que estava tendo... esperei 20
anos para ver aquele espetáculo... estava valendo a pena!
Finalmente, ela largou o consolo e veio até a mim, tirou minha
roupa e começou a chupar meu pau e não demorou para que estivéssemos rolando no
chão, ela ficou de quatro e a comi, depois ela saiu e me chupou de novo, me
cavalgou, gemendo loucamente, gozou e quis que eu comesse seu cuzinho também. O
que fiz, com o máximo prazer!
Ficamos deitados, olhando um para o outro, nos beijamos.
- Acho que foi legal você ter esperado esses 20 anos... naquela
época, se eu tivesse transado com você, não teria tanta coisa interessante...
eu era muito bobinha, era só papai e mamãe...
- Puxa, Lu, valeu a pena demais... você me deixou alucinado...
onde aprendeu a fazer strip assim?
- Fiz um curso, fiquei sabendo de uma moça que ensinava a fazer e
resolvi experimentar, gostei e faço sempre para alegrar quem estiver comigo na
hora...
- Está de parabéns... magnífico!
- E você? Casou?
- Casei, sim, com uma mulher magnífica, que adoraria te conhecer.
Você toparia um ménage? Ela iria te deixar alucinada...
- Mesmo? Ela encara transar com outra mulher? Eu ainda não fiz
isso, mas... quem sabe? Me apresenta ela, se ela me convencer, eu topo!
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