(escrito por
Kaplan)
Encontro casual mesmo. Desses episódios que acontecem sem a gente prever
e muito menos imaginar como seria fantástico!
Tudo se deveu a uma recepcionista irresponsável de uma pousada em Ouro
Preto. Tenho que narrar algo que só vim a saber depois, para que vocês entendam
o que aconteceu.
Uma morena chegou à pousada. A recepcionista estava ao telefone,
possivelmente com o namorado e não deu muita atenção. Só viu que a moça estava
com uma mala, entendeu que ela queria um quarto, estendeu uma chave para ela. Junto
à chave, a identificação do número do quarto. A moça pegou a chave, procurou o
quarto, entrou, desfez a mala e foi tomar um banho de banheira. A pousada era
daquelas mais antigas que tinha banheiras e ela achou o máximo. Tomou um banho
demorado!
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foto: Kaplan |
Nesse ínterim, eu cheguei à pousada, já havia reservado um quarto, a
mocinha da recepção continuava ao telefone, entusiasmada, falando baixinho.
Mostrei a ela o vaucher, ela fez que sim com a cabeça e me deu uma chave.
Peguei, procurei o quarto, entrei. Havia duas camas. Sentei, quase deitando em
uma, e fiquei repousando um pouco, havia viajado dirigindo por quatro horas,
estava bem cansado.
Súbito, eu ouço o barulho de água sendo despejada. Imaginei que devia
ser do quarto vizinho, mas qual não foi a minha surpresa ao ver a porta do
banheiro se abrir e aparecer uma bela morena, nuinha da silva, com uma toalha
na mão.
Se eu fiquei surpreso, ela levou um susto danado! E com razão! Na mesma
hora colocou a toalha na frente do corpo, para esconder aquilo que eu já tinha
visto.
- Quem é você? – ela perguntou.
- Eu também gostaria de saber o que você está fazendo no meu quarto!
- Seu quarto? Como assim? Eu entrei aqui primeiro, o número do quarto
está certo, você é que está errado!
Conferimos os números nas chaves. Eram iguais. Ou seja, havia duas
chaves para o quarto, e a maluca da recepção nos colocara no mesmo. Pedi
desculpas, deixei a minha chave com ela, expliquei o engano e desci. Fui
procurar outra pousada, mas não havia vaga em nenhuma. Foi aí que me veio a
ideia de voltar e conversar com a morena.
Liguei da portaria, falei quem eu era e coloquei-a a par da seguinte
situação. Eu tinha uma reserva para aquela pousada, ela não. Como ela chegara
alguns minutos antes de mim, a maluca da recepção dera o quarto para ela. E
como eu me dispus a sair e não tinha encontrado outra pousada com vagas, eu
propunha que ela me deixasse ficar no quarto com ela, já que as camas eram
individuais. E disse que se ela concordasse, eu a estaria esperando para irmos
jantar num restaurante bem chique.
Por sorte, ela era bem simpática, aceitou. Tinha gostado da minha
primeira atitude, de ceder o quarto para ela. Fui até o quarto, então, ela me
recebeu já vestida, deixei a mala lá e descemos para ir ao restaurante, não sem
antes dar uma bronca na moça da recepção e avisar que faria uma reclamação à
gerência no dia seguinte.
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foto: Kaplan |
O jantar transcorreu numa animação sem precedentes. Ela, além de
simpática, era educada, culta, conversamos sobre muitas coisas. Gostou de saber
que eu era fotógrafo e falou que além do jantar eu teria que tirar algumas
fotos dela como pagamento. Rimos bastante, concordei.
Tomamos uma garrafa de
vinho e como não tínhamos compromisso, lá veio outra garrafa... e ficamos ambos
bem animados. Daí para um beijo não foi demorado. E aí vieram outros beijos e
ela mesma sugeriu que voltássemos para a pousada.
Antes eu comprei uma sobremesa, um pudim com cobertura de chantilly. Lá
chegando, já começamos o rala e rola, ela estava de minissaia e uma blusa
decotada, e eu abaixei o decote e passei o chantilly nos biquinhos dos seios e
os lambi e ela alucinou, quase sentou em meu colo, do que me aproveitei para
suspender a minissaia e passar meus dedos na xotinha, por cima da calcinha.
Foi o que bastou para ela abrir minha calça, por meu pau pra fora e cair
de boca, me dando uma senhora chupada. O que veio em seguida era previsível,
tiramos nossas roupas, eu a fiz ficar apoiada numa mesinha que havia no quarto,
me ajoelhei atrás dela e dei uma bela lambida na xotinha já úmida. E logo
fiquei em pé e meti e comecei a ouvir os gemidos dela. Aquela educação e
cultura que ela revelara no restaurante cedeu lugar a alguns palavrões e
pedidos vulgares:
- Me fode... me fode! Eu sempre sonhei em dar para um caralho de um
estranho e meus sonhos viraram realidade hoje... mete bastante, sou toda sua
hoje...
Aquilo me deixava com muito tesão e eu metia mesmo, pra valer. Pegava
nos fartos seios dela, beijava-a e metia sem parar. E ela só gemia e falava
palavrões, alguns dos quais eu nunca tinha ouvido!
- Deixa eu te chupar mais...
Por que eu não deixaria? Fiquei ali, em pé, vendo ela se ajoelhar e me
fazer outro boquete maravilhoso.
- Gosta de cavalgar?
- Adoro!
- Então, venha!
Sentei na cama e ela sentou-se em meu pau, de costas para mim. Pulava
desesperadamente e eu afagava os fartos seios e ela pulou até gozar. Como eu
ainda resistia bravamente, fiz ela deitar na cama, deitei-me por cima dela e a
comi, mas logo ela pediu que eu comesse o cuzinho.
Enquanto eu enfiava o pau no buraquinho dela, ficava pensando na sorte
que eu tivera, e até resolvi que não iria reclamar da recepcionista, aliás, eu
deveria era comprar uma caixa de bombons para ela!
Bombei até sentir que ia gozar, então tirei e gozei na barriguinha da
morena.
Paramos, arfando. Tinha sido bom demais!
Ela fez uma reclamação – de brincadeira, claro -:
- Você me sujou, vou ter de tomar outro banho.
- Vou te ajudar...
Tomamos um banho gostoso na banheira. Muitos beijos, muitos amassados.
Saímos e voltamos para o quarto.
- Olha, não quero transar de novo hoje, mas quero te fazer um agrado,
aceita?
- Claro...
- Então senta aqui na mesa, bem na beirada.
Sentei e ela então me deu uma bela lambida no cu. Coisa de louco! Meu
pau subiu na hora, ela riu e falou que sempre isso acontecia quando ela fazia
com algum cara. Aí colocou meu pau entre os seios e fizemos uma espanhola que
me levou a outro gozo, lambuzando os seios dela.
- Outro banho?
- Não, vou dormir com seu leitinho em meu corpo.
Deitamos, cada um em sua cama. Quando acordei no outro dia, já eram oito
e meia, não a vi no quarto. Olhei no banheiro e nada... me vesti, desci,
pensando encontrá-la no café, mas a maluquinha da recepção me falou que ela
tinha ido embora, deixando a conta para eu pagar. E nem deixou endereço ou
telefone. Como eu iria tirar as fotos que prometera? Minha esperança, remota, é
que ela leia este conto e entre em contato... Será que isso vai acontecer?
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