(escrito por Kaplan)
É, amigos e amigas, eu
pensei que já tinha visto de tudo em minha vida de fotógrafo de casamentos. Até
convidado para passar a noite com os noivos no hotel eu cheguei a ser. Mas
ainda restava uma surpresa, e aconteceu no casamento de dois amigos nossos.
Eduardo e Cristina eram amigos desde muito tempo, a gente frequentava o mesmo
clube, saíamos muito, mas, curiosamente, nunca havíamos transado.
Eis que eles ficaram
noivos e marcaram o casamento para quatro meses depois. Claro que me chamaram
para fotografar e claro que eu não cobrei nada, seria o meu presente para os
pombinhos. E a Cristina chamou a Meg para ser uma das madrinhas junto com o
irmão dela.
Comecei a sentir que
seria um casamento diferente quando ela me pediu para fotografá-la se
aprontando. Geralmente as noivas gostam de tirar fotos depois de prontas, nas
casas onde se aprontam, ou no salão onde se maqueiam. Ela quis tirar as fotos
em sua própria casa, enquanto se aprontava. Quando cheguei lá, achando que ia
encontrar um bando de mulheres aflitas, correndo para todos os lados e dando os
últimos retoques, só estavam ela e o irmão, aquele que seria padrinho junto com
a Meg.

E ele foi tomar banho,
fazer a barba, então ficamos só nós dois. Preparei a máquina e perguntei o que
ela queria. Ela disse para eu ir fotografando o passo a passo dela aprontando.
E tirou a roupa, ficando apenas com um corpete e calcinha e foi para a frente
do espelho retocar a maquiagem que havia feito mais cedo no salão. Depois ela
quis uma mostrando o corpete de frente e em seguida tirou-o. Uau! Que seios
bonitos! Tirei uma e ela agradeceu com um sorriso.
Fiz mais algumas e por
último uma dela com o irmão que já saira do banho e iria levá-la para a igreja.
Pedi que dessem um tempo para eu chegar lá antes deles e preparar tudo.
Fiz as fotos da
cerimônia, nada de especial, porque as cerimônias são muito tediosas para quem
trabalha. Cumprimentos na porta da igreja, não haveria recepção, o que gostei
muito porque se tivesse eu ainda teria umas três horas de trabalho pela frente.
E ai... aconteceu o
inusitado. Os convidados foram cumprimentando, foram embora, ficamos só eu e
Meg, o casal e o irmão dela. Pensei que estaria liberado, mas o Eduardo
virou-se pra mim e pra Meg e nos convidou para ir junto com eles ao hotel onde
passariam a noite.
Olhamos para ele sem entender e ele então falou que o
presente que Cristina deu para ele foi um ménage na noite de núpcias, e a Meg
era a escolhida. E eles queriam fotos, então eu precisava de ir junto!
Ficamos boquiabertos,
mas eles não nos deram tempo de refletir nada. Ele me falou qual era o hotel em
que ficariam, entraram no carro e o irmão dela os levou. Eu e a Meg, ainda sem
entender o que se passava, pegamos nosso carro e fomos atrás. Ao chegarmos, a
moça da recepção nos avisou o quarto em que eles estavam e nos autorizou a
subir.
Fomos recebidos com
taças de champanhe. Aí eles nos explicaram direitinho o que se passava.
- Sabe, Kaplan, eu já
tinha falado com você que era fissurado na Meg e quando comentei isso com a
Cris, ela não se incomodou e falou que o presente dela pra mim seria esta
noite, aqui no hotel. Eu achava que ela devia ter falado pelo menos com a Meg,
mas ela me disse que surpresas sempre são melhores do que coisas planejadas.
Concorda, Meg?
- Bem... eu ainda não
me refiz do susto, mas tudo bem... longe de mim querer atrapalhar o presente
que ela te deu, ainda que eu seja o presente!
Cris abraçou a Meg.
- Que bom! Eu tinha
certeza de que você toparia! Só tem uma condição: a primeira é minha, depois
ele cuida de você, ok?
- Claro! Você é a
noiva, a noite é sua!
- E você, Kaplan, não
fique chateado, mas você só vai fotografar!
- Tudo bem, estou
sendo regiamente pago para isso!
Rimos todos e aí a
primeira foto foi feita com ele abraçando as duas e a Cris segurando o pau
dele. Sim, ela abriu a calça dele e puxou o pau pra fora e ficou segurando.
E já que ele estava
com o pau pra fora da calça, Cris jogou-o na cama, abaixou mais um pouco a
calça dele e chamou a Meg para as duas chuparem o pau ao mesmo tempo. Meg
adorou, estava conhecendo um belo pau (eu já tinha falado com ela sobre o pau
grande dele e ela tinha ficado bem interessada, mas como não rolava nada entre
a gente, ela só ficara na vontade, e agora podia matar a curiosidade).
Começou o rala e rola
naquela cama, ficava até difícil fotografar os detalhes. Eles não paravam,
parecia que tinham se esquecido da minha presença e se entregaram totalmente ao
sexo. Como a Cris exigira, depois de alguma chupação, o Eduardo a comeu, com a Meg
assistindo mas não deixando de dar uns beijinhos aqui e ali, segurar no saco
dele, passar as mãos nos seios da Cris. Foi uma trepada bem demorada até ela
gozar.
Então ele foi dar um
trato na Meg, ajudado pela esposa. Chupou a bucetinha dela e colocou-a sentada
em seu pau, para ela pular bastante, com a Cris ajudando com a mão a esfregar a
xotinha dela. Ser fotografada naquelas circunstâncias parece que transtornou a
Meg, que pulou desenfreadamente, até conseguir gozar também e cair para o lado,
ofegante.
O Eduardo me
surpreendia. Ainda não tinha gozado depois de ter feito as duas gozarem. E ele
não perdeu tempo em demonstrar o que mais queria.
Pegou mais taças de
champanhe, deu uma para cada um de nós, brindou ao casamento e à nossa amizade.
Deu para perceber que ele começava a ficar tonto, mas o pau dele continuava lá,
impávido colosso e acabou ganhando mais um boquete da Meg que, realmente,
depois ela me confessou, achou extraordinário o pauzão dele.
Aí ele chamou a Cris
para cima dele, ela entendeu o que ele desejava e foi descendo o corpo fazendo
o pau dele entrar em seu cu.

Que noite de núpcias!
E eu que pensava já ter visto de tudo, tive de rever meus conceitos!
Bem, depois dessa,
eles nos agradeceram muito, nos liberaram.
- Kaplan, você é um
cara muito legal. Obrigado pela compreensão e vamos fazer o seguinte: quando a
gente voltar da lua de mel, vamos chamar vocês no nosso apê para escolhermos as
fotos do álbum e aí teremos outro ménage: eu, você e a Cris, e a Meg será a fotógrafa.
Combinado?
Combinadíssimo!!!
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