Colchão? hummm... colchão lembra o quê?
(escrito por Kaplan)
O casal estava
conversando a respeito das férias. Tinham alugado uma casa na praia, e depois
de pagarem, já com as malas prontas pra viajarem dali a três dias, ela se
lembrou de perguntar se precisariam levar roupas de cama.
- Clóvis, como fomos esquecer
isso? Telefona pra agência que nos alugou a casa e pergunta!
- Tá bom, Maria Eliza,
vou fazer isso, mas do escritório, porque estou atrasado. Mas vou ligar e te
retorno.
Saiu e deixou a esposa
desorientada. Que mancada era aquela! Como puderam esquecer de perguntar isso?
Bem, ainda dava para fazer uma mala com as roupas de cama, era melhor esperar o
telefonema do marido.
Cerca de duas horas
depois, ele ligou.
- Querida, não fique
brava, mas a coisa complicou.
- Por quê?
- Me falaram que a única coisa
que tem lá são os apetrechos de cozinha: copos, pratos, talheres, panelas. A
casa não tem móveis, só aquelas mesas e cadeiras de plástico. Não tem cama!
- Não acredito nisso! Por
isso era a casa mais barata de todas! E agora?
- Estou tentando remediar.
Não saia de casa, porque já telefonei para uma loja que tem colchões infláveis
para pronta entrega, e um vendedor irá aí, agora cedo, para te mostrar e ver se
você aprova. Se você aprovar, ele já deixa o colchão ai.
- Meu Deus... está bem,
vou esperar!
Desligou e ficou
perplexa. Como alguém aluga uma casa sem móveis? E como eles foram tão idiotas
de não perguntarem sobre isso antes de fecharem o contrato de aluguel?
Bem, não adiantava chorar
sobre o leite derramado...o jeito era esperar.
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Eu quero ver o colchão e você vê minhas coxonas! |
E logo o vendedor estava
batendo à porta. Ela o achou lindo, um gato. E gostou de ver como ele olhava
para suas pernas. Ela estava de shortinho e uma blusa. Suas
pernas bem feitas, que ela pretendia dourar ao sol na praia, foram vistas com
gulodice pelo vendedor. Mexeu com ela!
Ele levara uma caixa, até
pequena, que abriu, tirou o colchão e foi explicar a ela como funcionava. Tinha
um motor, também pequeno, que, ligado na tomada, providenciava o enchimento. E
logo estava pronto: um colchão de casal, todo inflado.
Ele falou com ela para
deitar e experimentar, se ela não gostasse ele tentaria outra solução.
Ela deitou e teve a
surpresa de ver que o vendedor deitou ao lado dela. Era para ela ver que o
colchão aguentava bem um casal.
E aí ele ficou falando com
ela das vantagens, etc e tal e os rostos bem perto, ele foi sentindo que a
respiração dela ficava cada vez mais ofegante e, ousado e abusado, passou a mão
na perna dela, bem de leve, roçando... e ela arrepiou toda.
- Você e seu marido podem
até transar em cima deste colchão... ele aguenta tudo!
- Imagino... eu que não
estou aguentando.
- Como?
- Não estou aguentando de
vontade de experimentar uma transa em cima do colchão... tira a roupa!
E ela começou a abrir a blusa, estava de sutiã, mas foi o suficiente para ele colocar a mão nos seios
dela e os dois se beijaram e ela colocou a mão no pau dele.
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Que chupada.. eu quero esse vendedor prá mim!!! |
O vendedor, mais
que depressa, antes que ela mudasse de ideia, tirou a calça e mostrou o pau
duro pra ela que tratou de fazer um boquete, ao final do qual, ele, enfeitiçado
pela beleza dela, tirou o shortinho e a calcinha e deu-lhe uma senhora chupada
na buceta. Ela gemeu alto e sentou no pau dele, cavalgando-o, de costas para
ele que admirava a beleza da bunda da Maria Eliza.
Chegou a colocar o dedo no
cuzinho, mas ela tirou, dizendo que ali não!
Saiu de cima dele e ficou
de quatro, ele ajoelhou e meteu na xotinha por trás e bombou. Ela gritou quando
gozou e ele gozou em seguida, admirado do tesão que aquela mulher estava
possuída!
Ela pegou o telefone e
discou para o marido.
- Querido, acabei de
experimentar o colchão, é ótimo! Pode comprar! Mas pergunta qual o preço se
levarmos o vendedor conosco!
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