Ainda morro de tanto ver...
(escrito por
kaplan)
Minha sobrinha lourinha,
Cecília, a mais “capetinha” das três, chega em meu apartamento, às 22 horas de
uma terça-feira, quando eu já estava deitado, vendo um filme e pronto para
dormir. Ela entra no meu quarto, rindo de um jeito que eu logo vi que tinha
alguma coisa no ar.
Me deu um beijo e
sentou-se na cama, pertinho de mim.
- Tio... sabe o que é?
- Não sei, mas vou
saber...
Ela riu.
- Tô com um namorado novo
aqui, ele tá lá na sala, morrendo de vergonha. A gente pode dormir aqui hoje?
- Por que não me avisou,
criatura? Nem tenho nada para oferecer de lanche pro rapaz...
- Não, esquece isso, não
precisa, acabamos de comer uma pizza e não estamos querendo mais nada não. E
amanhã cedinho ele vai embora, falou que está tão sem graça que quer ir embora
antes de você acordar!
- Está bem. Ó... não tem
nada arrumado no quarto, sabe onde ficam os lençois e cobertas, não sabe?
- Sei sim... obrigado,
tio! Você é um amor mesmo!
Me deu outro beijo e
saiu. Ouvi os passos dos dois em direção ao quarto e vi que a porta foi fechada.
Porém, com a minha porta
aberta, os sons sexuais do quarto chegaram até meus ouvidos. Fiquei imaginando
o que eles estavam aprontando por lá. Acabei dormindo.
![]() |
Psiu... tio... ele ainda está no quarto! |
Acordei bem cedo, como
acordo todo dia. Levantei e pensei em fazer um café para eles.
Só que ao sair do meu
quarto, me deparei com Cecília, já de pé, vestindo a blusa com que viera e
apenas a calcinha. Me viu e riu.
Fez um sinal de silêncio, entendi que o
namorado já tinha acordado. Ela entrou no banheiro, deve ter ido fazer o xixi matinal
e lavar o rosto, pois voltou com outra cara e entrou no quarto.
Ela sabia que eu iria
querer ver alguma coisa e colaborou, não fechou a porta totalmente, de modo que
pude acompanhar tudo que se passou no quarto deles.
Ele já tinha levantado e
colocado a calça, estava sem camisa e ao ver a garota naqueles trajes, parece
que não aguentou ficar parado, juntou seu corpo no dela e ficou deslizando a
mão pelas pernas, pela bundinha. Ela gostou e passou suas mãos em torno do
pescoço dele e eles se beijaram com ardor. De onde eu estava dava para ver o
movimento que o pau dele fazia dentro da calça, sinal de que já estava ficando
bem durinho...
E aí ele a colocou
sentada na cômoda, abriu bem as pernas dela, afastou a calcinha para o lado e
começou a chupar a xotinha dela. A cabeça dela virou pra trás, os olhos
fechados, as pernas fechando e apertando a cabeça dele... ela delirava com o
que ele fazia. Parecia bem experiente o rapaz!
![]() |
Este pau gostoso faz o quê, dentro da calça? Tira! |
Aí ela não resistiu.
Sentada na cômoda, ela simplesmente puxou-o pra cima, ele ficou de pé e ela
começou a desabotoar a calça dele. E logo estava com a mão direita segurando o
pau que já estava bem duro, e ela ficou massageando-o, endurecendo-o mais
ainda.
- Me come de novo – ela
pediu, tirando rapidamente a calcinha e ficando onde estava com as pernas bem
abertas. Dava pra ver a xotinha dela brilhando de tão úmida. Ele, então,
começou a enfiar o pau na xotinha, foi bem devagar, ela curtindo cada milímetro
que ele ocupava...
Um suspiro mais fundo me
demonstrou que ele tinha colocado tudo.E, de fato, aí ele começou com o
movimento de vai e vem e ela gemia, segurava nos cabelos dele e pedia para ele
colocar mais força nos movimentos... “mete mais, mete mais”, pedia ela e ele
tentava fazer o que ela pedia e eu só ouvia o barulho do encontro das pernas
deles...
Um gemido prolongado –
ela gozara. Eu conhecia aquele gemido, tão característico dela. Acalorada,
tirou a blusa, estavam os dois totalmente nus.
Ele, em pé, encostado na cômoda, ela ajoelhou na frente dele e chupou o
pau que lhe dera tanto prazer naquele momento.
- De manhã cedo é bom
tomar leite, não acha?
Ele riu e disse que
preferia comer um biscoito...
![]() |
Pode entrar... a casa é sua!!! |
- Safado... primeira vez
que transa comigo e já quer comer meu biscoito?
- Que primeira vez? Essa
foi a terceira, esqueceu das duas durante a noite?
- Esqueci não, e como as
três foram ótimas, vou quebrar seu galho.
Ficou de costas pra ele,
apoiando-se na cômoda e ele começou a dirigir seu pau ao cuzinho dela, vi uma
pequena careta, mas logo entrou tudo e ele começou a bombar. E assim ele gozou.
- Será que posso ir ao
banheiro, sem seu tio me ver?
Aquela foi a deixa para
eu voltar ao meu quarto e lá ficar até ele se arrumar e ir embora.
Ela veio ao meu quarto,
ainda nua, saltitante.
- Então, tio, gostou?
- Muito bom... então
foram três?
- Oui... três! Cada qual
melhor que a outra... você pode perceber que foi bom vendo a última!
- Vi sim... e fiquei com
uma vontade!
- Ah, tio, por favor...
não dou conta... amanhã eu venho sem ele e aí a gente conversa, falou? Hoje, nem
pensar!
Nenhum comentário:
Postar um comentário