Surpresas de viagens. Muito boas!
(escrito por Kaplan)
Emiliano era o tipo de
pessoa que podemos considerar um sortudo. Representante comercial, viajava
muito e sempre que retornava, ao nos encontrar no clube, tinha alguma história
interessante para nos contar.
Vale dizer, alguma transa sensacional!
Sábado passado, quando
ele chegou, pela cara de alegria, já sacamos que iríamos ficar sabendo de mais
uma proeza, e foi o que ele nos contou.
- Gente, comigo acontecem
coisas que se me contassem, eu não acreditaria. Mas como aconteceu comigo, eu tenho
de acreditar!
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Gosto muito do hotel.. e das camareiras também! (foto: Kaplan) |
Imaginem que eu estive,
semana passada, mais uma vez em São Paulo. Sempre são viagens a negócios, vocês
sabem, e lá eu sempre fico no mesmo hotel, já sou conhecido do pessoal da
recepção, do rapaz que leva a mala pro quarto (e sempre espera e ganha uma
gorjeta), do pessoal do restaurante e até das arrumadeiras de quarto.
Sempre trato muito bem a
todos e recebo sempre muita atenção de todos. Isso é muito legal.
Pois bem, na
quarta-feira, quando eu estava saindo, vi a arrumadeira chegando perto do meu
quarto. Perguntei se ela queria que eu deixasse a porta aberta para ela entrar,
ela disse que não precisava, e que, inclusive, iria arrumar um quarto vizinho,
cujo hóspede acabara de sair.
Ela se chama Liziane, é
uma moça simpática, sempre a vi por lá e também sempre deixava uma gorjeta. Ela
até já sabia meu nome!
E naquele dia ela me
perguntou se eu iria demorar, eu disse que não, estaria de volta na hora do
almoço. Fiquei curioso pela pergunta dela e ela explicou que estava sozinha e que
dava preferência a quem fosse chegar mais cedo. Alguns hóspedes que só
voltariam à noite, ela ia deixar para a parte da tarde a arrumação.
Tudo bem, saí, fui
resolver meus negócios e, como havia calculado, por volta de 11 horas retornei
ao hotel e me dirigi ao meu quarto para guardar minha pasta e me preparar para
o almoço, no hotel mesmo.
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Ela ficou nua... |
E aí, a surpresa! A
Liziane estava dentro do meu quarto, com os cabelos soltos e um sorriso nos
lábios. Assim que entrei, ela fechou a porta e me encarou.
Poxa... eu conhecia
aquele tipo de olhar... e aí vi que ela abriu o avental e se mostrou totalmente
nua pra mim. Debaixo do avental não tinha nada, nem calcinha, nem sutiã. Só o
corpo dela e era um belo corpo. Seios bonitos, xotinha depilada... e ela sentou
na cama e ficou me esperando, com as pernas abertas.
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... então tenho de ficar também! |
A princípio eu fiquei
cabreiro. Mas logo percebi que ela não estava para brincadeiras... me chamou
com o dedo, eu me aproximei e ela começou a tirar a minha calça, camisa, me
deixou peladão também. Meu pau ainda estava meia bomba, pois, apesar de estar
excitado com ela nua na minha frente, eu ainda estava em dúvida se devia ou não
aceitar a sedução dela...
Mas quando ela colocou a
boca no meu pau e começou a me fazer um boquete, esqueci de tudo e me
entreguei. Meu pau endureceu dentro da boca da Liziane, que olhou satisfeita e
pulou na cama, ficando de costas. Subi na cama e fiquei por cima dela, enfiei o
pau e toma vai e vem, vai e vem...
Ela gemia baixinho, sabia
controlar o volume para que ninguém que passasse pelo corredor viesse a saber
do que acontecia dentro do quarto.
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Mete muito... como se fosse a sua última trepada! |
Virei-a e coloquei-a de
quatro e tornei a meter e meter bastante e logo ela desmontou em cima da cama.
Tinha gozado e a expressão do rosto dela era linda, nem conseguia falar
direito.
Assim que sua respiração
voltou ao normal, ela tornou a pegar meu pau e colocar na boca e ficou me
chupando até que eu também gozasse. Engoliu tudo.
Depois ela se levantou,
vestiu o avental e me falou que tinha sido demitida, era o último dia de
trabalho dela, e como ela não gostava do emprego, queria comemorar e aquela
trepada foi a comemoração que ela quis.
Uma pena, nunca mais vou
encontrá-la quando me hospedar lá!
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