(escrito por
Kaplan)
Clara, universitária, 22 anos, morena, 1,63m, 82 de seios e 98 de
bumbum. Maravilhosa, desejada pelos colegas e pelos professores também. Mas era
bastante seletiva, não saía com qualquer um, só revelava seu corpo nu para
aqueles que ela estivesse muito a fim.
No final do primeiro ano, ela fez um concurso interno para monitoria.
Quem fosse escolhido(a) receberia uma bolsa para o ano seguinte, tendo de dar
algumas horas de trabalho para o professor a quem ela fora destinada.
Ela adorava o professor Luis Roberto e se inscreveu para ser monitora
dele. Havia mais quatro concorrentes, fizeram provas escritas e entrevista com
ele. Ela se saiu muito bem e foi aprovada. Feliz da vida foi agradecer ao
professor e ele, sabendo que ela já estava aprovada em todas as matérias antes
dos exames finais, perguntou se ela já poderia auxiliá-lo naquele final de ano.
Ela concordou e no dia seguinte, no horário determinado por ele, ela entrou no
gabinete dele. Ele estava dando aula e deu-lhe a chave para ela entrar e
organizar os livros que estavam espalhados pela mesa e até no chão. Assim que
terminasse a aula ele iria até lá.
Ela foi, abriu a porta, encostou-a de volta, mas não trancou.
Rapidamente ela colocou todos os livros na estante e, curiosa, começou a olhar
algumas pastas de papelão que estavam em cima da mesa. Abriu a boca: numa das
pastas estava o exame final da sua turma. Ela não se conteve, sabendo que
colegas amigos e amigas estavam apavorados com medo daquele exame, ela pegou um
papel, um lápis e começou a copiar os itens que o professor iria pedir.
Ficou atenta ao sinal de término da aula, mas não contava que o
professor liberaria a turma uns minutos antes do sinal... e ele entrou na sala,
sem fazer barulho e viu o que ela estava fazendo. Ela não percebia a presença
dele até que ele deu uma cutucada com o dedo no ombro dela.
O susto foi fenomenal, ela pulou da cadeira, tentando esconder o papel
em que ela estava copiando os itens do exame, mas ele não era tolo. Viu o que
ela estava fazendo e ficou irritado.
- Clara, é assim que você pretende ser monitora? Copiando os exames para
passar para os colegas?
Engasgada, vermelha, morrendo de vergonha, ela não sabia o que
responder.
- Lamento, minha cara, mas terei de informar esse episódio ao
Departamento e provavelmente você será demitida da monitoria. Isso se não for
expulsa da faculdade.
- Professor, por favor, me dá uma chance... eu estava só olhando a
prova...
- Me dê o papel em que você escrevia quando cheguei.
Não havia como esconder nem negar. Ela entregou o papel, ele olhou.
- Só olhando, mas já tinha copiado três questões.
Os olhos dela ficaram lacrimejando. Que besteira ela fizera! E agora?
Mal conseguia ouvir o que o professor falava:
- É duro isso Clara. Durante um ano inteiro você construiu a imagem de
uma estudante séria, bonita, charmosa, educada. Bastaram alguns poucos minutos
para você desconstruir essa imagem por completo.
Ele me acha
bonita e charmosa? uau... com essa eu
não contava... acho que posso consertar... pensou ela.
Recompôs-se e falou com ele:
- Professor, me desculpe, mil perdões, eu errei e errei feio, reconheço,
não tenho como explicar o que eu estava fazendo. Mas, por favor, vamos deixar
isso apenas entre nós! Não me denuncie ao Departamento, eu não posso ser
expulsa, meu pai me mataria se isso acontecesse. Eu faço qualquer coisa para o
senhor me dar essa chance.
- Então me explique como você acha que eu poderei justificar que você
não será mais a monitora da minha disciplina. Você passou no concurso,
brilhantemente, por sinal. E eu tiro você? Não tem jeito, Clara, a verdade terá
de ser dita e você terá de pagar o preço pela bobagem que estava fazendo...
Ela jogou a cartada definitiva. Pegou na gravata dele e ficou
alisando-a.
- Professor, o senhor não compreendeu bem o que eu disse! Eu faço
qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, para o senhor não me prejudicar!
Mãos postas, quase rezando:
- Por favor, por favor, por favor!
O professor Luis Roberto olhou para ela. O choro não era falso, era
verdadeiro. E ele era um homem justo. Rapidamente pensou que a lição poderia
ser bem aprendida por ela e ela não tentaria fazer de novo. Resolveu que iria
reconsiderar, mas iria pedir um tempo para decidir, para deixá-la bem
angustiada. Castigos costumam ser dolorosos, mas geralmente dão bons
resultados.
- Está bem, Clara. Eu vou pensar a respeito. Em consideração a tudo que
você fez neste ano, eu vou pensar.
Resolveu brincar para desanuviar o ambiente que estava bem carregado:
- E devo dizer que mesmo chorando você fica linda!
Ela conseguiu dar um sorriso, enxugou as lágrimas, voltou a pegar na
gravata dele e não resistiu, desceu a mão até um local mais interessante, pegou
no pau dele. Ele levou um susto, mas nada fez para impedi-la. Olhando bem nos
olhos dele, com um sorriso bem sensual, ela começou a tirar o cinto, abriu a calça
dele. Arregalou os olhos. O que era aquilo? Que cacetão!
Grande, grosso, cheio de veias.
- Professor, não me leve a mal, mas que cacetão! Maravilhoso! Posso
pegar?
O professor Luis Roberto já estava transtornado. Mostrara o pau para uma
aluna que ele acabara de ameaçar mandar embora, talvez até expulsar da
faculdade. Só fez que sim com a cabeça e ela pegou com suas mãos pequenas
aquele mastro que ela achava fantástico. Evidentemente ela não iria ficar só
pegando. Tratou de fazer um belo boquete no mestre querido, sem esquecer que
aquilo poderia ser a sua salvação. Caprichou pra valer, deixando o professor
arfando.
Foi o boquete mais demorado que ela já fizera em alguém. Aproveitou que
precisava fazer e que o pau do professor era lindo demais, ficou um bom tempo
chupando-o, lambendo-o, beijando as bolas. O professor, já enlouquecido, tirou
a roupa toda, trancou a porta do gabinete, sentou-se na cadeira. Ela entendeu
que ia rolar algo bem melhor, tratou de tirar seu shortinho e o fez da maneira
mais sensual possível, de costas para ele, rebolando.
Colocou-a sentada na mesa e chupou-lhe a xotinha. Clara gostou demais da
chupada e o melhor de tudo foi que, depois, ele tornou a sentar na cadeira e a
trouxe para sentar em seu colo, mergulhando o cacetão dentro da xotinha dela. O
problema foi que a cadeira estava rangendo muito e o barulho poderia
denunciá-los.
Então eles se levantaram, ela se inclinou sobre a mesa e ele a
comeu ali. Ambos conseguiram gozar, ela primeiro, ele logo depois.
Vestiram-se no meio de um milhão de beijos.
- Professor, agora, voltando ao nosso assunto...
- Assunto encerrado, Clara. Você vai ser minha monitora, vai ser tudo
esquecido. Mas, por favor, nunca mais repita o que você fez!
Outro milhão de beijos e ela se foi, feliz da vida!
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