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(escrito por
Kaplan)
Imaginem Meg passeando de barco no rio São Francisco, perto de Pirapora,
onde fomos passar uns dias na casa de um amigo... e, claro, no barco só ela e o
amigo! De biquíni, comportada, ela subiu ao barco (na verdade, era uma lancha, mas
eu gosto mais da palavra barco...) e ele saiu, em velocidade rumo ao
desconhecido.
Meg adorava esses passeios, ainda mais com um cara gostoso ao lado e
tendo as águas e o céu como testemunha do que iriam fazer! Ele dissera que
iriam à tardinha, para poderem apreciar o por do sol, segundo ele uma
maravilha. Mas o safado já começou cedo as bolinações.
Chegou a oferecer a direção a ela. Doidinha com novidades, lá foi ela
pilotando a lancha e rindo dele atrás dela, encostando seu corpo no dela, e ela
sentindo um pau duro roçando... era tudo de bom!
E logo ele começou a brincar
com a calcinha do biquíni, puxando-a para baixo, mas sem tirá-la. Ela voltava
com a calcinha para o lugar, rindo das travessuras do amigo, ele tornava a
fazer, puxava a calcinha, deixava boa parte do bumbum de fora, dava tapinhas,
ela tornava a colocar a calcinha no lugar, xingando-o porque ele a distraia da
“pilotagem”. Mas a calcinha era daquelas de amarrar nas laterais, e o safado
puxou a cordinha, soltou-a e aí não teve jeito, o bumbum ficou totalmente de
fora.
Ela olhava para ele, sorria, mas fazia de conta que estava brava,
xingava, mas estava gostando bastante da brincadeira. Resolveu brincar também,
largou tudo, deixou a lancha ir por conta própria, obrigando o amigo a tomar
conta antes que batessem ou afundassem. Aí, provocando-o, ela ficou ali perto,
encostada, sem calcinha, exibindo sua xoxota e seu cuzinho para ele. E ele
dirigia a lancha com uma das mãos e a outra ficava passeando pela bunda,
passando o dedo na xotinha e no cu.
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foto: Kaplan |
Ela já estava bem excitada. A tarde caía e as cores do sol se pondo eram
realmente maravilhosas. Para deixar o amigo maluco, ela ficou enfiando o dedo
na xotinha e fazendo caras e bocas de quem estava gozando. Foi o bastante. Ele
parou a lancha, não estava se aguentando mais e agarrou-a.
- Vem cá, gostosão, deixa eu te fazer um agrado!
Tirou a bermuda dele e viu o pau, já duro, pular feliz à sua frente.
Pegou nele e fez um boquete demorado, engolindo, lambendo, segurando nas bolas,
passando a mão no espaço entre as bolas e o cu, deixando nosso amigo
completamente alucinado.
O sol já estava quase desaparecendo e os tons vermelhos e laranjas do
céu formavam um cenário maravilhoso para o boquete. Mas ela queria trepar,
então sentou-se no pau dele, de costas, para ver o sol se pondo enquanto pulava
e gozava.
O cuzinho ele comeu quando já estava tudo escuro... ela inclinada e ele,
em pé, enfiando e bombando até ela pedir para ele gozar logo, estava
completamente extenuada...
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