Meg e eu ficamos impressionados com a quantidade de pessoas que se entusiasmaram com as fotos dela na exposição e a cantaram em seguida. Na verdade, a maioria das cantadas, por serem grosseiras, foram descartadas por ela. Mas algumas, que vocês até já conhecem e ainda vão conhecer, foram muito legais e proporcionaram a ela muitas horas de prazer.
(escrito por Kaplan)
Narrei, há poucos
dias, o encontro de Meg e um empresário que morava em uma casa fantástica, no
alto de um morro. Tiramos fotos dela lá, ele não sabia que ela era minha
esposa, a convidou para ficarem nadando e transaram lá depois que eu saí.
Pois bem, alguns meses
se passaram e um dia ela recebeu um telefonema dele. Queria convidá-la para um
jantar no clube mais chique da cidade, só da alta sociedade mesmo. Ela alegou
que talvez não tivesse trajes apropriados, pois era bem despojada em seu
guarda-roupa e não costumava frequentar ambientes sofisticados. Aliás, nem
gostava, não falou isso com ele, mas era verdade.
Ele disse não ser
problema, ela poderia usar um vestido da esposa dele, pois ela estava em Miami
e não voltaria a tempo do jantar. Ela não gostou muito da ideia, mas comprar um
traje só para aquele evento lhe pareceu totalmente desproposital. Então
aceitou.
foto: Kaplan |
Ele a levou em sua
casa, ela escolheu um vestido vermelho não muito comprido e como estávamos no
inverno, apesar de não ser rigoroso, ela pegou uma estola preta para usar. Ele
lhe deu um colar de presente, coisa chique! E ela pôde então parecer uma madame
da alta sociedade.
Na noite do tal
jantar, o empresário pegou-a em nosso apartamento, sem que eu aparecesse, pois
ele não sabia que éramos casados. Foram ao tal jantar, chatíssimo, segundo ela,
percebeu que ele não queria ficar muito tempo por lá e deu força para saírem.
Sacou logo que deveria haver ali gente que conhecia o empresário e a esposa e
estava olhando de soslaio para aquela “estranha”.
Em vez de a levar para
nosso apartamento, ele a levou para a casa onde estivéramos fotografando. Foram
para aquela área próxima à piscina que eu descrevi no conto anterior. Um
ventinho frio passava por ali, ela ficou abrigada à estola, bem quentinha.
Olhava para a frente e via apenas uma larga faixa escura. As estrelas brilhavam
no céu, um brilho diferente daquele que se vê nas grandes cidades. Na faixa
escura, uma luz aqui, outra acolá denunciavam a existência de outras casas no
condomínio.
O silêncio foi
quebrado pela música que ele colocou no CD.
Ele é mesmo um
sedutor... pensou ela quando o viu chegando com duas taças de vinho. Brindaram,
ele disse que queria que ela passasse a noite com ele. Não teve como recusar,
do contrário teria de revelar que o marido a esperava em casa...
Depois de tomarem a
taça de vinho, ele as colocou em uma mesa, abraçou-se com ela, ficaram vendo a
imensidão. Logo ele a beijou, beijou sua nuca e começou lentamente a abaixar as
alças do vestido, desnudando os seios que ele beijou repetidas vezes antes de
acabar de tirar o vestido. Ela estava arrepiada de frio, mas começou a
esquentar com os beijos e amassos que ele lhe dava.
Ele a deitou na
cadeira, forrada pela estola, o que a deixou encalorada e começou a beijar e
lamber sua xotinha, até aquele ponto em que ela ficava bem úmida. Meg se
levantou, colocou o pau dele para fora da braguilha, colocou a estola em suas
costas e começou a fazer o boquete, que ele logo retribuiu colocando-a curvada
e metendo em sua xotinha por trás, bombando sem parar.
Lembrando-se que ela
gostava de cavalgar, ele deitou-se na cadeira e ela pôde fazer o que queria,
pulando bastante. Era a primeira vez que ela cavalgava protegida por uma
estola...
Mas o tempo esfriava,
ela pediu a ele que entrassem, ele concordou, fechou a porta do amplo salão,
deitou-se num dos sofás para que ela pudesse continuar a pular. E foi assim que
eles chegaram ao gozo.
Dali subiram para o
quarto, quando ela criou coragem para confessar que era casada comigo. O empresário levou um susto enorme, já queria
levá-la de volta. Ela o tranquilizou, apenas pediu para que pudesse me avisar de
que só voltaria de manhã. Ele concordou, ela me ligou e voltou para a cama,
onde, depois de explicar a ele direitinho que não havia problemas em ela
transar com ele, conseguiu mais duas trepadas boas, a segunda com ele comendo
seu cuzinho.
De manhã, ele já
estava vestido, olhando as montanhas, pensativo, quando ela acordou e foi até
ele, só de lingerie.
- Maravilha de cenário
que você tem aqui... Adoro ver tanto verde assim, da mesma forma que adoro ver
as ondas do mar...
- É verdade, quando eu
vi esta casa tratei de comprar, mais pela vista do que qualquer outra coisa.
- Estou sentindo um ar
meio preocupado em você...
- Não é preocupação, é
tristeza... fiquei assim quando soube que você é casada.
- Mas você também é...
- Eu sei, só que eu
duvido que seu casamento seja ruim como o meu. Não me leve a mal, ando pensando
em me separar e ia te propor casamento...
- Oh, meu querido...
fico realmente envaidecida, mas não penso em me separar do Kaplan.
- Entende a razão da
minha tristeza?
- Vem cá, vou fazer
você sorrir...

Mas jamais deixaria
ele come-la sem primeiro fazer o boquete que iria alegrar o empresário
tristonho.
Fez um também bem
demorado e ousou passar a mão na região entre o saco e o ânus enquanto engolia
o mastro. Ele gemeu de prazer, eu sei como isso é gostoso, sempre gostei quando
ela fazia em mim. É uma região extremamente erógena.
Aí sentou-se no pau
dele e cavalgou por alguns minutos, depois deitou-se na espreguiçadeira,
levantou as pernas e pediu que ele a comesse de frango assado. O empresário
adorou, elogiou o que ela fazia e ela ficou pensando que o sexo dele com a
esposa deveria ser bem ruim mesmo. Tudo que ela fazia parecia uma grande
novidade para ele, sinal de que ela não fazia nada daquilo...
- Goze nos meus
seios...
Outra cara de espanto.
Ela teve a certeza da ruindade do sexo daquele casal. Ele se punhetou
furiosamente, até despejar tudo nos seios dela. E ela ainda o chupou, limpando
direitinho o pau dele.
Belo jeito de começar
uma manhã de sol, cercados por uma vegetação luxuriante. Entraram e foram tomar
o café. Pelados, é claro, para que colocar roupas?
Depois do café foram
ao quarto. Ele pegou um embrulho.
- Tome este presente.
Na verdade, eu o comprei para minha mulher, mas sei que ela não vai dar valor
algum. Em você vai ficar muito melhor, e você poderá se lembrar de mim sempre
que usar.
Ela abriu o embrulho.
Era uma camisola lindíssima. Vestiu-a. Certinha. A esposa dele devia ter as
mesmas medidas dela. Não a tirou mais do corpo até quase na hora em que ele
iria trazê-la de volta. Estavam próximos à piscina, tomando sucos e comendo
salgadinhos. Ela perguntou as horas, eram quase 10.
- Precisamos ir, não
é? Costumo fazer o almoço para meu marido... Mas eu estava pensando na
saideira... topa?
Ele nem respondeu,
apenas a agarrou, estava deitado no deck, colocou-a deitada ao contrário, por
cima dele e fizeram um 69. Se lamberam, se chuparam furiosamente. Até parecia
que seria a última vez que se encontrariam. E depois ela o cavalgou,
suspendendo a camisola, que ainda não havia tirado.
Porém ele não quis
correr o risco de manchá-la. Tirou-a e ficaram os dois transando totalmente
nus, até gozarem loucamente. Perguntou a ela se eu me importaria de ela sair de
novo comigo, participar de jantares, de eventos. Ela disse que não haveria
problema, o que o deixou bem animado.
Conseguiram sair de lá
e ele a deixou em nosso apartamento. Eu já tinha chegado e estava preparando
algo para comer, sem saber se ela chegaria. Me abraçou, me beijou, agradeceu
muito eu não ter me importado de ela ficar lá com ele, me mostrou o colar e a
camisola que havia ganhado.
Carinhosamente, eu a
obriguei a terminar de fazer a comida para mim, pelada na cozinha, e recebendo
tapinhas e beijos na bunda. Falei que à noite iria querer saber de todos os
detalhes e que ela se preparasse para ser comida mais uma vez!
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