O que os coroas não fazem para conseguir comer uma gatinha apetitosa!
(escrito por
Meg)
Ah... seu Otávio! Sempre me proporcionou grandes orgasmos, era um
trepador de primeira, com um pau não muito grande, mas grosso, daqueles que
quando a gente começa a chupar, nem tem vontade de parar!
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foto:Kaplan |
O bacana dele é que era sempre criativo nos convites que fazia para eu
ir ao sitio ou fazenda dele, sei lá o que era, nunca vi por inteiro mesmo...
quando começava a querer passear pela propriedade sempre me deparava com ele, a
gente transava e o passeio acabava ali perto da casa mesmo.
Uma vez, foi divertida essa vez, ele me telefonou, falou que estava
sozinho lá e não se sentia muito bem. O filho dele não tinha condição de ir lá,
será que meu marido se incomodaria se eu pudesse ir enquanto ele não melhorava?
Fiquei tão preocupada com o tom de voz dele, que só deixei um recado
para o Kaplan, dizendo onde eu estaria. Peguei e carro e fui rapidamente para
lá. E a surpresa: ele estava no fundo da casa, sentado numa toalha, pelado!
- Otávio, mas o que é isso? Você me disse que estava passando mal e eu
te encontro pelado aqui no quintal?
- Pois é... sol sempre me revigora, estou tomando um solzinho para
ajudar na melhora.
- Otávio, não acredito que você inventou essa história só para me trazer
aqui! Fiquei preocupada demais da conta!
- Inventei nada não, menina... pode ver ali na cozinha, em cima da mesa,
tem um xarope que o farmacêutico me receitou. Aliás, tá na hora de tomar, pega
prá mim?
Ainda não acreditando no que ele falava, fui até a cozinha. De fato,
sobre a mesa estava um vidro de xarope, que eu não faço a menor ideia para que
servia. O cheiro era horrível. Levei até ele, com uma colher e ele continuou
sentado.
- Senta aqui perto de mim, Meg. Conversar no sol faz muito bem para a
saúde.
- Está bem, mas eu gosto de tomar sol com menos roupa, de calça jeans e
camisa não é legal. Vou pegar alguma coisa lá dentro.
- Tem aqueles tops, biquínis, shorts e saias que você deixou aqui para
quando precisasse, estão no quarto de hóspedes.
Fui até lá. De fato, como eu ia muito na propriedade dele, deixei
algumas roupas para evitar ter de levar muita coisa toda vez que eu ia lá.
Peguei um top, uma saia bem curtinha e fui ficar no sol, já sabendo que de
doente ele não tinha nada. E o que viria a seguir já estava no script daquele
filme...
Sentei perto dele, pus a mão na perna dele e falei:
- Você não presta, Otávio! Inventar que estava doente só para eu vir
aqui e você me comer! Toma juízo, velho safado! Sabe que eu venho mesmo, gosto
de trepar com você, precisa ficar inventando essas maluquices não, faltou pouco
para eu mandar uma ambulância aqui!
Ele riu, finalmente concordou que tinha sido uma brincadeira.
- Eu devia ir embora, sem sequer dar uma chupada nesse seu pau gostoso,
mas é impossível resistir, não é? Me dá ele aqui!
- Assim não, tira a roupa primeiro!
- E ainda é exigente! Eu aguento isso?
- Sei que você aguenta isso e mais isso!
E me mostrou o pau já começando a ficar ereto. Eu gostava demais de
chupar aquele cacete, então tratei de obedecer, tirei a roupa, deitei-me ao
lado dele e comecei a chupar. E chupei, e lambi, e tornei a chupar, fiquei
brincando com aquele mastro agora totalmente rijo por um bom tempo e só ouvindo
a respiração ofegante dele.
- É só eu que faço as coisas? Você tem mão prá que, Otávio?
- Ela só obedece quando você pede, sabe disso... Veja só o que ela sabe
fazer...
E começou a passar a mão em minha bunda. Sabe aquelas mãos grossas de
gente da roça? Pois é, beleza! E o dedo, que procurou e encontrou meu cuzinho,
e enfiou-se lá dentro? Quase me matou de tesão! Diabo de velho gostoso! Sabia
dar prazer a uma mulher.
E aí rolamos na toalha, eu me deitei de costas e ele me comeu de papai e
mamãe. Só que ele estava meio pesado, tratei de mudar de posição e a melhor que
eu encontrei foi a cachorrinho. Fiquei de quatro.
- Enfia aí, velhote! Mostra do que você é capaz!
E ele mostrou mesmo... bombou até dizer chega! Como sempre, meu orgasmo
veio antes do gozo dele. Parece que ele sabia que eu gostava muito de leite
tomado na fazenda... me fez engolir tudo!
Nisso já era tarde, o sol começava a se por. Eu não iria pegar estrada
de noite, sozinha. Entrei, liguei pro Kaplan, que já estava em casa. Contei a
mentirada toda do Otávio, ele morreu de rir.
– Bem, querido, você sabe que ele
não é homem de comer um prato só... vou passar a noite trepando com ele,
deixando ele calmo para esperar a próxima vez que viermos aqui. Amanhã cedo eu
vou prá casa.
- Divirta-se!
- Ah, nem precisa falar, com esse velhote aqui eu me divirto a valer.
Ele já está perdendo o respeito... estou falando com você e ele está aqui me
apertando a bunda... gostoso!
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