Bem, queridas leitoras e leitores. Como vimos, estamos de volta depois de uns dias de férias merecidas! E, lamentavelmente, vocês não leram tudo que precisavam para chegarmos ao milhão e meio! Não tem problema, avançamos bastante e logo estaremos lá!
Hoje coloco, após este conto aqui, um escrito pela Denise, que está morrendo de curiosidade para ler os comentários de vocês. Não a decepcionem, hein?
Acessos até hoje:1.371.417 - contos já publicados: 2.443
(escrito
por Kaplan)
Sair para navegar nas águas plácidas de uma
represa... este era o sonho de Rebeca, acalentado desde a adolescência. E
finalmente realizado quando estava na universidade e teve a sorte de conhecer
um colega bem abonado, cujo pai tinha uma casa às margens da represa de Furnas
e como todo bom ricaço da região, tinha uma lancha que o filho – Bebiano –
aprendeu a pilotar e usava sempre como chamarisco pra atrair incautas
donzelas...
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Enfim vou realizar meu sonho... e vai ser até melhor! |
E Rebeca foi a donzela da vez. Ao ouvi-la comentar
com colegas do seu sonho dourado, ele, mais que depressa procurou-a e, sem
maiores testemunhas, falou da situação familiar e convidou-a para passarem um
fim de semana lá.
Rebeca pirou. O quê? Um fim de semana às
margens da represa? Com direito a passeios de lancha? Era tudo que ela queria.
Aceitou, claro, e ficou esperando ele marcar o dia.
Não conseguiu esconder das amigas e teve a
surpresa de saber que duas já tinham passado fins de semana com Bebiano na tal
represa e na tal lancha...e contaram tudo a ela.
Ela ficou pensativa, mas não mudou de ideia.
Afinal, Bebiano, apesar do nome diferente, era um colega legal, era agradável,
educado. E ela achou que valeria a pena até mesmo uma transa com ele se ele
realizasse o sonho dela.
Então eles foram, no sábado em que ele marcou.
E deram muita sorte, porque o sol estava lindo, de rachar, quando eles
chegaram. Logo ele foi ver se a lancha já estava pronta. Havia um funcionário
dali que cuidava das lanchas e iates dos moradores, e quando avisado, abastecia
com tudo o que era necessário para eles poderem navegar à vontade.
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Será que estou nua??? |
Confirmou que tudo estava certo e foi buscar a
Rebeca. Que já estava pronta. Tinha colocado um biquíni e vestido uma “saída de
praia” transparente para andar entre as pessoas que transitavam ali.
Com o coração aos pulos porque ia realizar seu
grande sonho e além disso, com a perspectiva de uma bela trepada – pelo menos a
propaganda feita pelas duas amigas dizia isso – Rebeca entrou na lancha e ficou
observando como Bebiano a tirava dali e a encaminhava para o meio da represa.
Tirou a veste, ficou só de biquíni, em pé,
apreciando a beleza do local. Estava radiante. De acordo com as amigas, ele
iria levá-la para um local mais longe, mais retirado, onde poderia acontecer o
que quisessem, sem perigo de outras pessoas assistirem.
Não deu outra. Foi exatamente o que ele fez,
antes de desligar o motor e ir até onde ela estava, abraçá-la. Arrepiou-se
todinha.
- Então, seu sonho está sendo realizado? Está
gostando?
- Nossa... adorando... e sabe que é exatamente
como eu sonhava? Sair com um amigo, navegar por horas, só curtindo a beleza do
lugar... aqui é muito lindo... e estou com um grande amigo, não é verdade?
- E esse amigo dos seus sonhos fazia alguma
coisa interessante?
Ela riu.
- Bem que me avisaram... eu sei o que você
apronta por aqui... mas não se preocupe, se eu vim é porque fiquei interessada.
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Eu sabia que você me queria... e também quero! |
Daí para beijos e amassos não demorou nem um
minuto. E o sutiã dela desapareceu e ele admirou par de seios pequenos,
maravilhosos... e sem nenhuma marquinha. Ele ficou pensando onde ela fazia
topless para ter o corpo todo uniforme na cor.
Sentados, ela encostada no peito dele, sentiu
as mãos dele percorrendo os seios, depois descendo em direção à xotinha.
- Uiiiiiii... que gostoso... pode tirar...
Ele desamarrou o laço da calcinha e a tirou.
Ficou passando a mão na xotinha, vendo-a ficar cada vez mais arrepiada.
Deixou-a deitada e sua língua foi cuidar do que as mãos estavam fazendo. Deu
uma chupada nela daquelas boas, ela gemeu, foram tantos Ahhhhhh....
uiiiiii....delicia.... que a animaram a tirar a bermuda dele e admirar o mastro
duro que saiu lá de dentro.
- Isso aqui já foi muito elogiado, viu? Quero
ver se não foi propaganda enganosa...
- Garanto que não foi... vai gostar!
Ela pegou nele, examinou-o com atenção e
depois o engoliu, lambeu... chupou.
E ela foi comida, e muito bem comida. De
ladinho, primeiro, de cachorrinho depois. E foram tantas bombadas que ela gozou
muito legal. Ficou deitada, prostrada.
- Muito bom, meu amigo, muito bom... mas vamos
ter tempo para mais, não vamos?
- Claro, temos o dia todo.
- Vamos passear mais... posso ficar pelada?
Acho que vou adorar receber o vento no meu corpo todo.
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Que delícia ficar nua numa lancha... adorei! |
- Pode sim, vou por locais pouco frequentados
e aí não teremos problemas.
E lá foram eles, ela gostando mais ainda do
que via.
Depois de uns 40 minutos, ele tornou a parar.
Ela sentiu que vinha mais uma bela trepada e já foi direto pro boquete nele.
- Assim que eu gosto... pau que não foge à
luta! Sempre pronto para o bom combate!
- Você é engraçada... mas muito gostosa
também...
E meteu nela, de novo na posição de
cachorrinho, pelo visto ela gostava bastante, pois gozara quando ele a comera
assim.
Mas ela gostava de experimentar mais.
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Cara... este passeio foi completo! Obrigada! |
-Deixa eu te cavalgar, deixa?
Ele deitou-se e ela sentou, abraçando o pau
dele com sua xotinha e gemendo o tempo todo.
E começou a pular, a pular... a lancha começou
a se agitar com tanta pulação.
- Tem perigo de a lancha virar?
- Não... ela só balança, mas é firme.
Ela então continuou a pular até gozar e ele
também gozou, junto com ela, entre gemidos e pequenos gritos.
- Bebiano... a propaganda foi enganosa sim...
você é muito melhor do que elas falaram...
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