segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Ela se divorciou e procurou o amigo do marido para trepar



Ela sabia que o amigo ia adorar saber que ela tinha se divorciado...

(escrito por Kaplan) 
 
Fábio estava em casa, curtindo uma tarde sem fazer nada. Trabalhava em casa e naquele dia não havia nada para se fazer. Achou estranho ouvir a campainha da porta. Quem seria? Um cliente que não avisara? Curioso, foi até a porta, sem fazer barulho e olhou pelo olho mágico. Surpresa maior ainda, era Salete, esposa de um amigo dele. 

Nossa... mas ela é gostosa demais...
Abriu a porta e viu-a sorridente.

- Que surpresa boa, Salete! Entre!
- Obrigada, está tudo bem com você Fábio?
- Tudo, e o maridão não veio?
- Não existe mais maridão, nos divorciamos a semana passada.

Fábio precisou sentar. Não acreditou no que ela dissera.

- Divorciaram? Como assim?
- Ah, Fabio... sem detalhes! Não deu certo, acabou.
- E aí? Você está morando onde?
- No mesmo lugar, ele concordou em deixar o apartamento comigo e foi morar num flat, até alugar um apartamento pra ele. E eu resolvi vir aqui te ver, porque me lembrei das cantadas que você me dava antes de eu me casar, recorda?
- Poxa, Salete... claro que me lembro...
- Então...
- O que quer dizer com isso?
- Estou aqui, livre, desimpedida... a cantada ainda tem valor? Eu acho que tem... né? 

Ainda chamo sua atenção?
E sem esperar a resposta dele, ela começou a se despir. Tirou a minissaia, a blusa e apareceu para ele só de lingerie. E ainda inclinou-se, realçando o bumbum. Ele não quis saber, tirou a roupa também, ver a amiga quase nua na sua frente, excitou-o bastante.

E ela subiu numa cadeira e sentou-se na bancada do barzinho que ele tinha na sala. Abriu as pernas e ficou esperando que ele fizesse algo. E ele fez, afastou a calcinha dela pro lado e lambeu sua xotinha, arrancando gemidos e mais gemidos. 

Depois ele preferiu tirar a calcinha dela e continuou chupando e enfiando o dedo na xotinha. Salete estava alucinada. Não contou para Fábio, mas a razão da separação era justamente a falta de disposição do seu ex-marido para aventuras sexuais intensas. O sexo era mecânico, ela nunca gozava e por isso largou-o.

E só por aqueles poucos minutos que ficara com Fábio já sentira a diferença. Gemia, coisa que não acontecia com o ex. Seu corpo tremia, e ela sabia que ia sair dali bem satisfeita.
Tirou o sutiã e deixou que ele mamasse à vontade. 

Há quanto tempo não gozo...

Então ele tirou-a de lá, carregou-a até o sofá, sentou-se e a colocou sentada em seu pau. Nossa, como ela pulou! Havia séculos que não fazia isso, com o ex era só papai e mamãe e olhe lá!

- Fábio, que gostoso que está... eu estava precisando muito disso! Segura bastante que eu quero gozar muito, ok?

Ela gozou, sim. Parou de pular, olhando para ele, sorrindo. Quanto tempo não tinha um gozo como aquele!

Mas ele não tinha gozado, então colocou-a deitada no sofá e penetrou-a de frente e meteu bastante, até sentir que iria gozar, então tirou o pau de dentro e deixou que sua porra caísse na barriguinha da Salete.

Ficaram os dois, deitados, por alguns minutos, depois foram tomar um banho. Mais carícias, mais chupadas, ele sentou-se e ela sentou nele e o cavalgou de novo até conseguir seu segundo orgasmo.

- Cara, foi bom demais. Me autoriza voltar aqui, de vez em quando?
- E desde quando você precisa de autorização, Salete? Venha quando quiser!


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