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(escrito por
Kaplan)
Há algum tempo atrás, narrei para vocês o que aconteceu com uma amiga
minha, jornalista, repórter esportiva, que teve um caso daqueles esfuziantes
com um jogador que ela surpreendeu no banho no vestiário e levou-o para seu
apartamento, onde transaram muito. E as transas se repetiram varias vezes, até
que ele desapareceu da vida dela.
A fila anda, ela arrumou outros namorados, ele também. Porém, um dia
eles se encontraram, por acaso. Quando ele a viu, com aquelas blusas com
decotes que mais mostravam do que escondiam, foi como se a paixão de outrora
acendesse novamente.
- Digo o mesmo... você me deixou, achei que nunca mais ia te ver!
- Nada disso, o mundo é muito pequeno, e nossa cidade é um grão de
poeira perto da imensidão do universo... claro que iríamos nos encontrar
novamente!
- E vejo que virou poeta...
- Nada disso... mas você inspira qualquer um, até eu!
- Continua galanteador, como sempre.
- Faço o possível. Escuta, você gosta de cachoeiras?
- Gosto sim, por que pergunta?
- Descobri uma fantástica, vamos lá amanhã?
- E os treinos?
- Que treinos, esqueceu que janeiro é mês de férias? E com este calor
que está fazendo, nada melhor que nadar juntinhos numa bela cachoeira, hem?
- Só nós dois?
- Claro... só nós dois!
- E vamos só nadar?
- Depende de você...
- Então estamos combinados... ainda moro no mesmo lugar, lembra de onde
é? Que horas te espero?
- Claro que lembro... e estarei lá às 9 horas.
E na manhã seguinte, pontualmente às 9 horas lá estava ele esperando ela
descer e dali foram para uma rodovia e depois ele entrou numa estrada de terra
e andou mais uns tantos quilômetros até que parou.
- Temos de andar mais algum tempo, o carro não vai mais longe.
E logo caminhavam dentro de um pequeno regato. Era água que vinha da
cachoeira, ele disse.
Ela estava de camiseta e shortinho, com o biquíni por baixo. Ele de
camiseta e bermuda. Deu a mão a ela e foram caminhando. Ela já ouvia o barulho
da cachoeira quando ele virou seu corpo e deu-lhe um demorado beijo na boca.
Ela arrepiou-se toda, lembrando-se das belas trepadas que já haviam acontecido
e sabendo que a próxima seria dali a alguns minutos.
Chegaram à cachoeira. Tiraram as roupas mas não ficaram nus, não sabiam
se haveria alguém por perto. Ele ficou deslumbrado com o biquíni dela e
procurou agarrá-la o mais que pôde enquanto estavam dentro da água.
Quando viram que ninguém mais estava por ali, ela criou coragem para
tirar o sutiã e fazer topless.

Beijos eram trocados, mãos no seio, mão no pau... tudo isso em meio ao
barulho das águas que caíam sobre eles, raios de sol que penetravam entre as
árvores, criando um clima cinematográfico.
Tirou a calcinha também e sentou-se numa pedra, à espera do que mais
queria: ser comida por ele.
E ele chegou, levou-a para a margem, abraçou-a por trás, beijando-lhe as
orelhas, a nuca e encostando seu grande pau nas nádegas dela. Ficaram se
roçando, se tesando.
Ela não se aguentava mais de vontade. Pegou no pau dele, falou com ele
para se deitar e foi chupar aquela maravilha negra.
Estava mesmo com saudades de trepar com ele. Só de pegar e colocar a
boca naquele mastro duro, fez com que ela revivesse ótimos momentos que vivera
com ele.
Tratou de sentar no mastro, sentiu que ele entrava rasgando-a toda.
Doía, mas era delicioso...
E pulou muito, muito mesmo, gemendo alto, sem preocupação de alguém
ouvir. Quando gozou quase gritou de tanto prazer. Sabia que ainda iria gozar
mais porque ele não era de gozar rápido.
De fato, ele a colocou de quatro e meteu em sua buceta por trás,
arrancando mais gemido a cada estocada que dava, empurrando sua bunda para a
frente a ponto de ele ter de segurá-la pela cintura para ela não cair...
E depois ele a comeu no mais autêntico papai e mamãe. Foi quando ele
também gozou, inundando-a com seu esperma.
Foram nadar de novo e aí tiveram de interromper a festa, ouviram vozes
de jovens chegando ao local. Vestiram o biquíni e a bermuda rapidamente. Quando
viram uns 10 jovens chegando, foram embora. Não dava para ficar ali com tantas
testemunhas!
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