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(escrito por
Kaplan)
- Tio, o lance é o seguinte. Eu e a Célia estamos num love muito legal,
mas aqui tá difícil da gente ficar algumas horas juntas. Queria te fazer uma
proposta indecente: leva a gente lá no sitio?
Quem me fazia essa proposta era Paulinha, minha sobrinha. Estávamos numa
praça, sentados num banco quando ela me fez a pergunta.
- Mas por que você não vai com ela? Sabe o caminho, tem carro...
- Já ouviu falar de pais desconfiados? Pois é, meus pais andam
desconfiados de tantos telefonemas que ela me dá e eu prá ela, das muitas
visitas que ela me faz... ai eu pensei que se você falasse que estava querendo
ir lá e fazer algumas fotos, sei lá, eles não criariam caso de eu ir junto. Só
que, no caminho, a gente pegaria a Célia para irmos as duas...
- Você sabe me arrumar encrenca, hem Paulinha?
- Por favor, tio... juro que será a única vez que te peço isso.
- E eu terei alguma recompensa por esse trabalho perigosíssimo?
- Chantagista!
- Com certeza sou!
- O que você quer em troca?
- Posso ver?
- Sem ela saber, tá? Se a gente ficar na piscina você poderá ver lá do
quarto dos meus pais, como, aliás, você já fez em outras ocasiões. Mas se
formos para o quarto, aí, por favor, não deixe ela perceber que você estará
vendo. Ela vai acabar comigo se isso acontecer.
- Pode deixar, prometo que saberei me comportar.
Então telefonei para a irmã da Meg, disse que estava querendo aproveitar
os belos dias de sol para fotografar flores e ela não se opôs. Perguntei se a
Paulinha podia ir junto, ela disse que sim, seria ótimo, pois ela andava de
muito papo com uma amiga e ficar longe dela seria muito bom. Suei frio. Se ela
ou o marido descobrissem o que estava sendo tramado acho que eu seria
excomungado.
A Célia é uma morena encantadora. Ela e a Paulinha já haviam passado uma
noite em meu apartamento e eu me excitei só de ouvir os beijos e chupadas que
elas se davam. Fizemos como a Paulinha havia sugerido. Fui até a casa dela, com
a bolsa de equipamentos fotográficos bem à vista, a Paulinha, toda sorridente,
já desceu de shortinho e camiseta, o coração aos pulos.
Saímos em direção à residência da Célia.
- Não gosto do que estou fazendo, sabe, tio? Mentir para meus pais é o
fim da picada. Mas você já imaginou o escândalo que vai ser se eles souberem
que além do meu namorido eu tenho uma namorada? Me expulsarão de casa, com
certeza!
- Claro que não vão fazer isso Paulinha. Vai ser um escândalo mesmo, mas
não vão te expulsar. E se expulsarem, você vem morar comigo...
- Nossa... já imaginou? Um namorido, uma namorada e um tio taradinho...
minha xoxota vai virar o quê?
Não deu para comentar. Tinhamos chegado e Célia já nos esperava no
passeio. Entrou, sentou-se no banco de trás, me deu um tapinha no ombro e um
beijo na Paulinha.
- Tio, você se incomoda se eu for lá para trás com a Célia?
- Nem pense nisso... vocês vão ficar fazendo coisas, vão me distrair e
vou acabar batendo o carro. Nem pensar. Sosseguem o facho, vão ter muitas horas
para se divertirem!
Elas riram muito e Paulinha, despistadamente, colocou a mão em meu pau.
Claro que o sentiu duro, como não estaria? Me beijou o rosto e agradeceu mais
uma vez o que eu estava fazendo.
Chegamos ao sítio. Entrei e fui direto para o quarto do casal, o que
dava visão da piscina. Como as cortinas já estavam fechadas, apenas abri um
pouquinho, o suficiente para que eu pudesse ver o que se passava por lá. E vi
as duas, ainda de roupa, estendendo uma grande toalha na grama e levando para
lá uma cesta de frutas. A Célia na mesma hora pegou uma banana, descascou e deu
pra Paulinha comer.
Paulinha não apenas comeu, chupou a banana como se estivesse chupando um
pau. E o meu já endureceu só de ver. Célia comeu um figo e notei que as duas
conversavam baixinho. E logo esqueceram das frutas e começou o show que eu
tanto queria assistir.
Célia começou a beijar o ombro da Paulinha e do ombro passou para a
boca. Eram beijos suaves, demorados, carinhosos, com as mãos pegando nos
cabelos. E não demorou muito para que ela colocasse Paulinha deitada e
começasse a tirar o shortinho dela. Tirou sua roupa também, ficando só de
calcinha. Que belo corpo tinha a Célia! Era alta, esguia, magra, com seios de
tamanho médio, uma bunda de uns 86cm, muito bem feita. Um pedaço de bom
caminho! Claro que Paulinha não ficava atrás, mas tinha seios um pouco menores
e a bunda parecia ser do mesmo tamanho. Duas gatas se amando!
E começaram logo por um 69 que me deixou alucinado. As línguas entravam
nas xotinhas e os corpos davam pinotes, demonstrando o prazer que as duas
sentiam.
A chupação continuou, mas a Célia comandava tudo e ela é que estava
chupando a Paulinha que quase se revirava na toalha. De vez em quando ela olhava
para a janela, e via que eu estava lá, observando mesmo. Mal sabia ela a
punheta que eu batia vendo aquilo!
E quando a Paulinha já estava descabelada de prazer, ela passou a chupar
a bucetinha da amiga. O frenesi não parava e logo Paulinha estava deitada por
cima da Célia e sua xoxota esfregava-se na dela, e as bocas continuavam a se
encontrar em longos beijos. Maravilhoso espetáculo!
Paulinha saiu de cima de Célia, ficaram deitadas lado a lado,
conversando, rindo, e as mãos percorriam os corpos, paravam nos seios, e os
beijos continuavam. Pude ver, então, a xotinha da Célia, com um triângulo de
pelinhos. Dava vontade de chupar, realmente!
Logo saíram da toalha. Pensei que ia perder meu espetáculo, mas não.
Elas foram até as espreguiçadeiras, ainda dentro do meu campo de visão. Vi
Paulinha se ajoelhando em cima de uma, bem de frente para mim e a Célia
ajoelhando-se no chão, beijando-lhe os seios e agora era a mão dela que
mergulhava dentro da xotinha de minha sobrinha.
Célia também se ajoelhou em cima da espreguiçadeira e eu pude ver,
porque ela estava com a bundinha exatamente virada para o quarto onde eu
estava, eu pude ver os dedos da Paulinha entrando na xotinha dela. Olhos
fechados, ela gemeu e deu para eu ouvir, ainda que bem baixinho o gemido dela.

E ainda continuaram por um bom tempo com os beijos, os amassos, as
chupadas e os dedos entrando e saindo das xotinhas. Até que deram um longo
beijo, se vestiram e entraram. Logo a Paulinha batia na porta do quarto,
falando que já podíamos ir embora.
Abri a porta. Ela estava sozinha, a Célia tinha ficado no andar de
baixo.
- Que espetáculo, Paulinha! Maravilhoso!
- Deixa para falar isso depois, vamos embora.
- Calma... esqueceu que eu vim aqui para fotografar flores? Preciso
tirar algumas fotos, imagina se ao chegarmos sua mãe pede para ver...
- É verdade. Vamos lá prá baixo, então.
Com a maior rapidez do mundo eu tirei umas 30 fotos das flores que
enfeitavam o jardim do sítio. Só então retornamos. Deixei a Célia em casa e fui
levar Paulinha.
- Tio, essa garota está acabando comigo. Que loucura, meu Deus!
- Eu vi, ela sabe das coisas, você gozou umas duas vezes, não foi?
- Foi sim. Bom demais!
- E aí, Paulinha? Como vai ficar essa situação?
- Só dura mais um mês, tio, ela vai fazer intercâmbio na Austrália. Quer
porque quer que eu vá, mas eu acho que não. Se ela voltar, daqui a um ano, a
gente pensa no assunto!
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