Sobrinhas safadas, tios desprevenidos... receita para algo de bom!
(escrito por
Kaplan)
Há coisas que quando acontecem com a gente pela primeira vez, costumam
nos deixar embasbacados. Principalmente me refiro a pessoas de gerações diferentes.
Como são diversas as formas de se encarar uma situação!
O que quero relatar aqui não aconteceu comigo, mas com um amigo que já
passou dos 50, o Álvaro. Aposentado recentemente, aplicou suas economias em um
sítio e mora lá, deu uma guinada de 180° em sua vida. Raramente vem à cidade.
Mora lá, sozinho, pois é viúvo. Como fez uma casa legal, de bom tamanho, recebe
a visita de irmãos e irmãs que levam os filhos e filhas. Uma dessas filhas de
uma sua irmã, portanto, uma sobrinha dele, Júnia, 19 aninhos, corpo
maravilhoso, esteve passando alguns dias de suas férias lá.
Ele não viu problemas em tê-la em seu sítio, assim como os pais dela
também não. Porém, ninguém podia imaginar o que aconteceu. Ele foi o primeiro a
não acreditar, apesar de ter sido o participante da história. O que aconteceu
ele guardou dentro dele, e o estava sufocando, assim, quando eu estive lá para
conhecer o sítio, ele acabou desabafando comigo.
Disse que ela chegou, ele a recebeu com a alegria de sempre, mostrou a
ela o quarto em que ela iria dormir. Havia uma empregada que fazia a limpeza e
as refeições, mas não dormia lá. Depois do almoço, logo no primeiro dia, ele
foi para o quarto e deu uma cochilada. Quando acordou, não viu a sobrinha.
Perguntou à Maria onde ela tinha ido.
- Ela me falou que ia lá pras margens do córrego, queria tomar sol.
- Vou lá ver se está tudo bem.

É o tal negócio, nem sempre os tios
olham as sobrinhas como mulheres. Não percebem como elas crescem e se
transformam em belas mulheres, com seios, xoxotas e tudo o mais. E ele ficou
boquiaberto quando viu os seios da Junia.
E ao pisar em grama seca, ela abriu os olhos, assustada, ajoelhou-se e
tentou proteger os seios, pois ainda não havia percebido que era o tio que
estava ali. Ouvira o barulho, vira um vulto, e sem saber quem era, sua primeira
reação foi tentar protegê-los. Quando viu que era o tio, ficou mais tranquila e
abaixou o braço. Aí que o tio pôde ver com mais clareza a maravilha dos dois
peitinhos dela.
- Desculpe, Junia. A Maria me disse que você tinha vindo por esses lados
e eu só vim ver se estava tudo bem. Não sabia que você estava assim. Já estou
voltando, pode continuar tomando seu solzinho.
Pois é... aí é que está a grande diferença. Enquanto o tio se preocupava
por ter visto os seios da sobrinha, ela sorria, vendo que ele não conseguia esconder
o volume dentro da calça. Para ela era muito simples: o tio se excitara vendo-a
seminua. E do alto de seus 19 anos, Júnia já tinha percorrido uma longa estrada
de transas para saber que a excitação dele podia ter um significado mais
interessante para ela.
- Não vá, tio. Por favor, fique aqui. Eu não me incomodo de você ter me
visto. Só levei susto porque ouvi um barulho e não sabia quem era. Agora que
sei que era você, está tudo bem. Aliás, está ótimo, sabe porque? Estou afim de
nadar pelada, mas estava com receio. Com você aqui eu fico mais tranquila. Se
incomoda se eu nadar?
Gaguejando, sem saber bem o que dizia, o tio concordou com ela,
sentou-se e ficou aguardando. E viu a sobrinha tirar a calcinha, sempre olhando
para ele e sorrindo. Ele não sabia o que fazer. Não sabia se olhava para o
lado, mas não conseguia. Vendo aquele corpaço da sobrinha desnudar-se à sua
frente, ele se excitava. Ainda mais vendo o sorriso dela, parecia que ela o
estava provocando. Ele não sabia o que fazer, mas seu pau sabia, estava a ponto
de estourar a calça dele de tão duro.
Ela foi andando em direção ao córrego, entrou, nadou por alguns minutos.
Olhava de soslaio para o tio e sorria intimamente ao ver o estado de confusão
em que ele estava. Para provocar ainda mais, ela saiu da água, caminhou até
onde ele estava e pediu que ele pegasse a toalha na sacola.
- Me enxuga, tio?
Ficou de costas para ele, com o corpo brilhando pelo reflexo do sol nas
gotas d’água que escorriam de seu corpo. Tremendo, o Álvaro fez o que ela
pediu, enxugou-a, pelas costas, depois ela se virou e fechou os olhos, ele
enxugou os seios, a barriguinha e a xotinha, toda depilada. Ao toque da mão
dele, ela deixou escapar um gemido, o que o assustou mais ainda. Terminou logo
de enxugar as pernas dela, disse que precisava de voltar.
- Vou com você, tio, já tomei sol o suficiente.
Foram juntos, em silêncio. Ele não sabia o que pensar. Ela pensava como
fazer para conseguir seduzir o tio. Chegaram na casa, Maria os esperava. Já
havia feito o jantar, o café, biscoitos, o almoço do domingo (pois ela não
trabalhava aos domingos). Deu um tchau e foi-se embora, deixando os dois
sozinhos. O tormento para o tio, a alegria para a sobrinha.
Tentou evitá-la o máximo que pôde. Mas cometeu um erro fatal. Força do
hábito, quando foi deitar, não trancou a porta. E foi por ela que a sobrinha
entrou, algum tempo depois. Ele estava quase dormindo quando viu a claridade do
corredor entrar em seu quarto, vislumbrou o vulto dela na porta. Estremeceu.
Teve a nítida certeza de que ia rolar alguma coisa. Ela estava de shortinho e
blusa.
Viu-a chegando em sua cama, subindo nela, vagarosamente, tirar o lençol
com que ele se cobria, puxar devagar mas decididamente a calça do pijama. O pau
dele estava mole, adormecido, mas ela o pegou e fez-lhe um boquete que o deixou
rígido em alguns segundos.
- Júnia... o que você está fazendo, querida?
- Estou fazendo uma coisa que quero muito, tio... por favor, não me
interrompa, deixa eu fazer...
Ele suspirou. Não tinha forças para impedi-la. Viu-a tirando a blusa, o
shortinho, a calcinha. Viu-a tão nua quanto na beira do córrego.
- Fiquei bonita, não fiquei, tio?
- Você está linda, minha querida. Linda!
Ela se inclinou, colocou o pau dele entre os seios e apertou-o, subindo
e descendo com o corpo. Depois de muito friccionar o pau entre os seios, ela o
soltou e sentou-se no pau, cavalgando o tio. Ele continuava estático, seus
braços estendidos na cama, sem ação. Estava vivendo algo em que nem ele
acreditava e não sabia o que fazer.
Depois de cavalgar um tempo, ela deitou-se de bruços na cama, olhou para
ele e falou o óbvio.
- Tio, acorde! Você já me comeu, totalmente sem vontade, mas comeu.
Então agora me coma de verdade, participe, me faça gozar!

Comeu-a de cachorrinho, depois num belo papai-e-mamãe e quando viu que
ela gozara, tirou o pau, colocou-o de novo entre os seios dela, e foi ali que
ele gozou.
Ela estava feliz, ele começou a ficar, mas ainda com um tremendo
complexo de culpa. Conversaram muito no domingo e ela conseguiu transar com ele
mais duas vezes. Na segunda e na terça, as transas foram dentro do córrego. Na
quarta ela voltou, prometendo voltar sempre que possível.
Eu queria um tia desse! rs
ResponderExcluirMelgaço