Dizem que gerentes não devem assediar secretárias... mas, e quando são as secretárias que assediam o gerente?
(escrito por
Kaplan)
Naquele belo escritório, muito bem montado, Reginaldo, o gerente,
ocupava uma sala. E tinha duas secretárias, Norma e Marilene, que ficavam na
ante-sala. Uma mais voltada para atender os telefones, digitar
correspondências, a outra ocupando-se dos “números”: pagamentos, recebimentos,
folhas de pagamento, contabilidade.
As duas eram grandes amigas, aliás, Marilene estava trabalhando ali por
indicação de Norma, elas haviam sido colegas no colegial e quando Marilene, que
era contadora, precisou de emprego, foi Norma quem a indicou para o Reginaldo.
Ele aprovou e agora as duas trabalhavam juntas.

Quando ele estava ausente, os papos das duas eram sempre os mesmos. Como
fazer ele se interessar por elas ou por uma delas?
Um dia a Marilene teve uma ideia e a expôs para a amiga:
- Norminha, lembra de uma coisa que fizemos no colégio e deixamos aquele
nosso colega louco de tesão?
- Cruzes, Marilene... aquilo foi coisa de adolescente... foi legal,
engraçado, mas não penso em te beijar de novo!
- Você não está me entendendo... estou falando que se fizemos naquela
época e deixamos um colega louco, porque não fazermos na frente do Reginaldo?
Eu sei que os homens ficam loucos quando veem duas mulheres se beijando,
transando... Podíamos tentar, se der certo a gente o ganha, se der errado, as
duas perdemos o emprego...
- Acho que perderemos o emprego...
- Vamos tentar? Se não der certo, pelo menos a gente se beijou e vou te
confessar que eu gostei muito de te beijar no colégio... tenho certeza de que
vou gostar de novo! E não venha me falar que não gostou, porque eu sei que
gostou... até me beijou depois de novo, lembra?
- Eu sei, Marilene... mas depois daquilo eu me propus ser bem hetero...
- Eu não, já assumi meu lado bi desde aquela época... e vou te
confessar... esta conversa está me deixando com tesão... estou louca para te
beijar de novo...
- Eu também... estou me sentindo molhadinha... você é uma praga, mesmo!
As duas gargalharam e a Marilene não perdeu a chance... foi até a mesa
da amiga e lascou-lhe um belo e demorado beijo na boca. Arrepiada da cabeça aos
pés, Norma retribuiu. Estava enlouquecida. Foi salva pelo telefone tocando. Era
um cliente pedindo para agendar uma conversa com o gerente. Anotou e desligou,
olhando apavorada para Marilene.
- Será que eu sou bi também?
- Claro que é... vai dizer que não gostou...
- Adorei... mas vamos nos comportar... daqui a pouco o chefe chega e não
vai gostar de nos ver assim.
- Pois eu tenho a certeza de que ele vai ficar doidão.
- Vamos pensar com mais calma, depois a gente vê isso...
Marilene voltou para sua mesa, meio inconformada com a resistência da
Norma. E resolveu que iria agir por conta própria.
E a chance veio na hora da saída. Norma ainda estava digitando alguma coisa
que o chefe pedira, ele estava ali ao lado dela esperando, quando a Marilene
levantou-se, disse que já estava de saída e foi se despedir da Norma. Abaixou o
rosto, segurou o rosto da amiga e mandou brasa em outro demorado beijo. Norma
tentou se afastar, mas não conseguiu e o beijo prolongado continuou. Ao retirar
os lábios dos lábios da amiga, Marilene deu uma olhada rápida para a calça do
Reginaldo e viu que ele ficara excitado. Está no papo, pensou ela.
Ficou aquele silencio constrangedor, o Reginaldo olhando para as duas, a
Norma sem saber o que fazer e a Marilene esperando alguma coisa que ela não
sabia bem o que seria.
- Vocês duas são lésbicas? – foi a pergunta que o gerente fez, assim que
saiu do torpor inicial.
- Não, não somos. Eu fiz isso sem a Norma saber, eu só queria saber se o
senhor ia ficar excitado quando nos visse nesse beijo. E eu vi que ficou.
Ele tentou negar, mas ela pegou no pau dele e falou:
- Se não ficou, o senhor quer dizer que anda sempre com esse pau duro? O
tempo todo?
- Bem, está certo, fiquei sim. É uma cena muito bonita duas mulheres se
beijando. Mas qual a razão de vocês me mostrarem esse beijo?
- Saber se o senhor quer ver mais do que um beijo, e saber se o senhor
nos quer não apenas como secretárias...
E como a cartada já tinha sido jogada, ela abriu a braguilha dele,
colocou o pau dele para fora e o ofereceu à Norma, que, mal refeita do susto,
quando viu o pauzão na sua frente, não teve dúvidas, colocou-o na boca e fez um
belo boquete.
Pensava: provavelmente serei demitida, mas já que chegamos a esse
ponto, vou aproveitar um pouco!
Marilene suspendeu a saia, sentou-se na mesa e ficou apreciando o
boquete. Gostou quando o Reginaldo abraçou-a e beijou-a. Falou baixinho ao
ouvido dele para ele colocar a Norma na mesa e come-la primeiro. O Reginaldo
obedeceu. Levantou a Norma, colocou-a deitada na mesa, levantou a saia dela,
tirou a calcinha e meteu. Marilene tirou a calcinha também, ficou próxima à
cabeça da Norma, levantou a perna, colocando o pé em cima da mesa e levou sua
buceta até a boca da amiga.
Norma nunca tinha chupado a amiga, mas feliz da vida com o pau do
Reginaldo dentro de si, aprendeu na hora como se fazia, começou a chupar,
gostou, chupou bastante e o Reginaldo quase enlouqueceu vendo aquilo. Meteu com
muita força, sacudindo o corpo dela e fazendo com que ela gozasse, gemendo bem
alto.
Então foi a vez da Marilene agir. Tirou a roupa toda e foi chupar o pau
do gerente. Com o rabo do olho viu a Norma também se despir por inteiro. E
quando ela ficou deitada com a bucetinha bem perto da borda da mesa e recebeu o
pau do Reginaldo dentro de si, teve a surpresa de ver Norma subir na mesa e
levar sua xoxota para ser chupada também. Que adorável mudança havia se operado
na Norma... estava agora consciente de sua bissexualidade e Marilene tinha
certeza de que muita coisa iria rolar entre as duas a partir daquele dia. Mas,
por ora, vamos aproveitar o belo cacete do chefe, que continuava metendo sem
parar. Até ela gozar também.
As duas se admiraram do fato de que ele não gozara.
Encostaram o Reginaldo na mesa, a Marilene ficou em pé ao seu lado
beijando-o e segurando o pau dele. A Norma sentou-se no chão e colocou o pau
dele em sua boca. Chupado por uma e punhetado pela outra, o Reginaldo se rendeu
e gozou. Na boca da Norma que, em seguida, foi beijada pela Marilene, que
queria experimentar o gostoso leite do chefe.
Daquele dia em diante, os encontros sexuais dos três se tornaram
rotineiros. Não no escritório, foi uma exigência dele. Optaram pelo apartamento
da Norma, que morava sozinha. Pelo menos uma vez por semana eles se encontravam
lá e depois que o Reginaldo ia embora, a Marilene ficava, para noitadas
incríveis com a amiga.
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