Oitavo
dia – segunda, dia 20 –
Começar uma semana sem a presença do violeiro foi muito bom.
As garotas estavam tranquilas porque nenhuma delas seria massacrada com aquele
pau gigantesco.
Perguntei ao Giovani porque eles não o dispensavam. E a
resposta foi clara:
- Não podemos. Já imaginou se ele fica puto e espalha sobre o
que acontece aqui?
- É mesmo... seria uma tragédia.
- Com certeza, como eu poderia transar com você, por exemplo,
se o país inteiro soubesse disso?
- Senti uma leve insinuação...
- Gostei mesmo de trepar com você. Se quiser, podemos começar
algo agora...
- Acho que vou acabar virando gay de verdade... vamos lá!
Fomos para o quarto dele. Falou para eu deitar, deitei de
bruços e ele sentou em minha bunda e começou a fazer uma massagem em minhas
costas. E eu sentindo o pau dele me encostando...
Até que ele saiu de cima de mim, mas ficou deitado e pediu
para eu sentar nele.
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Lá é bom, mas a gente sofre... |
Sentei e o pau entrou. Já nem doía mais como das primeiras
vezes. Eu não estava me reconhecendo!
E tome vara... ele não parava de bombar e foi levantando meu
corpo até eu ficar de quatro, tudo sem ele tirar o pau de dentro do meu cu. E
ainda me deu uns tapas na bunda, o atrevido!
Senti ele acelerando as bombadas e gozou. Na camisinha, bem
entendido.
- Ai, foi bom demais... deixa eu te chupar agora.
E me chupou, fez meu pau ficar duro, colocou a camisinha em
mim e ficou de quatro. Também queria dar.
Tratei de comer com o máximo de firmeza, como ele havia me
comido, e meti até gozar também.
- Muito bem, doutor Giovani. Agora você está proibido de me
comer pelo resto da semana.
Ele deu uma gargalhada.
- Duvido que você vai aguentar!
Saí de lá rindo, no exato momento em que Lourdinha e Gustavo
chegavam, pensando que o quarto estaria vago.
- Ei, Giovani, sai daí, tem uma senhora querendo te colocar
chifres, na sua cama!
Risadas generalizadas. Mas ele saiu e os dois entraram,
deixando a porta aberta. Ninguém ligava pra isso mesmo. Que mal poderia haver
se alguém passasse e visse?
E ela ainda brincou:
- Se quiserem ver, tudo bem, mas nada de entrar! De vocês eu
cuido depois, mais tarde, amanhã, semana que vem... mas hoje este menino é só
meu!
Topei o desafio de ficar vendo, mas notei que o Gustavo ficou
meio constrangido, então desapareci da vista dele, mas continuei vendo pela
fresta da porta.
E vi Lourdinha jogando ele na cama, toda poderosa, e caindo
de boca no pau do rapaz. Como ela chupou! Quase desisti de ver o resto, de
tanto que ela demorou chupando-o.
Passaram para um 69 que depois virou cavalgada.
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Ela era PHD em sexo... |
Ela ainda virou o corpo, ficando de frente pra ele, descendo
até os seios ficarem na boca do Gustavo, que mamou bonito, arrancando belos
gemidos dela.
E depois foi de cachorrinho que ela foi comida até gozar. E o
Gustavo tirou a camisinha e bateu uma punheta, gozando nos seios dela.
Ver tudo isso me obrigava a correr ao quarto e anotar tudo
num caderno, já pensando como iria contar isso a meus leitores e leitoras.
Fui tomar um copo de água e encontro Cecília e Margareth
atracadas.
Elas me viram e a sobrinha comentou que estava com muitas
saudades da amiga, e tinha ido visitá-la justo na cozinha, local onde todo
mundo passava!
- Não tenho culpa de estarmos aqui, tio. Fui procurá-la e ela
estava aqui. E a saudade era muita, nem deu tempo de irmos a outro lugar.
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Ela estava na cozinha... foi pega lá! |
Depois fiquei sabendo que tinha sido daquele jeito mesmo.
Cecilia foi chegando e juntando os panos da amiga. Foi quando eu cheguei. Em
vez de água, peguei uma cerveja na geladeira e fiquei sentado esperando e
vendo. Elas riram do meu voyeurismo, mas não se incomodaram.
Lá estava a Cecilia agachada atrás da amiga, lambendo sua
bunda, beijando suas coxas. E Margareth não aguentou, virou o corpo e as duas
se abraçaram, se beijaram e em vez das bundas, foram os seios que foram
tocados, beijados, mamados.
E eu ficava só apreciando a beleza dos dois corpos. Cecilia loura
magra, delgada, seios pequenos. Margareth morena, mais cheiinha, seios médios.
E foi Cecilia a primeira a deitar na mesa e a ter a xotinha
chupada pela amiga. Gemidos foram ouvidos. Línguas poderosas tinham as mulheres
que estavam naquela casa!
- Tio, como eu gosto dessa criatura me chupando... ela me faz
gozar só com a língua!
De fato, ela mal conseguia ficar deitada, sua bunda erguia-se
da mesa, obrigando Margareth a levantar o corpo para continuar chupando.
- Agora é minha vez, amiga. Deixa eu te dar prazer, deita
aqui.
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Elas se gostavam muito! |
Trocaram de lugares, mas a Margareth preferiu ficar de quatro
e Cecilia quase enfiava o nariz no cuzinho dela para poder chupar a xotinha,
assim, por trás.
E ainda tive o prazer de ver um pepino ser lavado e penetrado
nas duas xotinhas. Coisa de louco! Maravilha!
Espetáculo que nem todo mundo
consegue assistir!
Levantei e fui pra piscina. Precisava me refrescar!
Não podia ficar no quarto porque vi que Denise e Paulinha
estavam lá, conversando bastante, rindo e imaginei que iriam partir para outras
coisas. Se tivesse ficado espionando, acho que gostaria muito de ter visto. Só
fiquei sabendo por elas quando as encontrei, cerca de uma hora depois, na cama,
esgotadas!
Simplesmente elas estavam comentando sobre o pau do violeiro.
- Denise, você já tinha visto algum
parecido? Eu levei um susto quando vi o cara pelado.
- Nunca. Tudo bem que não conheci
dezenas, como vocês. Conheci pequenos, médios e grandes. Mas o dele parece o de
um jumento. Que coisa. Machuca!
- Eu também penso assim. Poxa, nossas
xotinhas tão lindas serem massacradas por um pau daqueles... ninguém merece.
- Vou te mostrar uma coisa.
Denise levantou, foi até a mala, abriu-a e tirou um consolo
dos considerados enormes. Tinha 23cm. Mostrou a Paulinha, que pegou admirada.
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Mas é maravilhoso!!! |
- Você usa isso?
- Ando precisando não, mas...
- Denise, este é grande, eu já
conheci alguns próximos a isso. Mas o do violeiro ultrapassa em tamanho e em
envergadura.
- Ultrapassa sim. Muito.
E das conversas e das pegadas, elas foram ficando “acesas” e
Denise não resistiu a pegar nos peitinhos da Paulinha e acariciá-los. Recebeu
um olhar terno e fez um sinal de que também tinha seios. O sorriso da Paulinha
mostrou que ela entendeu o sinal, pegou nos seios da Denise e também ficou
acariciando-os. E os beijos começaram...
A grande vantagem do lugar onde estávamos é que ninguém
perdia tempo para tirar as roupas, elas nem eram vestidas! E com as duas nuas,
depois dos beijos vieram as novas carícias, mãos nas xotinhas, apertos nas
bundinhas. E Denise deu uma chupada muito boa na Paulinha, sentada na cama. E
falou que ia dar um presente a ela. O presente? O consolo, que ela foi enfiando
lentamente na Paulinha, que esfregava o grelinho para facilitar a entrada.
Entrou melhor quando ela ficou de quatro, ganhou novas
lambidas e aí Denise conseguiu fazer com que entrasse tudo. Depois de socar
bastante, ela tirou.
- Quer ser comida por mim?
- Este é o plano...
Então Paulinha devolveu as carícias. Chupou bastante a
xotinha da Denise e depois enfiou o pau e socou. Gemidos e mais gemidos. Prazer
sem conta.
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Como eu gostava de ver as duas!!! |
Uma série de novos e demorados beijos encerrou a farra, elas
caíram deitadas na cama, foi quando eu cheguei. Me deu vontade de comer as
duas, mas depois do tamanho do consolo que elas enfiaram, achei que ia passar
vergonha...
Fiquei refletindo que naquela manhã, todas as cinco mulheres
já tinham se envolvido em transas. E dois homens ainda não... Orlando e Murilo.
Onde andariam eles?
Paulinha conseguiu se levantar, Denise continuou deitada e
cochilou e fomos procurar os dois. Não demorou nada encontrá-los, exatamente
como imaginamos: trepando.
Estavam no quarto do Murilo, deitados na cama e se
acariciando. Também ficamos observando, sem que eles nos vissem. E o Orlando
estava todo entusiasmado com a bunda do amigo. Passava a mão, alisava,
beijava... e o Murilo só na dele, vendo o que o Orlando iria fazer.
Não demorou para que uma lambidinha no cu fizesse o Murilo
entender que seria enrabado na sequência. Só ficou de quatro, mas o Orlando o
virou. Queria pegar no pau e chupar primeiro, antes de consumar o ato.
E por incrível que pareça, ele preferiu dar primeiro e comer
depois. A gente só via as duas bundas e o cacete do Murilo entrando e saindo do
cu do Orlando. Paulinha se excitava, pegou minha mão e levou à xotinha para eu
ver como ela estava molhada. Me puxou, me tirou de lá.
-Tio, é muito doido o que eu sinto
quando vejo um homem comendo outro. Posso ver isso não...
- Até nisso você é igual a sua tia
Meg... que impressionante!
E
assim, terminou a manhã. Logo ouvimos o sino tocando, avisando do almoço.
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Almoçar assim tem outro sabor! |
O almoço foi no quintal, aproveitando o bom
tempo. Não havia uma mesa grande, então as pessoas se dividiram em mesas menores
e o almoço transcorreu como sempre: comida boa, muita conversa, muitas risadas.
E o incansável Orlando já sentado ao lado da Denise e passando a mão nas pernas
dela, insinuou que gostaria de tê-la naquela tarde. Ela sorriu e deu um beijo
nele. Concordava...
Após o
almoço, alguns ficaram no sofá, bebendo, conversando e outros resolveram
passear pelo caminho que levava ao lago.
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Vamos ao lago... seu lobo virá? |
Logo, mais pessoas foram caminhar e apenas a Denise e a
Paulinha ficaram na casa. Denise porque o Orlando já tinha dado a cantada e ela
estava a fim; Paulinha porque o Gustavo reclamou que trepara muito pouco com
ela, e ela resolveu cuidar do rapaz... afinal, ele era seu convidado!
Então, caminhando para o lago estávamos eu, Cecilia,
Margareth, Murilo, Lourdinha e Giovani.
Lá chegando, ficamos um pouco a conversar, trocar idéias,
Cecilia como sempre sugerindo mudanças e o Giovani acabou falando que iria
torná-la sócia do empreendimento.
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Pega, mata e come!!! |
A Margareth pegou a Cecilia no colo e deu-lhe
uns beijos e aquilo parece que foi o sinal para o Giovani catar as duas e
procurarem um lugar legal para transarem.
Logo, a Lourdinha sentiu que eu e o Murilo iríamos fazer a
festa com ela...
Os outros estavam à vista. Giovani deitado no chão, Cecilia o
cavalgando e Margareth, ao lado beijando-a, dando os seios para ela mamar, e
beijava a bundinha dela, tirava o pau do Giovani e dava umas chupadas e
devolvia-o para a xotinha...
E depois voltava a beijar a Cecilia, que não pulava, apenas
rebolava no pau do Giovani.
Cecilia levantou, o Giovani também e ficou apreciando as duas
se beijando, mamando uma na outra até que resolveu levar seu pau à boca da
Cecilia que o dividiu com a Margareth. E as duas ficaram chupando e
interrompiam para se beijarem, e a Cecilia colocava a mão na xotinha da
Margareth, que começava a gemer.
O Giovani resolveu comer a Margareth. Não era justo só a
Cecilia ter sido comida. E Margareth também o cavalgou, de costas, e a Cecilia,
como não é boba, ajoelhou com as pernas entre a cabeça dele, que pôde ficar
chupando sua xotinha enquanto era cavalgado.
E ele ainda comeu a Cecilia de novo e depois a Margareth de
novo. Deixou as duas bem satisfeitas e aí o que lhes coube fazer era assistir
ao que eu, o Murilo e a Lourdinha fazíamos ao lado.
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Ela dava conta de todos! |
Tudo começou com ela pegando em nossos paus, fazendo com que
ficassem bem duros e aí, ajoelhada, me chupou por alguns minutos, depois foi
chupar o Murilo e ficou nessa delícia toda um bom tempo. Claro que nem ele nem
eu ficamos só recebendo. Enquanto ela chupava um, o outro fazia carícias nos
seios dela, levava a mão à xotinha, cutucava.
Depois ela deitou, apoiando a bunda em suas mãos, eu me
ajoelhei entre as pernas dela e dei-lhe uma boa chupada. Ela não ficava parada,
o Murilo estava com o pau em sua boca e ela chupava gostosamente.
Chegou a hora de ser comida... Eu sentei, ela ficou de
quatro, me chupando, e o Murilo, também ajoelhado, metia na xotinha, bombando
forte. Eu sentia a força porque ela estava com a boca em meu pau e ambos éramos
sacudidos. Acabei optando por mamar nos belos seios dela enquanto ela era
bombardeada pelo Murilo.
Quando o Murilo parou, foi a minha vez de sentar e ela me
cavalgar. E ela gozou. Também, depois de tantas metidas... e resolveu que
queria nos chupar de novo. Entendemos, ela queria que a gente gozasse ou na
boca ou nos seios dela. E foi isso que aconteceu.
Ouvimos os outros nos aplaudindo. Risadas de todos os lados.
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Uma delícia nadar todos pelados... |
Fomos nadar no lago. Sempre uma boa pedida.
Voltamos bem tarde, pois nadar e depois ficar trocando idéias
são coisas que demoram. E com tanta chuva como estava acontecendo, nada melhor
que aproveitar todos os momentos disponíveis ao ar livre!
Enquanto isso, na casa, quem ficou também trepou.
Paulinha já estava liberada, arrumando coisas no quarto,
quando chegamos e foi a primeira a me colocar a par do que tinha rolado.
- A gente estava lá no
sofá e o Gustavo me falou para irmos na salinha da hidro. Já fui sorrindo de
pensar o que iria acontecer lá.
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Ele ia resistir a isso? Nunca!!! |
Tratamos de encher a banheira e
mergulhei no meio das espumas e fiquei provocando o Gustavo, fingindo que
estava me masturbando, então ele entrou e tirou minha mão de lá e enfiou a
dele, aliás, enfiou dois dedos e ficou me cutucando sem parar. Quase pirei,
estava muito bom!
E o pau dele já estava tinindo, então
não tive outra coisa a fazer a não se um belo boquete. Que gostoso que é chupar
um pau todo molhado... e ele adorou que de vez em quando eu tirava a boca e
ficava batendo, de leve, o pau dele em minhas bochechas. E aí voltava ao
boquete.
E parece que ficar com as partes
molhadas é bom mesmo, porque ele começou a me chupar e não parava mais, eu via
a hora que gozaria ali dentro da banheira.
Comecei a cavalgar, mas tivemos de
sair. O que a gente estava jogando de água pra fora da banheira não estava no
gibi, tive de cavalgar no seco. De qualquer forma, bom demais. E ele me fez
ficar de costas, com o corpo praticamente deitado e ele é que metia, em vez de
eu pular. O rapaz sabe das coisas...
Saímos de lá, olhamos, ninguém na
casa, a Denise devia estar no quarto, então terminamos a trepada no sofá.
Sentei, ele ajoelhou e meteu firme. Como gemi! A Denise deve ter escutado.
E ainda me comeu no dogstyle. Gente,
eu não poderia ter escolhido melhor companhia para trazer aqui. Já tinha gozado
e ele continuava metendo até que deve ter percebido que estava quase gozando
também, me virou e enfiou o pau em minha boca. Foi na hora certíssima: foi
enfiando e eu sentindo o leitinho descendo. Que gostosura!
Aí fomos pro quarto e ficamos
deitados, acabou que eu dei uma cochilada, não sei se ele também. Quando
acordei e fui procurá-lo, vi que ele estava enxugando o chão da salinha da
hidro. Não é fofo?
E Denise me contou como foi a transa com o Orlando.
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Ele queria, mas eu também!!! |
- Bem, eu já sabia da vontade dele
desde a hora do almoço. Então fui pra cama, me deitei já pronta para recebê-lo,
pernas abertas, bem pornô! Ele entrou no quarto, viu e não quis saber de mais
nada, pulou na cama e foi lamber minha xotinha, estava ali toda oferecida, né?
Depois eu o chupei. E cavalguei, e
fizemos de frango assado e cavalguei de novo, por muito tempo, até fiquei com
as pernas cansadas.
E evidentemente, como era o
Orlando...
- Já sei, comeu seu cuzinho.
- Claro. Ele não se contenta só com
os cus masculinos, quer o de todas nós também!
Após toda a farra da tarde, nada como ficarmos na piscina,
esperando a hora do lanche e, principalmente, o que a Cecilia tinha imaginado.
Esqueci de falar que, na hora do almoço, ela disse que era para as mulheres bolarem
uma fantasia qualquer, porque teriam de estar fantasiadas à noite. Nunca vi o
mulherio tão aflito à procura de qualquer pedaço de pano para inventar uma
fantasia. Até nós ficamos curiosos e procuramos ajudar, na medida do possível.
Não foi fácil!
Quando a noite chegou, Cecilia me chamou e disse que eu iria
dirigir a brincadeira. Me explicou direitinho e eu, então, reuni o grupo
masculino.
- Homens do meu Brasil varonil, todos aqui no sofá. Teremos
agora um belo desfile de fantasias e os senhores serão os jurados. Vocês
escolherão a Rainha da Noite. Em caso de empate eu darei o voto de Minerva.
Vamos chamar, primeiramente, as donas da casa, Lourdinha e Margareth que, além
de desfilar para os jurados, terão de explicar a sua fantasia.
Aplausos e então as duas entraram na sala.
Lourdinha:
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E esta, então! Nota 10! |
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Pobre, mas que delícia! |
- Minha fantasia, extremamente pobre, é de uma havaiana.
Sabe, aquelas moças que ficam com colares esperando os turistas para dar boas
vindas. Evidente que faltam alguns adereços, mas como aqui não os temos...
apresento a versão brasileira das havaianas.
Margareth:
- A Lourdinha já falou tudo sobre a ausência de bons
materiais para se fazer uma fantasia em menos de 12 horas... enfim, peguei este
pano que eu tinha comprado há tempos e improvisei esta fantasia de mulher das
mil e uma noites. Espero que tenham gostado, apesar de eu não estar mostrando
meus dotes físicos, tampados que estão por este pano.
Aplausos e mais aplausos.
Retomei a direção.
- Muito bem, agora, por uma questão de idade, temos a nossa
ilustre coroa, Denise, e após, entrarão para nosso deleite, as duas novinhas,
com apenas 29 anos, Cecilia e Paulinha.
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Tampou... mas gostamos! |
Denise entrou exibindo uma fantasia também improvisada.
Fez um desfile que nem uma maneca, mostrando sua barriguinha
e suas pernocas gostosas.
Denise:
- Nem vou falar do improviso, porque as duas candidatas que
me antecederam já explicaram a razão. Minha fantasia eu nem sei do que se
trata, mas posso dizer que é carnavalesca, porque no último carnaval eu estava
com algo bem parecido. Gostaram?
Aplausos e então chamei as duas últimas, Paulinha e Cecilia.
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Mas isso era um pavão??? |
Após desfilarem, e como eram bem safadinhas, foram as que
mais exibiram seus corpos, explicaram:
Cecília:
- Não pensem que, por estar cheia de penas das galinhas, eu
esteja me fantasiando de galinha. Claro que não, estou bem acima disso. Tentei
fazer um pavão... deu pra entender?
Definitivamente ninguém entendeu. Mas aplaudiram e o Giovani
comentou que ela tinha sido muito ética, porque, como havia pensado o desfile
de fantasia, poderia ter trazido algo diferente, mas ficou na mesma situação
das quatro, tendo de improvisar com o que tinha à mão.
Paulinha:
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Outra havaiana... é... |
- Foi difícil mesmo. A única coisa que achei aqui foi
justamente no armário da Margareth que franqueou para que eu pudesse encontrar
algo. Não tenho um título, mesmo porque a minha ideia de ser uma havaiana foi
melhor executada pela Lourdinha.
Mais aplausos.
- Pois bem, depois de termos presenciado nossas beldades
fantasiadas e desfilando, agora vem a parte mais importante. O júri terá de
escolher a melhor fantasia, pois haverá um belo prêmio para ela. Ninguém
precisa falar como na televisão, que todas mereciam, sabemos que merecem,
tratem de colocar apenas o nome daquela que acham e eu irei verificar os votos.
Eu sabia que não seria difícil a escolha. Eu tinha certeza
que a fantasia da Margareth tinha sido a melhor e eu daria o voto para ela,
caso tivesse de dar o voto de Minerva. Mas não foi preciso, por unanimidade ela
foi a vitoriosa.
Pulando de alegria, ela perguntou qual seria o prêmio.
- O prêmio, minha cara, é que você vai passar a noite com os
cinco homens da casa!
Ela ficou boquiaberta, olhou para a Cecilia e disse que não
estava acreditando que o prêmio seria esse. Cecilia ria, as demais também riam
e ela não teve como escapar, porque o marido dela, o Orlando foi o primeiro a
agarrá-la e levá-la para o quarto, nos chamando.
Entramos e vimos que ela estava em pé, ele sentado, passando
a mão na bunda dela, elogiando e comentando conosco como era deliciosa. Como se
nós não soubéssemos.
Ele fez questão de ser o primeiro a ser chupado por ela. Mas
ela chupou todos, fizemos um pequeno circulo em volta dela e ela foi chupando,
chupando... e quem não era o chupado da vez, ficava passando a mão no corpo
dela, e ela batia punheta para um, para outro, e o Orlando aproveitava para
pegar no pau dos demais. Ele era muito tarado mesmo.
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Ela aguentou os cinco!!! Uau!!! |
Fui o primeiro a comer a Margareth. Ela ficou de quatro na
cama, eu meti por trás, o Murilo ficou na frente dela e ela o chupava, o Giovani
e o Gustavo ficavam passando a mão no corpo dela e o Orlando aproveitava para
enfiar o dedo no meu rabo. Que coisa!
Em seguida foi a vez de o Gustavo comer de frente e o Giovani
ser chupado com ela quase de cabeça pra baixo da cama.
E aconteceu o primeiro anal, com o Orlando por baixo, ela
cavalgando e o Murilo metendo na xotinha. Ela já estava suada, cabelos
molhados... e isso foi apenas o inicio, pois iríamos passar a noite toda com
ela.
Mas não abusamos não. Depois desse início, demos uma boa hora
de folga para ela, que até adormeceu. Mas foi acordada...
De novo os cinco a rodeá-la, todos de pau duro, ela foi
pegando em todos e fazendo boquete em todos. E aí, como tínhamos combinado
enquanto ela cochilava, fizemos ela ficar ajoelhada, nos juntamos o mais
possível e ficamos batendo punheta, encharcando o rosto dela com nossas porras.
- Posso ir lá fora me lavar, né? Pelo menos isso!
Claro que podia, mas teve de voltar logo.
Mais descanso, todos na cama, todos enroscados, esperando um
tempo para retomarmos.
- Queremos ver se você aguenta os cinco ao mesmo tempo!
- Que isso? Ficaram doidos? O que estão pretendendo?
- Calma, não iremos te machucar não.
Orlando sentou, levou-a a sentar nele, o Gustavo penetrou o
cuzinho dela. Uma DP e dois já estavam prontos. Fiquei na frente dela, que
começou a chupar meu pau. O Murilo e o Giovani ficaram ao lado e ela ficou
punhetando os dois. Sim, ela estava dando conta dos cinco ao mesmo tempo.
Pela primeira vez naquela noite, ela gozou.
Já eram 3 horas da madrugada. Resolvemos dar um descanso
maior. Deitamos todos na cama e dormimos, só acordamos às 6 horas.
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