(escrito
por Kaplan)
Mais algumas espertíssimas transas de Meg com
o primo Paulo. Foi para lá um fim de semana, pois recebera um telefonema dele
dizendo que as laranjas já estavam no ponto de serem colhidas. Na fazenda deles
havia um pomar, cheio de árvores frutíferas e sempre que alguma delas estava no
ponto, ele telefonava e ela corria pra lá. Adorava subir nas árvores e pegar
com as próprias mãos as frutas maduras, devorá-las lá em cima mesmo, além de
colher muitas para trazer. Assim acontecia com as laranjas, com as jabuticabas,
com as mangas, com os abacates, com os limões. Tudo era pretexto para ela ir
até lá.
E evidentemente, estar com o primo Paulo era
outro motivo ótimo para ir. Trepavam não apenas nas árvores... entendem?
![]() |
foto: Kaplan |
Bem, vamos aos fatos. Ele ligou, falou que as
laranjas estavam maduras, e lá foi ela passar o fim de semana.
- Querido, volto segunda de manhã. Vou lá
chupar muitas laranjas e uma pica especial... nossa, como vou chupar!
Eu tinha que rir. Ela era muito divertida! E
eu sabia que ia ficar com um tesão enorme quando ela voltasse e me contasse o
que iria rolar.
E ela me disse que assim que chegou, a mãe do
Paulo a recebeu efusivamente e disse que ela ia gostar muito da safra de
laranjas daquele ano. Estavam deliciosas.
- Eu não perderia isso por nada, tia! Então,
Paulo, vai me levar para colher as laranjas ou terei de ir sozinha?
- Claro que vou com você. Deixa eu pegar um
cesto para colocarmos as laranjas que você na certa quer levar para seu marido.
- Bem pensado! Mas não esqueça de levar uma
faca, porque sabe que vou chupar pelo menos uma meia dúzia lá mesmo!

A primeira trepada do dia foi ali mesmo. Sem
que a mãe visse, ele colocou uma toalha dentro do cesto que pegara para por as
laranjas. Espichou a toalha na grama, Meg tirou a calça, a calcinha e ficou de
quatro para ser devorada pelo primo. Ele meteu até gozarem. Aí foram para o
pomar.
Como sempre acontecia, e ele já estava
esperando por isso, Meg adorava subir em árvores pelada. Paulo se lembrava que
a primeira vez que ele viu a prima pelada foi justamente quando ela escalava
uma mangueira, e já tinha muito tempo isso, eles deviam ter uns 12 anos na
época.
E agora, vinte e cinco anos depois, lá estava
ela, de novo pelada, tentando subir na laranjeira. Era muito mais complicado,
os galhos eram mais finos, os pés eram menores que as mangueiras, mas ela
gostava de chupar pelada. Literalmente!
Subiu, escolheu várias e foi jogando para o
Paulo pegar e colocar no cesto. Depois de várias colhidas, ela pegou uma e
desceu. Pediu a faca, descascou, partiu ao meio e começou a provocar o primo:
Encostou na laranjeira, abriu as pernas,
segurou cada metade da laranja com uma das mãos e perguntou pra ele, qual das
duas ele queria.
- Eu acho que prefiro a do meio...
Ela tinha certeza de que ele iria dar essa
resposta. Então, esfregou uma das metades na xotinha.
- Vem, então, vem chupar essa laranja do meio.
Ele foi e chupou até... era a primeira vez que
saboreava uma xotinha sabor laranja. Deliciosa! Daí em diante, ninguém pensou
mais em laranjas. Ele sentou, ela sentou em cima do pau dele e cavalgou até
gozar e ainda teve tempo de espremer a outra metade da laranja em cima do pau
dele, chupá-lo até ele gozar.
- Paulo, que delícia isso... nunca tinha
experimentado porra com suco de laranja... delicioso!
Ele ria, gargalhava... de onde ela tirava
essas ideias?
Bem, a manhã terminava, a mãe devia estar
esperando os dois para o almoço, voltaram com o cesto cheio. Inocentemente a
mãe perguntou se ela tinha chupado muito.
- Tia, você nem imagina quanto! Chupei demais!
É tão bom chupar assim, não é?
Paulo teve de sair da cozinha para rir
direito. Meg era sacana... a mãe, inocente, perguntava uma coisa e ela
respondia outra e a mãe achava que era a resposta ao que ela perguntara. Depois
do almoço, enquanto a mãe lavava os pratos, ele acompanhou Meg até o quarto e
quando ela tirou a calça, ele deu um beliscão na bunda dela.
- Ai! Por que você fez isso?
- Castigo por você ter feito hora com minha
mãe.
- Ah, é? Não dou mais pra você, nem hoje nem
amanhã.
- Azar o seu, eu estou indo agora lá pros
lados do riacho, andar de canoa, nadar pelado... fica aí dormindo, bocó!
Fez sinal de que ia sair do quarto, ela pulou
no pescoço dele.
- Escuta aqui, seu veado! Se você for sem mim,
eu juro que nunca mais você me come! Nunca!
- Eu sabia que você não ia resistir... então
vamos!
Acabou de se trocar, pôs um vestidinho sem
nada por baixo. Falaram com a tia que iam passear de canoa. E foram, de fato
até o riacho, sentaram-se na canoa que estava ali.
- Não dá para navegar com essa canoa mais...
tá cheia de furos, fica aqui servindo de abrigo pros bichos...
- Que pena, eu estava pensando em dar uma
volta nela...
- A gente pode dar um rolé dentro dela...
Ela sorriu e eles começaram a se beijar, e a boca do Paulo descia, atrevida, pelo
queixo, pelo pescoço, pelo colo, aproveitou que o vestido era de alcinha,
abaixou até a cintura, mamou nos seios dela, suspendeu a parte de baixo e ficou
com a xotinha dela pra ser chupada, o que ele fez com a competência de sempre,
deixando-a doida pra ser comida de novo.
Mas é claro que ela não iria deixar o primo
comê-la sem brindá-lo com um boquete.
Ajoelhou no chão mesmo, tirou a calça
dele e mandou brasa. O primo adorava as chupadas dela. E depois a comeu de
cachorrinho e como sabia do gosto dela pelas cavalgadas, entrou na canoa,
sentou-se na trave, ela sentou nele e pulou até sentir o suor escorrer.
Fez questão de ele gozar em seus seios, depois
entrou na água, limpou-se, e voltaram. Ela ia andando nua, até secar, só então
colocou o vestido.
Não tiveram chance de transar de noite. A tia
tinha sono muito leve...
Mas na manhã seguinte, foram “colher laranjas”
de novo. Ela foi com o mesmo vestido, que serviu para forrar o chão quando eles
pararam no meio das parreiras de uvas e transaram loucamente de novo.
Até
parecia que era a primeira vez, tal o frenesi que acompanhou cada movimento,
cada beijo, cada chupada, cada metida.
Ela só lamentou não estarem perto das
laranjas... tinha adorado tomar porra com suco de laranja!
Nenhum comentário:
Postar um comentário