(escrito por Kaplan)
Meg, Lucia e Rejane. Três gatas que se conheceram na universidade,
constituíram um grupo com três outros colegas, cujas aventuras já foram
bastante apresentadas por aqui. E Meg acabou conseguindo mostrar às duas as
delícias do sexo entre mulheres. Sem deixar de gostar de homens e de picas,
elas também se reuniam de vez em quando para curtir o silencioso, gostoso e
admirável sexo homo.
Quase sempre era nos locais em que eu e ela morávamos. Elas sabiam
como vivíamos, cheguei mesmo a transar com as duas em alguns momentos, mas
confesso que ver as três ou duas numa cama era espetáculo indescritível, que me
levava a prestar seguidas “homenagens” a elas.
Lembro de uma vez em que cheguei em casa, não vi ninguém até
chegar perto do nosso quarto e ouvir gemidos. Saquei logo que elas estavam em
plena ação e não fiz barulho para não perturbá-las. Mas fui olhar, era
irresistível.
A cena que vi inicialmente era deslumbrante. Rejane estava deitada
de bruços e Meg roçava o corpo no dela. Lúcia, ao lado, observava, esperando a
vez, talvez! Meg encostava os seios
perto da nuca de Rejane e descia, lentamente, até a bundinha dela, depois subia
e repetia todos os movimentos. Eram lentos, suaves, mas deixavam Rejane
arrepiada e Lúcia passando a língua nos lábios.
Rejane não agüentou muito tempo aquela “tortura”. Virou-se e ai
Meg encostou seus seios nos dela e continuou a roçar seu corpo, sua xotinha
chegava à dela, apertava-a e Rejane segurava o rosto de Meg e as duas se
beijavam, e seus corpos eram apalpados pela Lúcia.
De vez em quando Meg me dava uma roçadas dessas com o corpo, eu sabia que eram realmente um
tesão. E assim ficaram um tempo, até que Lúcia deu a entender que não queria
ficar apenas passando a mão nelas. Elas sorriram, se desculparam, pois haviam
estado muito concentradas. Colocaram Lúcia sentada e Rejane começou a dar-lhe
chupadas e mais chupadas na xotinha, que a deixaram desesperada, segurando os
próprios seios.
E Rejane acelerou ainda mais sua língua quando recebeu a língua de
Meg em seu cuzinho e em sua xotinha. Era maravilhosa a cena. Lúcia sentada,
olhos fechados quase em êxtase, Rejane, de quatro, chupando-a divinamente, e
Meg, de quatro atrás de Lúcia dando-lhe um tratamento especial com a língua e
com os dedos.
As três gemiam, o quarto cheirava a sexo, eu via os três corpos
suados, palavras carinhosas sendo pronunciadas, o corpo de Lúcia tremendo todo,
ela foi a primeira a gozar, e sorriu, encantada, para Rejane, que também não
demorou a gozar graças à língua e aos dedos de Meg.
As três se deixaram ficar deitadas, de mãos dadas, sorrindo de
satisfação. Foi aí que me viram.
- Ah, Meg, o safado do seu marido estava nos assistindo!

- Olhem aqui como ele fica! Não é adorável? Mas foi ótimo você ter
chegado, porque essas duas safadinhas gozaram e eu não. Vem me comer, vem!
Tirei a roupa e pulei na cama, metendo loucamente nela, enquanto
as duas ficavam passando as mãos em meu
corpo e no de Meg. Até que ambos gozamos também. Foi um final de tarde
“daqueles”, que deixaram saudades!
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