(escrito por Kaplan)
Reinaldo e Marise. Um casal recém casado, os
dois novinhos, vinte e poucos anos, corpos bem feitos, o dela, então!
Maravilhoso. Estavam hospedados na fazenda de meu cunhado, eu também estava lá,
quando fiquei conhecendo os dois. Estavam naquela agarração típica de lua de
mel. Iam ficar uma semana, foram com meu cunhado no sábado, ele voltaria no
domingo, eles ficariam a semana toda e eu também. Voltaríamos todos com meu
cunhado no outro domingo.
Acho que eles não gostaram muito de saber que
eu iria ficar. Mas não podiam reclamar, eu não iria dar trabalho algum a eles,
eu ficava no meu quarto, lendo, escrevendo meus contos, e eles tinham o resto
da casa, especialmente a piscina, para se divertirem.
Mas eu notei que eles estavam meio travados e
assim, falei que ia dar uma saída, iria demorar a tarde toda, pedi que eles
tomassem conta de tudo. Vi que os olhos brilharam, então saí, eles me viram
caminhando pela estradinha de terra e lá na frente, depois de uma curva, olhei
para trás e vi que eles não estavam mais vigiando. Então voltei por atalhos no
meio da fazenda e vendo que eles estavam na piscina, entrei na casa por uma
janela, sem ser visto, e fui para meu quarto, que ficava no segundo andar, de
onde me posicionei para ver o que eles faziam.
Ele estava dentro da piscina. Ela estava em pé na beirada, só de calcinha de biquíni. Fiquei fascinado pelos peitinhos
dela. Maravilhosos! Quando ele chegou
próximo do local onde ela estava, ela ficou provocando-o, passando as mãos nos
peitinhos, a língua nos lábios. Imaginei que o Reinaldo deveria estar de pau
duro dentro da piscina. Eu já estava!

Ela pulou na piscina, toda nua. Ele deitou-se
nos degraus da parte rasa e ai eu vi que ele ainda estava de bermuda. E ela veio nadando e fez cara de que não
estava gostando da bermuda dele e foi tirando. E ai eu vi o pau dele. Não muito
grande, mas grosso. E ela já era bem escolada, porque não demorou a pegar nele
e colocar na boca, chupando com muita alegria!
E ele também sabia agradar. Colocou-a sentada
na beirada da piscina e mandou ver com a língua na bucetinha dela. De onde eu
estava, que não era muito perto, dava para ver como o abdômen dela se contraia,
os peitinhos pulavam enquanto o Reinaldo chupava aquela bela buceta que só
agora eu conseguia ver.
E ele ainda foi chupá-la dentro dágua! Ela
desceu o corpo para a piscina, ficou se apoiando na beirada e dava para ver a
cabeça dele no meio das pernas dela, chupando bastante. Comecei a ouvir
gemidos. Ah! Esses gemidos são muito gostosos de ouvir! E eles se tornaram mais
intensos quando ele deitou-se no largo degrau e ela sentou-se no pau dele e
ficou levando o corpo para cima e para baixo, lentamente. Ao virar o corpo dela
para ela ficar de costas para ele, a bucetinha ficou bem em frente aos meus
olhos. Bela buceta, toda raspadinha.
Ela gozou lindamente. E eu bati uma bela
punheta vendo o espetáculo. Sai do quarto, sem que eles me vissem, pulei a
janela do outro lado, peguei os atalhos e atingi a curva que fora o último
local que eles me tinham visto. Aí voltei, assoviando e quando cheguei de novo
na casa, os dois estavam no banheiro tomando banho. Ouvi risadas.
Quando eles saíram para jantar, resolvi
deixa-los sem graça. Perguntei se haviam se divertido bastante sem a minha
presença. Ela ficou vermelha como um tomate e ele, mais corajoso, disse que
sim. Então prometi a eles que toda tarde eu daria um passeio para que eles
ficassem bem à vontade. Afinal, ainda estavam em lua de mel! Mal sabiam eles do
meu truque para observá-los!
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