Ela sempre quis e conseguiu: transar numa
varanda pra todo mundo ver
Cada sonho maluco!
(escrito por Denise)
Quem
conheceu Denise quando comecei a namorar com ela, não reconheceria. As minhas
sobrinhas, tão safadinhas, tinha horas que ficavam sabendo de casos dela que
custavam acreditar. Vejam esse, por exemplo, que fiz questão de que ela
escrevesse pra não perder detalhe algum:
Vocês pediram, então eu conto.
Sempre sonhei com uma coisa que parece
loucura, mas sonhava. Transar numa varanda. Que fosse de apartamento, de hotel,
não importa. Eu desejava transar numa varanda, imaginando que só de pensar que
alguém poderia estar vendo... nossa, fico excitada só de pensar.
E consegui!
Fiquei conhecendo o Onofre, a quem contei meu
sonho. Ele me disse que tinha um amigo que tinha uma bela varanda, e que emprestaria
o apartamento dele, numa boa.
Tremi da cabeça aos pés. E lá fui eu.
A varanda estava com as luzes apagadas, mas a
luz da sala era suficiente pra iluminar os corpos qe ali estivessem.
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Ela sempre sonhou com isso... ainda bem que era a noite! |
E lá estava eu, nuazinha, iluminada por trás e
vendo a grande cidade lá na frente. E o Onofre chegou, peladão também, me
abraçou pelas costas, depois pela frente, beijos e amassos rolaram.
Ele sentou numa poltrona e mandou eu subir,
apoiar meus pés nos braços da poltrona, e descer o corpo para ele me chupar a
xotinha.
Nisso, meu corpo ficou praticamente inteiro se
alguém estivesse vendo. E ele me garantiu que devia ter sim. Ai enlouqueci e
sentei no pau dele e fiquei cavalgando, rindo pra ele que estava achando lindo
o jeito que eu tinha.
Pegava no meu bumbum, apertava, brincava
dizendo que estava vendo um cara com binóculo olhando pra nós... aí que meu
tesão quase explodia!
Desci e fui chupar o pau dele.
Ele me pôs de novo naquela posição inicial, me
chupando com meu corpo todo visível pra quem estivesse vendo.
Cavalguei-o de novo. Delícia total! Gozei, mas
continuei pulando nele.
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Diz ela que é impossível descrever a sensação de ter alguem vendo... |
Ai fiquei curvada na poltrona, apoiada na
grade da cobertura e ele me comendo por trás. Nossa! De novo, nossos corpos
inteiros à vista de quem quisesse!
Descemos e fiquei curvada, com os pés no chão.
Ele veio por trás... e lá se foi meu fiofó!
Foi uma experiência marcante. E por isso não
pude resistir a um novo encontro, também em local não usual.
Onofre era dono de uma oficina mecânica.
Grande, tinha oito mecânicos trabalhando lá.
Pois ele perguntou se eu queria trepar na
oficina. Claro que sem os oito mecânicos!
Lá fui eu. Montei um cenário. Um carro
importado, tirei uma foto nua dentro dele.
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Carro importado... trepada chiquérrima! |
Depois, pedi que ele abrisse o capô de outro
importado, coloquei um banco na frente, sentei e pedi que ele me comesse ali.
Obediente, ele só endureceu o pau e enfiou...
Beleza pura! Muito bom aquilo, eu vendo o
motor do carro, como se eu entendesse alguma coisa!
Depois eu fiquei sentada de frente pra ele, e
lá veio a vara entrando... muito bom.
Aí levantei, fiquei com a barriga sobre o
banco e ele, em pé, só me cutucando...
Virei de frente e ganhei uma gozada nos seios,
na barriga.
Ele arrumou uma toalha e pude me limpar.
Aí fomos pra casa dele, passei a noite lá, mas
sem mais trepadas. Só de manhã, quando acordamos e demos mais uma pra despedir!
Eu tinha dormido só de lingerie, pois não
levara camisola nem pijama.
E quando acordei, ele já tinha levantado,
fiquei fazendo uns movimentos de requebro na cama que ele entendeu direitinho o
que eu pretendia. Chegou e já foi enfiando o pau.
E assim ficamos um bom tempo, até eu gozar e
ele não tinha gozado... então fiquei pensando como seria. Havia varias
hipóteses. Gozo na boca, gozo nos seios, gozo na bunda, anal... fiquei
aguardando!
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Ele gostava... eu também! |
Fiofó... foi o que ele escolheu. Não criei
caso, depois do que já tínhamos feito, eu era só alegria!
No carro, ele pediu pra Denise mostrar os
seios.
Ela fez uma troca, foi bom para os dois
(escrito por Denise)
Os amigos
de Denise, antes de ela se tornar minha companheira, eram muito restritos.
Fizera alguns amigos na faculdade, cerca de meia dúzia. Amigas eram em numero
maior. Posteriormente, formada, foi lecionar em um colégio e ali conseguiu
amizade de mais uns 3 colegas. Mas todos esses eram amigos, ela não teve qualquer
relacionamento de natureza sexual.
Apenas no
segundo colégio em que trabalhou é que ela teve a companhia sempre presente de
um professor que lecionava a mesma matéria que ela e ele conseguiu transar com
ela, depois de um longo trabalho de sedução.
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Ele a procurou, procurou, procurou... achou! |
Mas não é dele que irei falar. E sim de um ex-colega de faculdade, o Herbert, que a encontrou depois de procurá-la bastante. Ao saber disso, ela ficou curiosa. Por que ele a estaria procurando? Não se recordava de nada que tivesse acontecido entre eles!
Mas ele
estava e foi uma festa quando se encontraram. E o que ele imaginara se mostrou
verdadeiro: o Herbert declarou-se apaixonado por ela desde a época da
faculdade.
Ouvir essa
declaração deixou Denise excitada. Poxa, já fazia mais de cinco anos que eles
se formaram e ele ainda a queria!
Estavam
num bar e provavelmente por conta das muitas doses que tomaram, ela ficou
inclinada a ter algo com ele.
Ao saírem
do bar, procuraram o carro dele no estacionamento e antes que ele desse a
partida, continuaram conversando. Não havia mais ninguém ali perto, podiam
falar à vontade.
E foi ele
que ousou. Colocou a mão direita sobre o seio dela, ainda devidamente protegido
por uma blusa e comentou que tinha visto um lance deles na época, num dia em
que ela havia ido sem sutiã e tinha uma camiseta mais folgada. Aquela visão
nunca mais saíra de sua mente.
Ela
sorriu, encabulada. Ficou tentando se lembrar de quando isso teria acontecido,
mas não lembrou teve de perguntar.
- Mas
quando foi isso Herbert? Em que ano a gente estava? Foi na sala de aula? Na
cantina? Me recorde, não estou lembrando... e você falou alguma coisa na
ocasião?
- Não
falei nada, só admirei e sei que muitos outros também admiraram e você e seus
seios foram o assunto de muitas conversas nos dias seguintes. Mas você era tão
séria que ninguém teve coragem de se aproximar. Foi numa das aulas, sim, lembra
que havia quatro fileiras de carteiras? Você estava na primeira cadeira da
segunda fila e eu estava na segunda cadeira da primeira fila. Acho que foi seu
lápis ou caneta que caiu e você rapidamente se abaixou para pegar. Aí quem
estava por perto viu.
-
Menino... não me lembro, mas não vou discutir, se você viu, viu!
- Eles
continuam lindos?
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A dúvida dele: eles continuavam lindos? Só vendo pra crer! |
- Deixa de
ser safado...
- Diga...
- Acho que
sim.
- Deixa eu
ver?
- Hummm...
aqui?
Ela olhava
para os lados e realmente ninguém estava por perto.
- Sim, vai
que depois você esquece...
- Tá bem,
deixo, mas quero uma troca de favores.
- Como
assim?
- Te
mostro meus seios e você me mostra seu pinto. Topa?
- Topo!
Faço tudo para vê-los de novo.
Ela,
então, abaixou as alcinhas da blusa e ele viu os seios. Nada de lance, viu-os
por completo. Não resistiu e pegou neles, acariciou. Beijou. Mamou.
Ela estava
gostando, mas olhava sempre para ver se aparecia alguém.
- Agora minha
vez, mostra aí!
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Ele mostrou, ela sabia o que fazer! |
Ele abriu
a braguilha e mostrou um belo pau já ereto. Ela admirou e tratou de fazer um
boquete que quase o levou a gozar em sua boca.
- Herbert,
quer ir em meu apartamento?
- Nossa!
quero sim!
Ela
indicou o caminho e logo os dois estavam dentro do ninho de amor, como ela
chamava o apê em que residia.
- Espera
aqui na sala, vou ao banheiro retocar a maquiagem – disse ela sorrindo.
Não ouvindo barulho de porta se fechando, ele foi espionar o banheiro e viu Denise completamente nua, e ela viu que ele tinha colocado o pau pra fora da braguilha. Mas ele logo correu para a sala e manteve o pau solto. Ela colocou um roupão e mais nada e foi para a sala, com ele entreaberto, permitindo que ele visse os seios. Parou na frente dele, colocou o pé no pau dele e abriu o roupão, exibindo-se por completo.
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Isso era só o começo... |
Ele babava. Sempre imaginara a colega como uma mulher muito gostosa e estava tendo a confirmação.
Ela
ajoelhou entre suas pernas, inclinou a cabeça e fez um boquete. Depois
sentou-se no pau dele, bem de frente, encostando os seios na boca do colega e
cavalgou um pouco. Depois saiu e tornou a sentar, mas agora de costas e a visão
da bunda dela deixou o Herbert emocionado.
Ele fez
questão de dar uma boa chupada na xotinha dela antes de penetrá-la de frente e
posteriormente colocando-a de quatro no sofá e voltando a preenche-la até
gozarem ambos.
Ela queria
que ele dormisse lá, pensando em novas trepadas, mas ficou profundamente
decepcionada quando ele disse que não poderia, pois estava casado e tinha de
voltar para a esposa. Ela pediu que ele nunca mais a procurasse. Era algo
inadmissível o que ele fizera.
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